segunda-feira, 16 de março de 2026

CAFÉ COM LABATT

 O ATAQUE À ESCOLA NO IRÃ PODE TER SIDO O ESTOPIM DA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL?



Caso não seja, o Irã trava uma guerra contra a economia global e tem boas chances de explodir os EUA, mesmo à distância.


Esta é a terceira parte. Você pode ler a primeira e a segunda clicando na minha foto.

Mas se os EUA estão nessa encruzilhada, porque atacaram o Irã? Como idealizaram seus planos e o que esperavam?

Acredito que três motivos concorreram para o ataque:

1) A ARROGÂNCIA. Os subornos e a traição que envolveram o seqüestro de Maduro teriam os feitoeles acreditarem que poderiam fazer o mesmo no Irã. Ter a vitória rápida. Lembram que Trump falou de uma guerra em 3 dias.

2) O SUBORNO. Sob o ponto de vista financeiro, embora os EUA não se beneficiem dessa guerra contra o Irã, Trump se beneficia pessoalmente:

Os Sauditas subornaram Trump através de seu genro, Jared Kushner, investindo US$ 2 bilhões, do fundo soberano da Arábia Saudita na Affinity Partners, uma empresa fundada em 2021 e, de propriedade de Kushner.

Além do que, a campanha pessoal de Trump foi, em grande parte, financiada por Israel através da bilionária sionista Miriam Adelson, viúva do magnata dos cassinos Sheldon Adelson, com uma quantia não menor que US$ 100 milhões.

A viúva, também é proprietária do jornal Israel Hayom e com forte atuação no mercado de cassinos (Las Vegas Sands), há duas semanas, declarou à imprensa que doaria cerca de mais US$ 50 milhões, caso Trump concorresse a um terceiro mandato, o que é proibido pela Constituição dos EUA. Porém, com uma guerra em andamento e, com um jeitinho financeiro para conseguir a aprovação do Congresso para colocar tropas, no solo contra o Irã, ele pode vir a ter um adiamento das eleições, o que o distanciaria de uma derrota iminente em novembro, mantendo a mesma configuração favorável, no Congresso, para tentar um terceiro mandato, provavelmente com Nikki Haley como vice.

3) O ESCATOLÓGICO. Lendo-se os arquivos Epstein nos convencemos que, está claro que o planeta é governado por sociedades secretas e, esses poderosos sionistas que se esconde atrás das grandes fortunas, acreditam que esta guerra envolvendo Israel é fundamental para o fim dos tempos e para criação do paraíso na Terra.

Amanhã termos a quarta parte.


SAÚDE

 Dengue deve afetar até 1,8 milhão de brasileiros em 2026. Confira seis dicas para se manter hidratado

Região sudeste deve ser a mais afetada

A dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Trata-se de um sério problema de saúde pública, especialmente em países tropicais como o Brasil, onde as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do mosquito vetor.1

Uma vez diagnosticado, o tratamento baseia-se, principalmente, na hidratação. De acordo com o Ministério da Saúde, a hidratação oral é fundamental para tratar os casos de dengue e deve ser iniciada tão logo sejam detectados os primeiros sintomas (febre alta, dor de cabeça ou no fundo dos olhos, fraqueza, dor intensa no corpo ou nas juntas, manchas vermelhas no corpo).²

“A recomendação clínica é iniciar a hidratação oral das pessoas com suspeita de dengue ainda na sala de espera, enquanto aguardam pela consulta ou pelo resultado dos exames”, explica Patrícia Ruffo, nutricionista e Gerente Científico da Abbott no Brasil.

Também é essencial manter a hidratação durante todo o período que a pessoa apresentar febre e por até 24-48 horas após a febre baixar. Além disso, o mais importante é buscar ajuda médica o quanto antes.

Confira abaixo 6 dicas importantes para a reidratação de pessoas com dengue:

 

  1. Mantenha a pessoa sempre bem hidratada até o resultado dos exames, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde.

  2. A desidratação pode tornar a maioria das pessoas irritáveis e letárgicas, mas os sintomas podem variar de idade para idade. Os adultos podem apresentar tontura ou sentir sede, dor de cabeça, constipação ou pele seca e a urina pode ser mais escura e concentrada do que o normal, geralmente transparente ou de cor amarela muito clara.

