terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

SHOW

Carnaval: entre bloquinhos e altas temperaturas, hidratação vira prioridade na folia de rua

Foto: Helena Valenza

Calor intenso e consumo de álcool aumentam risco de desidratação nos dias de festa; água de coco surge como alternativa natural para manter a energia e o bem-estar

Onda de calor, longas horas ao ar livre, deslocamentos constantes, dança e consumo de álcool fazem do Carnaval um período crítico para a  hidratação. Todos os verões, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo reforça a necessidade de manter uma hidratação adequada para prevenir sintomas como fadiga, tontura, câimbras, queda de pressão e mal-estar, que podem comprometer o desempenho físico e interromper a folia antes do esperado. No Rio de Janeiro, o alerta também se intensificou, no início de janeiro, a capital fluminense atingiu o terceiro nível do Protocolo de Calor da prefeitura, acionado quando as temperaturas ficam entre 36°C e 40°C por ao menos três dias consecutivos, um cenário que amplia significativamente o risco de desidratação em atividades prolongadas ao ar livre, como o Carnaval.

Segundo a nutricionista esportiva e funcional Alice Paiva, profissional parceira da Lynv, durante a festa, a perda intensa de líquidos pelo suor, somada ao efeito diurético do álcool, aumenta a necessidade de reposição não apenas de água, mas também de eletrólitos como potássio e magnésio. Nesse cenário, cresce a busca por alternativas práticas e naturais. “A água de coco ganha protagonismo por ser leve, de fácil digestão e rica em minerais, e marcas como a Lynv apostam em versões 100% integrais, sem açúcares adicionados, conservantes ou aditivos artificiais, para atender a um consumidor cada vez mais atento à composição do que consome”, explica a especialista. 

“A nossa ideia sempre foi oferecer uma hidratação que respeite o corpo. No Carnaval, isso se torna ainda mais importante, porque as pessoas passam horas no calor e muitas vezes não percebem o quanto estão perdendo líquidos”, afirma Bianca Coimbra, fundadora e CEO da Lynv.

A seguir, a especialista parceira da Lynv, oferece dicas práticas para manter a hidratação durante o Carnaval, confira: 

1. Hidrate-se ao longo do dia
Não espere a sede aparecer. Pequenos goles frequentes ajudam a manter o equilíbrio hídrico de forma mais eficiente do que grandes volumes ingeridos de uma só vez.

2. Alterne álcool e líquidos
Intercalar bebidas alcoólicas com água ou água de coco reduz o impacto da desidratação e ajuda o corpo a se recuperar melhor entre um bloco e outro.

3. Faça reposição de eletrólitos naturalmente
Após horas de sol, dança ou praia, bebidas naturais ricas em minerais auxiliam na recuperação do organismo e no funcionamento muscular.

4. Use a água de coco de forma estratégica
Antes da folia, ajuda a começar o dia bem hidratado; durante, contribui para manter energia e equilíbrio hídrico; e depois, acelera a recuperação graças à presença natural de potássio, magnésio e cálcio.

5. Cuide-se no pós-folia
Depois da festa, reforçar a hidratação é fundamental para reduzir o cansaço e preparar o corpo para o dia seguinte. Além da água, a água de coco ajuda a repor líquidos e eletrólitos perdidos, favorecendo a retomada da disposição.

GERAL

 Glitter, bebida e maquiagem pedem técnicas certas de limpeza após o Carnaval

Especialista explica por que improvisos caseiros podem agravar manchas comuns e como a escolha correta do produto faz toda a diferença na limpeza do pós-folia

O Carnaval costuma deixar memórias marcantes, mas também resíduos difíceis de eliminar.  Após os dias de folia, não é raro encontrar glitter espalhado pela casa, respingos de bebidas, maquiagem impregnada em roupas e marcas de protetor solar em estofados. Diante da pressa para remover essas manchas, muitos recorrem a soluções caseiras que, além de ineficazes, podem causar danos aos tecidos, provocar desbotamento de superfícies e até representar riscos à saúde.

