terça-feira, 3 de novembro de 2026

SHOW MÚSICA

O mundo de Miguelzinho ficou maior que o cavaquinho

De menino prodígio da internet a artista que divide o palco com grandes nomes da música brasileira, Miguel Vicente cresce diante do público e dá seus primeiros passos também no cinema

Em 2022, o nome Miguel Vicente já começava a ganhar espaço na trajetória musical de um menino de Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Conhecido como Miguelzinho do Cavaco, ele encontrava no samba uma forma de expressão e, no cavaquinho, um instrumento que acabaria levando sua história muito além das fronteiras de sua cidade.

O que começou com a curiosidade de uma criança pelo som das cordas se transformou em uma trajetória acompanhada por milhares de pessoas. Vieram os vídeos nas redes sociais, a repercussão entre artistas consagrados, os convites para programas de televisão, as apresentações em grandes palcos e os encontros com nomes que, até pouco tempo antes, pertenciam ao universo dos ídolos.

Agora, enquanto continua construindo seu caminho na música, Miguelzinho começa a descobrir outras possibilidades de expressão. O cinema surge nesse percurso não como uma ruptura com o samba, mas como uma nova experiência para quem parece cada vez mais interessado em explorar os diferentes territórios da arte.

Aos poucos, o menino que conquistou o público com o cavaquinho começa a experimentar o universo das câmeras, das produções audiovisuais e das histórias contadas na telona. São os primeiros passos de uma aproximação que ainda está no início, mas que já coloca seu nome em duas produções cinematográficas: ‘O Velho Fusca’ e ‘Vicentina Pede Desculpas’.

UMA HISTÓRIA QUE COMEÇOU COM AS CORDAS

A relação de Miguel com o cavaquinho começou muito antes de seu nome circular pelas redes sociais. Ainda aos 3 anos, ele já experimentava o instrumento, inicialmente com um cavaquinho de brinquedo. Autodidata, desenvolveu a própria relação com a música a partir da escuta, da curiosidade e da vontade de reproduzir os sambas que admirava.

E com apenas 11 anos, a projeção nacional ganhou força quando Miguel publicou nas redes sociais vídeos em que tocava cavaquinho e interpretava sambas conhecidos. Um deles, com a música ‘Gratidão’, gravada por Xande de Pilares, mudaria o alcance de suas publicações.

O próprio sambista compartilhou a interpretação, elogiou o talento do menino e, posteriormente, o convidou para dividir o palco em uma apresentação na Barra da Tijuca. Na ocasião, Miguel recebeu de Xande um cavaquinho profissional.

A repercussão cresceu. Outros nomes conhecidos, como Neymar, Iza, Martinho da Vila, Anderson Silva, Teresa Cristina e Sorriso Maroto, também passaram a compartilhar ou reconhecer o talento do jovem músico, conforme relatos publicados sobre sua trajetória.

A internet, que antes servia para mostrar a família e os amigos o que ele sabia tocar, tornou-se uma porta para novos encontros. O menino que gravava vídeos passou a receber convites, participar de programas de televisão e se apresentar ao lado de artistas que admirava.

Um dos exemplos dessa ascensão foi sua participação no Domingão com Huck, da TV Globo, ao lado de Thiaguinho, seu ídolo. Em outra ocasião, durante o Navio da Xuxa, Miguel foi convidado por Daniela Mercury a cantar com ela ‘Não Deixe o Samba Morrer’, clássico eternizado na voz de Alcione.

A cada apresentação, o cavaquinho deixava de ser apenas o instrumento de um menino talentoso para se tornar uma espécie de passaporte. Miguel atravessava ambientes, conhecia diferentes públicos e aprendia, ainda muito jovem, a lidar com as oportunidades abertas pelo reconhecimento.

DO PALCO À DESCOBERTA DE NOVOS CAMINHOS

A trajetória musical de Miguelzinho também ganhou novos capítulos com o lançamento de trabalhos como ‘Menor Abandonado’, em 2024, e ‘Nosso Primeiro Date’ e ‘Moleque Guerreiro’, em 2025. Em 2026, o artista apresentou ‘Dia Frio’, ampliando seu repertório e mantendo a música como parte central de sua trajetória artística.

