FLÁVIO BOLSONARO
PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO
ANISTIA JÁ
O texto abaixo tem sido publicado várias vezes porque tem sido alto o número de e-mails recebidos, falando da impossibilidade de efetuar o pagamento do IPTU, por estarem em situação financeira difícel. Oportunamente, em outros e-mails recebidos, os leitores do Cidade da Barra, reclamam da cobrança injusta e indevida por serem os proprietários do imóvel comprado, não sendo justa a cobrança da taxa que por muitas vezes a chamam de oportuno roubo.
A situação de inadiplência do IPTU no Rio de Janeiro é alarmante e já chega a R$ 10,8 bilhões
De nada adiantou o primeiro e o segundo desenrola.
A INADIPLÊNCIA CONTINUA EM ALTA COM 82% DOS BRASILEIROS NA FALÊNCIA TOTAL
São muitos os e-mails que continuam a chegar na redação do Jornal Cidade da Barra, falando da impossibilidade de pagar o IPTU por estarem totalmente endividados.
A Barra da Tijuca acumula R$ 1,9 BILHÃO, Centro R$ 1,5 BILHÃO, Botafogo R$ 665 MILHÕES. Além do Complexo do ALEMÃO, VIDIGAL e MARÉ com R$ 59,1 MILHÕES, respectivamente.
César Maia, quando PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, 1993,6,7,8 teve a iniciativa de dar ANISTIA E REMISSÃO de IPTU. Estabeleceu também ANISTIA TRIBUTÁRIA para multas moratórias sobre débitos de IPTU, TAXA DE LIXO, condicionando o pagamento da dívida principal.
Ricardo Labatt
Começamos esse bate papo de hoje com duas prováveis evoluções baseadas na análise dos vetores e dos envolvidos e com 3 afirmações, já confirmadas. Tudo numa análise honesta e SEM TORCIDA e sem tapa olho ideológico.
1 - Pete Hegseth não deve ver 2027, ainda no cargo. Minha aposta é que o Secretário de Defesa dos Estados Unidos (também chamado por vezes de secretário da Guerra no governo de Donald Trump, a seu próprio pedido (cai ainda este ano). Ele assumiu a função em 25 de janeiro de 2025 e não acredito que complete 2 anos diante de tanta incompetência, escolhas erradas e fracassos acumulados.
2 – Israel, ainda esta semana, atacou a Síria e, num breve futuro já escolheu outra frente. Atacará a Turquia, que ao invés de invocar o artigo 5º da OTAN, irá tentar fazer uso do acordo com o Paquistão e com a Arábia Saudita recém assinado. Os sauditas provavelmente não irão tomar partido, mas o Paquistão marchará junto com a Turquia sobre Israel.
CONSTATAÇÕES VERDADEIRAS E CHECADAS:
1- Os Emirados enviaram US$ 3 bilhões e 2 toneladas de ouro para Teerã, mudando de postura e tentando amenizar a ira que ajudaram a provocar ao emprestarem seu território para bases americanas que atacaram o Irã;
2 - O Paquistão disse que Arábia Saudita não vai arrasta-los para a guerra contra o Iêmen e, a Turquia declarou o mesmo. Ambos relataram que o Iêmen está apenas se defendendo dos ataques dos sauditas que romperam o acordo, além de aconselha-los a recuar diante do Iêmen, que inclusive humilharam as forças da Coalisão dos EUA, tanto no Governo Biden como na gestão Trump, bloqueando o Estreito de Bad al-Mandeb e atacando qualquer alvo saudita, onde quer que estivessem, reduzindo as exportações do Reino para 45% de sua capacidade anterior.
3 - O Irã se diz pronto para atacar a concentração de estadunidenses, que se aglomeram em Israel. Já que os EUA já foram expulsos do Catar, dos Emirados, do Kuwait, do Bahrein, da Jordânia, da Arábia Saudita, de Omã e do Iraque). Também já anunciaram que irão destruir os cabos submarinos da região do Golfo.
E... por falar em Irã e em Trump não podemos deixar de destacar a “sacada” do ano, diretamente do fabricante preferido de Trump, a ACME, marca de produtos utilizados pelo Coiote para tentar fazer mal ao Papa Léguas, no desenho animado.