De acordo com Jennifer Pereira Martins, especialista em limpeza da Ecoville, maior rede especializada em produtos de limpeza do Brasil, em Gaspar (SC), cada tipo de sujeira exige uma abordagem específica e o uso de produtos adequados. “Manchas não são todas iguais. Elas têm composições químicas diferentes e precisam de soluções desenvolvidas para agir de forma eficaz, sem agredir o material”, explica.

Receitas improvisadas com vinagre, bicarbonato ou álcool podem até parecer inofensivas, mas podem causar danos irreversíveis, principalmente em tecidos delicados, estofados, pisos e superfícies pintadas. Então, confira a seguir como lidar com as principais manchas do Carnaval, sem deixar a segurança de lado.

Glitter – É um dos resíduos mais persistentes da folia. Composto por partículas muito pequenas e, muitas vezes, plásticas, ele se espalha facilmente e adere a tecidos, estofados e diferentes tipos de acabamento. “O ideal é remover o excesso a seco, sem esfregar, e depois utilizar um limpa multiuso concentrado ou detergente neutro, diluído conforme a orientação do fabricante, que ajude a desprender os resíduos sem espalhá-los ainda mais”, orienta Jennifer.

Bebidas alcoólicas e refrigerantes - Manchas de vinho, cerveja, drinks e refrigerantes contêm corantes e açúcares que penetram rapidamente nas fibras dos materiais têxteis. “O tempo também é um fator decisivo: quanto mais rápido a limpeza for feita, maiores as chances de remoção completa. Produtos desenvolvidos para esse tipo de sujeira ajudam a neutralizar os resíduos sem causar manchas secundárias no tecido”, diz a especialista.

Maquiagem e protetor solar – Base, batom, sombra e protetor solar costumam ter alta concentração de óleos e pigmentos. Esfregar com produtos inadequados pode espalhar a mancha ou fixá-la ainda mais. “A recomendação é utilizar detergentes neutros, limpadores multiuso com ação desengordurante suave, sempre respeitando o tipo de material, como tecidos delicados, estofados ou superfícies laváveis”, lembra Jennifer.

CIDADE

 Inadimplência de aluguel no Rio de Janeiro registra aumento em 2025, aponta Índice Superlógica

  • Índice de inadimplência de aluguel no Rio de Janeiro ficou em 4,20% no período, ante 3,95% em 2024
  • A região Sudeste registrou leve aumento de 0,12 ponto percentual na taxa de inadimplência de 2024 (3,12%) para 2025 (3,24%)
  • Gastos com apostas ultrapassaram 38 bilhões de reais e podem ter contribuído para o comprometimento da renda das famílias inadimplentes
  • Índice traz ranking das regiões com maior taxa de inadimplência de aluguel no ano
  • Criado para apoiar imobiliárias em decisões estratégicas, índice analisa dados anonimizados de mais de 600 mil clientes

Fevereiro de 2026 – A taxa de inadimplência de aluguel no Rio de Janeiro registrou aumento em 2025, saindo de 3,95%, em 2024, para 4,20%, com variação de 0,25 ponto percentual. O índice no estado está acima das médias nacional e regional, de 3,50% e 3,24%, respectivamente. Os dados são do Índice de Inadimplência Locatícia da Superlógica, principal plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para os mercados condominial e imobiliário no país.

Segundo Manoel Gonçalves, Diretor de Negócios para Imobiliárias do Grupo Superlógica, “a inadimplência de aluguel no Rio de Janeiro é preocupante, pois está acima da região e da média do país, o que indica um cenário desafiador em 2026. Será fundamental acompanhar as projeções de inflação e juros para que não haja maior pressão sobre o orçamento das famílias e maiores dificuldades no pagamento do aluguel nos próximos meses.” 

