terça-feira, 31 de março de 2026

CIDADE

 ANISTIA GERAL NO IPTU DO RIO DE JANEIRO


                              Alto índice de Inadiplência

A redação do Jornal Cidade da Barra, a continua receber inúmeros e-mails de leitores reclamando do IPTU.

Estudos apontaram, que a inadiplência no IPTU do Rio de Janeiro chegou a níveis alarmantes superiores a 70% dos imóveis.
A Dívida Ativa já ultrapassa a casa dos 10 BILHÕES.

CAFÉCOM LABATT

 O EFEITO IRÃ, NO MUNDO e as TRAPALHADAS de FOREST TRUMP

Ricardo Labatt



O Irã, em apenas três semanas, está mostrando ao Sul Global e ao Mundo que é possível resistir e encalacrar o Império do Caos destruindo a psicologia de invencibilidade esse Império.

Hoje, o planeta sabe que o Império pode ser parado por uma Nação soberana cujo orçamento de defesa é 50 vezes menor que o dos EUA. Fazendo com que o Império das bombas seja reduzido a gritos histéricos e mentiras retóricas e insanas de um “Forest Trump” descontrolado.

DESVIO DO PETRODÓLAR, DO SWIFT E DAS SANÇÕES DOS EUA

Como conquistar o “Gold Card” para fazer parte do Clube exclusivo e obter a autorização para passar pelo Estreito de Ormuz:

1º) Contratar um “broker” – um despachante internacional – credenciado pela Guarda Revolucionária;

2º) O “broker” passa para o IRGC informações sobre quem é o dono do navio, sob qual bandeira ele navega, de onde sai e o tipo carga, o destino, a lista dos membros da equipagem e os dados do “transponder”;

3º) Após análise da IRGC ele pode conceder, ou não, ao solicitante, o seu “GOLD CARD” para que pague o pedágio de US$ 2 milhões, preferencialmente em Reinminbi. Embora, tanto o pedágio como a carga, possa ser pago em Rublo digital, Reinminbi digital, ou Cripto, o que permite burlar os sistemas de checagem do Swift (norte-americano) e, evitar sanções;

4º) O comando da embarcação, recebe via rádio, a autorização para ser utilizado, com hora marcada para uso, pois ao passar pela Ilha de Larak, os guardas podem verificar visualmente, com binóculo, a embarcação autorizada através de todo o corredor de 8 km.

 Caso a carga, os donos do navio, a bandeira, o destino, ou mesmo os membros da equipagem tenham alguma ligação, com governos considerados inimigos NÃO PASSA. Por exemplo, Japão e Coréia do Sul estão em análise e, suas possíveis liberações para futuros cadastros ainda estão dependendo das conversas que seus governos terão com os membros do Governo Iraniano.

Hoje estão autorizados a pleitearem o “Gold Card” os seguintes países: Rússia,  Malásia, Índia, Paquistão, Iraque, Turquia, Bangladesh, Sri Lanka e Tailândia, além é claro os da frota fantasma da Rússia e os navios da China, esta última sendo a única que não paga pedágio.

A DOENÇA DO MUNDO

O Vice-Presidente da Cruz Vermelha, um Major General português canalha, declara que a solução para o Irã é jogar 3 bombas atômicas lá. Até na ONU já apareceram criaturas que cogitaram a possibilidade de uso de armamento nuclear contra o território persa, pois estão todos de joelhos pro Irã.

NÃO É SÓ A DITA DIREITA QUE SE ARRASTA E DESFRALDA AS BANDEIRAS DE ISRAEL

Tabata Amaral (PSD de SP), Heloísa Helena (REDE do RJ) e Vander Loubet (PT do MS) são sub-escritores da vergonhosa PL 1424-2026, que equipara anti-semitismo (ser contra os filhos de SEM e netos de Noé) e anti-sionismo (ser contra os SIONISTAS), adotando a regra da International Holocaust Remembrance Alliance (IHRA), da qual o Brasil não mais faz parte e foi criada por Göran Persson, Tony Blair e Bill Clinton.

Essa gente ignorante, sempre vislumbrando vantagens pra agir desta forma, não sabe que sionismo não é raça. É movimento, igual ao nazismo.

TAPA NA CARA

No momento em que os EUA procuram desesperadamente uma forma, ou uma narrativa, que não traga muita vergonha, para sair correndo do Golfo, a Rússia, pouco ligando pras bravatas de ataque a Cuba e bloqueio geral, dá um tapa na cara de Trump e envia para Cuba - que naufraga também aceitando o “identitarismo” e a Cultura Woke - um petroleiro com 675 mil barris de petróleo, só de início, para aliviar os efeitos do criminoso bloqueio norte-americano.


