sexta-feira, 17 de julho de 2026

GERAL

Região Sudeste registra queda de 0,43% no preço do GNV na primeira quinzena de julho, aponta Edenred Ticket Log

Em Minas Gerais e São Paulo o cenário foi de estabilidade, enquanto redução no preço do combustível foi identificada nos postos de abastecimento do Rio de Janeiro (-0,65%) e do Espírito Santo (-0,99%)

De acordo com dados do mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, o valor médio do GNV (gás natural veicular), na primeira quinzena de julho, foi de R$ 4,63 na Região Sudeste, com recuo de 0,43% ante o fechamento de junho.

“O Rio de Janeiro comercializou o GNV a R$4,58. Com diminuição de 0,65% nos preços, foi a menor média entre os quatro estados da região. A tendência de queda na média do combustível também foi registrada no Espírito Santo. Após recuo de 0,99% nos preços, o GNV foi vendido a R$4,99 e seguiu sendo o estado mais caro do Sudeste”, aponta Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

São Paulo e Minas Gerais apresentaram estabilidade no preço do combustível em relação ao fechamento de junho. Nos postos mineiros, ele foi comercializado a R$4,66, enquanto nos paulistas o preço médio foi de R$4,71.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos que administra: 1 milhão ao todo, com média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções eficientes e sustentáveis, a fim de simplificar os processos diários.

 

DESAFIOS A EMPREENDER

 Queda nas candidaturas de profissionais 60+ expõe novo desafio para o RH

Apesar de o IBGE apontar um recorde de idosos no mercado de trabalho, o volume de currículos em plataformas tradicionais despenca em 2026. Alta taxa de informalidade e retenção explicam o fenômeno que desafia a gestão de diversidade

O envelhecimento acelerado da população brasileira já é uma realidade nas mesas de decisão dos Diretores de Recursos Humanos (CHROs). Segundo dados do IBGE (Pnad Contínua) analisados pela Nexus, o número de trabalhadores com mais de 60 anos cresceu 53% nos últimos dez anos, somando quase 8,8 milhões de profissionais ativos. Hoje, uma em cada quatro pessoas nessa faixa etária está ocupada, a maior taxa da última década.

No entanto, um levantamento recente do Banco Nacional de Empregos (BNE) traz um paradoxo que deve colocar os recrutadores em alerta: o volume de candidaturas desse público em plataformas formais caiu pela metade. No primeiro semestre de 2025, o BNE registrou 29.088 candidaturas de profissionais seniores, no mesmo período de 2026, esse número recuou para 13.943.

O fantasma da informalidade e o viés dos algoritmos

O contraste entre o aumento de profissionais seniores na ativa e a queda no volume de currículos revela uma dinâmica desafiadora para as lideranças de gestão de pessoas. Essa desconexão reflete um misto de alta retenção de talentos no mercado formal e uma acentuada migração para o mercado invisível.

De acordo com um estudo da pesquisadora Janaína Feijó, do FGV IBRE, a informalidade atinge 53,8% dos trabalhadores 60+. Embora a "geração prateada" venha quebrando estereótipos em busca de autonomia e relevância econômica, a baixa escolaridade de parte desse grupo e o preconceito de idade ainda limitam o acesso a vagas formais e com melhores salários.

José Tortato, COO do BNE, afirma que as barreiras tecnológicas também contribuem para esse cenário. "A automação excessiva nos processos seletivos e o uso de Inteligência Artificial (IA) sem vieses auditados muitas vezes criam barreiras invisíveis para os profissionais seniores. Se o algoritmo desclassifica um currículo por causa de uma lacuna temporal ou do ano de formação, o profissional 60+ percebe que a plataforma formal não está gerando retorno e migra para o mercado informal ou para redes de indicação direta", analisa.

Para o executivo, essa redução no volume de candidaturas não deve ser interpretada como falta de interesse dos trabalhadores. "O RH precisa entender que a queda nas candidaturas não é falta de interesse do profissional, mas um sintoma de que os canais formais de recrutamento precisam ser mais inclusivos e humanizados."

Por outro lado, a queda acentuada nas candidaturas também pode indicar um fator positivo do ponto de vista de retenção: profissionais 60+ que já estão inseridos no mercado formal de trabalho estão trocando menos de emprego, priorizando a estabilidade em um cenário macroeconômico incerto.

Do operacional ao estratégico: o que o profissional sênior busca?

Os dados do BNE revelam que a busca por recolocação está concentrada em dois extremos bem definidos:

  • O topo operacional: A profissão de motorista continua sendo a de interesse entre os profissionais 60+. Foram 1.452 candidaturas no primeiro semestre de 2025 e 674 em 2026. Funções como porteiro, auxiliar administrativo e assistente administrativo também se mantêm no topo, atraindo quem busca contratações mais diretas e rotinas estruturadas.
  • A senioridade corporativa: Áreas técnicas de alta qualificação e gestão de risco, como engenharia civil e análise contábil, mantiveram volumes expressivos e estáveis (ambas acima das 300 candidaturas em 2026). Isso prova que a experiência de longo prazo ainda tenta cavar seu espaço no ecossistema corporativo tradicional.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

DESTAQUE

 Maria Helena Cantamissa 

A verdadeira participação da mulher no exercício da cidadania.