“Outros fatores externos também podem impactar o orçamento das famílias - entre eles, as bets, que provocaram perdas econômicas de R$ 38,8 mi no último ano segundo o Banco Central - e devem ser considerados para manter as contas no azul”, complementa.

Na região Sudeste, os imóveis comerciais lideram a inadimplência de aluguel, com 4,54%, aumento de 0,44 ponto percentual em 2025 ante os 4,10% de 2024. Em seguida, aparecem as casas, com 3,68% - leve crescimento de 0,07 ponto percentual frente aos 3,61% do ano anterior - e apartamentos, que mantiveram estabilidade entre os anos e tiveram 2,27% e 2,26% em 2024 e 2025, respectivamente.

No primeiro semestre, as regiões Norte e Nordeste alternaram entre as maiores taxas do ano – com o Norte liberando em janeiro, fevereiro, março e maio. Já no segundo semestre, o Nordeste registrou, em todos os meses, as maiores taxas do Brasil, com pico em outubro (6,84%). Na comparação anual, a região Nordeste manteve o índice mais alto do país, com 5,15%, mas com uma queda de 0,68 ponto percentual em relação a 2024 (5,83%). O Norte fechou o ano com inadimplência de 4,88%, recuo de 0,70 ponto percentual também em comparação com o ano anterior.

O Centro-Oeste teve o terceiro posto do pódio de 2025, com 3,59% (aumento de 0,42 ponto percentual ante 2024), com Sudeste (3,24% ante 3,12%) e Sul (2,89% ante 2,75%) na conclusão do ranking. “As taxas dessas regiões são mais baixas em relação ao Norte e Nordeste, mas tiveram aumento em relação ao ano anterior, o que acende um alerta para essas regiões também”, pondera Gonçalves.

No âmbito nacional, o levantamento mostra ainda que os imóveis comerciais registraram taxas de inadimplência mais altas do que os residenciais (apartamentos e casas). Apartamentos, casas e prédios comerciais registraram médias de 2,36%, 3,79% e 4,84% em 2025, respectivamente. Enquanto casas e comércios tiveram crescimentos respectivos de 0,01 e 0,40 pontos percentuais, os apartamentos tiveram queda de 0,08 ponto percentual.

Além de registrar o maior aumento ano contra ano, os imóveis comerciais lideraram a inadimplência durante 2025, com taxas entre 4,12% e 5,55% – pico marcado em setembro. “Esse tipo de imóvel pode ser mais afetado considerando a instabilidade econômica e os desafios enfrentados por empresas, refletindo muitas vezes as dificuldades financeiras de empreendedores brasileiros”, analisa o especialista.

Gonçalves destaca ainda que o ano ficou marcado pela maior taxa de juros em quase duas décadas (15% da Selic) e a perda da força da atividade econômica no Brasil após três anos consecutivos de crescimento – a expectativa de aumento é de 2,6% para 2025 contra 3,4% em 2024. “São fatores que impactam diretamente no poder de compra das famílias brasileiras e no pagamento das despesas. É preciso começar o ano com cuidado e atenção para manter as contas em dia e evitar problemas no futuro”, alerta.

 

GERAL

 Número de ataques à assistência médica em conflitos armados bate recorde enquanto Estados negligenciam a obrigação de proteger civis

Novo relatório de MSF mostra deterioração no cumprimento de regras do Direito Internacional Humanitário

Amsterdã/Madri, 2026 – Os ataques à assistência médica em conflitos armados atingiram níveis recordes. De acordo com um novo relatório de Médicos Sem Fronteiras (MSF), as partes em conflito — inclusive Estados — estão cada vez mais deixando de cumprir suas obrigações, previstas no Direito Internacional Humanitário (DIH), de proteger instalações médicas, profissionais de saúde, pacientes e veículos. Quase dez anos após a Resolução 2286 do Conselho de Segurança da ONU ter condenado os ataques à assistência à saúde e pedido o fim da impunidade, os Estados devem cumprir o DIH, respeitar a vida dos civis, garantir a responsabilização e reverter a cultura de impunidade.

