quarta-feira, 8 de abril de 2026

CIDADE

                        ANISTIA GERAL NO IPTU DO RIO DE JANEIRO

                                     Alto índice de Inadiplência

A redação do Jornal Cidade da Barra, continua receber inúmeros e-mails de leitores reclamando do IPTU.

Estudos apontaram, que a inadiplência no IPTU do Rio de Janeiro chegou a níveis alarmantes superiores a 70% dos imóveis.
A Dívida Ativa já ultrapassa a casa dos 10 BILHÕES.

CAFÉ COM LABATT

 TRUMP RECUA “DINOVO” E O IRÃ CONQUISTA UM TEMPO PARA RECONSTRUÇÃO DE SUA MÁQUINA BÉLICA, ENQUANTO OS EUA NÃO CONSEGUEM MUDAR A SUA

Ricardo Labatt

Essa, na realidade foi uma grande humilhação para os EUA, que prometeu acabar com o Irã, mudar o regime, levar o Irã a idade da pedra, acabar com a civilização persa e não conseguiu nenhum de seus objetivos declarados.

O primeiro objetivo seria a mudança de regime. Não aconteceu. O governo iraniano se fortaleceu junto à população.

O programa de mísseis passou a ser o objetivo, mas também não foi atingido.

Daí elegeram que o objetivo seria a entrega do urânio enriquecido e o programa de mísseis, onde os EUAS e Israel também não tiveram sucesso.

Então, por força da agressão de Israel e dos EUA ao Irã, o Estreito que estava aberto passou a ser objetivo. Os EUA consideravam imperativo conquistar a sua abertura, do que antes estava aberto.

Agora é ponto pacífico que o Irã controla o Estreito de Ormuz. E NENHUM objetivo, declarado pelos EUA, foi alcançado.

E O QUE ACONTECEU ATÉ AGORA, PARA GANHAR TEMPO

Os EUA já concordaram que o Irã cobre 1 a 2 milhões de dólares por cada navio que atravesse o Estreito de Ormuz. Porém o que mais o Irã conseguiu até agora:

  1. O fim das sanções contra seu país;

  2. A promessa de não agressão;

  3. A concordância em cobrar US$ 2 milhões por navio que cruze o Estreito;

  4. O programa de mísseis permanece intacto;

  5. O programa de enriquecimento de urânio intacto.

Detalhe, o acordo é entre EUA e Irã, de forma que o Irã continua atacando Israel. E mais, o que o Irã realmente pleiteia como exigência para dar fim definitivo ao conflito:

  1. O fim de todas as restrições, na ONU, contra o programa de mísseis e nuclear do Irã;

  2. O Irã manter o controle e a cobrança de pedágio em Ormuz.

  3. O ressarcimento financeiro por tudo que foi danificado em território iraniano;

  4. A retirada da presença bélica dos EUA na área do Golfo;

  5. O fim da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano.

O Irã só aceitou esse cessar fogo por conta da intervenção da China que garantiu que exigiria o cumprimento do acordado. Assim, caso essas negociações vá à frente, os EUA devem ter se comprometido a aceitar alguma dessas exigências iranianas.

Porém, eu não acredito que este cessar fogo perdure, até porque Israel e os Países Árabes queriam se livrar de vez do Irã. Mas não deu.

QUEM LEVA VANTAGEM NESSA PAUSA?

Particularmente acredito que o Irã seja muito beneficiado com essa desescalada. Isso porque, em 6 meses o Irã terá condições de construir e repor uma imensa quantidade de mísseis e drones já utilizados. Já os EUA, por conta da desindustrialização, dos gastos excessivos, do superfaturamento de sua máquina bélica e da falta de encomendas já agendadas, não terá mudanças de mais de 5% de suas necessidades de reposição.

Portanto, até agora, o Irã venceu em todas as frentes e caso haja uma diminuição da projeção de poder dos EUA, por meio da menor presença de navios e aeronaves na região, coloca Israel ainda mais contra a parede. Mas, com certeza, em breve assistiremos mais assassinatos extrajudiciais e tentativas de desestabilização do regime iraniano, pois quando se lida com escorpiões, não se pode esperar nada diferente. 

