Maria Helena Cantamissa
FLÁVIO BOLSONARO
AS PRIMEIRAS CONGRATULAÇÕES DO MERCADO NO PRIMEIRO ANIVERSÁRO (1990) DO CIDADE DA BARRA
"Ao amigo dos bons tempos do Jardim Botânico, Afonso Campuzano Martinez, desejo sucesso no novo empreendimento desse excelente veículo e espero que coloque em prática o que ensinei sobre os segredos de uma coluna social."
ZÓZIMO BARROSO DO AMARAL (Colunista Social do Jornal O Globo)
WALTER FONTOURA (Diretor da sucursal de São Paulo do Jornal O GLOBO)
"Quero cumprimentar o diretor Afonso Campuzano e a sua equipe pelo primeiro aniversário da revista Cidade da Barra. Leve, interessante, bem cuidada, a Cidade da Barra oferece aos leitores uma visão refrigerante do Rio, da Barra, do melhor da Barra. Espero que vocês mantenham e aprimorem sempre a qualidade dos serviços que oferecem ao público, ampliem, cada vez mais,o espaço que estão conquistando." Prabéns!
CÉSAR MAIA
(PREFEIRO DO RIO DE JANEIRO)
"Parabenizo a revista Cidade da Barra na comemoração do seu primeiro aniverário, acreditando que permanecerá colaborando com a cidade do Rio de Janeiro por muitos anos,com a imparcialidade da prestação de serviços e de informaçao que caracterizam sua linha editorial."
EDUARDO PAES
( Subprefeito da Barra e Jacarepaguá)
"A revista Cidade da Barra se identifica com a cara desta cidade que é a Barra. Dá as várias diferenças, os contrastes. Ao contrário de muitas revistas que existem por aqui, ela é informativa, jornalística, bem feita e com boa impressão. É de um padrão elevado e se equipara com as melhores revistas da cidade. É mais um instrumento de participação da população, de denúncias".
NAZA (Artista plástica brasileira radicada na Flórida, EUA)
"A revista é uma das pérolas da Sociedade Vip deste bairro. Fiquei impressionada com a estrutura bem dosada e abrangente, com assuntos variados e do interesse de diferentes áreas. O bom gosto é bastante evidente e a fotografia, original e de qualidade. Os flagrantes sociais são de grande impacto, e denota um certo toque de prestígio. Gostaria de manter contato com esta revista para intercâmbio cultural entre meu estúdio/galeria na Flórida e da Barra".
TÂNIA SAAVEDRA (SOCIALITE)
"É uma revista super informativa e de bonita apresentação. A qualidade gráfica e das fotos são excelentes. Além disso, tem uma grande penetração".
KRISTHEL BYANCCO RIQUE (Socialite)
"É com grande prazer que me dirijo a essa revista no sentido de parabenizá-la pelo seu primeiro ano de atividade. A Barra há muito deixou de ser uma pequena comunidade, e a revista Cidade da Barra cada vez mais nos mostra quando em seus artigos bem eleborados, paginação inteligente, fotos bonitas e sobretudo uma bela impressão de Primeiro Mundo, nos conquista ainda mais. Seu diretor, Afonso Campuzano Martinez, é realmente um homem feliz, pois conseguiu traduzir em "papel couché" todo o encanto e harmonia do bairro nessa publicação do mais alto nível".
Os simpáticos e gentis depoimentos de ontem desejando sucesso pelo primeiro aniversário do Cidade da Barra, tornaram-se realidade. Muito obrigado.
Afonso Campuzano Martinez - Diretor-Presidente
O câncer não espera: Hospital Mário Kroeff lança programa de doações para ir além dos 70 mil atendimentos anuais pelo SUS no Rio
Hospital referência no Rio em tratamento oncológico registra crescimento recorde de pacientes e mobiliza sociedade para manter assistência gratuita, moderna e humanizada
O Hospital Mário Kroeff atendeu 165% mais pacientes em primeira consulta oncológica em 2025 - pessoas que chegaram ao hospital pela primeira vez enfrentando um diagnóstico de câncer, sem outra opção de tratamento pelo SUS. No mesmo período, as consultas oncológicas cresceram 72%. Ao todo, 70 mil atendimentos a pacientes com câncer ocorrem ao ano no hospital, referência na Penha. Para sustentar essa expansão e alcançar ainda mais pacientes, o hospital lança seu Programa de Doação Mensal, uma ofensiva com o objetivo de elevar a arrecadação anual da instituição.
Fundado em 1944 pelo médico Mário Kroeff, o hospital é hoje o maior prestador privado de serviços oncológicos para o Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado do Rio de Janeiro. Com um modelo de gestão que destina 100% de sua capacidade ao atendimento público, a unidade enfrenta o desafio de equilibrar a alta complexidade médica com a carência socioeconômica de seus pacientes em um momento de demanda sem precedentes.