O relatório, Assistência médica na mira, utiliza informações de bases de dados internacionais e da própria experiência de MSF em conflitos armados. Em 2025, o Sistema de Vigilância de Ataques à Assistência à Saúde (SSA) da Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou um total de 1.348 ataques a instalações médicas, resultando na morte de 1.981 pessoas. Isso representou um aumento significativo no número de mortos entre profissionais de saúde e pacientes em zonas de conflito, número que dobrou em relação a 2024, quando foram registradas 944 mortes. O Sudão foi o país mais afetado, com 1.620 pessoas mortas, seguido por Mianmar (148), Palestina (125), Síria (41) e Ucrânia (19).

Uma narrativa em transformação: de “erro” à “perda de proteção”

O relatório de MSF destaca um declínio preocupante no respeito das partes em conflito ao DIH. Essa tendência se reflete tanto nos dados estatísticos quanto nas declarações feitas por membros de governos, autoridades militares e outros atores envolvidos em conflitos armados.

“As partes em conflito mudaram a narrativa de ‘ataques por engano’ para uma justificativa de que instalações médicas e profissionais humanitários ‘perderam a proteção’ prevista no DIH. Essa mudança frequentemente reflete a priorização da necessidade militar em detrimento da obrigação de proteger civis e mitigar danos à população civil”, afirma Erik Laan, especialista em advocacy de MSF.

Em alguns casos, os ataques podem decorrer de interpretações equivocadas do DIH ou da exploração de ambiguidades tanto no direito convencional quanto no direito costumeiro. Como consequência, o ônus da responsabilidade se inverteu: em vez de serem automaticamente considerados civis e, portanto, protegidos, comunidades e instalações de saúde agora precisam provar que não são alvos militares.

“Obrigações centrais das partes em conflito, como a exigência de fornecer avisos prévios antes de um ataque, são frequentemente ignoradas”, explica Laan. “Essa negligência impede que instalações médicas respondam a alegações de perda de proteção ou evacuem pacientes.”

Estados foram responsáveis pela maioria dos ataques em 2024

Em 2024, os dados mais recentes da Safeguarding Health in Conflict Coalition (coalizão para proteger a saúde em conflitos, em tradução livre) documentaram 3.623 incidentes direcionados à assistência à saúde — 15% a mais do que em 2023 e 62% a mais do que em 2022. Em 2024, aproximadamente 81% dos incidentes de violência contra a assistência à saúde foram atribuídos a grupos estatais.

“O envolvimento de Estados em conflitos armados impõe desafios específicos à proteção da assistência médica, pois grupos estatais têm maior probabilidade do que grupos armados não estatais de realizar ataques aéreos e utilizar explosivos, especialmente em áreas densamente povoadas”, afirma Raquel González, coordenadora de MSF Espanha. “A violência contra a assistência médica e humanitária leva ao fechamento de serviços médicos essenciais e à retirada de organizações humanitárias, cortando o acesso à saúde para comunidades que frequentemente não têm alternativas. Pessoas que vivem em áreas de conflito já são afetadas pela violência, e a perda de cuidados médicos torna suas vidas ainda mais insuportáveis.”

Funcionários contratados localmente são particularmente afetados por esses ataques. De acordo com o Aid Worker Security Database (base de dados sobre segurança do profissional humanitário), entre 2021 e 2025, 1.241 funcionários locais foram mortos, 1.006 ficaram feridos e 604 foram sequestrados em todo o mundo. Eles representam 98% do total de trabalhadores humanitários mortos, 96% dos feridos e 94% dos sequestrados.

