FLÁVIO BOLSONARO
ANISTIA JÁ
A situação de inadiplência do IPTU no Rio de Janeiro é alarmante e já chega a R$ 10,8 bilhões
De nada adiantou o primeiro e o segundo desenrola.
A INADIPLÊNCIA CONTINUA EM ALTA COM 82% DOS BRASILEIROS NA FALÊNCIA TOTAL
São muitos os e-mails que continuam a chegar na redação do Jornal Cidade da Barra, falando da impossibilidade de pagar o IPTU por estarem totalmente endividados.
A Barra da Tijuca acumula R$ 1,9 BILHÃO, Centro R$ 1,5 BILHÃO, Botafogo R$ 665 MILHÕES. Além do Complexo do ALEMÃO, VIDIGAL e MARÉ com R$ 59,1 MILHÕES, respectivamente.
César Maia, quando PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, 1993,6,7,8 teve a iniciativa de dar ANISTIA E REMISSÃO de IPTU. Estabeleceu também ANISTIA TRIBUTÁRIA para multas moratórias sobre débitos de IPTU, TAXA DE LIXO, condicionando o pagamento da dívida principal.
Com texto inédito e direção do premiado Ivan Fernandes, “Vida de Cão – Uma Amizade Fora da Coleira” estreia no Teatro Café Pequeno, no Leblon
Clarissa Ribeiro
Pivo Maia e Claudio Amado vivem a relação inesperada de amizade de um homem e um cão em meio às pressões e solidão da vida contemporânea
Em um mundo cada vez mais frenético e implacável em suas metas, cobranças e obrigações, o afeto e seus pequenos gestos podem ressignificar a vida. Esse é o ponto de partida de “Vida de Cão – Uma Amizade Fora da Coleira”, peça que estreia no Teatro Café Pequeno, no Leblon, em curtíssima temporada de 11 a 26 de agosto, com sessões às terças e quartas-feiras, às 20h.
O espetáculo apresenta um texto inédito do premiado dramaturgo Ivan Fernandes que aborda o fenômeno crescente da vida contemporânea, com a sua dinâmica de pressão pelo resultado, em detrimento do bem-estar e de relações significativas. O autor também assina a direção.
No palco, dois atores experientes, Pivo Maia e Claudio Amado, encarnam Renan e Wesley, respectivamente. Renan é um homem que vive entre compromissos, pressa e solidão. A sua rotina atribulada esconde o vazio de quem já não encontra mais sentido no dia a dia. Até que, numa esquina qualquer, surge Wesley — um cachorro vira-lata que, ao ser acolhido por Renan, abre espaço para uma amizade inesperada e transformadora.
Com texto cativante e acessível, a peça evidencia como um afeto inesperado pode atravessar barreiras emocionais e recuperar a possibilidade de se conectar com o outro. Uma história sensível, que mistura humor e delicadeza, convidando o público a refletir sobre vínculos, empatia e a beleza das pequenas mudanças.
Vida de Cão
O estilo de vida contemporâneo, marcado por pressões profissionais e excesso de demandas, tem gerado impactos crescentes no bem-estar emocional. Segundo o relatório State of the Global Workplace, da Gallup, cerca de 40% dos trabalhadores no mundo relatam altos níveis de estresse diário, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o burnout como consequência do estresse crônico relacionado ao trabalho.
Segundo o autor, “Vida de Cão” nasce da necessidade de contar uma história sobre encontros transformadores. Em um mundo marcado pelo isolamento, pela pressa e pelo individualismo, o espetáculo propõe uma reflexão poética sobre a força das conexões afetivas, mostrando como gestos cotidianos podem dar novos contornos à vida.
A relação entre homem e animal funciona aqui como metáfora do acolhimento: Wesley não é apenas um cachorro, mas a representação da possibilidade de mudança, de olhar para fora de si e reencontrar a sensibilidade perdida.
O espetáculo conta com o apoio da Prefeitura e Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, do Bar do Caramello (Copacabana) e da água mineral Donna Natureza.
