JEEP COMPASS BLACKHAWK TEM NOVA MOTORIZAÇÃO
João Mendes
JEEP COMPASS BLACKHAWK TEM NOVA MOTORIZAÇÃO
João Mendes
BNDES apoia com R$ 375 milhões a construção de termelétrica a gás natural no Porto do Açu
Gestora Kinea também participará do investimento com o mesmo valor; Usina opera desde 2025 com capacidade instalada de 1.672,6 MW
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) adquiriu R$ 375 milhões em debêntures emitidas pela GNA II Geração de Energia S.A., equivalentes a 50% do total de R$ 750 milhões ofertados pela empresa. A Kinea adquiriu a segunda série, também de R$ 375 milhões.
O custo da insegurança jurídica para o Brasil
Cláudio CarneiroEmpresas e cidadãos são obrigados a tomar decisões relevantes com regras que podem ser redesenhadas a qualquer momento, o que afeta investimentos, emprego, consumo e planejamento patrimonial.
Nesse contexto, proteger-se é menos decorar leis e mais construir processos, documentação e estratégias capazes de resistir a mudanças de rota. A transição da reforma tributária é mais um ingrediente que inaugura um período em que Constituição, leis complementares e ordinárias, regulamentações e atos infralegais precisam conviver harmonicamente, mas, infelizmente, nem sempre é assim, e acabam por se sobrepor, gerando o caos.
Esse acúmulo normativo aumenta o risco de interpretações divergentes entre Fisco, contribuintes e Poder Judiciário, abrindo espaço para autuações e bilhões de reais em disputas judiciais e administrativas. Portarias, instruções normativas e resoluções, por serem mais fáceis de alterar, geram a sensação de “areia movediça tributária” para quem empreende ou organiza sua vida financeira e negocial.
Ao mesmo tempo, decisões judiciais oscilantes, revisitando temas que pareciam pacificados e modulando efeitos de julgamentos, criam uma espécie de montanha-russa jurídica.
Diante desse cenário, as empresas precisam construir resiliência jurídica, e não buscar uma certeza absoluta que simplesmente não existe. Isso começa pelo mapeamento vivo de riscos e cenários, identificando teses relevantes, obrigações acessórias críticas e o impacto financeiro de possíveis autuações. Documentar intenções e fundamentos – pareceres, consultas formais, memórias de cálculo – reforça a boa-fé e reduz a percepção de abuso em eventual fiscalização.
Fortalecer a governança tributária, com políticas claras para planejamento, adesão a regimes especiais e gestão de litígios, evita decisões isoladas e impulsivas.
Por fim, investir em monitoramento contínuo de leis, normas e precedentes se torna tão estratégico quanto acompanhar indicadores econômicos e financeiros.
Para o cidadão, a sensação de impotência diante da complexidade do sistema é compreensível, mas não inevitável. Organizar a vida fiscal – notas, recibos, contratos, declarações – em formato seguro e acessível é o primeiro escudo contra cobranças indevidas.
Diante de mudanças em imposto de renda, consumo ou benefícios, confiar apenas em “dicas” de redes sociais é arriscado; informação qualificada, de fontes oficiais e profissionais, é investimento, não luxo.
Nas grandes decisões financeiras, trabalhar com margens de segurança e cenários conservadores ajuda a amortecer o impacto de mudanças normativas ou reinterpretações judiciais.
Segurança jurídica não significa apenas ter menos leis, mas ter normas mais claras, estáveis e coerentes, aplicadas de forma uniforme pela administração e pelo Judiciário.
Enquanto esse ideal não se concretiza plenamente, empresas e cidadãos que adotam uma cultura de previsibilidade possível – feita de informação, documentação, governança e prudência – transformam o direito em estratégia e não em ameaça.
Em tempos de transição, ignorar o direito sai caro; enxergar a mudança, ao contrário, pode significar proteger patrimônio, reposicionar o negócio e até conquistar vantagem competitiva em meio ao caos.
Por Claudio Carneiro
(Advogado e PhD em Direito)
@claudiocarneirooficial
CASO OS EUA ATAQUEM O IRÃ, NÃO SEI O QUE ACONTECERÁ COM O IRÃ. MAS TENHO CERTEZA DO QUE ACONTECERÁ COM ISRAEL
Ricardo Labatt
O NewCalígola, irritado por não ter recebido o Nobel da Paz, passa a se comportar como o verdadeiro senhor da Guerra, principalmente sucumbindo aos desejos do CeO (Chief Executive Officer) do Mac Donald do deserto.
