sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

SHOW

 Bloco 'Pode provar que não tem Veneno'  agita o Recreio dos Bandeirantes


No domingo (8), ocorre mais uma edição especial do Bloco  'Pode provar que não tem Veneno' . Com apoio do Colégio Notre Dame Recreio, o evento será realizado das 11h às 16h, na Praça  Praça Augusto Ruschi,  e é voltado às famílias e às crianças da região.


O evento tem como proposta levar um carnaval familiar para as ruas do bairro, com música, cortejo e atividades pensadas especialmente para o público infantil. A iniciativa também busca fortalecer a convivência entre as famílias e incentivar a ocupação dos espaços públicos do entorno do colégio.

🗓 

08 de fevereiro (domingo)
🕐 das 11h às 16h
📍 Praça Augusto Ruschi, Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro

COLUNA ESPAÇO MOTOR

          RAM LANÇA PICAPE MÉDIA DAKOTA





João Mendes







Após ser apresentada para o público durante o Salão do Automóvel de 2025, a nova Ram Dakota, produzida na Argentina, é lançada oficialmente no mercado brasileiro. Ela está sendo oferecida em duas versões: Warlock, com visual e características mais voltadas para o off-road; e Laramie, que traz os cromados que já são tradicionais em uma Ram. A nova Ram Dakota tem sob o capô o elogiado 2.2 turbodiesel, de 200 cv de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque, que atua em conjunto com um câmbio automático de oito marchas para oferecer conforto e excelente desempenho em todas as faixas de rotação. Com esse conjunto, a nova Ram Dakota possui força e capacidade de sobra para rebocar até 3.500 kg e carregar 1.020 kg, com a caçamba comportando 1.210 litros.


O compartimento de carga é revestido, possui iluminação interna e na terceira luz de freio de LED, além de ganchos de carga e capota marítima. A tampa traseira é amortecida e possui trava elétrica. O sistema de tração é 4x4 Auto, que conecta automaticamente o eixo dianteiro de acordo com as condições de aderência, além dos modos 4x4 com reduzida e 4x2. São comuns às duas versões  o quadro de instrumentos digital e colorido de 7” e a central multimídia de 12,3” com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, navegação embarcada, páginas off-road e assistente virtual, estando as duas telas dispostas lado a lado. Há um carregador de smartphones por indução com refrigeração integrada e um sistema de câmeras 540. A nova Ram Dakota traz como itens de série para as versões Warlock e Laramie uma lista completa de recursos de auxílio à condução, como sistema de monitoramento de ponto cego; sistema de manutenção de faixa de rodagem; e, piloto automático adaptativo com alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência e detecção de pedestres e ciclistas. A versão Laramie agrega ainda alerta de tráfego cruzado de veículos em manobras de ré. Vamos aos preços: Ram Dakota Warlock começa em R$289.990 e Ram Dakota Laramie em R$309.990.

SAÚDE

 Estudo aponta que o Brasil poderá registrar até 1,8 milhão de casos prováveis de dengue até 2026

Com o avanço do verão e a intensificação dos surtos da doença no país, um alerta adicional ganha força para além dos sintomas mais conhecidos

O projeto internacional IMDC (InfoDengue-Mosqlimate Dengue Challenge), realizado em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Fundação Getúlio Vargas, estima que o Brasil poderá registrar até 1,8 milhão de casos prováveis de dengue em 2026. O dado reforça a preocupação de especialistas com manifestações da doença que vão além da febre alta e das dores no corpo. Entre elas, estão sinais na cavidade oral, ainda pouco divulgados e frequentemente confundidos com problemas bucais comuns, que podem surgir durante a infecção e tendem a se intensificar no período pós-dengue, quando a imunidade permanece comprometida.

Em alguns casos, é possível, mas nem sempre conhecido por todos, que manifestações bucais sejam observadas, e elas podem ser cruciais para o diagnóstico. Pacientes com dengue grave, antes conhecida como dengue hemorrágica, tendem a apresentar problemas como sangramento nas gengivas, boca seca e lesões como úlceras e hiperpigmentações (vermelhidão). Essas manifestações estão associadas à redução das plaquetas e ao aumento da permeabilidade vascular, características desse estágio da doença. “Quem tem uma boa atenção à saúde bucal está mais apto a identificar essas alterações, que, especialmente se associadas a outros sintomas, podem indicar o início ou uma já evolução de um quadro mais grave”, explica o cirurgião-dentista e especialista em Saúde Coletiva da Neodent, João Piscinini. Ao mesmo tempo, doenças como gengivite e periodontite aumentam as chances de intensificação do processo inflamatório e sobrecarga do sistema imunológico, representando um risco maior para pacientes que já enfrentam sintomas da dengue. Isso significa que, nestes casos, ter a saúde bucal em dia, com um bom acompanhamento de um dentista, se torna um cuidado ainda mais valioso.