A sequência de lançamentos ajuda a compreender que a trajetória de Miguel não se limita à repercussão de vídeos virais. Há uma construção musical em andamento, com repertório, experiências de palco e a busca por ampliar suas possibilidades como artista.

Outra experiência importante foi o encontro com o maestro João Carlos Martins e a Orquestra Bachiana, no Teatro Casa Grande. Na ocasião, Miguel levou o som do cavaquinho à interpretação de ‘Ária da 4ª Corda’, de Johann Sebastian Bach. O encontro aproximou universos musicais diferentes e reforçou a possibilidade de transitar entre tradições sem abandonar a própria identidade.

Mais recentemente, o jovem também assumiu uma nova função diante das câmeras: a de apresentador. No Elo do Samba, projeto realizado em parceria com o Cartão Elo e exibido no canal da Nova Brasil FM no YouTube, Miguel passou a conduzir conversas com nomes importantes da música brasileira.

Demônios da Garoa, Luciana Mello, Alcione, Leci Brandão e Seu Jorge estão entre os artistas que participaram do programa. Em vez de apenas tocar e cantar, Miguel passou a ouvir histórias, fazer perguntas e conhecer de perto as experiências de quem ajudou a construir a história do samba.

A mudança é significativa. O menino que antes chamava atenção pela desenvoltura com o instrumento agora também ocupa o lugar de quem conduz uma conversa, acompanha relatos e estabelece conexões entre diferentes gerações da música brasileira.

E é nesse percurso, entre o palco e as câmeras, que o cinema começa a ganhar espaço.

QUANDO A MÚSICA ENCONTRA O CINEMA

A primeira aproximação com o universo cinematográfico apresentada nesta nova fase veio por meio da música. Miguel integra a trilha sonora de ‘O Velho Fusca’, produção dirigida por Emiliano Ruschel que reúne nomes consagrados e artistas contemporâneos da música brasileira.

O filme conta a história de Junior, um jovem sensível que enfrenta conflitos familiares ao tentar se aproximar do avô. A reconciliação entre gerações ocupa o centro da narrativa, enquanto a música funciona como uma ponte entre memórias, afetos e diferentes momentos da vida.

Na trilha, Miguel aparece ao lado de artistas como Jorge Aragão, Péricles, Teresa Cristina, Paula Lima, Xande de Pilares, Diogo Nogueira e Jorge Vercillo, entre outros nomes. O projeto também reúne intérpretes de diferentes gêneros e gerações, em uma seleção que combina clássicos e canções inéditas.

Para um jovem cuja história está profundamente ligada ao samba, participar de uma produção dessa dimensão representa uma nova maneira de alcançar o público. A música, que já havia levado Miguel aos palcos e à televisão, passa também a integrar uma narrativa construída para o cinema.

A experiência amplia seu campo de atuação. O cavaquinho continua sendo parte de sua identidade, mas agora sua música encontra outro contexto: o de uma história que se desenvolve na tela, com personagens, conflitos e emoções que dialogam com o espectador.

É um primeiro movimento de aproximação com uma indústria diferente daquela em que construiu sua notoriedade; e também uma oportunidade de observar como a arte se transforma quando muda o espaço em que é apresentada.

UM NOVO PASSO DIANTE DAS CÂMERAS

Se em ‘O Velho Fusca’ sua participação acontece pela trilha sonora, em ‘Vicentina Pede Desculpas’ Miguel dá outro passo: participa do filme. Dirigido por Gabriel Martins, cineasta conhecido por ‘Marte Um’, o longa é protagonizado por Rejane Faria e aborda uma história marcada pelo luto, pela culpa e pela tentativa de seguir em frente diante de uma tragédia.

A trama se passa em Belo Horizonte. Depois de um grave acidente envolvendo um ônibus, surgem evidências de que a queda do veículo, que matou quase todos os passageiros e o motorista Wesley, pode ter sido uma tentativa deliberada de suicídio. A mãe do motorista, Vicentina, passa então a procurar as famílias das vítimas para pedir desculpas, em uma jornada na qual nem todas as respostas poderão ser encontradas.