Teatro Café Pequeno - Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon, Rio de Janeiro - RJ
Terças e Quartas, às 20h, de 11 a 26 de agosto
Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$20 (meia)
Meia-entrada para idosos, estudantes, classe teatral, professores da rede pública ou particular, PCD, LGBTQIA+ e indígenas.
Venda de ingressos: na bilheteria (abre uma hora antes de espetáculo) e no site https://bileto.sympla.com.br/
Capacidade: 90 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Projeto Música no Museu retorna em agosto com programação gratuita
Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade Rio de Janeiro, projeto celebra 29 anos em 2026
Depois do sucesso do XXI RioHarpFestival em julho, o Música no Museu está de volta e dá sequência às comemorações dos seus 29 anos trazendo mais novidades numa programação totalmente gratuita.
Entre os destaques, no Espaço Sesc, Nelma Pataro dirige o concerto “Flautas Doces, Fino Som e Vozes Encanto”. No CCBB, Leandro Turano, piano, Alexandre Raicevich, sax soprano, o jovem pianista Bruno Fonseca, os pianistas Cecília Guimarães, Adriana Kellner, Ezequiel Peres, Fernanda Cruz e Maria Helena de Andrade, apresentando músicas de Cecília Guimarães, e Teclas Sonoras. Na Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, o Madrigal Cruz Lopes, comemorações do Dia de Nossa Senhora da Glória e no Palácio São Clemente, Consulado de Portugal, a pianista Fernanda Canaud, ora radicada em Portugal.
Criado por Sergio da Costa e Silva, o Música no Museu é Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro e já atingiu mais de 1 milhão e 250 mil pessoas em quase três décadas de atividades ininterruptas.
Confira o programa completo:
Dia 12 de agosto, quarta-feira, às 12h30
CCBB - Rua Primeiro de Março, 66, 4º andar, sala 26, Centro do Rio
Capacidade: 93 lugares.
Músico: Bruno Fonseca (piano)
Programa: Clássicos Internacionais
Entrada: gratuita.
Dia 14 de agosto, sexta-feira, às 19h
Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro - Praça Nossa Sra. da Glória, 26 - Glória, Rio de Janeiro - RJ
Capacidade: 80 lugares.
Músicos: Madrigal Cruz Lopes, com Luis Eduardo Louro (piano) e José Machado Neto (regência), nas festividades do Dia de Nossa Senhora da Glória
Programa: As Ave-Marias
Entrada: gratuita.
Dia 19 de agosto, quarta-feira, às 12h30
CCBB - Rua Primeiro de Março, 66, 4º andar, sala 26, Centro do Rio
Capacidade: 93 lugares.
Músicos: Cecília Guimarães, Adriana Kellner, Ezequiel Peres, Fernanda Cruz e Maria Helena de Andrade
Programa: Composições de Cecília Guimarães
Entrada: gratuita.
Dia 20 de agosto, quinta-feira, às 18h
Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco, 241, Centro do Rio
Capacidade: 100 lugares.
Músicos: Trio Movimento Musical, com Denise Emert (violoncelo),
Lelia Silveira (violino) e João Paulo Romeu (piano).
Programa: Clássicos Internacionais
Entrada: gratuita.
Dia 25 de agosto, terça-feira, às 18h
Museu do Exército - Forte de Copacabana - Praça Cel. Eugênio Franco, 1, Posto 6, Copacabana
Capacidade: 120 lugares
Músicos: Coral Brasil Tikva
Programa: Salmos Bíblicos e músicas judaicas interpretados
em Hebraico, e cancioneiro gospel brasileiro e norte-americano
Entrada: gratuita.
Dia 26 de agosto, quarta-feira, às 12h30
CCBB - Rua Primeiro de Março, 66, 4º andar, sala 26, Centro do Rio
Capacidade: 93 lugares.
Músicos: Teclas Sonoras, com direção musical de Nelma Pataro
Programa: do erudito ao popular
Entrada: gratuita.
Dia 29 de agosto, sábado, às 18h
Palácio São Clemente - Consulado de Portugal - Rua São Clemente, 424, Botafogo
Capacidade: 120 lugares
Músico: Fernanda Canaud (piano)
Programa: Clássicos Internacionais
Entrada: gratuita.
