GOVERNADOR CAIADO
ORIENTE MÉIO ABRAÇA o IRÃ, SOB o GUARDA CHUVA
da CHINA e da RÚSSIA, DANDO às COSTAS aos EUA
Ricardo Labatt
O Marechal de Campo Syed Asim Munir Ahmed Shah, atual chefe do Exército do Paquistão, chega a Teerã, se encontra com Ahmad Vahidi, comandante-chefe do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e CONVIDA O IRÃ PARA PARTICIPAR DO “PACTO DE MECA”, o Pacto de Defesa já acordado e, recém assinado entre a Turquia, Paquistão e Arábia Saudita, do qual já existem outros interessados que, talvez se juntem ao grupo caso o Irã aceite fazer parte deste Pacto Militar. Seriam eles Bangladesh, Egito e Síria.
Além disso o Paquistão está discutindo com o Irã uma RELAÇÃO COMERCIAL AMPLIADA, isso diante da ameaça feita pelos EUA de punir quaisquer nações que comercialize com o Irã.
A atitude paquistanesa corrobora com seu total apoio ao vizinho, quando em abril, os EUA anunciaram o seu primeiro “bloqueio” aos navios que passassem pelo Estreito de Ormuz. Dois dias depois desse anúncio de “bloqueio” por parte dos EUA, o vizinho nuclear informava que iria abrir 6 (seis) rotas terrestres a partir de seis portos, na costa sul do Paquistão. Ocorre que o Irã fornece 70% do gás propano que o Paquistão usa e o Irã importa arroz do Paquistão, que tem total apoio da China.
Parece que se molda uma nova arquitetura de segurança para o Oriente Médio, com o apoio da Rússia, desde que o embaixador iraniano Abbas Araghchi esteve em Moscou e sugeriu um novo programa de defesa para a região a Putin. Isso talvez explique a visita repentina do diretor da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos – CIA – a Moscou, conforme noticiado ontem.
A visita de John Ratcliffe, que conta com a confiança total dos verdadeiros “donos dos EUA” durou cerca de 8 horas, quando tratou secretamente de assuntos importantes com seu homólogo russo, Sergei Naryshkin.
O desespero de Trump se evidencia quando o mandatário estadunidense ameaça bombardear países que não comprem Títulos do Tesouro norte-americano, numa técnica de venda bem eficaz... Apontar uma arma para a cabeça de alguém e perguntar: - “Você quer comprar meu produto?”
E, quando você faz isso com diversos países eles começam a procurar uma defesa mútua. Só esta semana Trump ameaçou e insultou a Coréia do Sul, ameaçou bombardear Omã, impôs tarifas de 50% ao Canadá e, tem mantido relações comerciais tensas com o Brasil. Antes havia sido descortês com a Primeira Ministra do Japão Sanae Takaich, além de montar uma emboscada para Cyril Ramaphosa – Presidente da África do Sul - e ser extremamente descortês e ofensivo com o Primeiro-Ministro canadense fazendo insinuações diretas de que o Canadá deveria se tornar o "51º Estado" americano. E, quando Marck Carney respondeu que o país não estava à venda, Trump rebateu num tom desafiador: - "Nunca diga nunca"... E, tudo isso em pleno salão oval da Casa Branca.
Mas não parou por aí. Gerou uma crise diplomática ao declarar que os EUA precisam controlar a Groenlândia por motivos de segurança nacional, não descartando o uso de força militar, ou pressão econômica para anexar o território, o que provocou a reação da Primeira-Ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, além de demais líderes da Dinamarca, da França, da Alemanha, do Reino Unido, da Itália, da Polônia e da Espanha, que emitiram uma declaração conjunta afirmando que a Groenlândia pertence ao seu povo e que o status do território cabe apenas aos groenlandeses e à Dinamarca.
Trump, nos últimos 18 meses, constantemente atacou o livre comércio com dezenas de países, principalmente aliados históricos, tentando forçar um comércio baseado em vantagens unilaterais com os EUA além de ameaça-los de abandono caso não ampliassem seus gastos militares, comprando produtos da Indústria de defesa norte-americana.
Enquanto isso a China chega e oferece comércio nas moedas locais, ou em Reinminbi, sem a obrigatoriedade de perdas de conversão para o dólar... sem percentuais perdidos com as taxas cobradas pelo mercado controlado pelo Sistema Swift... sem tempo de demora para compensações de transações comerciais internacionais e sem nenhuma preocupação de necessidade de obter uma carta de crédito dos EUA e nem com qualquer movimentação de dinheiro pelo Swift, podendo resolver tudo em segundos, pelo CIPS (Cross-Border Interbank Payment System), sistema chinês de transações criado em 2015.