A participação de Miguel nessa produção representa uma experiência diferente daquela vivida no projeto anterior. Além de integrar um universo cinematográfico por meio da música, ele passa a fazer parte de uma obra cuja narrativa é construída a partir da atuação, da direção e de diferentes elementos da linguagem audiovisual. “Estar em um filme é diferente de subir ao palco para tocar. É um universo que estou começando a conhecer e que me deixa muito curioso. Quero entender como tudo acontece, aprender com as pessoas que trabalham no cinema e descobrir até onde posso chegar também nessa área”, comenta Miguelzinho.

O filme é fruto de uma parceria entre a Netflix e a produtora Filmes de Plástico e teve sua estreia nacional no Festival do Rio de 2026, depois de passar pelos festivais de Toronto, no Canadá, e San Sebastián, na Espanha. No mês de outubro, 11, Miguel esteve no Festival do Rio, acompanhando de perto um momento importante da trajetória da produção. ‘Vicentina Pede Desculpas’ conquistou três Troféus Redentor: Melhor Direção de Ficção, Melhor Roteiro e Melhor Longa de Ficção no Voto Popular.

O reconhecimento colocou o longa entre os destaques da edição e acrescentou uma experiência especial à aproximação de Miguel com o cinema. Para um artista que começou a ganhar projeção ainda criança, estar presente em um festival dedicado à produção cinematográfica brasileira significa também conhecer outro ambiente, outras formas de criação e outros profissionais da arte. “Fiquei muito feliz de participar de um filme que recebeu um reconhecimento tão importante. Estou começando a dar meus primeiros passos no cinema e sei que ainda tenho muito a aprender. Quero viver essas experiências, conhecer mais sobre esse mundo e continuar fazendo aquilo de que gosto: arte”, afirma.

A participação no evento, no entanto, é apenas parte de uma história que ainda está sendo escrita. O interesse agora está no que essas primeiras experiências podem despertar: a curiosidade sobre os bastidores, o desejo de aprender e a possibilidade de explorar novas formas de contar histórias. “Quero agradecer ao diretor Gabriel Martins, que me recebeu com muito carinho e me deu uma atenção especial, à Rejane Faria, protagonista do filme, a todo o elenco e à equipe de produção. Foi muito especial viver essa experiência e conhecer de perto esse universo do cinema. Sou grato a todos que me acolheram e fizeram parte desse momento tão importante para mim”, finaliza Miguelzinho.

O MENINO CRESCE, E OS HORIZONTES SE AMPLIAM

Há uma característica que atravessa a trajetória de Miguel: a disposição para experimentar. Primeiro, foi o cavaquinho. Depois, vieram os vídeos, os palcos, a televisão, os encontros com artistas consagrados e a experiência de entrevistar grandes nomes do samba. Agora, o cinema acrescenta novas possibilidades a esse percurso.

O amadurecimento não significa abandonar o que veio antes. Ao contrário, cada experiência parece ampliar o repertório de referências que o jovem leva consigo. A música oferece uma identidade, o contato com outros artistas proporciona aprendizado e o cinema abre uma janela para novas formas de expressão.

Miguel ainda está no começo dessa aproximação com a linguagem cinematográfica. Suas participações em ‘O Velho Fusca’ e ‘Vicentina Pede Desculpas’ não significam, por si só, uma mudança definitiva de carreira. São experiências concretas que podem despertar novos interesses e ajudar a definir os próximos passos de sua formação artística.

Talvez seja justamente essa a parte mais interessante da história: acompanhar um jovem que ainda está descobrindo o que deseja fazer com as oportunidades que surgem. O público conheceu Miguel pelo som das cordas e acompanhou a velocidade com que seu talento encontrou novos espaços. Agora, começa a observar outra etapa, menos ligada à surpresa de um menino prodígio e mais relacionada à construção de um artista.

O mundo ficou maior que o cavaquinho, mas o instrumento continua ali. É parte da origem, da memória e da identidade de Miguel Vicente. A diferença é que, diante dele, surgem novos caminhos... e o cinema parece ser um dos que mais despertam sua curiosidade.

A história não está pronta!

Está em movimento, como a de qualquer jovem que cresce, aprende e começa a descobrir que a arte pode assumir muitas formas.

