O ESTREITO NÃO FICOU ABERTO NEM 24h
E A CHINA, POR GANÂNCIA, CORRE RISCO
Ricardo Labatt
Durante todo este período, o Irã dedicava 70% da sua ação aos alvos dos EUA e 30% a Israel. Já o Hezbolah se dedicava exclusivamente ao combate à Israel, causando muita destruição e prejuízo.
Daí a Coalizão Epstein, foi à China e, sabedores que eles têm muitos interesses financeiros nos EUA, convenceram os chineses a intervir, por eles, na abertura do Estreito de Ormuz.
O Irã ouviu e considerou a proposta. Assim, pela terceira vez, caiu na armadilha dos sionistas. Pois, esse tempo que a China, Paquistão e Egito reivindicaram ao Irã para um cessar fogo - a pedido dos EUA e de Israel - beneficia o Irã na produção e drones e mísseis para reposição, facilita a troca de 27 milhões de toneladas de mercadorias, entre o Irã e a Rússia, mas é prioritário para que os sionistas, que agem através dos EUA e de Israel, possam se organizar e tentar mudar o rumo do combate.
Caso o Irã concedesse duas semanas, Israel e EUA investiriam em:
Reagrupamento de tropas e meios;
Conseguir, com aliados, munição: Japão, Coréia do Sul, Austrália;
Análises críticas de onde erraram, correção de pontos fracos e encontrar os do Irã;
Decapitações: Assassinato de líderes e de militares, inclusive cientistas, engenheiros e técnicos;
Insurgências, preparadas pelos serviços de inteligência, incluindo infiltração de grupos terroristas para criar pânico na sociedade;
Desestabilização do Governo através de mentiras, desinformação e fofocas (boca a boca);
Manifestações com agentes para fazer tumultos e, principalmente provocar massacres, para criminalizar o governo iraniano;
Sabotagens e explosões em refinarias, torres de transmissão, depósitos e água;
Cobertura sensacionalista e espetaculosa da mídia;
Sequestro de bens e sanções.
Assim, demonstraram logo no dia seguinte, partindo pra cima dos civis no NORTE do Líbano e quase mataram o Vice-Primeiro-Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros da Bélgica – Bienvenue Maxime Prévot - que se encontrava na embaixada de seu País em Beirut, a poucas centenas de metros dos alvos israelenses.
Na ação, mirando exclusivamente alvos civis, pois o Hezbolah atua exclusivamente no sul do Líbano, que faz fronteira com o norte de Israel, Israel matou 254 pessoas e deixou mais de mil feridos.
Israel há pouco mais de uma semana, também, atacou uma Sinagoga num bairro judeu de Teerã, que pra quem não sabe, reúne a maior população judia do Oriente Médio, fora de Israel. São aproximadamente 26 mil que vivem com total liberdade religiosa e cultural, contando com escolas, restaurantes kosher, e até Sinagogas. E foi justamente um dessas, que Israel bombardeou.
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