Trump, sem diálogo com Teerã após inúmeras traições, imaginando que o Irã fosse como a Venezuela, teve a “brilhante” ideia de procurar Asif Raza Merchant, um diplomata paquistanês recrutado por um membro da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) para uma missão em solo americano, que ao contrário de uma mediação diplomática buscando a paz, foi condenado pela Justiça dos Estados Unidos sob a suposta acusação de planejar assassinatos de autoridades.
Agora, no desespero, por ordem do próprio Trump, Merchant foi instruído a ligar para Ahmad Vahidi oferecendo, em nome dos EUA, bilhões e bilhões de dólares (impressos em sua máquina de criar papel pintado sem lastro, que não gera inflação interna) a Ahmad Vahidi, comandante-chefe da IRGC e peça chave na organização, tentando gerar um ruptura na liderança, embrulhada na pseudo-imagem de serem amigos para sempre. É o marcado na imagem com uma seta vermelha.
Vahidi, hoje procurado pela Interpol. Também é um dos homens que defini os passos dados pelo Irã e, através de uma linha secreta, ouviu pacientemente toda a mensagem e a proposta do Governo dos EUA e, de forma pausada e firme disse a Merchant: - “NUNCA MAIS ME LIGUE PARA TRATAR ESSE TIPO DE ASSUNTO. VOCÊ ESTÁ ME PEDINDO PARA COMETER TRAIÇÃO E EU NÃO VOU TOLERAR ISSO”. E, prontamente foi relatar o fato a seu líder, o Aiatolá Mojtaba Khamenei, que em seguida, relatou o fato ao primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif que, compartilhou as informações com o chefe do Exército, Marechal de Campo Asim Munir, e com o Vice-primeiro-ministro e Chanceler Ishaq Dar.Shehbaz Sharif, que conduziu articulações diretas com líderes regionais e com o governo dos Estados Unidos para sediar negociações anteriores em Islamabad, no próprio Paquistão.
DE OLHO NAS MIDTERMS E NAS CONSEQUÊNCIAS
Trump, sem ter o que apresentar de produtivo nas áreas internas e externas, há dois meses das eleições que vão selar seu destino de provável “pato manco”, trai a Coréia do Sul, que ainda está tecnicamente em guerra com o outro ocupante da península coreana. Cancela as manobras conjuntas em andamento.
O presidente da Coreia do Sul, acuado, propôs um acordo de paz e se comprometeu a não mais lançar balões com panfletos de propaganda anticomunista em direção a vizinha do norte. Pediu que voltassem a mesa de negociação... não mais toca no tema de direitos humanos... promete não se intrometer nos assuntos internos e nem exige mais mudança de governo no país vizinho. Aceita formalmente a existência das duas coreias e prega uma reunificação futura.
Trump justificou o cancelamento dos exercícios conjuntos dos EUA, com a Coreia do Sul, declarando que eram caros demais e que a Coreia deveria se tornar menos dependente de Washington.
Este bate papo de hoje serve para que entendam o que a falta de armamentos e munição da OTAN - e principalmente dos EUA - aliada a seus fracassos recentes, fazem com que as relações, antes conturbadas, desde quando o próprio EUA criou uma linha imaginária, baseada num paralelo do Globo, para separar uma Nação e criar a mais conflituosa fronteira do planeta, pode causar.
Também para demonstrar o nível de desespero do Governo norte-americano por estar de mãos atadas. Por não ter medido as consequências desse conflito... Por não ter feito o inventário de armas próprias e do Irã, antes de ingressar neste conflito... Por não ter saída.
Por outro lado fica a pergunta e a certeza de como se sentem China e Rússia diante dessa demonstração de incompetência e fragilidade dos EUA, que numa tentativa de se impor numa guerra do século XX mostram-se claramente despreparados para uma do século XXI contra qualquer uma dessas potências, que aliás, se daria contra ambas unidas.
Até onde o RH deve lidar com problemas que vêm de fora do trabalho?
Questões financeiras, familiares e de saúde podem afetar o trabalhador, mas condições do ambiente profissional também podem contribuir para o agravamento de problemas psicossociais
Nem todo problema de saúde mental relacionado a um trabalhador tem origem no ambiente profissional. Dificuldades financeiras, conflitos familiares, problemas de saúde e situações de violência, por exemplo, podem afetar o estado emocional e chegar ao ambiente de trabalho. O desafio para as empresas é identificar quando esses fatores externos se somam às condições de trabalho e passam a contribuir para o agravamento do quadro.
