quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CAFÉ COM LABATT

 APÓS “47 segundos” MADURO APARENTA TRANQUILIDADE. TALVEZ POR TER CERTEZA QUE SERÁ SOLTO

ADEUS À BOMBA ATÔMICA BRASILEIRA e a VOLTA da SUBMISSÃO IMPOSTA e das DITADURAS de “DIREITA”

Os EUA através da paixão e submissão das populações latino americanas irão controlar a América Latina na exploração de recursos naturais, mas comercialmente será muito difícil ele complicar a vida da China.

Assim, mesmo sendo crítico das atitudes de Trump admito que ele jogou bem no que diz respeito à Arte da Guerra. Conseguiu, mesmo com uso de corrupção, pirataria, terrorismo, seqüestro e crimes internacionais, uma narrativa de vitória sem invadir a Venezuela. Deu um grande passo na recuperação de seu quintal e, os colonos estão eufóricos... Afinal o ser humano tende a perdoar os crimes dos ídolos e dos amigos e crucificar os dos desconhecidos e dos que não tem simpatia. Vide o raciocínio binário no Brasil e, a escolha de bandidos de estimação. De um lado e do outro. 

Aguardem uma série de ditaduras de “direita”, no modelo das da década de 80, alinhadas e submissas aos EUA, em praticamente todos os Países da América Latina.

Mesmo dando a receita de como Putin deve agir com Zelensly e de como a China deve lidar com Taiwan, na concepção do “modus operandi” dos EUA, Trump mostra que o grande objetivo é o Irã para tentar parar a China, como fizeram com o Japão através do embargo de petróleo, a partir de 80. Assim aguardem um novo ataque ao Irã, que é um dos maiores fornecedores de petróleo para a China. Desta forma, acredito que na sequência se seguirão tentativas de revoluções coloridas como as que ocorrem no próprio Irã, em Burkina Faso e, na própria Venezuela, no momento.

Até o final de março saberemos se houve traição à Maduro a partir do possível afrouxamento das posições do regime aos EUA, ou uma intensificação das pressões contra o governo atual. Saberemos até se houve um acordo para que ele se entregasse, ou ele teria sido preso e entregue.

Certo é que a narrativa de narcotraficante internacional jogado sobre Maduro e sobre o fictício Cartel de Los Soles não se sustenta. A droga adentra aos EUA pelo Pacífico e, o que entra pela Flórida não vem da Venezuela, que inclusive não produz nem Coca, nem Mari Juana.


TRUMP DECLARA que a DEMOCRACIA FOI RESTABELECIDA

na VENEZUELA: “Quem manda na Venezuela AGORA é ele”

Aliado a tudo isso, não podemos esquecer que, guerras se ganham com infantaria e tomada de território. Fato imortalizado na frase "Boots on the Ground" (Botas no Terreno/Chão).

Você pode ter uma superioridade aérea e de bombardeio infinitamente superior... ter até os maiores recursos militares do planeta, como muitos acreditam que os EUA possuem, mas quando encara o inimigo num beco... é você, sua arma e Deus. Além do mais, mesmo que sejam arrasados, nos campos de batalha, os norte americanos, desde a segunda guerra, as vence em Hollywood.

E, segundo Trump e, através de sua própria declaração oficial, quem manda na Venezuela agora é ele. Concluímos que a democracia americana foi restabelecida lá. Embora eu imagine que o Maduro fosse só uma figura. Um personagem que dentro de um regime é substituído no dia seguinte e, segue o baile.

A Maria Corina, a quem ele apoiou e usou como símbolo para todo o desenrolar de sua narrativa, NÃO SERVE PRA ELE, afinal, “roubou” o seu Nobel da Paz. Então quem será o escolhido para seu títere na Venezuela, nos delírios que Trump cria em sua própria mente e há quem acredite?

MADURO SERÁ CONDENADO ?

O regime venezuelano não vai cair e provavelmente já se pensa na frase “Rei morto, rei posto”. Mesmo dando uma “afrouxada” com os EUA, criando uma certa abertura no comércio externo e com permissão de que haja empresas estadunidenses também explorando petróleo lá.

A pressão internacional, principalmente de China e Rússia, fará com que Maduro fique pouquíssimo tempo nos EUA e, receba exílio da Rússia, ou da China. Onde provavelmente viverá, com sua esposa, em liberdade, até o fim de seus dias. Isso porque os EUA irão bater o pé e, de forma a não haver uma desmoralização completa, após os bilhões gastos e das bravatas proferidas, exigindo que ele não retorne à Venezuela.