A lição de casa de ampliar a eficiência operacional já está em curso: o volume de cirurgias realizadas no Hospital pelo SUS teve alta de 27,66%, enquanto o total de sessões de quimioterapia cresceu 40,88%, o total de radioterapia avançou 32,63%. Os números demonstram a capacidade da instituição de ampliar sua estrutura assistencial, mas acendem o alerta para a necessidade de suporte financeiro contínuo.
Para a diretoria da instituição, o recurso financeiro é o meio e a dignidade é o fim. "Nossa missão vai além de oferecer o que há de mais moderno na medicina para os pacientes com câncer. No Mário Kroeff, o acolhimento é uma ferramenta terapêutica tão importante quanto a tecnologia. Acreditamos que o tratamento eficaz nasce de um atendimento humanizado, no qual o paciente é visto em sua totalidade", afirma o diretor clínico, Silvio Silva Fernandes.
Apesar do crescimento expressivo dos atendimentos, o Hospital Mário Kroeff enfrenta um cenário de retração nas contribuições financeiras. Entre 2024 e 2025, houve uma redução de 21,62% nas doações.. A queda acende um alerta para a sustentabilidade do modelo de atendimento 100% voltado ao SUS, justamente em um momento em que o hospital registra recordes de novos diagnósticos e amplia sua capacidade de cirurgias, quimioterapia e radioterapia. O Programa de Doação Mensal surge, portanto, como resposta estratégica para reverter esse quadro e garantir recursos que permitam modernizar o parque tecnológico e ampliar o tratamento de pacientes vulneráveis.
A ajuda da sociedade pode viabilizar a manutenção de equipamentos de alta complexidade e o suporte integral a pacientes que não possuem outra alternativa de tratamento. "Quando a sociedade escolhe contribuir, ela não está apenas transferindo recursos, está oferecendo um abraço silencioso às famílias que atravessam o momento mais desafiador de suas vidas", destaca o Dr. Humberto, diretor técnico da unidade. Lucia Maria de Souza Pimenta, paciente em tratamento no hospital, resume o sentimento de milhares: "Quando recebi o diagnóstico de câncer em 2022, sabia o que ia enfrentar. Fui encaminhada via Sus para o hospital Mário Kroeff e recebi todo o atendimento de forma rápida. Cirurgia da mama, quimio e radioterapia - tudo aconteceu rapidamente. Penso que o Brasil tem o melhor tratamento para câncer para a população que não pode custear o tratamento”, conta. “Sou fá de carteirinha do Hospital Dr Mário Kroeff".
Como ser um doador no Hospital Mario Kroeff
As doações podem ser feitas pelo site oficial da instituição e cada contribuição financia diretamente a manutenção de equipamentos, insumos e cuidados para pacientes que não têm outra opção de tratamento. Empresas interessadas em parcerias institucionais também podem entrar em contato pelo mesmo canal.
Sua contribuição faz toda a diferença na vida de milhares de pacientes atendidos pelo Hospital Mário Kroeff. Você pode ajudar realizando sua doação via PIX pela chave: doacao@mariokroeff.org.br ou pelo CNPJ: 32.410.037/0020-47. Também é possível doar pelos telefones da Equipe de Telemarketing: (21) 2136-9613 / (21) 2136-9729 ou pelo WhatsApp (24) 99221-1022.
Se preferir, entre em contato com a Equipe de Captação de Recursos pelo telefone (21) 2136-9617. Além das contribuições financeiras, você pode doar materiais de higiene e limpeza, alimentos, ou ainda colaborar no desenvolvimento e organização de eventos para arrecadação de doações. Cada gesto de solidariedade fortalece nossa missão de cuidar e salvar vidas.
Para maiores informações:
Site: www.mariokroeff.org.br
Endereço: Rua Magé, 326 – Penha Circular, Rio de Janeiro – RJ
Pesquisa revela que cantadas perderam espaço e conexão agora vem de interesses em comum
Afinidade e estilo de vida passam a ser mais relevantes do que abordagens tradicionais na hora da conquista
Levantamento recente do MeuPatrocínio, maior plataforma Sugar Daddy e Sugar Baby da América Latina, revelou que afinidade e estilo de vida ganharam prioridade entre a Geração Z e os Millennials na escolha de um parceiro. O estudo ouviu 3.682 usuários entre 18 e 40 anos.
Compartilhar a mesma visão de estilo de vida e de futuro é o principal critério para 58,9% dos entrevistados ao considerar evoluir um date para um relacionamento. Em seguida aparecem praticar atividade física (24,6%), gostar de viajar (10,3%) e valorizar experiências premium (6,2%).