  3. Previna-se incluindo nutrientes que podem auxiliar na hidratação, como eletrólitos e carboidratos, capazes de auxiliar o corpo a absorver qualquer líquido. Os eletrólitos, como sódio, cloreto, potássio, magnésio e cálcio são particularmente importantes, já que são indispensáveis para nervos e músculos saudáveis. Além disso, todos esses eletrólitos podem ser perdidos na transpiração.

  4. Nem todas as bebidas oferecem os componentes necessários para uma hidratação adequada. A água de coco, por exemplo, tem proporção de 1:240 e o suco de maçã 1:40 na relação sódio: glicose. 

  5. A água é fundamental para regular a temperatura do corpo e a desidratação pode exacerbar uma febre existente. Nossos corpos são compostos de 2/3 de água, portanto, pequenas perdas no fluxo do corpo podem piorar o status de febre.³

  6. Diarreia e vômito podem causar perda significativa e imediata de líquidos e eletrólitos. Soluções de eletrólitos orais são recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para aliviar os sintomas associados à desidratação relacionada à gastroenterite aguda, um dos sintomas da dengue.

GERAL

 Design e dados juntos: como o CRO pode transformar a performance digital de empresas brasileiras em 2026

Especialista aponta que a otimização da taxa de conversão só gera resultado quando combina análise de dados com boas práticas de design, e destaca 5 passos acessíveis para empresas de todos os portes

O Brasil é um dos países com maior engajamento digital do mundo. Segundo o Digital Report 2026, produzido pela We Are Social em parceria com a Meltwater, o país conta com mais de 170 milhões de usuários ativos na internet e a digitalização de negócios segue em ritmo acelerado. Nesse cenário, cresce entre empresários e gestores o interesse por uma prática já consolidada nos mercados norte-americano e europeu: o CRO, sigla para Conversion Rate Optimization, ou otimização da taxa de conversão.

O CRO reúne técnicas e estratégias voltadas a aumentar o percentual de usuários que realizam uma ação desejada em um site ou aplicativo, como comprar um produto, solicitar um orçamento ou preencher um formulário. Em mercados mais maduros, a prática já integra as áreas de produto, growth e tecnologia das empresas. No Brasil, o movimento está em curso e 2026 pode ser o ano em que o CRO deixa de ser novidade e passa a ser estratégia.

Para Adriano Valadão de Freitas, designer especialista em UX e CRO com atuação nos Estados Unidos e no Brasil, a adoção da prática responde a uma pressão real do mercado. "O CRO ajuda a criar uma jornada mais assertiva e memorável, com eficiência e inteligência no uso de dados. Diante do aumento do custo de aquisição de clientes e da transformação causada pela busca com IA, otimizar o que já existe torna-se cada vez mais necessário. Mais do que atrair uma grande quantidade de visitantes, é preciso transformar a audiência em resultado", afirma.

O especialista reforça que dados isolados não bastam. Para ele, o CRO só entrega seu potencial máximo quando a análise quantitativa caminha ao lado do design. "Um teste A/B, por exemplo, pode indicar que uma página não está convertendo, mas é o olhar do design que revela o porquê: o botão está em segundo plano visual, a hierarquia da informação está invertida, o call to action compete com outros elementos, e assim por diante. Dados apontam o problema e o design resolve.", explica Freitas. Nesse sentido, princípios fundamentais de UX e design de interface, como clareza visual, hierarquia tipográfica, e fluxo de leitura, bem como a aplicação de padrões de acessibilidade como uso adequado de cor e contraste, são ferramentas relativamente simples de se implementar e com alto potencial de aumento de receita.

Freitas observa que o mercado americano de tecnologia e e-commerce, altamente competitivo, foi o principal laboratório para a consolidação do CRO como disciplina estratégica. "Plataformas digitais nos EUA operam com metas rigorosas de conversão e utilizam ferramentas avançadas de analytics, personalização e inteligência artificial para transformar dados em decisões de melhoria contínua", explica. "As pequenas e médias empresas, em especial, podem ter resultados muito positivos se replicarem esse movimento. Falta, em muitos casos, saber por onde começar", completa.

sábado, 14 de março de 2026

SHOW

Em fase de expansão internacional, Pedro Sampaio lança parceria com mexicano El Bogueto

"G-LATINA" traz funk em espanhol e videoclipe gravado no Rio de Janeiro

Ele é puro suco do Brasil. Mas também é do mundo. Pedro Sampaio lança música e videoclipe de “G-LATINA”. Trata-se de uma parceria com o rapper El Bogueto, atualmente o artista mexicano de maior sucesso no mundo. O DJ e produtor carioca, que cada vez mais adentra o mercado musical global, colabora aqui também com grandes nomes da composição e produção latina, responsáveis por trabalhos de Bad Bunny, Karol G, Rauw Alejandro e outros.

