sábado, 21 de março de 2026

DESAFIOS A EMPREENDER

 Procon-RJ está com vagas abertas para estágio

Inscrições são pelo site do CIEE Rio

O processo seletivo de estágio do Procon-RJ destinado a estudantes do ensino médio, técnico e superior está aberto até o dia 6 de abril 2026. As inscrições devem ser realizadas pela internet no link https://pp.ciee.org.br/vitrine/14028/detalhe no portal do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE Rio) e detalhes do processo também podem ser consultados no Edita, que consta no link. As vagas são para cadastro reserva.

 As bolsas auxílios são de R$ 960,00 para ensino médio e técnico e R$ 1.320,00 para ensino superior, além de auxílio-transporte de R$ 325,60 e auxílio-alimentação de R$ 231,00 por mês. As vagas são para atuação em unidades do Procon-RJ na capital. O candidato deverá residir no município do Rio de Janeiro ou em municípios limítrofes (São João de Meriti; Duque de Caxias; Nilópolis; Mesquita; Belford Roxo; Nova Iguaçu; Niterói e São Gonçalo). O regime do estágio será de 20 (vinte) horas semanais para ensino médio/técnico e superior a serem cumpridas em horários e turnos definidos pelo Procon-RJ.

Carga horária e bolsa-auxílio:

Nível

Carga Horária Diária

Carga Horária Semanal

Bolsa Auxílio

Ensino Médio

4 (quatro) horas

20 (vinte) horas

R$ 960,00

Técnico

4 (quatro) horas

20 (vinte) horas

R$ 960,00

Superior

4 (quatro) horas

20 (vinte) horas

R$ 1.320,00

O regime do estágio será de 20 (vinte) horas semanais para ensino médio/técnico e superior a serem cumpridas em horários e turnos definidos pelo PROCON-RJ.


SAÚDE

 MARÇO LILÁS - Tabu atrapalha adolescentes receberem vacina contra HPV, alerta ginecologista   

Ainda existem mitos que impedem a adesão à vacina, como o receio de que ela incentive a iniciação sexual precoce

O câncer do colo é o terceiro tipo de câncer com maior incidência entre as mulheres. Para cada ano do triênio 2023-2025, estima-se 17.010 novos casos, o que representa uma taxa bruta de incidência de 15,38 casos a cada 100 mil mulheres, segundo informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Causado principalmente pela infecção persistente por tipos oncogênicos do Vírus do Papiloma Humano (HPV), o diagnóstico precoce e a imunização são os pilares para reduzir drasticamente as estatísticas da doença. De acordo com a Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), a vacinação de adolescentes contra o papilomavírus humano pode prevenir cerca de 70% dos casos. Por isso mesmo, é meta estabelecida pela  Organização Mundial da Saúde (OMS) que 90% de meninas de até 15 anos estejam vacinadas até 2030. 

Vencer a barreira cultural das famílias a respeito do tema é um dos grandes desafios para se alcançar a meta. Ainda existem mitos que impedem a adesão à vacina, como o receio de que ela incentive a iniciação sexual precoce. 

Contudo, explica a médica ginecologista Vânia Marcella Calixtrato, que atende no Órion Complex, é importante que as famílias entendam que vacina foi desenvolvida para prevenir infecções antes da exposição ao papilomavírus, o que a torna mais eficaz, daí a importância de se promover a imunização ainda na adolescência. “Ela não tem influência sobre o comportamento sexual”, diz

O HPV é um vírus transmitido principalmente por contato sexual. Ele se desenvolve na parte inferior do útero, que se conecta à vagina. Na grande maioria dos casos, ele causa lesões que, se não identificadas e tratadas, evoluem para o tumor maligno. 

Outro ponto levantado pelas famílias é a segurança do imunizante, mas a médica esclarece que efeitos colaterais graves são extremamente raros. “O mais comum são apenas reações leves como dor no local da aplicação ou febre baixa, riscos que são infinitamente menores do que os perigos de um câncer invasivo", observa.

Ela considera a campanha Março Lilás, de combate ao câncer de útero, válida para levar esclarecimento à população sobre este tabu, que acaba colocando muitas mulheres em um risco potencial futuro. “Esses mitos precisam ser combatidos com informações científicas, demonstrando que a vacina é uma ferramenta preventiva, não relacionada ao comportamento sexual", diz.

