quarta-feira, 15 de julho de 2026

DESTAQUE

Maria Helena Cantamissa 

A verdadeira participação da mulher no exercício da cidadania.


Maria Lúcia Mascarenhas é uma das mulheres mais influentes da região do 31° AISP, que abrange os bairros  da Barra da Tijuca a Camorim.

Atualmente ela preside o 31° CCS - Conselho Comunitário de Segurança, em seu segundo mandato, consequência de sua atuação como diretora social nos anos de  2018/2023.

Com um currículo invejável, essa Psicanalista, cuja formação acadêmica se traduz na Licenciatura e Mestrado em Letras na PUC/RJ; Colégio Freudiano/Univer-Cidade de Deus e Psicologia na Universidade Estácio de Sá.

Em 1974 prestou Concurso Público para lecionar Português/Literatura, lotada no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral. Foi 
Professora-Coordenadora  de Português e Representante de Turma, onde fora homenageada e Paraninfa.

Durante anos atuou,  voluntariamente, como Diretora da CCBT - Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, além de ser fundadora e Presidente da AMA-IL, a Associação de Moradores e Amigos do ITANHANGÁ Leste.

Exercendo naturalmente a cidadania, com foco na preservação da natureza e  segurança, não se furta a batalhar arduamente na concretização de importantes ações, congregando as associações civis e poder público, num perfeita comunhão cívica.

Sua luta foi incansável para tornar concreto o Projeto de Manejo Ambiental visando a Controle de Borrachudos, no ITANHANGÁ, financiado por alguma instituições da AMA-IL com relevante participação do ITANHANGÁ Golf Club, que evoluiu, após reiteradas reivindicações, culminando em uma  parceria com a Prefeitura Municipal.

Maria Lúcia é uma ferrenha combatente contra o desmatamento irregular, com a consequente  ocupação desordenada do solo. Ela é consciente de que a  construção civil, sem infraestrutura, favorece ao crime organizado e acha inadmissível a omissão do poder público.

Na Segurança Pública ela  tem como bandeira o aumento de efetivo, com a realização de concurso público, bem como, a aquisição de novas viaturas e motos.

Maria Lúcia acredita na rigidez das leis para dificultar interpretações que levem a Policia Militar do Rio de Janeiro a efetuar uma prisão, e, ato continuo, ser obrigada a soltar o mesmo cidadão por decisão judicial.

Mascarenhas  já vislumbra mudanças significativas como o Projeto de Lei sob a coordenação do General Pazuello, em cujo mandato ela  destaca a doação de  viaturas e motos com verba parlamentar, dentre outros políticos empenhados na luta por melhores índices na segurança pública local.

Maria Lúcia é o exemplo de mulher que não se acovarda ante as pressões de terceiros, tampouco paralisa  diante das inúmeras dificuldades. 

Ela é esse tipo de MULHER, altiva, feminina, mãe,  avó e cidadã, que REPRESENTA o sexo frágil e hercúleo (com perdão da apropriação), que "dá a LUZ" ao mundo.

SHOW MUSICAL

Pascoal Meirelles Quinteto celebra o legado de Art Blakey em show no Vinícius Show Bar, em Ipanema



O baterista mineiro será acompanhado por um time de músicos de peso para revisitar a obra da lenda do Jazz no dia 27 de julho, segunda-feira, às 20h

 

Pascoal Meirelles apresenta o show “Tributo a Art Blakey” no dia 27 de julho, segunda-feira, às 20h, no Vinícius Show Bar, em Ipanema. O projeto, que estreou em disco homônimo há dez anos, retorna aos palcos para atender a pedidos do público.

 

O espetáculo revisita standards do jazz norte-americano fundamentais na consolidação do gênero, trazendo releituras e arranjos inéditos para a obra do baterista norte-americano Art Blakey (1919–1990). Conhecido por criar e liderar o grupo “Jazz Messengers”, ele foi peça central na consolidação do hard bop, estilo que serviu de escola para nomes como Wayne Shorter, Freddie Hubbard e Wynton Marsalis. O repertório da noite conta com composições como “Caravan”, “Up Jumped Spring”, “Blues March”, “Blue Moon” e “Close Your Eyes”.

 

Mestre em ritmos afro-brasileiros pela UFRJ e graduado em arranjos, regência e composição pela Berklee School of Music (EUA), o baterista mineiro, que também assina a direção musical e os arranjos das obras, dividirá o palco com quatro grandes instrumentistas: Sergio Barrozo (contrabaixo), Cliff Korman (piano), Marcelo Martins (saxofone) e Diogo Gomes (trompete).

 

Dia e horário: 27 de julho, segunda-feira, às 20h
Local: Vinícius Show Bar - Rua Vinícius de Moraes, 35, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 60 (meia-entrada) e R$ 120 (inteira), vendas pelo site https://www.sympla.com.br/evento/pascoal-meirelles-quinteto-apresenta-tributo-a-art-blakey/3485265   
Reservas e mais informações: (21) 99279-0072 ou (21) 99567-0155
Rede social: https://www.instagram.com/pascoal_meirellesoficial/

CULTURA

Fernando Morais e Eduardo Bakr anunciam adaptação musical inédita de "Olga”


Com direção de Tadeu Aguiar, a história de Olga Benário ganhará versão musical inédita em 2027, ano que marca os 85 anos de sua morte em um campo de concentração nazista.

Tadeu Aguiar, Fernando Morais e Eduardo Bakr. (Crédito: Arquivo Pessoal)

Para mais imagens, acesse aqui.