Reforçar o respeito ao Direito Internacional Humanitário

Em 3 de outubro de 2015, MSF sofreu um dos ataques mais letais contra seus funcionários, pacientes e instalações, quando um avião de combate AC‑130 dos Estados Unidos bombardeou o centro de trauma de Kunduz, no Afeganistão. O ataque matou 42 pessoas, incluindo 14 funcionários de MSF. Sete meses depois, após esforços de advocacy do setor humanitário, o Conselho de Segurança da ONU adotou a Resolução 2286, sobre a proteção de instalações e profissionais de saúde, que pediu o fim da impunidade para os responsáveis e o respeito ao DIH. Mais de dez anos depois, a assistência médica e a ação humanitária em conflitos armados continuam sob ataque — possivelmente mais do que nunca.

“Essa resolução foi um fio de esperança, pois foi a primeira vez que essas preocupações foram tratadas em uma decisão vinculante”, afirma Laan. “No entanto, apenas seis dos então 15 membros do Conselho de Segurança que adotaram a Resolução 2286 haviam ratificado todos os Protocolos Adicionais às Convenções de Genebra, que ampliam a proteção das vítimas de conflitos armados.”

As próprias leis e legislações nacionais dos países, que acabam incorporando obrigações jurídicas internacionais, desempenham um papel crucial nesse contexto. A legislação nacional, quando não é elaborada cuidadosamente e com a devida consideração ao DIH, pode comprometer, na prática, as obrigações do direito internacional, especialmente o direito à assistência médica para todas as pessoas, inclusive aquelas rotuladas como “inimigas” por uma das partes em conflito.

“Os Estados devem cumprir o direito internacional, e todas as partes em conflito devem garantir mecanismos adequados de engajamento militar para proteger a assistência médica, impedir o uso de instalações médicas para fins militares e integrar a proteção das missões médicas à doutrina e à tomada de decisões militares”, afirma Laan. “Os Estados também devem ser responsabilizados quando deixam de cumprir essas normas. Devem aceitar o estabelecimento de grupos independentes de apuração dos fatos, conduzir suas próprias investigações e compartilhar os resultados de forma transparente. Esses mecanismos são essenciais para estabelecer os fatos, garantir a responsabilização e combater a atual cultura de impunidade.”

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

SHOW

 

Folia, fantasia e diversão: Clube do Foguinho entra no ritmo do Carnaval em fevereiro

Atividades gratuitas acontecem aos sábados e domingos, com oficinas temáticas e especial de Carnaval para a garotada

O clima carnavalesco chegou ao Clube do Foguinho. Ao longo do mês de fevereiro, os sábados e domingos no Botafogo Praia Shopping serão embalados por atividades gratuitas para que a criançada possa aproveitar o melhor da temporada com segurança, conforto e muita diversão.

A primeira atividade começa já neste domingo, 1º, com a peça O Baile de Máscaras de Romeu e Borbolieta no teatrinho infantil realizado das 15h às 16h30 no Espaço Vista, no 3º piso.

Já no dia 7, sábado, a manhã começa em ritmo de festa com o Esquenta de Carnaval do Foguinho. A atividade ocorre das 10h às 12h, no 3º piso, e convida todos os pequenos a entrarem no clima com fantasias e confetes.

E no final do mês, a diversão continua. No dia 22, o teatrinho retorna com a peça Rio, trazendo Blu e Jade em mais uma aventura na Cidade Maravilhosa. No dia 28, o Clube do Foguinho recebe os pequenos exploradores para uma manhã de descoberta, cheia de imaginação e experiências sensoriais.

As atividades são gratuitas e reforçam o compromisso do empreendimento em oferecer experiências de lazer e convivência para toda a família.

 Clube do Foguinho

3º piso, ao lado do Espaço Vista

7 e 28 de fevereiro de 2026

das 10h às 12h

Inscrições: pelo app do shopping

Evento gratuito

Teatrinho Infantil

 Espaço Vista, 3º piso

1º e 22 de fevereiro de 2026

Horário: das 15h às 16h30

Evento gratuito

Endereço: Praia de Botafogo, 400 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