"O que muitos buscam hoje é um equilíbrio, e, para isso, começam a se afastar dos modelos convencionais. Relações do tipo Sugar surgem como a alternativa mais inteligente, onde as intenções de ambas as partes são claras, há menos espaço para desentendimentos devido a uma comunicação aberta e honesta”, pontua Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do MeuPatrocínio,
Autenticidade também pesa: 79,6% dos entrevistados afirmou perder o interesse quando percebe que o parceiro mentiu sobre estilo de vida ou gostos pessoais.
A intencionalidade se estende à intimidade. Pesquisa da EduBirdie com 2.000 pessoas mostrou que a Geração Z é mais assertiva nesse campo, 82% insistem em discutir limites antes de se envolverem intimamente e 92% se sentem confiantes em dizer "não". "Não há nada de errado em não querer ter experiências sem sentido e das quais se arrepender", observa Julia Alexeenko, analista de cultura popular e mídia da EduBirdie.
Caio vê um padrão mais amplo: “essa geração tem mais consciência e preocupação com a saúde mental e também com a responsabilidade emocional, optando por um modelo de relacionamento mais prático e descomplicado, como a hipergamia”, finaliza.
História de preso nos protestos de 2013, “A Pequena Prisão” ganha adaptação inédita no Teatro Poeira com experiência imersiva inovadora
História de preso nos protestos de 2013, “A Pequena Prisão” ganha adaptação inédita no Teatro Poeira com experiência imersiva inovadora
Escrito por Daniela Pereira de Carvalho com base na obra homônima de Igor Mendes, monólogo revisita um dos mais impactantes relatos sobre o sistema prisional brasileiro, com direção de Fernando Ceylão e Vino Fragoso encenando mais de 30 personagens
O que sobra de nós quando a liberdade acaba? O que nos mantém humanos diante dos limites? E do que somos capazes para sobreviver? Essas são apenas algumas das perguntas que atravessam “A Pequena Prisão”, adaptação teatral inédita da obra homônima de Igor Mendes, que estreia no Teatro Poeira, na sala Poeirinha, com direção de Fernando Ceylão, dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho e atuação de Vino Fragoso. A temporada vai de 09 de julho a 30 de agosto, quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h.
Baseado em uma história real, o espetáculo parte da prisão arbitrária do professor Igor Mendes após os protestos que marcaram o Brasil a partir de 2013. No entanto, a montagem não busca reconstruir um caso ou revisitar um episódio político específico. O seu interesse está nas pessoas. Nos homens que habitam os espaços que a sociedade prefere não enxergar. Nos afetos que sobrevivem em meio à violência. Nas relações humanas que surgem quando tudo parece ter sido perdido.
Ao atravessar os portões do sistema penitenciário brasileiro, o protagonista encontra um país invisível, uma sociedade paralela. Um território habitado por personagens complexos, contraditórios e profundamente humanos. Homens que carregam suas histórias, seus erros, suas memórias, alegrias e suas estratégias de sobrevivência.
A partir desse encontro, “A Pequena Prisão” constrói um amplo mosaico humano que transforma uma experiência individual em um relato que é considerado por renomados criminalistas, o mais importante relato sobre o sistema prisional brasileiro dos últimos tempos.
A trajetória da obra já atravessou diferentes linguagens artísticas. Em 2017, o livro foi lançado dentro de quentinhas em uma performance-encadernação conduzida por Isabel Teixeira. Posteriormente, o relato de Igor Mendes também integrou o espetáculo “Florestas que Andam”, de Christiane Jatahy. Agora, pela primeira vez, a obra ganha uma montagem teatral própria.
Daniela Pereira de Carvalho conta que o primeiro impacto que o relato de Igor Mendes lhe causou veio da injustiça do processo que manteve um jovem universitário encarcerado durante seis meses por protestar, uma característica histórica da juventude estudantil.
- O Igor não foi preso nos anos 70. Ele não foi preso no período pós-golpe de 1964. O Igor foi preso em pleno regime democrático. A democracia havia falhado com o Igor. Esse foi o estopim da minha vontade de escrever essa adaptação. Porque é como ele mesmo disse ao sair da prisão: a democracia não tinha passado no teste. Então, ainda temos a obrigação de aperfeiçoar minuciosamente e arduamente o regime democrático - ressalta Daniela.
Idealizado por Vino Fragoso, ator, cenógrafo, diretor de arte e produtor cultural, o projeto marca sua terceira criação autoral apresentada no Teatro Poeira. Reconhecido por um trabalho que transita entre teatro, audiovisual e artes visuais, Fragoso reúne nesta montagem diferentes aspectos de sua pesquisa artística, assumindo também a concepção visual e cenográfica do espetáculo.