Sugiro que assistam o filme Mera Coincidência (Wag the Dog, 1997), com Dustin Hoffman e Robert De Niro. E cada um continua no seu quadrado. Mesmo que os Napoleões de Hospício fiquem muito irritados.

MARKETING 7 NEGÓCIOS

 2026: O Ano das Grandes Janelas – Como Transformar a Paixão e a Decisão em Resultados

Ricardo Corrêa


No meu último artigo, falamos sobre a fundação que construímos em 2025 e como a tecnologia e a humanização nos preparariam para o que estava por vir. Pois bem, o futuro chegou. E 2026 não é apenas um ano comum no calendário; é um dos períodos mais estratégicos da nossa história recente para o marketing e os negócios.

Estamos diante de uma configuração única: a recuperação econômica ganhando tração, o fervor da maior Copa do Mundo de todos os tempos e o momento decisivo das eleições presidenciais. Para o empresário que sabe ler o campo, 2026 não é um ano de incertezas, mas de janelas de oportunidades que só se abrem a cada década.

A Economia: O Vento a Favor da Conveniência

O cenário econômico de 2026 aponta para um consumidor mais consciente, porém disposto a investir em qualidade de vida. Com a inflação sob relativo controle e novas dinâmicas de crédito, o foco do marketing deve ser a facilitação. O marketing de negócios este ano deve responder a uma pergunta simples: como posso tornar a vida do meu cliente mais fácil em um ano tão agitado? Empresas que oferecerem conveniência extrema e valor real serão as que capturarão a renda disponível que volta a circular com mais força no mercado local, especialmente em polos de alto consumo como a nossa Barra da Tijuca.

A Copa do Mundo: O Marketing no Ritmo do Hexa

A Copa do Mundo de 2026, com seu novo formato e sediada na América do Norte, trará um volume de engajamento digital e físico nunca antes visto.

Não tente apenas "vender" durante a Copa; tente "participar" dela. O marketing de experiência será o grande vencedor. Seja no varejo, na gastronomia ou nos serviços, as marcas que criarem pontos de conexão com a paixão do brasileiro — usando a gamificação e o tempo real nas redes sociais — vão fidelizar clientes para além do torneio. É a hora de usar a Inteligência Artificial, que discutimos anteriormente, para prever demandas e personalizar ofertas no exato momento do apito final.

As eleições: Estratégia em Tempos de Ruído

As eleições presidenciais trazem o desafio do "barulho". Em outubro, a atenção do consumidor estará saturada pela disputa política. Aqui, o Marketing de Propósito, que defendi para este ano, torna-se sua maior defesa. Enquanto o país se divide em debates, sua empresa deve ser o porto seguro de valores, ética e compromisso com a comunidade. O segredo para navegar o período eleitoral é o foco no local. Enquanto o macro debate a política, o micro (seu negócio) deve debater a solução dos problemas do seu cliente. Marcas que mantiverem a neutralidade elegante e o foco total no atendimento continuarão crescendo enquanto a concorrência se perde no ruído.

A Grande Janela: Antecipação e Agilidade

O marketing de 2026 será um jogo de xadrez em velocidade de sprint. Quem esperar a Copa passar para planejar o segundo semestre perderá o "timing" para as eleições. Quem ignorar o impacto dos feriados e eventos esportivos no fluxo de caixa terá dificuldades. A palavra de ordem é Antecipação Estratégica.

Minha conclusão é clara: 2026 será o ano do "Engajamento Total". Teremos a economia soprando a favor, o esporte unindo as massas e a política exigindo maturidade. O empresário que enxergar esses eventos não como distrações, mas como poderosos alavancadores de visibilidade, sairá deste ano não apenas com metas batidas, mas com uma marca indelével na mente do consumidor.

Vamos entrar em campo. O jogo já começou e a vitória pertence a quem une a ciência do Marketing com a coragem de empreender.


Vamos faturar?


SHOW MUSICAL


“Djavan – O  retorna ao Rio de Janeiro em novo palco, no Teatro Claro Mais


Reestreia acontece a partir de 8 de janeiro, agora no Teatro Claro Mais RJ, após temporadas esgotadas e turnê nacional.

Foto: Janderson Pires