Na dengue clássica, como são conhecidos os quadros mais leves, os primeiros sintomas da doença incluem febre alta, dores no corpo e atrás dos olhos, vermelhidão na pele e fadiga. Nessa fase, a doença pode ser controlada com hidratação intensa e algumas medicações.

Vale lembrar que ações simples, como eliminar recipientes que possam acumular água parada, ajudam no combate à dengue.

Cuidados após o tratamento

Para aqueles que apresentam manifestações bucais da dengue, o cuidado com a saúde bucal no pós-tratamento também é fundamental. Isso inclui visitas ao dentista para monitoramento de lesões e orientações sobre os melhores cuidados para cada paciente. “Escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, usar fio dental diariamente, evitar traumas na mucosa oral e adotar outros cuidados pontuais que o profissional pode recomendar são práticas básicas, mas que contribuem com a recuperação da saúde bucal daqueles que passaram pela doença”, afirma Piscinini.

Os especialistas destacam, ainda, a importância do cuidado com a saúde bucal como medida valiosa não apenas quando se fala de sua relação com a dengue, mas também para prevenir e controlar diversas outras doenças. Nesse contexto, os hábitos de higiene bucal são o primeiro passo, e alguns casos requerem cuidados especiais, como pacientes que utilizam próteses dentárias ou aparelhos ortodônticos convencionais. No caso dos aparelhos fixos, por exemplo, a limpeza adequada pode se tornar mais difícil, favorecendo o acúmulo de resíduos alimentares e a formação de placas bacterianas. Como alternativa, os alinhadores ortodônticos transparentes, como os da ClearCorrect, oferecem vantagens significativas. “Os alinhadores se destacam positivamente como uma alternativa que oferece mais conforto e facilidade na higiene. Por serem removíveis, eles facilitam a escovação e o uso do fio dental, o que reduz o acúmulo de placa nos dentes e, consequentemente, o risco de doenças”, analisa a dentista especialista em Ortodontia da ClearCorrect, Ana Alvoledo. Essa praticidade torna os alinhadores transparentes uma opção vantajosa para quem deseja aliar o tratamento ortodôntico a uma melhor manutenção da saúde bucal e geral.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

SHOW

 

Botafogo Praia Shopping terá Bailinho de Carnaval gratuito com show da Banda Lekolé, oficinas temáticas e distribuição de brindes do Foguinho

Programação acontece nos dias 7 e 8 de fevereiro a partir das 14h

No próximo fim de semana, o Foguinho leva a alegria do Carnaval para o Botafogo Praia Shopping e convida os pequenos a entrarem no ritmo de festa. O tradicional Bailinho do Foguinho será realizado no Espaço Vista, 3º piso, nos dias 7 e 8, a partir das 14h. Gratuito, o evento é aberto ao público e oferece às famílias uma opção para curtir o melhor do Carnaval em um ambiente seguro, acessível e confortável para as crianças.

“O público tem buscado bloquinhos infantis que conciliem diversão e organização. No shopping, as famílias contam com conforto, segurança e serviços que tornam a experiência mais prática e agradável. O Bailinho do Foguinho atende a essa demanda com programação estruturada e acessível, adequada às crianças e com infraestrutura pensada para os responsáveis”, destaca Isabella Colonna, gerente de marketing do Botafogo Praia Shopping.

A programação começa no sábado, 7, com a oficina de máscaras carnavalescas, às 14h. Em seguida, a partir das 15h30, começa o bailinho infantil, com um repertório pensado para os pequenos foliões. O Foguinho, mascote do shopping, participará das brincadeiras e convida as crianças a vestirem suas fantasias para entrar no clima.

No domingo, 8, a atividade conta com camarim especial para penteados e maquiagem a partir das 14h.  A banda Lekolé estará presente a partir das 15h30 encerrando as brincadeiras com chave de ouro.

Pinturas faciais estarão disponíveis nos dois dias de festa, trazendo uma explosão de cores às fantasias.  Além disso, brindes temáticos do Foguinho serão distribuídos durante os dois dias de evento, sujeitos a disponibilidade de estoque. A participação em todas as atrações é feita mediante resgate de cupom pelo app do shopping.

 

Serviço: Bailinho do Foguinho

Local: Espaço Vista – 3º piso

Datas: 7 e 8 de fevereiro

Horário: das 14h às 17h

Evento gratuito

Inscrições: via app do Botafogo Praia Shopping

Classificação: crianças de 2 a 12 anos

SAÚDE

 Fim da "tarja preta" na reposição hormonal marca nova era no tratamento da menopausa

Para a endocrinologista Milene Guirado, a decisão da FDA sinaliza mudança global na forma de tratar a menopausa, além dos seus impactos físicos e emocionais

A agência reguladora dos Estados Unidos, Food and Drug Administration (FDA), anunciou a retirada do aviso de “tarja preta” dos medicamentos de terapia de reposição hormonal (TRH) utilizados no tratamento da menopausa. A decisão representa um marco importante na medicina e pode transformar a forma como milhões de mulheres encaram essa fase da vida, historicamente associada a sofrimento físico, emocional e a receios relacionados à segurança do tratamento.

