ANISTIA GERAL NO IPTU DO RIO DE JANEIRO
sábado, 18 de abril de 2026
CIDADE
CAFÉ COM LABATT
CALMA... SÃO SÓ 10 DIAS DE DEGUSTAÇÃO
Ricardo Labatt
Ou seria uma manobra pra alguém ganhar mais dinheiro com ?
Mais uma injeção de tranquilizante, como acontece toda sexta-feira, para o Mercado ficar mais manso. Mas segunda é outro dia para Trump e Netanyahu.
São dez dias para que o mundo veja e entenda que quem cria problemas para todos e, inclusive para eles, é Israel. Com uma única diferença, caso Netanyahu ataque alguém, corre o risco de não ter os EUA para socorrê-los. Trump lutou muito para sair dessa bagunça criada pelo anão que, provavelmente, vai rosnar como as três “guianas” européias (Letônia, Estônia e Lituânia) ficará só na ameaça... por que poder sem os EUA por trás, não tem nenhum. Porém, no domingo, havendo paz, será retomado o julgamento de Netanyahu por suborno, fraude e quebra de confiança. Será que ele permitirá a paz para mesmo sabendo que com isso será julgado?
O ESTREITO DO IRÃ E O ENGODO MIDIÁTICO
A grande mídia grita que o Irã recuou e a Coligação Epstein venceu. Usam os mais diferenciados motivos e narrativas. Mas esses 10 dias foram concedidos por conta de Israel parar de bombardear o Líbano, apesar do presidente vendido e imprestável que possuem. Porém, no final da tarde a coisa azedou “dinivo” por que Trump quer manter o seu “bloqueio” até que o Irã aceite tudo o que eles querem, enquanto o Irã só abriu o Estreito para cumprir o combinado, quando e tão somente, quando Israel parou de bombardear o Líbano.
O cessar fogo no Líbano era condição imperativa do Irã para a liberação do Estreito. Pois enquanto o braço armado do Hezbolah sempre foi à única defesa militar do Líbano, Israel bombardeia a população civil.
Devido às ações do grupo de Netanyahu, o Estado teocrático de Israel, guiado pelo TALMUD, nunca foi tão odiado pelo povo árabe e pelos governos da Turquia e do Egito, como agora. Este último é uma panela de pressão onde, por inação, o General Abdul Fatah Khalil Al-Sisi, atual presidente, pode cair a qualquer momento, pois tanto as FFAA como a população querem punir Israel pelo que fizeram aos palestinos. Quanto à Turquia, tanto Netanyahu quanto o seu antecessor Naftali Bennett disseram que, para Israel, é um perigo ainda maior que o Irã. Assim, o maior exército da OTAN e mais bem equipado, fora os EUA e que a partir da Convenção de Montreux (1936) passou a ter o direito de administrar o Estreito de Dardanelos que conecta o Mar Egeu ao Mar de Mármara, formando, junto com o estreito de Bósforo, uma ligação entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Negro, cito a Turquia de Recep Tayyip Erdogan também tem motivos de sobra para confrontar Israel e ser exemplo no caso da entrega oficial do Estreito de Ormuz ao Irã.
Como está não pode continuar uma vez que as consequências são desastrosas. A Austrália, por exemplo, ficaria sem diesel em 10 dias. Os EUA já informam que pararão de exportar petróleo, pois necessitarão do que produzem para consumo interno.
Com relação aos alimentos do planeta a situação ainda é mais delicada. Praticamente 35% dos fertilizantes do mundo desapareceram. Não está mais disponível. É praticamente a Revolução Verde ao contrário, quando a 50, ou 80 anos, se aprendeu a produzir grandes quantidades de alimentos. Porém, mesmo com a normalização do Estreito do Irã a perda já foi implantada e, nos próximos 2 anos, muitas pessoas conhecerão a fome em boa parte do mundo.
