terça-feira, 22 de setembro de 2026

 


 

  MINISTRO DO STF

ANDRÉ MENDONÇA

CIDADE

  PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

                                     ANISTIA JÁ

         Continua a chegar e-mais pedindo Anistia do IPTU

O texto abaixo tem sido publicado várias vezes porque tem sido alto o número de e-mails recebidos, falando da impossibilidade de efetuar o pagamento do IPTU, por estarem em situação financeira difícel. Oportunamente, em outros e-mails recebidos, os leitores do Cidade da Barra, reclamam da cobrança injusta e indevida por serem os proprietários do imóvel comprado, não sendo justa a cobrança da taxa que por muitas vezes a chamam de oportuno roubo.

A situação de inadiplência do IPTU no Rio de Janeiro é alarmante e já  chega a R$ 10,8 bilhões

De nada adiantou o primeiro e o segundo desenrola.

A INADIPLÊNCIA CONTINUA EM ALTA COM 82% DOS BRASILEIROS NA FALÊNCIA TOTAL

São muitos os e-mails que continuam a chegar na redação do Jornal Cidade da Barra - 3.800 - falando da impossibilidade de pagar o IPTU por estarem totalmente endividados.

A Barra da Tijuca acumula R$ 1,9 BILHÃO, Centro R$ 1,5 BILHÃO, Botafogo R$ 665 MILHÕES. Além do Complexo do ALEMÃO, VIDIGAL e MARÉ com R$ 59,1 MILHÕES, respectivamente.

DIREITO & TRIBUTAÇÃO

 Reforma tributária coloca RH no centro das decisões sobre contratação, benefícios e custos

Com mudanças no sistema de tributação do consumo, decisões sobre mão de obra, terceirização, benefícios e fornecedores passam a exigir integração entre RH, financeiro, fiscal, contábil e jurídico

A reforma tributária vai ampliar a participação do RH em decisões que tradicionalmente ficavam concentradas nas áreas fiscal, contábil e financeira. Contratação de profissionais, terceirização, trabalho temporário, benefícios e escolha de fornecedores passam a ter também uma dimensão tributária e financeira.

A análise é de Silmara Silva, analista tributária, que participou do debate sobre o tema no RH em Foco, promovido pela Employer Recursos Humanos. Para ela, a principal mudança para as empresas está na necessidade de integrar áreas que, muitas vezes, trabalham de forma independente.

Com a transição para o novo sistema, o RH terá de participar das discussões sobre o modelo de contratação mais adequado às necessidades do negócio. A decisão entre contratação direta, trabalho temporário ou terceirização deverá considerar, além dos salários e encargos, custos, formação de preços e impactos tributários.

“A empresa terá que analisar qual forma que ela vai contratar para ver as vantagens melhores para a empresa”, afirma Silmara.

A escolha também poderá envolver a contratação de serviços especializados. Nesse caso, a empresa deverá avaliar o custo, os efeitos sobre o fluxo de caixa e as possibilidades de aproveitamento de créditos previstas no novo modelo.

Benefícios também entram na análise

Os benefícios oferecidos aos trabalhadores passam a fazer parte dessa avaliação. A questão, segundo Silmara, não é reduzir benefícios, mas compreender como cada alternativa impacta os custos e o tratamento tributário da empresa.

Para isso, o RH precisará trabalhar em conjunto com a área tributária antes de definir políticas de benefícios e modelos de contratação.

Atenção aos fornecedores

A mudança também aumenta a importância da análise de fornecedores e prestadores de serviços. A regularidade fiscal e a qualidade dos documentos emitidos poderão interferir no aproveitamento de créditos pela empresa contratante.

Por isso, não basta conferir os próprios documentos fiscais. Empresas também terão de acompanhar as informações fornecidas por parceiros e prestadores, reduzindo o risco de créditos bloqueados e impactos no caixa.

Mais integração entre áreas

Na prática, a reforma amplia a necessidade de decisões compartilhadas. RH, financeiro, fiscal, contábil e jurídico terão de avaliar conjuntamente questões relacionadas à contratação, benefícios, fornecedores, contratos e custos.

A transição começa em 2026 e avança nos próximos anos, com a entrada da CBS em 2027 e a substituição gradual de ICMS e ISS pelo IBS a partir de 2029. Para as empresas, o período exige preparação de sistemas, documentos, contratos e processos, além de uma revisão das decisões que envolvem custos e estrutura operacional.

A reforma tributária, portanto, amplia o papel do RH nas decisões que envolvem pessoas e estrutura de custos. A definição do modelo de contratação, dos benefícios e da utilização de serviços terceirizados passa a exigir uma análise conjunta com as áreas fiscal, contábil, financeira e jurídica. Para as empresas, o desafio é antecipar essas discussões e entender como as novas regras podem afetar custos, fluxo de caixa e competitividade.

 VIA PARQUE SHOPPING TRAZ MINHA MELHOR AMIGA PARA O CINEMATERNA DE SETEMBRO


O Via Parque Shopping exibe Minha Melhor Amiga na sessão Cinematerna de setembro, realizada em parceria com o Kinoplex. Protagonizada por Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, a comédia nacional é exibida no dia 22, às 14h, em uma sessão especial destinada a mães com bebês de até 18 meses. A sala é adaptada para proporcionar mais conforto às famílias, com iluminação suave, temperatura amena e som reduzido, garantindo conforto e uma experiência sob medida para as famílias.

 

O filme acompanha Júlia e Clara, melhores amigas que vivem o auge dos seus 50 anos. Quando suas filhas, Manu e Isadora, viajam para Portugal para um intercâmbio, as duas aproveitam a oportunidade para se afastar da rotina e embarcam rumo à Europa. Mas, ao chegarem em terras lusitanas, nem tudo sai como planejado. O que começa como uma temporada de diversão se transforma em uma experiência inesperada, capaz de ressignificar a vida e a amizade das duas.

 

A exibição acontece no Kinoplex do Via Parque Shopping, localizado no 2º piso do empreendimento administrado pela Alqia. As vagas são limitadas e a entrada é gratuita para as primeiras cinco mães ou pais com bebês de até 18 meses, com um ingresso cortesia por bebê.