Para a endocrinologista Milene Guirado, a mudança traz um impacto direto na prática clínica e, principalmente, na vida das pacientes. “Essa decisão significa que milhares de mulheres poderão atravessar a menopausa de forma digna, recebendo tratamento para sintomas reais, físicos e mentais, que por muito tempo foram minimizados ou tratados como frescura”, afirma.

Durante décadas, a terapia hormonal foi associada a um risco aumentado de câncer de mama e eventos cardiovasculares, como infarto, AVC e trombose. Esse temor teve origem, principalmente, em grandes estudos realizados nos anos 1990 e início dos anos 2000. “Houve um estudo chamado HERS, que avaliou mulheres com doença cardiovascular prévia, e depois o famoso WHI, que acabou gerando um alarme enorme. A forma como esses dados foram divulgados pela mídia contribuiu para criar um medo generalizado, inclusive entre médicos”, explica Milene.

O estudo WHI (Women’s Health Initiative), que avaliou mais de 16 mil mulheres, chegou a interromper alguns de seus braços antes do previsto por observar aumento de determinados riscos em grupos específicos. No entanto, revisões posteriores trouxeram uma leitura mais cuidadosa dos dados.

“Quando os pesquisadores reavaliaram os resultados, estratificando corretamente idade, tempo de menopausa e comorbidades, perceberam que muitos riscos haviam sido superestimados. Em alguns grupos, os efeitos eram, inclusive, protetores”, destaca a endocrinologista.

Outro ponto fundamental foi a evolução dos próprios medicamentos. “No WHI, utilizavam-se estrogênios conjugados derivados da urina de égua prenha e progesteronas sintéticas, muito diferentes das opções modernas que temos hoje. Além disso, hoje entendemos melhor as vias de administração, doses e perfis ideais para cada paciente”, ressalta Milene Guirado.

Segundo a especialista, após o medo instaurado, muitas mulheres interromperam ou deixaram de iniciar a TRH, o que gerou consequências importantes. “O que se observou depois foi um aumento significativo de eventos cardiovasculares e osteoporose nessa população. Isso motivou uma reavaliação profunda dos estudos e levou a essa verdadeira reviravolta na terapia hormonal”, explica.

Com a retirada da tarja preta, a expectativa é de que haja uma mudança gradual na percepção das mulheres em relação ao tratamento. “Essa geração cresceu ouvindo que reposição hormonal causava câncer e infarto. Mudar essa crença leva tempo. Mas uma nova geração de mulheres e de médicos está chegando, e esse medo tende a ficar para trás”, avalia.

Benefícios da terapia hormonal 

Hoje, os benefícios da terapia de reposição hormonal são amplamente documentados. Entre eles estão a melhora dos sintomas vasomotores, proteção óssea contra osteoporose, melhora do humor, da memória, do sono, da disposição, da libido, da pele e dos cabelos, além de efeitos metabólicos positivos. “A menopausa provoca alterações que aumentam o risco cardiovascular. A TRH, quando bem indicada, pode atuar como fator protetor”, afirma a endocrinologista.

Apesar da decisão da FDA valer oficialmente apenas para os Estados Unidos, Milene acredita que o impacto será global. “É apenas uma questão de tempo para que isso se reflita em outros países, inclusive no Brasil. Evidências científicas não faltam mostrando que a TRH é segura e traz benefícios inquestionáveis quando bem indicada”, pontua.

Na prática clínica, ela reforça que o cuidado começa antes da prescrição. “É fundamental diferenciar se a mulher está na menopausa ou na transição menopausal, porque os tratamentos são diferentes. Um erro nessa avaliação pode piorar muito os sintomas”, alerta. Avaliação clínica detalhada, análise do histórico familiar, estilo de vida, idade, tempo de menopausa e exames laboratoriais e de imagem fazem parte do processo.

Mesmo com a retirada do alerta, ainda existem contraindicações. “Como qualquer medicação, a TRH não é para todas. Mulheres com histórico cardiovascular muito grave podem precisar de estratégias alternativas. O tratamento precisa ser sempre individualizado”, reforça.

A personalização, segundo Milene, é um dos pilares da segurança atual da terapia hormonal. “Não somos iguais. Dose, tipo de hormônio e via de administração precisam ser ajustados para cada mulher. Esse cuidado faz toda a diferença na eficácia e na segurança do tratamento”, explica.

Para as mulheres que ainda têm receio, a endocrinologista deixa uma mensagem clara: “Hoje sabemos que a reposição hormonal é segura, eficaz e pode transformar a qualidade de vida. Informação, acompanhamento médico e personalização são as chaves para que a mulher volte a se sentir no controle do próprio corpo e da própria vida”.