Hoje o Irã pode ser considerado a maior potência do Oriente Médio. A Nação hegemônica na região. Além de ser o professor de como se defender dos EUA. Muitos países começarão e investir em mísseis e drones sendo prioridade sobre aeronaves e navios, principalmente porta-aviões.

UMA LIÇÃO PARA O BRASIL

Como se daria uma investida contra o Brasil?

Logicamente seria a partir de um bloqueio naval, prejudicando exportações e importações e, lançando bombardeios navais à costa do Brasil

O Brasil, nem em 50 anos, teria marinha para se defender dessa ameaça, que é real. Pois mesmo que muitos fantasiem com ameaças advindas da China, da Rússia e mesmo do Irã, o nosso predador natural são os EUA, que inclusive nos vêem e matem como colônia. Declarando descaradamente isso para ouvidos surdos do Brasil.

Mas caso o Brasil passe a investir em mísseis e drones, inclusive drones submarinos, teria condições de resistir e repelir a Marinha dos EUA.

Isso o Irã nos ensinou. Pois o Irã afastou 2 porta-aviões dos EUA com o uso de mísseis e drones. Mas assimilar isso depende da desconstrução da megalomania das FFAA brasileiras que adquirem sucatas norte-americanas e, rezam na cartilha que eles nos impõem, ao invés de construírem lanchas rápidas em torno de mísseis e canhões potentes e/ou metralhadoras eficazes.

Caso queiram informações mais precisas acompanhem o Canal Sextavendo no youtube. Basta clicar https://www.youtube.com/@RicardoLabatt

CULTURA

 Festivais culturais gratuitos dedicados às pessoas com deficiência ocupam a Cidade das Artes no mês de abril


“O Que Move Você” e “Teatro Cego” transformam o complexo cultural em território de pertencimento onde a arte convida o público a estar junto

 

A Cidade das Artes, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura, recebe no mês de abril dois festivais de teatro gratuitos dedicados à inclusão cultural de artistas e pessoas com deficiência. A segunda edição do “Festival O Que Move Você?”, nos dias 11 e 12/04, reúne no palco artistas com e sem deficiência, que utilizam a música, a arte e a educação como instrumentos de inclusão social. Já o primeiro “Festival de Teatro Cego”, de 16 a 19/04, oferece ao público uma experiência imersiva realizada no escuro total, onde os quatro sentidos são usados para vivenciar os espetáculos “Acorda, Amor!”, “O Grande Viúvo” e “Clarear”. 

Ainda como parte da programação inclusiva do complexo cultural, no sábado (18/04), das 15h às 17h, a Biblioteca Municipal Ziraldo, localizada dentro da Cidade das Artes, abre as portas para o lançamento do livro “Não é esquisitice. É autismo!”, que aborda pequenas adaptações e mudanças de perspectiva que podem transformar a experiência de aprendizagem para crianças dentro do espectro autista. Na ocasião, a psicóloga e autora Ana Carolina Praça fará uma roda de conversa sobre os desafios e possibilidades na inclusão do aluno com autismo. A atividade é gratuita e aberta ao público.

 

“II Festival O Que Move Você?”

O evento promove encontros inéditos entre artistas de diferentes gerações e linguagens – música, teatro, fotografia; além de bate-papos na Biblioteca Municipal Ziraldo, aula de yoga, exposição e oficina. A mostra “Sou Down, Soul Up” apresenta os trabalhos de jovens fotógrafos com síndrome de Down, que revelam um Rio de Janeiro íntimo, sensível e surpreendente. Criando um espaço de encontro onde a música se transforma em vínculo, escuta e descoberta, o cantor e compositor Luís Carlinhos apresenta seu projeto "Macatchula", com pocket shows e oficinas de musicalização para crianças e famílias, junto com a percussionista Mila Schiavo. E também vai ter yoga guiada! É “Sopro da alma”, meditação musical com Lívia Villela e Rodrigo Sha. Várias atividades acontecem simultaneamente como, as atrações circenses, espetáculos curtos, dança em cadeira de rodas com a Cia Holos, parte da comissão de frente da Escola Embaixadores da Alegria e os DJs Marcelinho da Lua e JP, que tem síndrome de Down, animam o evento, que ainda conta com área gastronômica.