GraceGianoukas estreia “Dora”, comédia inédita de Thereza Falcão, no Teatro dos Quatro
João Pedro Hachiya
Com direção de Gilberto Gawronski, espetáculo estreia em 7 de agosto e apresenta uma personagem espirituosa diante das surpresas da vida
Uma das grandes referências da comédia brasileira, Grace Gianoukas protagoniza “Dora”, novo espetáculo escrito por Thereza Falcão e dirigido por Gilberto Gawronski. A montagem inédita estreia no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, em curta temporada, de 7 a 30 de agosto, com apresentações às sextas e aos sábados, às 18h, e aos domingos, às 17h. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e pelo site da Eventim.
Apresentada pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, com realização da Inova Brand, “Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.
Na peça, Grace encarna uma mulher que acreditava que sua história já estava escrita. Mas a vida provou que ainda faltavam alguns capítulos. Dora passou décadas cuidando dos outros. Dedicou-se à família, preservou suas histórias, assumiu responsabilidades e adiou desejos que pareciam poder esperar. Acreditava conhecer perfeitamente a mulher que havia se tornado e as razões que determinaram cada uma de suas escolhas. Até que as certezas que sustentavam sua existência começam a perder o lugar. É desse ponto de partida que a comédia se desdobra, transitando com naturalidade entre o riso e a emoção para falar sobre aquilo que todos carregamos: as escolhas que fazemos, as versões que construímos sobre nós mesmos e a possibilidade de transformar o próprio destino.
Em cena, Dora se vê diante de perguntas que evitou durante toda a vida. Ao revisitar relações familiares, amores interrompidos, promessas não cumpridas e sonhos adiados, ela percebe que o passado não é uma narrativa imutável. Cada lembrança pode esconder um novo significado, e cada verdade pode alterar profundamente a maneira como nos enxergamos.
O espetáculo toca, com delicadeza e irreverência, em temas como luto, pertencimento, culpa, envelhecimento, solidão e desejo. Espirituosa, contraditória, impaciente, afetuosa e dona de uma percepção particular sobre o mundo, a personagem vive cercada pelas presenças de uma família que já não está fisicamente ao seu lado, mas que continua influenciando seus gestos, decisões e afetos. A sua relação com a família, com os vizinhos, com o trabalho, com a tecnologia e até com a própria ideia de felicidade cria situações absurdas e reconhecíveis, de suas manias e pequenas revoltas às suas tentativas de manter tudo sob controle enquanto a vida insiste em surpreendê-la.
Dora faz o público rir enquanto propõe questionamentos que permanecem depois que as luzes do teatro se apagam: quantas escolhas fizemos para atender aos outros? Quantos sonhos chamamos de impossíveis apenas porque tivemos medo de vivê-los? E quem seríamos se, pela primeira vez, nos permitíssemos escolher livremente? Mais do que uma história sobre aquilo que ficou para trás, “Dora” é uma celebração de tudo o que ainda pode começar.
Sobre a BB Seguros
A BB Seguros é uma empresa de participações de capital aberto que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Com foco constante na inovação, tanto no canal do Banco do Brasil quanto em canais próprios e de parceiros, adotamos uma estratégia centrada no cliente, buscando oferecer experiências cada vez mais simples, relevantes e personalizadas. A companhia se destaca como líder de mercado em seguros rurais, previdência e capitalização. Como parte de sua estratégia para ampliar a proteção dos brasileiros, a BB Seguros dispõe do maior programa de relacionamento em proteção e futuro do Brasil: o Nível de Proteção, que reconhece como “Superprotegido” o cliente que possui quatro ou mais produtos. Quem é Superprotegido tem acesso a benefícios exclusivos, como atendimento prioritário e especializado, vantagens mensais, ingressos para eventos patrocinados, consultoria financeira e previdenciária e serviços de assistência residencial. Saiba mais sobre o programa em https://www.bbseguros.com.
Grace Gianoukas vive Dora
Premiada atriz, autora e criadora do emblemático “Terça Insana”, Grace Gianoukas é uma das grandes referências da comédia brasileira. O projeto transformou a linguagem do humor no país e revelou uma geração de talentos da cena teatral de São Paulo.