Maria Lúcia Mascarenhas é uma das mulheres mais influentes da região do 31° AISP, que abrange os bairros  da Barra da Tijuca a Camorim.

Atualmente ela preside o 31° CCS - Conselho Comunitário de Segurança, em seu segundo mandato, consequência de sua atuação como diretora social nos anos de  2018/2023.

Com um currículo invejável, essa Psicanalista, cuja formação acadêmica se traduz na Licenciatura e Mestrado em Letras na PUC/RJ; Colégio Freudiano/Univer-Cidade de Deus e Psicologia na Universidade Estácio de Sá.

Em 1974 prestou Concurso Público para lecionar Português/Literatura, lotada no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral. Foi 
Professora-Coordenadora  de Português e Representante de Turma, onde fora homenageada e Paraninfa.

Durante anos atuou,  voluntariamente, como Diretora da CCBT - Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, além de ser fundadora e Presidente da AMA-IL, a Associação de Moradores e Amigos do ITANHANGÁ Leste.

Exercendo naturalmente a cidadania, com foco na preservação da natureza e  segurança, não se furta a batalhar arduamente na concretização de importantes ações, congregando as associações civis e poder público, num perfeita comunhão cívica.

Sua luta foi incansável para tornar concreto o Projeto de Manejo Ambiental visando a Controle de Borrachudos, no ITANHANGÁ, financiado por alguma instituições da AMA-IL com relevante participação do ITANHANGÁ Golf Club, que evoluiu, após reiteradas reivindicações, culminando em uma  parceria com a Prefeitura Municipal.

Maria Lúcia é uma ferrenha combatente contra o desmatamento irregular, com a consequente  ocupação desordenada do solo. Ela é consciente de que a  construção civil, sem infraestrutura, favorece ao crime organizado e acha inadmissível a omissão do poder público.

Na Segurança Pública ela  tem como bandeira o aumento de efetivo, com a realização de concurso público, bem como, a aquisição de novas viaturas e motos.

Maria Lúcia acredita na rigidez das leis para dificultar interpretações que levem a Policia Militar do Rio de Janeiro a efetuar uma prisão, e, ato continuo, ser obrigada a soltar o mesmo cidadão por decisão judicial.

Mascarenhas  já vislumbra mudanças significativas como o Projeto de Lei sob a coordenação do General Pazuello, em cujo mandato ela  destaca a doação de  viaturas e motos com verba parlamentar, dentre outros políticos empenhados na luta por melhores índices na segurança pública local.

Maria Lúcia é o exemplo de mulher que não se acovarda ante as pressões de terceiros, tampouco paralisa  diante das inúmeras dificuldades. 

Ela é esse tipo de MULHER, altiva, feminina, mãe,  avó e cidadã, que REPRESENTA o sexo frágil e hercúleo (com perdão da apropriação), que "dá a LUZ" ao mundo.

SHOW

 Jane Duboc e Kiko Continentino fazem show dedicado a Milton Nascimento em Visconde de Mauá


Espetáculo que também mergulha no cancioneiro de Minas Gerais, “Morro de Minas” chega ao palco do jazz club do Terra da Luz Gastronomia & Hotelaria  

 

Jane Duboc e Kiko Continentino são amigos de longa data e formam uma das parcerias mais refinadas da MPB, unindo a voz marcante da cantora aos arranjos sofisticados do pianista mineiro. Em show intimista de piano e voz, o duo chega ao jazz club do Terra da Luz Gastronomia & Hotelaria, em Visconde de Mauá, nos dias 16, 17 e 18 de julho, quinta, sexta e sábado, às 21h (abertura da casa às 19h). O repertório contará com pérolas dos integrantes do Clube da Esquina, além de autorais de Continentino, como a canção que dá título ao projeto - com letra de Simone Guimarães.

 

A dupla, que já percorreu o Brasil e o exterior, dessa vez homenageia Milton Nascimento, ícone da música mundial, com quem Kiko trabalhou por quase 25 anos. Constam no programa clássicos como “Travessia”, “Certas Canções” e “Clube da Esquina 2”, além de autores como Flávio Venturini, Lô Borges, Beto Guedes e Toninho Horta. Algumas parcerias de Kiko com Milton estão contempladas no programa, em arranjos inéditos concebidos para a linda voz de Jane Duboc, eleita pela revista Rolling Stone Brasil uma das 100 maiores vozes da música brasileira.

 

Local: Terra da Luz Gastronomia & Hotelaria – Alameda Gastronômica, s/n, na Vila de Maringá, na região de Visconde de Mauá - RJ/MG

Apresentações: dias 16, 17 e 18 de julho, quinta, sexta e sábado, às 21h (abertura às 19h)

Informações e reservas: (24) 99254-5715