A questão ganha relevância com a inclusão dos fatores de risco psicossociais na gestão de riscos ocupacionais. Para Francielli Vitali, head de negócios da ESSET, empresa do grupo Employer voltada à saúde e segurança do trabalho, a origem externa de um problema não elimina o papel da organização.
“O trabalho pode ser tanto o precursor quanto o agravante, mesmo que a origem seja fora do ambiente de trabalho”, afirma.
Isso não significa que a empresa tenha de resolver questões pessoais dos funcionários. A responsabilidade está em identificar situações do próprio ambiente que possam contribuir para o adoecimento e evitar que a organização seja um fator de agravamento.
Entre os riscos relacionados ao trabalho estão jornadas exaustivas, metas inatingíveis, problemas de relacionamento, liderança inadequada, falta de pausas e dificuldade de estabelecer limites entre trabalho e descanso.
Para o RH e as lideranças, o primeiro desafio é reconhecer os sinais. Mudanças de comportamento, queda de desempenho, aumento do absenteísmo ou alterações na forma como um profissional que antes apresentava bom desempenho passa a atuar podem indicar que algo merece atenção.
“Não é responsabilidade da empresa resolver nada que for pessoal, mas não podemos ser o agravante”, explica Francielli.
Diagnóstico vai além do questionário
A identificação dos riscos psicossociais não deve ser feita de forma isolada. Segundo a especialista, as empresas podem combinar diferentes ferramentas, como questionários com metodologias validadas, entrevistas e análise de indicadores internos.
Dados de absenteísmo, afastamentos e pesquisas de clima, por exemplo, podem ser cruzados com os resultados do diagnóstico para ajudar a identificar padrões e definir onde é necessário intervir.
O processo também exige cuidado com o sigilo. Quando o trabalhador entende que suas respostas não permitirão sua identificação individual, tende a se sentir mais seguro para relatar situações que poderiam não aparecer em uma avaliação conduzida diretamente pela liderança ou pelo RH.
“Não tem uma receita de bolo. A gente precisa entender naquela empresa qual é o cenário e qual é a metodologia que melhor se adapta àquela realidade”, afirma.
A partir do diagnóstico, a empresa deve estabelecer um plano de ação, definir prioridades e acompanhar se as medidas adotadas estão produzindo resultados.
RH e liderança têm papéis diferentes
A gestão dos riscos psicossociais também exige uma atuação conjunta. O RH pode assumir uma posição estratégica, enquanto as lideranças precisam estar preparadas para reconhecer sinais de sofrimento, acolher o trabalhador e saber quando encaminhá-lo para apoio especializado.
Para Francielli, não se trata de transferir para os gestores a responsabilidade pela saúde mental das equipes. A liderança também precisa receber instrumentos para lidar com essas situações.
A empresa pode, ainda, trabalhar ações relacionadas a equilíbrio entre vida profissional e pessoal, pausas, saúde e bem-estar. A especialista ressalta que fatores como atividade física, alimentação e sono também influenciam a saúde dos trabalhadores, embora não sejam responsabilidade exclusiva das organizações.
Da obrigação à prevenção
O levantamento dos riscos psicossociais deve fazer parte do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), seguindo a lógica de identificar os riscos existentes, avaliar sua gravidade, estabelecer medidas de prevenção e acompanhar sua evolução.
A diferença é que, ao contrário de riscos físicos ou químicos, os fatores psicossociais envolvem relações, percepções e formas de organização do trabalho. Por isso, a estratégia precisa considerar o porte, o segmento e a maturidade de cada empresa.
Mais do que cumprir uma exigência regulatória, a mudança pode levar o RH a rever processos, relações e formas de gestão. “A norma vem como uma obrigação, mas precisamos encontrar dentro da obrigação uma oportunidade de repensar nossos modelos de trabalho, nossas relações com as pessoas, nosso autocuidado”, afirma Francielli.
Nesse sentido, a discussão sobre riscos psicossociais amplia o papel do RH. A questão não é determinar se um problema nasceu dentro ou fora da empresa, mas compreender de que maneira o ambiente de trabalho pode contribuir para proteger o trabalhador ou, ao contrário, agravar uma situação que já existe.
O tema foi discutido por Francielli Vitali no RH em Foco, produzido pela Employer Recursos Humanos, em uma conversa que abordou ainda diagnóstico, metodologias, PGR, atuação das lideranças e medidas de prevenção.