Saiba diariamente o que acontece, em análises sintetizadas dos 50 melhores analistas do planeta. A verdade, sem torcida, sem verniz ideológico. A verdade que você não vê na mídia tradicional. Basta clicar no link https://www.youtube.com/@RicardoLabatt


SHOW

 Feriado animado: teatrinhos e oficinas para bebês movimentam o Clube do Foguinho em abril

Atividades gratuitas reúnem música, brincadeiras sensoriais e histórias clássicas para crianças de diferentes idades aos sábados e domingos

Em abril, o Clube do Foguinho planejou uma agenda com oficinas e brincadeiras infantis gratuitas pensada para quem vai aproveitar os feriados em família e está em busca de um ambiente seguro e acolhedor. As atividades acontecem aos sábados e domingos, no 3º piso, com atrações voltadas a bebês, crianças e seus familiares.

Aos sábados, as opções de lazer incluem músicas, brincadeiras sensoriais e oficinas temáticas. No sábado que antecede a Páscoa (04/04), o clube terá uma dinâmica com o tema “Mentirinha tem perna curta”. À tarde, os pequenos podem participar da Páscoa do Foguinho, que reúne atrações como oficina de chocolate e caça aos ovos. Na semana seguinte, no dia 11, o clima festivo continua com o tema “A Páscoa chegou”, desta vez focado no público até 2 anos.

Antecedendo o feriadão de Tiradentes, o encontro do dia 18 celebra o Dia do Livro Infantil ao estimular a imaginação, a criatividade e o hábito da leitura. O dia 24 encerra a agenda de abril com a oficina “Viva os povos originários”, em homenagem a população indígena.

Aos domingos, das 15h às 16h30, o shopping recebe apresentações de teatrinho infantil no Espaço Vista, próximo ao Werner, voltadas a crianças de até 12 anos. A programação começa no dia 12, com “Chá das Princesas”. No feriado de Tiradentes, 21, o público confere “Patrulha Canina”. Já no feriado de São Jorge, celebrado no dia 23, entra em cena o clássico “Branca de Neve”. “Os Três Porquinhos” encerram a programação no dia 26.

As atividades do Clube do Foguinho e os teatrinhos infantis são gratuitas. Para participar, é necessário realizar inscrição pelo aplicativo do shopping.

Clube do Foguinho para bebês

  • Local: 3º piso
  • Datas: 4, 11, 18 e 24 de abril de 2026
  • Horário: das 10h às 12h
  • Evento gratuito

 Teatrinho Infantil

  • Local: Espaço Vista, no 3º piso
  • Datas: 12, 21, 23 e 26 de abril de 2026
  • Horário: das 15h às 16h30
  • Evento gratuito
  • Endereço: Praia de Botafogo, 400 – Botafogo, Rio de Janeiro

SAÚDE

 Endometriose: Entender a dor é o primeiro passo para o tratamento

Cerca de 8 milhões de mulheres enfrentam a doença, cujo sintoma mais comum é a cólica menstrual intensa. Um grupo que carrega o peso do silêncio e, normalmente, do diagnóstico tardio. 

Muitas mulheres crescem ouvindo que "sentir dor no período menstrual é normal", o que pode acabar mascarando uma condição que exige atenção médica especializada e um olhar multidisciplinar: a endometriose. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 8 milhões de mulheres enfrentam a doença, cujo sintoma mais comum é a cólica menstrual intensa. Um grupo que carrega o peso do silêncio e, normalmente, do diagnóstico tardio. 

A doença se caracteriza pelo comportamento atípico do endométrio, o tecido que reveste o útero. "A endometriose é uma condição ginecológica em que o tecido que reveste a parte interna do útero cresce fora dele, causando dor, inflamação e, em alguns casos, dificuldades para engravidar. Esse tecido pode se localizar em órgãos como ovários, trompas, intestinos e bexiga", explica a ginecologista Vânia Marcella Calixtrato, que atende no Órion Complex.   

O Março Amarelo visa conscientizar sobre a endometriose. Vânia Calixtrato observa que, embora a genética desempenhe um papel crucial, outros fatores biológicos como a menstruação precoce (antes dos 11 anos) e fluxos muito abundantes também são indicadores de risco. “O estilo de vida, embora não seja a causa direta, atua como um regulador da gravidade: hábitos inflamatórios e sedentarismo podem piorar consideravelmente as dores", diz. 

*Quando a cólica não é comum*

Diferenciar o desconforto aceitável de um sintoma de endometriose é o maior desafio das pacientes. Enquanto a cólica comum cede com analgésicos e diminui ao longo do ciclo, a dor da endometriose é persistente e incapacitante.

"Ela pode durar durante todo o ciclo menstrual, além de afetar outros momentos, como antes ou após a menstruação. Também pode ser acompanhada de outros sintomas, como dor durante as relações sexuais, sangramentos fora do ciclo e dificuldade para engravidar", destaca a médica.

Outros sinais frequentemente negligenciados são a dor ao urinar ou evacuar durante o período menstrual e dores profundas durante o ato sexual. Se esses sintomas forem frequentes, a investigação com um ginecologista é indispensável.