A vacina é indicada também para mulheres de até 45 anos, mesmo já tendo tido contato com HPV. “Ela as protege de outras cepas com alto grau de associação com o câncer do colo do útero, além de proteger contra verrugas genitais e outros tipos de câncer", informa a médica.

Além disso, ela também observa que muita gente não acredita que a contaminação pelo papilomavírus humano pode evoluir para um tumor. Para a especialista, o caminho para mudar o cenário da doença no Brasil passa pela educação clara sobre estes riscos, campanhas constantes em redes sociais e centros de saúde e, especialmente nas escolas. 

“A escola é um ambiente crucial para disseminar informações. Parcerias entre escolas e unidades de saúde para promover a vacinação, esclarecer dúvidas e desmistificar mitos, ajudariam a aumentar a adesão”, sugere. Em Goiás, foram contabilizados 981 casos da doença em 2024. Já em 2025, os registros chegaram a 622 notificações, número ainda considerado preliminar. 

PET

 Cinco direitos garantidos aos animais pela legislação brasileira

Agora, os bichos também têm os direitos assegurados. Listamos essas conquistas com a ajuda de especialistas da área criminal, legislativa e direito da família

Os pets estão por toda parte e eles não se restringem apenas aos cães e gatos, mas também a aves, coelhos, roedores, entre outros. Embora o número não seja preciso, já que nem todos os bichos são registrados nas prefeituras, um estudo da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) aponta que existem cerca de 160 milhões de animais domésticos. Isso faz do Brasil a terceira maior população pet do planeta, atrás apenas de Estados Unidos e China. 

Apesar disso, o país tem mais de 30 milhões de animais vivendo nas ruas, segundo a Pesquisa Cenário de Abandono de Animais, realizada pelo quarto ano consecutivo pelo Cobasi Cuida, ONGs de proteção animal e protetores independentes. O que torna a presença dos animais na vida urbana mais do que uma questão de afeto, mas também de saúde pública. 

A legislação brasileira vem avançando em relação ao assunto e, agora, os bichos também têm direitos assegurados. Listamos essas conquistas com a ajuda da vereadora em Anápolis, Thaís Souza, ativista da causa animal, e os integrantes da banca do Celso Cândido de Souza Advogados, Gabriel Fonseca, da área criminal, e Ana Luisa Moreira, da área de família. Confira:

1 - Eles fazem parte da família - Embora ainda não haja uma legislação específica que trate sobre o tema, o  judiciário tem se adequado a essa nova realidade familiar, considerando a guarda, a regulamentação de visitas e a pensão alimentícia do animal em caso de dissolução de um relacionamento entre pessoas.

A advogada do Direito de Família ainda contextualiza que o Judiciário vem se adaptando a essa nova configuração familiar. “Já há alguns anos, no âmbito do Direito de Família, é possível observar demandas que envolvem não apenas os interesses dos tutores, mas também o bem-estar dos pets, especialmente em situações de dissolução de união estável ou divórcio”, disse.

Ela explica que dessa forma, diversas ações passaram a ser nominadas e comumente ajuizadas, ainda que mais frequentes em determinadas regiões, como as ações de guarda unilateral ou compartilhada. “A regulamentação de convivência e até mesmo alimentos para os animais. Inclusive, tais demandas já vêm sendo contempladas com previsão própria em tabelas de honorários no chamado Direito de Família multiespécie”, conclui.

2- Eles podem viver nos condomínios -   Já está pacificado o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que os moradores de condomínios, sejam proprietários ou inquilinos, têm direito a viver com seus pets em apartamentos. “Nenhum condomínio pode proibir que um morador tenha um pet em seu apartamento. O que o condomínio pode e deve fazer é regulamentar as regras de boa convivência, como o trânsito do animal nas áreas comuns, uso de guias e limpeza”, explica a vereadora Thaís Souza, que também é advogada.

3 - Abandonar o pet pode dar cadeia  - Nada de cansar do bichinho e largá-lo na rua, ao léu. O advogado Gabriel Fonseca alerta que a Lei de Crimes Ambientais, atualizada pela Lei Sansão em 2020, endureceu severamente as regras contra o abandono. “Com a atualização da lei em 2020, a pena para quem maltrata ou abandona cães e gatos passou a ser de 2 a 5 anos de reclusão. Ou seja, a pessoa pode ser efetivamente presa e perde o direito a negociações com o Ministério Público", destaca.