Idealizado pelo publicitário Caio Leitão – que é cofundador da Embaixadores da Alegria, primeira escola de samba no mundo voltada para pessoas com deficiência, em atividade há 20 anos –, o festival foi desenhado para todas as deficiências e conta com uma equipe de acessibilidade formada por profissionais experientes que atuaram nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Enquanto os artistas se movem pela arte inclusiva, há quem faça os outros se moverem. É o caso da dra. Tatiana Sampaio, bióloga e pesquisadora brasileira da UFRJ, reconhecida pelo desenvolvimento da polilaminina, uma molécula com potencial para regenerar lesões medulares. Ela participará do painel “Encontros que movem” no sábado (11/04), ao lado de Caio Leitão, com mediação de Bel Kutner. Os convidados de domingo (12/04) são o sanfoneiro cearense com deficiência visual Guilherme Dantas e duas mães atípicas – a atriz Yohama Eshima e a artista plástica Maria Teresa Stengel, fundadora da Ong One by One, voltada para atendimento a crianças carentes com paralisia cerebral.

No festival, a música instrumental ganha novos caminhos com Jonathan Ferr, Bossacucanova, Guilherme Dantas, Rodrigo Sha, Alfredo Del-Penho, Johnatha Bastos, Trio Capitu e convidados, criando formações únicas pensadas especialmente para o “O Que Move Você?”.

Sob a direção teatral de Bel Kutner, o festival apresenta duas obras sensíveis, que colocam em cena afetos, autonomia e humanidade: as peças “Meu amor é cego” e “Meu corpo está aqui”, que reúnem artistas com e sem deficiência em experiências cênicas potentes.

 

Sinopses das peças

MEU AMOR É CEGO - Escrita e protagonizada pelos artistas com deficiência visual Sara Bentes e Jeffinho Farias, a obra aborda o amor e as relações pela perspectiva de pessoas cegas, questionando preconceitos, num texto com humor e emoção. A peça conta a história de dois jovens, Alice e Daniel, que se apaixonam no primeiro encontro, mas enfrentam um grande obstáculo: Alice é cega. A partir desse ponto, a plateia é levada a refletir sobre os verdadeiros valores do amor e como ele pode superar qualquer barreira.

MEU CORPO ESTÁ AQUI – O espetáculo é baseado nas experiências pessoais das atrizes e atores PCDs (pessoas com deficiência), em que eles próprios estão em cena falando abertamente sobre seus relacionamentos, seus corpos, seus desejos. Uma mistura de depoimentos ficcionalizados por Julia Spadaccini, também pessoa com deficiência, e Clara Kutner, retratando o jogo entre as pulsões e os obstáculos que se apresentam nas descobertas e nas experiências de afeto e sexualidade em corpos PCDs. Um tema original e inédito nos palcos, que se aprofunda na reflexão desses corpos invisibilizados socialmente. No elenco, Bruno Ramos é surdo não oralizado, Haonê Thinar é pessoa amputada, Pedro Henrique França tem nanismo, Pedro Fernandes tem paralisia cerebral com cognitivo preservado e é usuário de cadeira de rodas e Jadson Abraão ator-intérprete de libras. Texto e direção de Julia Spadaccini e Clara Kutner, direção de produção de Claudia Marques.

“II Festival O Que Move Você?”

 

11 e 12/04 (sábado e domingo) - das 15h às 21h30

 

Cidade das Artes (Avenida das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca)

 

Ingressos: gratuitos em www.sympla.com.br

 

“I Festival de Teatro Cego”

Ao contrário de uma peça convencional, onde o espectador vê primeiro o cenário, que depois vai sendo preenchido por movimento e vida, no Teatro Cego tudo começa em uma escuridão profunda e total. Após a entrada dos atores, com a movimentação e utilização dos espaços, é que o cenário vai se revelando na imaginação de cada pessoa. Durante o espetáculo, sons, vozes e cheiros chegam aos espectadores vindos sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos no ambiente cênico. Tais sensações são o caminho para a compreensão da trama, mesmo ela ocorrendo completamente no escuro.

O elenco é formado por atores com deficiência visual, atores com baixa visão e atores videntes - que enxergam.  Para a segurança da plateia, artistas e produção, a sala escura onde os espetáculos acontecem é monitorada em tempo integral por uma pessoa da produção, através de câmeras de infravermelho e um sistema de iluminação emergencial é instantaneamente acionado em caso de emergência. Todas as peças foram escritas e dirigidas pelo dramaturgo Paulo Palado.