*O desafio do diagnóstico*

Segundo dados do Instituto Endometriose, a doença demora, em média, de 7 a 10 anos, para se confirmar. A especialista explica que a variedade de sintomas, que se confundem com miomas ou síndrome do intestino irritável, dificulta o processo. Além disso, exames simples de sangue, como o CA-125, não são conclusivos.

"O exame de sangue CA-125 não é suficiente para confirmar ou descartar a endometriose, não é um exame específico. O diagnóstico definitivo depende da combinação de exames de imagem, sintomas clínicos e, muitas vezes, da laparoscopia", esclarece.

Atualmente, os exames de imagem mais precisos são a Ressonância Magnética (RNM) e a ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal, sendo este último extremamente dependente da experiência do médico examinador para identificar focos na pelve e ovários.

O tratamento não é apenas cirúrgico. Existe uma série de opções clínicas que visam devolver a qualidade de vida à paciente, incluindo analgésicos, terapias hormonais - como o DIU -, e até bloqueadores de estrogênio.

A cirurgia (laparoscopia) é reservada para casos específicos."A laparoscopia é necessária quando os tratamentos clínicos não conseguem controlar os sintomas, ou quando a endometriose está comprometendo a fertilidade da paciente. Em casos de endometriose profunda, onde há comprometimento de órgãos, a cirurgia pode ser indicada."

*Estilo de vida como remédio*

A alimentação surge como uma poderosa aliada no manejo da inflamação. Uma dieta rica em antioxidantes e anti-inflamatórios (ômega-3, cúrcuma, frutas e vegetais) pode reduzir os sintomas. Da mesma forma, exercícios como yoga e caminhada auxiliam na circulação e na redução do estresse, combatendo a oxidação do organismo.

A endometriose não tem cura definitiva, mas tem controle. O acompanhamento contínuo e a conscientização de que a dor intensa não deve ser normalizada são as chaves para que milhões de mulheres retomem o controle de suas vidas”, finaliza a especialista.

GERAL

 Guerra no Oriente Médio acende alerta na economia brasileira: petróleo, inflação e setores-chave sob pressão

Especialista da UniCesumar analisa como a alta do petróleo e a instabilidade global impactam desde o agronegócio até o poder de compra do consumidor, exigindo cautela e planejamento

A escalada da guerra no Oriente Médio já reverbera na economia brasileira, gerando um cenário de incerteza que pressiona desde os preços dos combustíveis até os custos da indústria e do agronegócio. O principal canal de impacto, o preço internacional do petróleo, superou a marca de US$ 100 por barril, acendendo um alerta para a inflação e para a estabilidade de setores estratégicos no Brasil.

A volatilidade é sentida diretamente no mercado. Com a instabilidade no Estreito de Ormuz, por onde escoa cerca de 20% do petróleo mundial, os custos logísticos dispararam. O preço do frete em rotas de importação da Ásia para o Brasil, por exemplo, triplicou, refletindo um efeito imediato da aversão ao risco.

“O Brasil, embora produtor de petróleo, não está imune ao choque externo. Esse cenário de conflito tende a pressionar combustíveis, fretes e, por consequência, diversos preços na economia. No curto prazo, os impactos ainda são mais expectativas do que efeitos consolidados, mas a volatilidade no petróleo e no câmbio já funciona como um sinal de alerta para a pressão inflacionária que está por vir", explica Juliana Franco, professora do curso de Ciências Econômicas EAD da UniCesumar.

Setores em risco e o efeito cascata

O impacto inicial se concentra em setores diretamente dependentes de combustíveis e logística, como transporte, agronegócio (afetado pelo diesel e por insumos como fertilizantes), indústria de transformação e aviação. "Se o choque de preços persistir, o que começa como um aumento localizado em combustíveis pode se espalhar por toda a economia, impactando desde o preço dos alimentos até o custo final de bens industrializados. O combustível é o principal vetor, mas a valorização do dólar e a interrupção de rotas comerciais ampliam o efeito", analisa a economista.

Para o consumidor, o impacto mais sensível é a perda do poder de compra, especialmente para as famílias de baixa e média renda. "Essas famílias gastam uma parcela maior de sua renda com alimentos e transporte, que são diretamente afetados, e possuem menor capacidade de substituir produtos ou absorver os custos", pontua Juliana Franco.

Diante do cenário, a recomendação para os consumidores é adotar um comportamento mais racional e planejado, como:

  • Pesquisar e substituir produtos por alternativas mais acessíveis.
  • Planejar as compras para evitar gastos por impulso.
  • Reduzir deslocamentos não essenciais para economizar combustível.

“Para a economia brasileira, o risco de um descontrole inflacionário é, por enquanto, limitado, graças à produção interna de petróleo e a uma política monetária que se mantém restritiva. No entanto, uma escalada prolongada do conflito no Oriente Médio pode levar a revisões nas projeções e exigir medidas mais firmes do Banco Central para ancorar as expectativas e conter a propagação da alta de preços”, conclui a professora da UniCesumar.