4 - Eles têm direito a políticas públicas -  Ativista desde a infância e fundadora da Associação Protetora e Amiga dos Animais de Anápolis (ASPAN) aos 17 anos, Thaís Souza foi a primeira vereadora eleita no estado de Goiás levantando a bandeira da causa animal. Em seu terceiro mandato, ela acumula mais de 90 projetos de lei aprovados, incluindo marcos como a proibição de fogos de artifício com estampido, a regulamentação do "Cão Comunitário" e a implementação do primeiro Castramóvel do estado. “A população costuma achar que a responsabilidade de recolher os animais é das ONGs, mas as associações vivem de doações. O dever constitucional de aplicar recursos na saúde desafios dos direitos dos animais no Brasil é do poder público. Castração e hospitais veterinários são importantes para os animais e para seus tutores, é uma questão de saúde pública", diz.

5 - Em breve, os sentimentos do pet serão considerados - o entendimento do uma reforma do Código Civil (o PL 4/2025) propõe que os animais de estimação deixem de ser  meros "objetos" ou propriedade e passaram a ser reconhecidos como seres sencientes, que sentem dor, frio e medo. Atualmente, eles são considerados pela legislação como semoventes, uma classificação jurídica de "bens móveis que se movem por conta própria", desprovidos de sensibilidade, dor ou fragilidade. A homologação da mudança, explica a advogada Ana Luísa Moreira, irá regulamentar um entendimento que já vem sendo praticado pelo Superior Tribunal de Justiça e por vários tribunais que acompanham a jurisprudência.

Mas eles continuam sendo animais irracionais 

Embora tenham direito a ter sua integridade física preservada, a terem seus sentimentos considerados, os pets são seres irracionais, portanto, não respondem por seus atos. Cabe ao tutor essa responsabilidade, por isso, é importante assegurar que o animal não cause prejuízos a terceiros ou coloque pessoas em risco. 

De acordo com o advogado Gabriel Fonseca, a responsabilidade do tutor de animais no Brasil é objetiva, ou seja, independe de culpa. Isso significa que, mesmo que o dono tome todos os cuidados possíveis, ele ainda pode ser responsabilizado. Esse entendimento está ancorado em três pilares do nosso ordenamento jurídico: no direito civil, direito do consumidor e na esfera criminal. 

Na esfera criminal, dependendo da gravidade das lesões causadas pela mordida, o tutor pode responder por lesão corporal culposa (art. 129 do Código Penal), caso fique demonstrado que agiu com negligência, imprudência ou imperícia no manejo do animal. Se as lesões forem gravíssimas ou, em casos extremos, houver morte, as penas são significativamente majoradas.

A prevenção é sempre o melhor caminho, orienta o advogado, que  recomenda seguintes condutas

Documentação e registro: Mantenha em dia a vacinação do animal, especialmente a antirrábica, com os comprovantes guardados. Isso é fundamental tanto para a saúde pública quanto para demonstrar responsabilidade em eventual processo.

Equipamentos de segurança: Utilize coleira, guia e focinheira em locais públicos, especialmente para raças consideradas de maior potencial ofensivo. A Lei Federal nº 9.605/98 e diversas leis municipais já preveem essa obrigatoriedade.

Sinalização no imóvel: Afixe avisos visíveis como "Cuidado com o cão" na residência. Embora não exclua a responsabilidade, demonstra boa-fé e pode ser considerado na graduação da culpa.

Mantenha o animal em local seguro:  Garanta que cercas, portões e muros estejam em perfeitas condições, impedindo a fuga do animal. A negligência na contenção é um dos fatores mais frequentes nos processos.

Seguro de responsabilidade civil: Ainda pouco difundido no Brasil, mas extremamente recomendável. Já existem produtos no mercado específicos para tutores de animais.

Socialização e adestramento: Investir em adestramento profissional reduz o risco de comportamentos agressivos e pode ser apresentado como prova de diligência do tutor em um eventual processo.

Conduta imediata após o incidente: Caso ocorra uma mordida, o tutor deve prestar socorro imediato à vítima, disponibilizar a carteira de vacinação do animal e, se necessário, chamar o serviço médico. Fugir da responsabilidade ou omitir informações agrava significativamente a situação jurídica.