PETRTODÓLAR, A PRINCIPAL VÍTIMA
O acordo de 1970 responsável por grande parte da riqueza dos EUA está em ruínas. Ficou estabelecido que todo o comércio de petróleo seria feito em dólares e que esses dólares retornariam a economia americana através da compra do Títulos do Tesouro e do refinanciamento das dívidas e essencialmente financiariam o consumo baseado em dívidas, já que os EUA vivem num universo muito além da realidade. Mas tudo isso está prestes a chegar a um fim abrupto.
Por outro lado a China ganha com o comércio em sua moeda e a Rússia teve um lucro inesperado de um trilhão de rublos por conta dos aumentos do valor do petróleo. Porém, a narrativa de terem conseguido reabrir o Estreito do Irã (segundo publicação do próprio Trump), mediante a não divulgada notícia de LIBERAÇÃO, para os iranianos, de aproximadamente US$ 120 bilhões, retidos em bancos no Japão, em Luxemburgo, no Iraque e na China, que estavam bloqueados e congelados, desde a implementação das sanções, há mais de 47 anos, é vendida como vitória de Trump e, do “poderoso” EUA, claro.
Quanto à influência do “bloqueio” do que já estava bloqueado, vale ressaltar que em 3 dias, passaram 11 milhões de barris de petróleo do Irã sem serem molestados.
Trump se gaba, inclusive em suas publicações, por ter aberto o Estreito de Ormuz que inclusive, renomea como Estreito do Irã. Mas nenhum objetivo militar declarado foi alcançado. Apenas abrir o que estava aberto antes das ”cagadas” que eles, os EUA e Israel, fizeram.
MENTIRAS DE NETANYAHU “ENGANARAM” TRUMP
Matar o Khamenei, o Aiatolá. Mas não se mata o Aiatolá, pois é como o Papa... você mata um e se levanta outro;
Criar uma revolução para promover uma mudança de governo, ou Regime, como eles preferem denominar para parecer pior do que descrevem;
Tomar o poder através dos que estão prontos para derrubar a Guarda Revolucionária em nosso nome e, para nós;
Dominar o Estreito de Ormuz e controlar quase a totalidade do petróleo do planeta, cerca de 80% das reservas e produção mundial;
O QUE CONSEGUIRAM NA REALIDADE
Mataram o Khamenei, que era um pacifista e entrou o filho dele que é muito mais radical, principalmente por ter perdido o pai, a esposa, a filha bebê e dois irmãos e, até é a favor da Bomba Atômica;
Perderam todos os radares da região;
Perderam 18 bases;
Perderam 50 aeronaves dos mais diversos modelos e não abateram uma aeronave sequer do Irã, onde dizem que tem domínio aéreo;
Mandaram 2 porta-aviões que tiveram que meter o pé e um terceiro que não teve coragem de atravessar Bad el-Mandeb, deu a volta no continente africano;
Criaram uma imensa crise na região e econômica no mundo;
Deram ao Irã condições de cobrar, em Reinminbi (moeda chinesa) um pedágio de um a dois dólares por barril de petróleo que passe pelo Estreito.
Perderam a prerrogativa de uso do dólar nas transações petrolíferas e de gás de produtos advindos do Golfo...
Calma... não acabou... é só mais um capítulo. Até por que o “bloqueio” do que estava bloqueado não parece que será desfeito pelos EUA.
Saiba diariamente o que acontece, em análises sintetizadas dos 50 melhores analistas do planeta. A verdade, sem torcida, sem verniz ideológico. A verdade que você não vê na mídia tradicional. Basta clicar no link https://www.youtube.com/@RicardoLabatt
GASTRONOMIA
Abertas as inscrições para o maior festival gastronômico de destinos de inverno de SP, RJ, MG, RS e SC
Consolidado na região Sudeste, evento, promovido pela Sabores da Montanha durante a temporada de inverno, incluirá neste ano as serras Gaúcha e Catarinense
Estão abertas as inscrições para a quarta edição do Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha, que será realizado entre os dias 3 de junho e 26 de julho de 2026, em dezenas de destinos de inverno dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A novidade, neste ano, é a inclusão das serras Gaúcha e Catarinense no circuito.