SERVIÇO | VICENTINA PEDE DESCULPAS

-- Estreia nos cinemas: 5 de novembro de 2026, em salas selecionadas

- Netflix: previsão de estreia em 20 de novembro de 2026

- Premiação: o longa conquistou três Troféus Redentor no Festival do Rio 2026, incluindo Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular

Fotos: Marcos Serra Lima | Netflix

CULTURA

 Espetáculo infanto-juvenil “Quintal” volta aos palcos no Teatro Ziembinski, na Tijuca

Sucesso de público, peça que une música, bonecos e teatro de sombras para abordar a importância da brincadeira e a memória de bairros periféricos faz curta temporada de 31 de outubro a 22 de novembro 

 

No subúrbio carioca, a vida de brincadeiras, aprendizado e memórias de quatro crianças está ameaçada pelo dito “progresso”. Mas um progresso para quem? Com isso, elas se unem numa aventura para defender o seu quintal. Esse é o ponto de partida de “Quintal”, espetáculo infanto-juvenil, autoral e inédito do Grupo Concreto, que volta aos palcos no Teatro Municipal Ziembinski, na Tijuca, para curta temporada, de 31 de outubro a 22 de novembro, sábados e domingos, às 16h.

  

A peça – que fez sua estreia em 2025 com grande sucesso – percorre a história de quatro crianças com sua rotina transformada pela chegada de uma construtora multimilionária, liderada pelo “Dr. Desordem”. Ele planeja comprar as suas casas para erguer um condomínio de luxo. Com a ajuda de uma goiabeira mágica no quintal que compartilham, elas usam a brincadeira e a imaginação para combater o supervilão e suas lucrativas manobras de convencimento dos adultos.

 

“Quintal” é um espetáculo infanto-juvenil, autoral e inédito que tem a premissa de resgatar a importância da brincadeira na formação da criança periférica e de preservar a memória de bairros marginalizados diante da transformação do território causada pela especulação imobiliária. 




Propondo uma experiência que une música, bonecos e teatro de sombras para crianças de 6 a 10 anos, o espetáculo foi supervisionado pelo artista e professor gonçalense Gabriel Mendes, investigador do teatro infantil afro-centrado, ganhador do prêmio de Melhor Direção no CBTIJ 2018 com o trabalho “Omi - do leito ao mar”. Já a trilha sonora interpretada pelo elenco no palco é formada por composições criadas exclusivamente para a peça.

 

- O quintal é um lugar de concentração de memória e afeto, onde o indivíduo periférico reconhece a própria identidade cultural, representando um espaço de fortalecimento e liberdade. Ali, encontram-se registros da presença familiar, dos hábitos cotidianos, das festividades populares e religiosidades. No meio disso, as crianças brincam e absorvem características culturais que alimentam seu imaginário e ação no mundo – explica Rodrigo de Todos os Santos, diretor da peça.

   

Temporada: de 31 de outubro a 22 de novembro

Sessões: sábados e domingos, às 16h

Local: Teatro Municipal Ziembinski - Rua Heitor Beltrão, s/n (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier), Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada), vendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/127080/d/414591/s/2695044   

Classificação: livre

Duração: 60 minutos

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

GERAL

A importância do brincar também se estende aos momentos de lazer em família

                                                                                                   China Park

A infância é uma das fases mais importantes da vida, marcada por descobertas, aprendizados e experiências que contribuem para a formação do indivíduo. Nesse período, brincar representa muito mais do que uma atividade recreativa: é uma maneira de conhecer o mundo, desenvolver habilidades, experimentar possibilidades e estabelecer relações com outras pessoas. Por meio das brincadeiras, as crianças exercitam a imaginação, aprendem a lidar com desafios, descobrem limites e desenvolvem formas próprias de interação com o ambiente. São experiências aparentemente simples, mas que participam de maneira significativa da construção de memórias e da compreensão que cada criança desenvolve sobre o mundo ao seu redor.

Em uma rotina cada vez mais marcada por compromissos escolares, atividades programadas e pelo contato frequente com dispositivos eletrônicos, reservar momentos para brincar ganha ainda mais importância. O lazer permite que a criança experimente um tempo diferente daquele dedicado às obrigações cotidianas, no qual a espontaneidade, a criatividade e a liberdade de explorar ocupam o primeiro plano. Correr, pular, subir, descer, experimentar equipamentos recreativos e interagir com outras crianças são atividades que estimulam o movimento e favorecem diferentes formas de aprendizagem. Mais do que preencher o tempo livre, essas oportunidades contribuem para uma infância com experiências diversificadas e possibilidades de desenvolvimento.