Em resumo, em apenas quatro semanas deste ano, o mundo já vivenciou diversas demonstrações de “distribuição de democracia” através das armas por parte dos EUA. Já vivemos o cerco econômico e o ataque à Venezuela e a Nigéria, a incorporação da Groelândia, às ameaças a Cuba, ao México, à Colômbia e a América Latina como um todo, sempre baseada em regra nenhuma. Agora, o alvo é novamente o Irã. E, todos sabem que a lista é extensa. Caso tenham sucesso, partirão para a Coréia do Norte, depois China e Rússia, sem esquecer-se das tentativas de desestabilizações de diversas economias e governos, inclusive o do Brasil.
Resta saber se a Coréia do Norte vai esperar sentada a sua vez, ou irá se envolver nesse problema criado no Irã.
UM BLOQUEIO NAVAL É UM ATO DE GUERRA
A idéia norte-americana é usar o ensaio montado na Venezuela como uma plataforma de cerco e destruição da economia iraniana, tentando colapsar o regime, de forma a conseguirem o que tentam há 40 anos, derrubar a república soberana do Irã e implantar um regime submisso, de preferência através de uma dinastia criminosa, sustentada pela SAVAC, como a Pahavi, derrubada por Ruhollah Khomeini - ex-Líder supremo do Irã - que para a surpresa de muitos instaurou uma democracia, com eleição para TODOS os cargos, mesmo se tratando de uma República Teocrática nos Costumes. Mas onde a política de Estado, apenas direciona as do Governo e o povo elege até os presidentes.
Porém a guerra declarada ao Irã, que já dura quatro décadas, agora, neste novo desdobramento, já previsto mesmo antes da tentativa de desestabilizar o regime, pretendem criar um bloqueio naval militar de forma a sufocar a economia, visando desequilibrar fluxos de energia vindos do Golfo Pérsico, rotas de conectividade de integração da Eurásia, alianças do Irã China e Rússia e, sempre disfarçada de “SEGURANÇA” e “ENTREGA DE DEMOCRACIA”. Tudo para criar um bloqueio naval, que SEMPREE é um ato de guerra, onde esperam provocar uma ação bélica direta para “justificar” o que pretendem.
Para tanto Trump declarou que, já está deslocando para o Mar Arábico mais um porta-aviões, possivelmente o Henry Trumam, ou o Eisenhower, para fazer companhia ao USS Abraham Lincoln de forma a promover uma guerra aérea sustentável contra o Irã.
O Irã sempre ameaçado criou diversas opções de “fechamento” do Golfo Pérsico e do Mar de Omã, com inúmeras baterias antiaéreas, mísseis balísticos e manobráveis, drones camicases, pequenos submarinos e, já se fala na implantação de seis mil minas navais nessas áreas.
O COMBOIO FANTASMA
As mídias iranianas já propagam que diversos Jeep negros e 20 caminhões, todos sem placa, advindos da Jordânia, chegou ao Líbano, passando pela Síria, através da Dimashq Beirut e, segundo a Inteligência Iraniana, seriam equipamentos de inteligência de Sinais e Equipamentos de Monitoração norte-americanos, que visariam mapear as possíveis conversações entre o Hezbolah e o Irã.
Com a chegada desses equipamentos á Beirute, a guerra aérea, que seria imposta através de dois porta-aviões, ganha um aspecto terrestre. O Irã respondeu silenciando seus radares, militares e até civis, há alguns dias, tipo apagando as luzes. Isso ocorre para proteção contra ataques de mísseis norte-americanos que são guiados justamente por leituras de assinaturas de radares.
A KLM, companhia aérea ligada à inteligência russa, suspendeu indefinidamente seus vôos para o Irã e, resta saber se outras companhias farão o mesmo, assinalando a enorme possibilidade de um ataque iminente. Porém o mais grave é que não existe nenhum canal de diálogo entre os EUA e o Irã, principalmente porque os iranianos não confiam nos EUA, que há pouco menos de oito meses, criou um canal de negociação para distrair os iranianos de forma que Israel pudesse atacar quando eles ainda reticentes, acreditavam no diálogo e não estavam preparados para a incursão que deu origem a Guerra dos doze dias. Um conflito que por sinal, mesmo contando com o elemento surpresa e ataques terroristas coordenados em território iraniano, pelo MOSSADS, pela CIA e pelo MI6, revelou esses focos e causou a Israel perdas irreparáveis que, desde então, provocam mais ira contra os persas.
A MENSAGEM PASSADA POR TEERÃ É DE QUE A ERA DA INFILTRAÇÃO ISRAELENSE ACABOU E, SE APROXIMA A ERA DA RETRIBUIÇÃO
Israel não perdoa a surra que tomou há oito meses. Isso fica evidente diante dos movimentos da quinzena passada, quando grupos terroristas financiados e coordenados pelo MOSSAD, pela CIA e pelo MI6 criaram o caos, promoveram ataques e, concomitantemente, montaram no Ocidente, uma narrativa de revolta popular contra o Governo, se utilizando de insatisfações locais provocadas, por eles mesmos, com ataques econômicos à moeda e a economia iraniana.