As inscrições podem ser feitas clicando aqui ou no site oficial do evento: https://saboresdamontanha.com.
Em 2025 participaram restaurantes, bares, gastrobares, cafeterias, hamburguerias artesanais, pizzarias, chocolatarias, cervejarias, vinícolas, meios de hospedagem e produtores artesanais de 18 municípios dessas regiões, com 81 estabelecimentos inscritos. A cidade de Campos do Jordão é o hub do festival, ou seja, a sede do evento.
O Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha é considerado o maior evento do gênero em destinos de inverno, com participação de municípios da Serra da Mantiqueira (SP), Serra da Bocaina (SP e MG), Serra Verde Imperial (Petrópolis/Teresópolis), Serra da Canastra (MG), Circuito das Águas Paulista (com destaque para Socorro e Serra Negra), Sul de Minas Gerais e Visconde de Mauá e Região.
Serras Gaúcha e Catarinense
Consolidado na região Sudeste, o festival incluiu em 2026 os municípios das serras Gaúcha e Catarinense, ampliando sua cobertura e aumentando o número de estabelecimentos participantes.
“As serras Gaúcha e Catarinense são a grande inspiração do Festival Gastronômico Sabores da Montanha, levando ao Sudeste a essência da culinária de montanha, marcada pela tradição, pelos ingredientes de origem e pela forte identidade cultural que consagrou as duas regiões como um dos principais destinos gastronômicos do país”, explica Reginaldo Pupo, da organização do evento.
De acordo com Pupo, as serras Gaúcha e Catarinense representam um verdadeiro símbolo da gastronomia brasileira, marcadas pela herança europeia e pelo cuidado com os ingredientes.
“Seus sabores intensos, técnicas tradicionais e clima de montanha inspiram chefs e restaurantes participantes. Essa influência ajuda a construir a identidade do festival, aproximando diferentes regiões por meio da cultura culinária. Assim, o evento reafirma a importância da região Sul como uma das grandes matrizes da gastronomia de montanha no país”, completa.
O 4º Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha tem correalização do Grupo Cozinha da Mantiqueira em Campos do Jordão e da Astur (Associação de Turismo) de Socorro, com apoio institucional da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico Campos do Jordão, da ACE (Associação Comercial e Empresarial de Campos do Jordão), Campos do Jordão e Região Convention & Visitors Bureau e Portal Hora Campinas, com patrocínio da Revista Travel for Life.
4º Festival Gastronômico Folha Sabores da Montanha
3 de junho e 26 de julho de 2026
restaurantes participantes
de 24 de fevereiro a 16 de maio
Informações: www.saboresdamontanha.com.br
Instagram: @saboresdamontanha_br
GERAL
RIOgaleão prevê mais de 500 mil passageiros nos feriados de Tiradentes e São Jorge
Aeroporto Internacional Tom Jobim projeta crescimento de 13% em comparação com o mesmo feriado de 2025
O RIOgaleão espera movimentar cerca de 505,8 mil passageiros entre os dias 17 e 26 de abril de 2026, período que abrange o feriado prolongado de Tiradentes e São Jorge. O volume representa um crescimento de aproximadamente 13% em relação ao mesmo intervalo de 2025.
Do total estimado, 342,9 mil passageiros devem viajar em voos domésticos, enquanto 162,9 mil são esperados em operações internacionais. Ao todo, estão previstos aproximadamente 3.199 voos no período, número 12% superior ao registrado no ano anterior.
Entre os principais destinos e origens nacionais estão São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Vitória e Recife. No mercado internacional, destacam-se Buenos Aires, Santiago, Lisboa, Bogotá e Cidade do Panamá.