O escritor Fernando Morais e o produtor, autor e diretor Eduardo Bakr voltam a unir forças nos palcos. Os dois estão desenvolvendo a adaptação musical de "Olga", um dos livros mais conhecidos da carreira de Fernando Morais, que ganhará uma montagem inédita produzida pela Estamos Aqui Produções. A direção será de Tadeu Aguiar e a direção musical de Thalyson Rodrigues.


O projeto marca o reencontro de Fernando Morais, Eduardo Bakr e Tadeu Aguiar, que trabalharam juntos em "Chatô e os Diários Associados", musical inspirado na trajetória de Assis Chateaubriand, baseado na obra de Fernando Morais, com adaptação para os palcos assinada por Fernando Morais e Eduardo Bakr e direção de Tadeu Aguiar. Agora, o trio volta a colaborar em um novo espetáculo baseado em uma das mais emblemáticas obras da literatura brasileira contemporânea. Com estreia prevista para o segundo semestre de 2027, a montagem iniciará seu processo de desenvolvimento nos próximos meses.


Publicado originalmente em 1985, "Olga" reconstrói a trajetória de Olga Benário Prestes, militante comunista alemã de origem judaica que se apaixonou por Luís Carlos Prestes e foi deportada, grávida, pelo governo brasileiro para a Alemanha nazista, onde acabou assassinada em um campo de concentração. Considerado um dos maiores sucessos editoriais de Fernando Morais, o livro tornou-se uma referência da literatura biográfica brasileira e permanece como uma de suas obras mais conhecidas.


A história foi adaptada para o cinema em 2004, em filme dirigido por Jayme Monjardim e estrelado por Camila Morgado no papel-título. A produção alcançou grande repercussão de público e crítica, ampliando ainda mais o alcance da obra e apresentando a trajetória de Olga a novas gerações. Agora, após conquistar leitores e espectadores em diferentes formatos, o clássico da literatura biográfica brasileira ganhará sua primeira adaptação para o teatro musical, com estreia prevista para 2027, ano que marca os 85 anos da morte de Olga Benário.


A futura montagem contará com composições originais e arranjos de Laura Visconti, além de letras assinadas por Eduardo Bakr. O projeto reúne novamente profissionais ligados a alguns dos principais sucessos da Estamos Aqui Produções, responsável por musicais como de sucesso como Quase Normal, A Cor Púrpura, Querido Evan Hansen e Diana – A Princesa do Povo, que recentemente cumpriu temporadas no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro, e no Teatro Liberdade, em São Paulo.

DESAFIOS A EMPREENDER

 Competências desenvolvidas fora do trabalho ganham espaço no mercado, mas ainda são pouco reconhecidas

Especialistas defendem que habilidades adquiridas em experiências pessoais podem contribuir para o desempenho profissional e merecem mais atenção nos processos de recrutamento

Organização, inteligência emocional, capacidade de adaptação, gestão do tempo e resiliência estão entre as competências mais valorizadas pelas empresas atualmente. Presentes em processos seletivos, avaliações de desempenho e programas de desenvolvimento, essas habilidades têm ganhado cada vez mais relevância em um mercado que busca profissionais preparados para lidar com ambientes complexos e em constante transformação.

O que nem sempre recebe a mesma atenção é a forma como essas competências são desenvolvidas. Embora muitas organizações associem esse aprendizado à experiência profissional, especialistas observam que diversas habilidades valorizadas pelo mercado também podem ser construídas em atividades realizadas fora do ambiente de trabalho.

Experiências como voluntariado, prática esportiva, participação em projetos sociais, empreendedorismo, cuidados familiares e outras responsabilidades pessoais frequentemente exigem competências semelhantes às demandadas pelas empresas. Ainda assim, esse repertório nem sempre é considerado durante processos de recrutamento e desenvolvimento de carreira.

Para Kauã Leandro, gerente de Novos Negócios do Trabalha Brasil (TBR), o mercado tem avançado na valorização das competências comportamentais, mas ainda há espaço para ampliar a compreensão sobre onde elas são desenvolvidas.

"Durante muito tempo, a carreira foi avaliada principalmente com base em formação acadêmica e experiência profissional formal. Hoje, as empresas buscam competências como adaptabilidade, organização, comunicação e inteligência emocional, que podem ser desenvolvidas em diferentes contextos da vida. O desafio está em reconhecer essas experiências de forma mais ampla", afirma.

Aprendizado que vai além do ambiente corporativo

O debate acompanha uma mudança na forma como as organizações enxergam o desenvolvimento profissional. Com a valorização crescente das chamadas soft skills, ganha força a percepção de que o aprendizado não acontece apenas em cursos, treinamentos ou experiências corporativas.

Um exemplo é a parentalidade. Pesquisa da IU International University of Applied Sciences, realizada com 4.480 trabalhadores, identificou que organização, gestão do tempo, paciência, capacidade de lidar com estresse, senso de responsabilidade, empatia e flexibilidade estão entre as principais habilidades que pais e mães afirmam levar para o ambiente profissional após a experiência de criar filhos.

O estudo aponta que mais da metade das mulheres entrevistadas percebeu fortalecimento da organização (54,4%) e da gestão do tempo (51%) após a parentalidade. Também foram mencionadas habilidades como paciência (46,2%), capacidade de lidar com situações de estresse (43,3%), senso de responsabilidade (40,7%), empatia (37,4%) e flexibilidade (37,2%).

Segundo Leandro, a pesquisa ilustra como experiências pessoais podem contribuir para a construção de competências cada vez mais valorizadas pelas empresas.

"Quando analisamos as habilidades mais procuradas pelo mercado, percebemos que muitas delas são desenvolvidas em situações cotidianas que exigem responsabilidade, tomada de decisão, resolução de problemas e adaptação constante. Essas competências não surgem exclusivamente dentro das organizações", explica.