O brincar também desempenha um papel importante na socialização. Quando compartilham espaços e atividades, as crianças aprendem a conviver, respeitar diferenças, negociar regras e compreender que nem sempre suas vontades serão as únicas consideradas. Uma brincadeira coletiva pode envolver cooperação, paciência, tomada de decisões e até mesmo a resolução de pequenos conflitos. São situações que fazem parte do cotidiano infantil e que ajudam a desenvolver competências importantes para a convivência em sociedade. Nesse sentido, ambientes recreativos bem planejados podem funcionar como espaços de interação, nos quais a diversão acontece ao mesmo tempo em que surgem oportunidades para novas descobertas.

Outro aspecto importante está na relação entre o brincar e a autonomia. Ao explorar um ambiente, escolher uma atividade ou experimentar um novo desafio compatível com sua idade, a criança começa a reconhecer suas capacidades e a desenvolver confiança. Cada experiência proporciona uma oportunidade de observar, tentar, errar e recomeçar. Essa dinâmica, que muitas vezes acontece de maneira natural durante as brincadeiras, contribui para a construção da iniciativa e da segurança pessoal. Por isso, oferecer espaços nos quais as crianças possam explorar diferentes atividades, sempre respeitando as condições de segurança e a supervisão adequada, representa também uma forma de valorizar suas necessidades e particularidades.

VIAGENS EM FAMÍLIA: TEMPO DE CONVIVÊNCIA, BRINCADEIRAS E NOVAS DESCOBERTAS

Viajar em família representa uma oportunidade de interromper, ainda que temporariamente, o ritmo habitual da vida cotidiana. A mudança de ambiente permite que pais e filhos compartilhem experiências fora dos compromissos de casa, do trabalho e da escola. Nesse contexto, as crianças encontram novas possibilidades de diversão, entram em contato com ambientes diferentes e descobrem atividades que nem sempre fazem parte de sua rotina. Para os adultos, a viagem também significa a oportunidade de acompanhar essas descobertas de perto, participar das brincadeiras e dedicar mais tempo à convivência. O destino escolhido passa a ter um papel importante, especialmente quando oferece alternativas capazes de atender aos interesses de diferentes gerações.

A escolha de um destino adequado, portanto, envolve considerar mais do que a localização ou as condições de hospedagem. A estrutura de lazer, a variedade de atividades, os espaços destinados às crianças e as possibilidades de convivência são fatores que podem influenciar diretamente a experiência dos viajantes. Para famílias com filhos pequenos, por exemplo, ambientes que oferecem alternativas recreativas variadas podem representar um diferencial importante. Já para crianças maiores, a oportunidade de experimentar atividades que envolvam movimento, aventura e interação pode tornar a viagem ainda mais interessante. O desafio dos destinos turísticos está justamente em reunir essas possibilidades e proporcionar experiências que façam sentido para diferentes públicos.

UM CENÁRIO ONDE A DIVERSÃO ENCONTRA A NATUREZA

Localizado nas Montanhas Capixabas, o China Park Eco Resort reúne características que permitem observar como diferentes ambientes podem contribuir para uma experiência de lazer em família. Cercado por áreas verdes e pela paisagem característica da região serrana do Espírito Santo, o empreendimento apresenta uma estrutura que combina hospedagem, recreação e contato com a natureza. A própria disposição de suas instalações, distribuídas em meio ao cenário montanhoso, oferece aos visitantes uma experiência que vai além dos espaços convencionais de hospedagem. Para as famílias, essa combinação representa a possibilidade de aproveitar diferentes ambientes e atividades durante a permanência, enquanto as crianças encontram oportunidades para brincar e explorar.