EDUCAÇÃO

 Cyberbullying na adolescência será tema de debate da Escola Eleva em evento aberto ao público

Papo Família: Os Cuidados com os Adolescentes nas Plataformas Digitais reúne pais, especialistas e a psicóloga educacional Carolina Apolinário para discutir de prevenção e enfrentamento da violência digital

A Escola Eleva Urca debate cyberbulling e violência digital na adolescência no evento Papo Família: Os Cuidados com os Adolescentes nas Plataformas Digitais. Com a presença da psicóloga educacional Carolina Apolinário, o encontro aberto ao público reúne famílias, educadores e especialistas para discutir os impactos do cyberbulliyng na saúde emocional e no desenvolvimento de crianças e adolescentes, o papel das redes sociais na amplificação desses comportamentos, além de sinais de alerta e estratégias de prevenção. O evento acontece no próximo dia 26 de março e é gratuito. 

“Precisamos compreender como prevenir e enfrentar episódios de violência entre estudantes no ambiente digital e sua relação com o ambiente escolar. Nosso objetivo é debater com as famílias e educadores as formas de lidar com o problema e apresentar soluções. Entendemos que esse é um desafio que exige uma atuação conjunta entre escola e os responsáveis para a construção de uma sociedade mais consciente e saudável”, afirma Fabiano Franklin, diretor da Eleva Urca. 

Com mais de 20 anos de experiência nas áreas educacional e clínica, a psicóloga educacional Carolina Apolinário possui especialização em saúde mental da infância e da adolescência, é mestre em Psicanálise e doutora em Linguagens. Nos últimos anos, Apolinário vem dedicando-se à pesquisa sobre bullying e cyberbullying, com foco no impacto da virtualização dos vínculos nas relações educacionais.

A proposta da escola bilíngue e de tempo integral da Inspired Education é ampliar a conscientização sobre o tema e incentivar o protagonismo dos estudantes na construção de relações saudáveis na escola, refletindo também em outras esferas da vida social.

Papo Família tem vagas limitadas com inscrição prévia pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSetxpdDbuxNVzW0D49HR8VOCVjZ73VKJI4Z6VIogGX0riNZ8g/viewform 

Papo Família: O cuidado com os adolescentes nas plataformas digitais | Escola Eleva

Quando: 26 de março de 2026  - quinta-feira

Horário: 18h

Endereço: Av. João Luiz Alves, 13 - Urca, Rio de Janeiro 

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSetxpdDbuxNVzW0D49HR8VOCVjZ73VKJI4Z6VIogGX0riNZ8g/viewform 

Evento gratuito | Vagas limitadas

sexta-feira, 20 de março de 2026

COLUNA ESPAÇO MOTOR

FIAT TORO RACH 2026 COM NOVO MOTOR TURBO DIESEL







João Mendes







Testei a picape Fiat Toro na versão top, Ranch. Ela tem o novo motor 2.2 turbo diesel que desenvolve 200 cv e 450 Nm de torque e assim o modelo leva na carroceria a inscrição TD450. O câmbio é automático de 9 velocidades, a tração é 4X4 com seletor de trações no painel e o freio de estacionamento é eletrônico. O consumo de combustível fica em 10,5 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada. Com o preço do diesel as vezes igual e as vezes maior que o da gasolina esses modelos a diesel ainda tem mercado pelo ótimo torque e a tração integral. A Toro recebeu novo design para 2026 e o que mais chama a atenção é a nova grade dianteira. No interior destaque para o visual dos bancos em couro na cor marrom escuro com ajustes elétricos, para o painel digital de 7” para as informações do carro, para a central multimídia com tela de 10” com emparelhamento do smartphone sem fio, ar condicionado digital dual zone e carregador sem fio. Essa versão tem frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de pista, comutação automática dos faróis e muito mais. 



A capacidade de carga é de 1000 kg e a caçamba tem 937 litros de volume de carga. Para manter o conforto com a caçamba cheia ou vazia a suspensão é a Multilink. A Toro é um sucesso de vendas por não ter dimensões exageradas, ter um bom espaço interno com ótimos porta-objetos, boa estabilidade e se consegue nela um condução é prazerosa. A lista de itens para dar mais conforto e segurança é comprida. A Fiat Toro Ranch custa R$235.490.