Depois da turnê nacional de “Nasci para ser Dercy” e de sua participação na novela “Êta Mundo Melhor!”, da TV Globo, Grace retorna aos palcos em um solo escrito para explorar diferentes registros de interpretação. Além da protagonista, a atriz dá corpo e voz às pessoas que atravessam suas lembranças, construindo em cena um universo de gestos, afetos e conflitos familiares.
Em “Dora”, sua precisão cômica se une a uma dimensão íntima e sensível, em uma atuação que transforma observação humana em humor e aproxima a personagem do público.
No cinema, atuou em filmes como “A Festa”, de Ugo Giorgetti, “Eu Não Conhecia Tururu”, de Florinda Bolkan, e “O Clube das Mulheres de Negócios”, de Anna Muylaert, pelo qual recebeu o Kikito de Melhor Elenco no Festival de Cinema de Gramado.
Em 2022, levou ao palco “Grace em Revista”, espetáculo comemorativo de seus 40 anos de carreira teatral, que lhe rendeu o Prêmio Prio de Humor e o Troféu Miguel Arcanjo. Sua trajetória reúne ainda o Troféu Açorianos por “O Acre Vai à Rússia”, o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz por “O Pequeno Mago”, o Troféu Nelson Rodrigues de referência nacional no teatro e na televisão e o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Atriz por “Grace Recebe”.
Em 2023, estreou em São Paulo “Nasci pra Ser Dercy”, espetáculo que segue em turnê pelo Brasil. Por sua atuação, Grace recebeu o Prêmio Shell, o Prêmio APCA e o Prêmio I Love Prio de Humor como Melhor Atriz.
Gilberto Gawronski | Direção
Ator, diretor e cenógrafo, Gilberto Gawronski é um dos nomes mais premiados do teatro brasileiro. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), construiu uma trajetória marcada pelo rigor artístico, pela valorização do texto teatral e por montagens que unem refinamento estético e investigação da condição humana. Entre seus trabalhos estão “Dama da Noite”, “Na Solidão dos Campos de Algodão”, “Medida por Medida”, “Bom Crioulo”, “Ato de Comunhão”, “À Beira do Mar Aberto” e “A Ira de Narciso”.
Vencedor de prêmios como Shell, APCA, Sharp, Mambembe, Qualidade Brasil e Açorianos, conduz em “Dora” uma encenação que equilibra humor, delicadeza e emoção, valorizando a presença da atriz e as diferentes camadas do texto.
Thereza Falcão | Texto
Dramaturga, roteirista e diretora teatral, Thereza Falcão tem mais de 30 anos de atuação no teatro, na televisão e no audiovisual. Durante mais de duas décadas, integrou o núcleo de dramaturgia da TV Globo, onde assinou como autora titular “Novo Mundo”, “Nos Tempos do Imperador” e “Elas por Elas”. Também foi coautora de “Cordel Encantado” e “Joia Rara” e colaboradora de “Avenida Brasil”.
Nos palcos, é autora de “Emilinha e Marlene – As Rainhas do Rádio”, “Sonho Encantado de Cordel – O Musical”, “Festa no Arraial – O Musical” e “Dora”. Também dirigiu a comédia “A Manhã Seguinte”, de Peter Quilter, e adaptou obras como “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, “Memórias de Adriano” e “Fim de Caso”, além de traduzir “Sra. Klein”, de Nicholas Wright.
Espetáculo Dora
Temporada: de 07 a 30 de agosto
Sessões: sextas e sábados, às 18h, e domingos, às 17h
Local: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea - Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: de R$ 25 a R$ 140, disponíveis na bilheteria do teatro e no site https://www.eventim.com.
Gênero: comédia
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
Abertura: 30 minutos antes do início do espetáculo
Bilheteria: segunda a domingo, das 14h às 20h (até o início do evento); sem taxa de serviço
Capacidade: 400 lugares (sujeito a lotação)
Reservas pelo WhatsApp: (21) 97309-6234