 

Sinopses das peças

 

- ACORDA, AMOR! - O espetáculo une a música de Chico Buarque ao Teatro Cego, com trilha sonora executada ao vivo pela banda Social Samba Fino, também completamente no escuro. As músicas costuram a trama e ajudam a contar a história de quatro jovens que lutam contra o governo militar nos anos 70. Enquanto tentam driblar os militares, Paulo, Lucas e Cesar lutam pelo amor de Natasha.

- O GRANDE VIÚVO - A peça é inspirada no conto homônimo, extraído do livro “A Vida Como Ela É”, de Nelson Rodrigues e conta a história de Jair, um viúvo que, após ter perdido sua amada esposa Dalila, informa à família que também quer morrer e ser enterrado junto à falecida. A situação só é resolvida quando uma mentira é inventada pela família, para dissuadir o viúvo da ideia da morte. Durante o espetáculo, um trio de musicistas executa uma trilha musical ao vivo.

- CLAREAR - O espetáculo conta a história de uma diarista e sua patroa que passam, ao mesmo tempo, por um tratamento de câncer. As duas encontram-se em momentos diferentes da doença, com a diarista praticamente curada e a patroa iniciando a quimioterapia. A relação dessas duas mulheres mostra as diferentes posturas e dificuldades que pessoas de classes sociais distantes têm diante desse desafio, ao mesmo tempo em que a compreensão das condições de cada uma delas faz nascer uma amizade que se tornará a principal ferramenta de suas lutas. A trama fala sobre generosidade, empatia, amor, medo, superação, respeito e autoestima.

 

“I Festival de Teatro Cego”

Datas e horários:

16 e 17/04 – Quinta-feira e Sexta-feira, às 20h

Peça: - Acorda, Amor!  (Classificação etária, 14 anos)

18/04 – Sábado (duas sessões) às 17h e 19h

Peça: O Grande Viúvo (Classificação etária, 12 anos)

19/04 – Domingo (duas sessões) às 17h e 19h

Peça: Clarear (Classificação Livre)

Local: Cidade das Artes (Avenida das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca)

Ingressos: gratuitos em www.sympla.com.br

 

Mais informações e a programação completa no site da Cidade das Artes http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br/.

ESPORTE

Girl Power desembarca no Rio de Janeiro com energia, brilho e empoderamento feminino 

 O Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte via Lei de Incentivo ao Esporte, apresenta: Girl Power  
Com o mote “Built to Shine”, ou seja, “Feita para Brilhar”, a Girl Power, apresentada pela Decathlon, chega ao Rio de Janeiro no dia 12 de abril, para uma experiência única de conexão, superação e empoderamento. A largada será às 7h, no Parque Olímpico (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra Olímpica), com percursos de 5 km e 10 km, reunindo mulheres de diferentes idades e níveis de condicionamento em um mesmo propósito: celebrar a força e o brilho que existem em cada uma. As inscrições já estão abertas no site:  www.girlpowerseries.com.br/rio-de-janeiro 
Inspirada na jornada de um diamante, que se forma sob pressão até revelar todo o seu esplendor, a Girl Power simboliza o processo de lapidação que transforma desafios em potência. Mais do que uma corrida, o evento é um movimento que une saúde, autoestima e pertencimento, estimulando mulheres a reconhecerem sua trajetória e a se conectarem com o esporte como ferramenta de bem-estar físico e emocional. Com arena temática, ativações exclusivas e um ambiente acolhedor, a Girl Power propõe uma vivência que ultrapassa a linha de chegada. Em 2026, o circuito passará por dez cidades brasileiras, fortalecendo a presença e o protagonismo das mulheres nas ruas e no esporte. 
O cenário reforça a importância desse movimento: segundo a 4ª edição do Panorama Setorial Fitness Brasil, a presença feminina nas atividades físicas vem crescendo de forma consistente, sendo um dos vetores de maior expansão do mercado fitness nacional. Ainda de acordo com o estudo, as mulheres procuram a corrida motivadas por fatores como controle do estresse, melhora da autoestima e manutenção da saúde física. Já o relatório Year in Sport 2025, do Strava, destaca o protagonismo das mulheres nas corridas e nos eventos de Endurance, confirmando que elas estão cada vez mais ativas e engajadas em comunidades esportivas.  
Sobre a Norte Marketing Esportivo:  Com mais de duas décadas de atuação, a Norte Marketing Esportivo é a maior empresa de marketing esportivo da América Latina. São mais de 300 eventos anuais, conectando mais de 1 milhão de atletas amadores em torno de um mesmo propósito: colocar as pessoas em movimento e transformar vidas por meio do esporte. Referência em unir propósito, performance e experiência, a Norte vai além da organização de provas: cria plataformas de vivência e relacionamento, oferecendo conteúdo informativo e inspiracional. Sua trajetória é marcada por inovação, impacto social e pela capacidade de conectar marcas, atletas e comunidades em uma grande rede de transformação. 
Girl Power Rio de Janeiro 
Distâncias: 5km e 10 km 
Data: 12/04/2026 
Horário da largada: 7h 
Local: Parque Olímpico (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra Olímpica) 
Valor do Kit: consulte opções de kits no site do evento 
Retirada do Kit: Decathlon Freeway Center (Av. das Américas, 2000, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro), dia 10 de abril das 10h às 20h e no sábado, dia 11, das 10h às 18h.  