Mais uma vez tentaram recriar um cenário de “Revolução Colorida” e de “Primavera Árabe” desfeito por enérgicas ações da Guarda Revolucionária e pela inédita desativação do sinal da Starlink em todo o território iraniano, composto por 1,6 milhões de quilômetros quadrados. Fato que comprova a utilização do Sistema Murmansk BN russo de guerra eletrônica e uma perfeita coordenação com a alta tecnologia hoje presente no Irã.
As peças estão posicionadas para o lançamento do horror no oeste da Ásia, conhecido no Ocidente como Oriente Médio.
O “E-11A BACN” cujo call signe (Indicativo de Chamada) é “BLKWF01” já saiu do Mediterrâneo e se aproxima do Irã. E o que seria essa aeronave?
Seria um monstruoso “houter” aéreo. Um Wi-Fi aéreo capaz de fazer a ligação direta dos aviões de ataque, dos navios e das forças terrestres, passando por cima de todos os obstáculos montanhosos, já que o Irã é demasiadamente montanhoso.
E o que significa o envio deste equipamento para a área do conflito?
Indica que a próxima operação pretende aglutinar ataques por terra, água e ar e necessita de uma coordenação geral, precisa e instantânea para ter uma mínima chance de sucesso. Sem se dar conta que, com certeza, Israel pagará a conta.
O NOVO MAPA DA BARRA: Onde a Mobilidade Encontra o Lucro
Ricardo Corrêa
Se você mora ou empreende na Barra da Tijuca, sabe que o tempo é a nossa moeda mais cara. No dia 28, no palco da Cidade das Artes, o prefeito Eduardo Paes não apresentou apenas um conjunto de obras viárias; ele redesenhou o potencial de valorização de áreas que antes sofriam com o "efeito gargalo". Com um investimento anunciado de R$ 200 milhões, o novo Plano de Mobilidade Urbana da Barra promete transformar o trânsito e, consequentemente, o ecossistema de negócios da região.
Mas o que isso significa para o seu bolso e para o marketing do seu negócio?
As 6 Chaves da Transformação
O plano ataca diretamente seis pontos nevrálgicos. Entre os destaques que vão mudar o fluxo de consumo, temos:
A Nova Rotatória Ayrton Senna x Lúcio Costa: O fim do pesadelo para quem vem da Praia da Reserva. A fluidez ali vai reconectar a orla ao centro comercial da Barra de forma inédita.
Ligação Canal de Marapendi x Alda Garrido: Uma nova artéria que desafoga a Avenida das Américas e cria um novo eixo de visibilidade para comércios locais.
Ponte do Arroio Fundo: A ampliação para seis faixas no sentido Linha Amarela elimina um dos maiores "estresses" logísticos da Zona Sudoeste.
Mergulhão na Alfredo Baltazar da Silveira: Menos sinais, mais tempo de vida para o cliente chegar ao seu estabelecimento.
Marketing de Conveniência: O Novo "Location, Location, Location"
No marketing imobiliário e de varejo, a acessibilidade é o fator determinante de preço. Com a redução dos engarrafamentos, bairros periféricos ao eixo principal da Barra passam a ser "venda imediata".
As Oportunidades de Negócios:
Valorização Imobiliária: Condomínios próximos às novas agulhas da Ayrton Senna e à ponte do Arroio Fundo devem ter um salto de valorização antes mesmo da conclusão das obras (previstas até 2028). É a hora do investidor atento.
Logística e Last-Mile: Com o trânsito fluindo, empresas de entrega e e-commerce podem reduzir custos operacionais. O "tempo de entrega" se torna um diferencial competitivo ainda mais forte para quem atua na região.
Novos Polos de Serviço: A abertura de novas vias de ligação (como a margem do Canal de Marapendi) cria fachadas comerciais em locais antes ignorados.
"Não estamos apenas tirando carros do sinal; estamos colocando o consumidor mais perto das marcas. Menos tempo no trânsito é mais tempo no shopping, na academia e no restaurante."
O Desafio das Marcas
O "novo plano" traz um desafio de marketing: como a sua marca vai se comunicar com esse novo fluxo? Se o caminho do seu cliente mudou, sua sinalização, seu tráfego pago e sua logística também precisam mudar.
A Barra da Tijuca está deixando de ser um arquipélago de condomínios isolados para se tornar uma rede conectada. Quem entender esse novo mapa primeiro, vai liderar o mercado nos próximos cinco anos.
E ainda vem aí, muito em breve, um plano espetacular para o Transporte Aquaviário de Massa, que irá representar, pelas lagoas de Marapendi, da Tijuca e de Jacarepaguá, o futuro do transporte para a região.
O futuro da Barra passou recentemente pela Cidade das Artes. E o seu negócio, está pronto para acelerar?