“Colaborar com o El Bogueto em ‘G-Latina’ foi massa porque, nesse processo, descobri um lugar em comum entre as nossas formas de fazer música. Essa faixa tem uma irreverência e uma energia caótica que é muito brasileira, muito minha, mas também muito dele, sabe?”, divide Pedro.

Esse encontro energético e cultural se reflete em diversos aspectos da canção. Sonoramente, a novidade mistura as batidas frenéticas e graves do funk brasileiro com referências à salsa (ritmo de origem cubana e porto riquenha), com um toque de música pop global.

Pedro Sampaio, como sempre, assina a produção musical, dessa vez ao lado do grupo de músicos Subelo NEO, que já colaborou com Bad Bunny (em “Me Porto Bonito” e “Yo Perreo Sola”), Anitta (“Envolver” e “Romeo”), Karol G (“EL MAQUINON”), Rauw Alejandro (“RON COLA”) e outros. O brasileiro Pedro Breder, que já havia colaborado com Pedro no sucesso “JETSKI”, também é responsável pelo beat de “G-LATINA”.

O mesmo time também participou da composição da letra, ao lado do próprio El Bogueto. “Alô, chega pra festa que tá fazendo calor / A menina tá solta porque o DJ é foda”, cantam os primeiros versos da faixa, que abrem alas para um batidão dançante e sensual, como só Pedro Sampaio pode entregar.

Por sua vez, a lírica do rapper mexicano reafirma sua conexão com o Brasil. “De Tepito a Rocinha / Chego no teu bairro e a menina me chama / Me mudo pro Rio e te faço minha vizinha / Ela já sabe o que vem por aí, se eu coloco funk ela fica atrevida”, ele canta, fazendo referência ao famoso bairro da Cidade do México.

“A música é uma linguagem universal e uso isso a meu favor. ‘G-LATINA’ é cantada em espanhol, mas você não precisa entender a língua pra saber que se trata de uma música pra cima, que chama o ouvinte pra dançar, rebolar e se jogar. Tem elementos sonoros, fonéticos e visuais nela que passam essa mensagem, independente da língua. Esse é um cuidado que sempre trago nas minhas produções pensadas para o mercado global”, explica o carioca. “A ideia é ser democrático e encurtar distâncias culturais, sabe?”.

Tudo isso se dá, obviamente, sem que Pedro Sampaio abra mão de suas raízes brasileiras e cariocas. Origens que são celebradas do videoclipe da faixa, que foi gravado durante um dia de verão na Favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro. “Nossa ideia para esse clipe foi celebrar o clima festivo e de comunhão que nós aqui no Brasil temos em comum com os povos latinos”, explica.

CARREIRA EM EXPANSÃO

“G-LATINA” chega poucas semanas após o que foi o maior carnaval da carreira de Pedro Sampaio, marcado pelo sucesso estrondoso do single “JETSKI”. Deu tão certo que o artista lançou um remix da faixa, em parceria com a argentina Emilia, um dos principais nomes do pop latino. A versão atualmente ocupa a 18ª posição dentre as mais tocadas no Spotify Argentina e 22ª no Uruguai - além de figurar dentre as mais virais em oito países no momento.

“O momento é de explorar novos territórios”, ele reflete. “Meu desejo sempre foi que o funk alcançasse mais e mais espaço. Não só no Brasil, mas no mundo. É incrível ver isso acontecendo e, olha que beleza, ser agente desse movimento também”.

Entre abril e agosto de 2026, Pedro Sampaio levará sua turnê “Brazilian Chaos Tour” para 19 cidades em nove países: Espanha, México, Estados Unidos, Suíça, Itália, Portugal, França, Irlanda e Inglaterra. Na capital portuguesa, inclusive, o carioca comandará o Palco Mundo do Rock in Rio Lisboa.

Já na Espanha, já são duas datas solo esgotadas, em Madri e Barcelona. O músico é, além disso, o único brasileiro presente no lineup de diversos festivais importantes, como o Tecate Emblema (na Cidade do México), o Festival Sueños (Chicago), Milano Latin Festival (Milão),