CULTURA

Intervenção com esculturas gigantes transforma a Praça Mauá em experiência imersiva sobre afeto e adoção de pets

Obras do artista Eduardo Baum chegam ao Rio de Janeiro após sucesso em São Paulo e convidam público à interação e reflexão

A Praça Mauá, um dos principais pontos culturais do Rio de Janeiro, será palco de uma intervenção artística de grande escala entre os dias 6 e 12 de abril, batizada de “Histórias que Criam Laços”. Próximo ao Museu do Amanhã, o público poderá vivenciar gratuitamente duas instalações monumentais do artista Eduardo Baum, conhecidas por provocar experiências sensoriais e emocionais.

Entre as instalações, está o Abrigo de Histórias, escultura inflável em formato de livro gigante entreaberto, com cinco metros de altura que também funciona como um túnel imersivo. Nele, o visitante entra em contato com páginas repletas de histórias reais de adoção, incluindo algumas compiladas pelo jornalista Chico Felitti, que inspiram e estimulam a empatia, o acolhimento e a transformação de comportamentos. Felitti também compartilha sua história nesta obra.

A outra instalação é o Círculo de Paz, um gato gigante adormecido na clássica posição de repouso dos felinos. Mais do que contemplativa, a obra funciona como um mobiliário público de design que convida as pessoas a interagirem e criarem vínculos afetivos. Como um sofá circular, adultos e crianças podem se acomodar para descansar, contemplar e interagir.

Nos dias 11 e 12 de abril, a programação ganha ainda mais vida com apresentações circenses, contação de histórias, adoção de animais e sessões de Pet Yoga, ampliando o alcance social da intervenção.

“Mais do que obras contemplativas, as instalações propõem uma experiência participativa, em que o público é parte essencial da narrativa. A proposta dialoga com temas contemporâneos como solidão, saúde mental e o papel dos animais na construção de vínculos afetivos”, explica o artista.

Celebração dos 40 anos da Cobasi

Com a primeira edição realizada em São Paulo, durante o mês de janeiro, milhares de pessoas foram impactadas pelas obras, e 27 animais encontraram um novo lar por meio dos eventos de adoção. A iniciativa foi criada para encerrar as comemorações dos 40 anos da Cobasi e, devido ao sucesso de público, foi levada ao Rio de Janeiro.

Com forte apelo visual e interativo, a iniciativa também reforça o potencial da arte urbana como ferramenta de transformação social e de ocupação criativa dos espaços públicos.

“Histórias que Criam Laços”

Praça Mauá – Rio de Janeiro (próximo ao Museu do Amanhã)
6 a 12 de abril

Programação especial:

Contação de Histórias – 11 e 12/04, das 10h às 16h
Apresentação circense - 11 e 12/04, das 10h às 16h
Evento de adoção – 11 e 12/04, das 10h às 16h com a ONG Toda Vida Importa
Pet Yoga - Grupo PetYoga RJ
11/04 – às 16h
12/04 – às 9h