Entre os espaços destinados ao público infantil está o brinquedão, uma estrutura recreativa que chama a atenção pela variedade de elementos, cores e possibilidades de diversão. O ambiente oferece às crianças oportunidades de movimento, exploração e interação, permitindo que a brincadeira aconteça de diferentes maneiras. Em estruturas como essa, a diversão não está concentrada em uma única atividade: os pequenos podem experimentar percursos, descobrir equipamentos e compartilhar momentos com outras crianças. A presença de um espaço dedicado ao lazer infantil reforça a importância de considerar as necessidades desse público na composição de destinos voltados à convivência familiar.

A experiência, entretanto, não se limita às atividades recreativas destinadas às crianças. O empreendimento também conta com atrações que ampliam as possibilidades de lazer para diferentes perfis de visitantes. Entre elas estão o teleférico e a tirolesa, que proporcionam uma perspectiva diferenciada da paisagem e acrescentam elementos de aventura à permanência. A tirolesa, instalada em um ponto mais elevado em relação ao teleférico, oferece uma experiência marcada pela altura e pela contemplação do cenário natural. São atrações que permitem explorar o ambiente sob diferentes perspectivas e demonstram como a estrutura de lazer pode dialogar com as características geográficas do local.

As piscinas e os espaços aquáticos também integram as alternativas de diversão disponíveis no empreendimento, especialmente em momentos de descontração e convivência. Para as famílias, ambientes dessa natureza oferecem oportunidades de aproveitar o tempo livre em atividades que podem reunir adultos e crianças. O lazer aquático tem uma característica particular: permite diferentes formas de utilização, desde momentos de descanso até brincadeiras e atividades recreativas. Quando associado a outros equipamentos e ambientes de lazer, amplia as possibilidades de programação e contribui para uma experiência mais diversificada durante a hospedagem.

Outro elemento que merece destaque é a presença de áreas verdes e ambientes próximos à natureza. Em um cenário cercado pela vegetação das montanhas, os visitantes encontram uma atmosfera diferente daquela predominante nos centros urbanos. A paisagem, os espaços abertos e a distribuição das estruturas permitem que a experiência de permanência seja acompanhada pelo contato visual com o ambiente natural. Para as crianças, esse contexto também pode despertar curiosidade e interesse pelo espaço ao redor, enquanto os adultos encontram oportunidades para desacelerar e aproveitar momentos de tranquilidade. A integração entre natureza e infraestrutura de lazer constitui uma das características que ajudam a compor a identidade do empreendimento.

A estrutura de hospedagem complementa esse conjunto de possibilidades, permitindo que as famílias permaneçam no local e aproveitem as diferentes atrações ao longo de sua estadia. A proposta de reunir acomodações, espaços recreativos, piscinas, atividades de aventura e ambientes naturais favorece uma experiência na qual o lazer não depende de deslocamentos constantes para outros pontos turísticos. Cada integrante da família pode encontrar atividades de seu interesse, enquanto os momentos compartilhados ajudam a construir uma programação comum. Nesse contexto, o China Park Eco Resort representa um exemplo de como os empreendimentos turísticos podem reunir diferentes experiências e valorizar o público familiar, especialmente quando as crianças ocupam um lugar importante na proposta de lazer.

Mais informações sobre a estrutura, atrativos e novidades do China Park podem ser encontradas no site do resort, que está localizado na BR 262, KM 72, em Domingos Martins, um dos destinos mais encantadores das Montanhas Capixabas. Para contato direto, os interessados podem ligar para os telefones (27) 3441-9770 ou (27) 97601-4288 e planejar sua próxima experiência em um dos mais completos empreendimentos turísticos do Espírito Santo.

A INFÂNCIA MERECE TEMPO, ESPAÇO E EXPERIÊNCIAS

Valorizar o brincar é reconhecer que a infância precisa de oportunidades para experimentar, descobrir, movimentar-se e conviver. Quando essas experiências são incorporadas aos momentos de lazer em família, ganham uma dimensão ainda mais especial, pois aproximam gerações e criam lembranças compartilhadas. Em destinos que conseguem reunir estrutura recreativa, contato com a natureza e alternativas de diversão para diferentes idades, o tempo de descanso também se transforma em tempo de convivência. Afinal, para muitas crianças, uma viagem inesquecível não será lembrada apenas pelo lugar visitado, mas principalmente pelas brincadeiras, descobertas e momentos felizes vividos ao lado de quem amam.