- Eu estou muito feliz com a adaptação de “A Pequena Prisão”, produzida e encenada pelo meu amigo, Vino Fragoso. É um sentimento contraditório: de um lado, a alegria por perceber que o texto segue relevante e atual, de outro lado, indignado que ele talvez faça mais sentido hoje do que há dez anos. Como se a sociedade brasileira caminhasse ciclicamente para trás. Mas seja como for, transformar em arte a dura realidade das prisões já é uma maneira de abrir brechas nos muros de indiferença que as cercam, um primeiro passo para derrubar os muros da pequena e da grande prisão também na realidade – revela Igor Mendes.
Experiência imersiva inovadora
Em cena, mais de 30 personagens atravessam um único corpo. A atuação se constrói a partir de constantes transformações físicas e emocionais, conduzindo o espectador por diferentes perspectivas e experiências de vida. O resultado é uma narrativa que se movimenta entre testemunho, memória, ficção e presença.
A direção de Fernando Ceylão aposta em uma experiência de proximidade radical. O público é disposto em formato em uma plateia não convencional e acompanha a ação cercado por uma estrutura cenográfica em permanente transformação. Oito grandes portas-grade movimentam-se pelo espaço, criando corredores, celas, fronteiras, lembranças, encontros e separações. Mais do que um elemento visual, a cenografia torna-se linguagem dramatúrgica. Cada deslocamento modifica a percepção do espaço e reorganiza a relação entre público e cena, numa experiência imersiva, nas palavras do diretor, um “tourforce”.
A iluminação assinada por Felicio Mafra e Vino Fragoso, a dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho, a direção de movimento de Fernanda Dias e a trilha sonora original de Federico Puppi ampliam a dimensão sensorial da montagem, criando uma experiência que convida o espectador não apenas a assistir, mas a atravessar a história.
Programação paralela
Produzido de forma totalmente independente e reunindo profissionais de destaque da cena teatral brasileira, o espetáculo também será acompanhado por uma série de ações paralelas durante a temporada, incluindo encontros com o público e atividades relacionadas ao relançamento da obra de Igor Mendes em edição comemorativa.
- Mais do que falar sobre prisões, “A Pequena Prisão” investiga aquilo que resiste dentro delas. E por que o processo de ressocialização é algo limitado a casos isolados? Porque talvez a pergunta mais importante não seja quem está atrás das grades, mas quais são as grades que permanecem do lado de fora – destaca Vino Fragoso.
A PEQUENA PRISÃO
Local: Teatro Poeira – Sala Poeirinha - R. São João Batista, 104, Botafogo, Rio de Janeiro – RJ
Temporada: de 09 de julho a 30 de agosto
Dias e horários: quinta-feira a sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Ingressos: de R$ 50 a R$ 100, vendas na bilheteria do teatro e no site https://bileto.sympla.com.br/
Classificação indicativa: 18 anos
Vinos Fraga
RioHarpFestival transforma o Rio, novamente, na capital mundial da harpa
Uma volta ao mundo com músicos de mais de 20 países em concertos gratuitos
O maior festival de harpas do planeta volta a transformar o Rio de Janeiro na capital mundial do instrumento. De 1º a 31 de julho de 2026, o XXI RioHarpFestival apresenta mais de 58 concertos gratuitos, reunindo cerca de 150 músicos e grupos vocais de mais de 20 países da América Latina, Europa, Ásia, Oriente Médio e África, em diferentes espaços culturais da cidade. A abertura acontece no dia 1º de julho, quarta-feira, às 18h, no Espaço Cultural Arte Sesc Flamengo, com a Orquestra de Gaitas de Foles, sob a regência do maestro J. Paulo e participação especial do harpista brasileiro Gelton Galvão.
Integrado oficialmente ao calendário de eventos do Rio de Janeiro, o festival promove uma verdadeira volta ao mundo ao som das harpas, conectando culturas e tradições musicais de diferentes continentes. A programação também ganha expansão internacional com edições em São Paulo e apresentações na Europa — em países como Espanha, França, Áustria e Alemanha — além de uma versão africana na África do Sul.
Com apresentações concentradas, em sua maioria, no Espaço Cultural Arte Sesc Flamengo e Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), além de outros importantes espaços culturais da cidade, como a Academia Brasileira de Letras, Academia Nacional de Medicina, Real Gabinete Português de Leitura, Jockey Club, Igreja da Candelária, Palácio Tiradentes, Centro Cultural Justiça Federal, Museu da Justiça e Forte de Copacabana, o festival convida o público para uma verdadeira volta ao mundo ao som das harpas, reunindo diferentes tradições musicais e culturais em uma programação que vai do clássico ao contemporâneo, do barroco ao jazz, da música árabe aos ritmos latino-americanos, passando pelas harpas africanas, pelo koto japonês e pelas sonoridades indianas.
Para mais informações, acesse o site https://rioharpfestival.com.