O petrodólar se desfaz no campo econômico, político e militar, enquanto James David Vance tenta minimizar a vergonha, declarando que retirará o dólar da condição de moeda de reserva do mudo. Nada de novo nisso. Ele apenas vai tomar a atitude que um técnico de futebol tomaria ao tentar retirar um jogador de sua equipe que já está em vias de ser expulso e receber um cartão vermelho, tentando substituí-lo, antes da expulsão.
Já corre pelos corredores de Washington a informação de que, caso Trump leve os Republicanos a um desastre nas “midterms” de novembro, JD Vance tentaria o pulo do gato, não só aceitando a ideia, mas se posicionando enfaticamente a favor do “impeachment” de Trump. Mesmo que os EUA não são simpáticos a sistemas demorados, nunca aprovados pelo Senado, preferem ações rápidas como assassinatos de presidentes. Já praticaram 4 nos últimos 237 anos:
Abraham Lincoln: baleado em abril de 1865.
James A. Garfield: baleado em julho de 1881.
William McKinley: baleado em setembro de 1901.
John F. Kennedy: baleado em novembro de 1963.
Além da renúncia de Richard Nixon, em 9 de agosto de 1974 - em 9 de agosto - por conta do escândalo Watergate.
O mesmo Nixon, que supostamente, como eles contam ao mundo, tenha levado o homem à Lua em 6 (seis) missões distintas, sendo elas:
Apollo 11: Julho de 1969 (primeiro suposto pouso)
Apollo 12: Novembro de 1969
Apollo 14: Janeiro de 1971
Apollo 15: Julho de 1971
Apollo 16: Abril de 1972
Apollo 17: Dezembro de 1972 (último suposto pouso).
Todos supostamente realizados APENAS no governo de Richard Nixon, talvez antes deles perderem o mapa e se esquecerem os caminhos.
QUEM SÃO OS VERDADEIROS “DONOS” DOS EUA?
Walton: Herdeiros do Walmart, lideram o ranking nacional e global de patrimônio familiar.
Koch: Controladores da Koch, Inc. (atuação em energia, indústria e química), com mais de US$ 150 bilhões.
Mars: Donos da gigante de doces e alimentos para pets Mars, Inc., com cerca de US$ 129 bilhões.
Cargill-MacMillan: Proprietários da Cargill, gigante do setor de agronegócio e commodities.
Johnson: Gestores do fundo de investimentos Fidelity Investments.
Famílias de Influência Histórica
Rockefeller: Famosa pelo monopólio do petróleo no século XIX com a Standard Oil (John D. Rockefeller). Embora tenham um patrimônio direto menor hoje nas listas públicas (avaliado em torno de US$ 10 bilhões a US$ 11 bilhões em fundos contados), mantêm imensa relevância histórica e institucional em finanças e filantropia.
Morgan e Vanderbilt: Grandes nomes da era industrial americana (ferrovias e bancas), cujos legados moldaram a economia do país
Stan Kroenke: Dono de cerca de 2,7 milhões de acres (pastagens e ranchos).
Família Emmerson: Proprietária de 2,44 milhões de acres (indústria madeireira).
John Malone: Detém cerca de 2,2 milhões de acres em terras de cultivo e ranchos.
Ted Turner: Fundador da CNN, com cerca de 2 milhões de acres.
Pessoas Mais Ricas (Controle Corporativo)
O poder financeiro e de mercado está nas mãos de bilionários ligados a grandes empresas de tecnologia e investimentos, que se supõe serem escolhidos dos verdadeiros donos, o Governo dos EUA. São eles:
Elon Musk (Tesla e SpaceX)
Jeff Bezos (Amazon)
Mark Zuckerberg (Meta)
Larry Ellison (Oracle)
Famílias Tradicionais e Impérios
Fortunas multigeracionais mantêm controle sobre grandes setores da economia americana:
Família Walton (Walmart)
Família Koch (Koch Industries)
Família Mars (Mars, Inc.)
Família Rockefeller (pioneiros do petróleo e finanças).
Estudantes transformam arte em manifesto pela preservação da água em exposições gratuitas em Itatiaia, Porto Real e Resende |
Projeto Planeta Mania – Água apresenta intervenções artísticas produzidas por alunos de 12 escolas do Sul Fluminense e convida o público para workshops gratuitos de pintura |
Depois de mobilizar professores e estudantes em uma jornada de aprendizado sobre sustentabilidade, criatividade e cidadania, o projeto Planeta Mania – Água chega a uma nova etapa, compartilhar com a comunidade o resultado desse processo. A partir de 14 setembro, moradores de Itatiaia, Porto Real e Resende poderão visitar gratuitamente as exposições (veja agenda completa abaixo) que reúnem as obras produzidas por alunos de 12 escolas públicas participantes da iniciativa, patrocinada pela Volkswagen Caminhões e Ônibus por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e realizada pela Horizonte Educação e comunicação, em parceria com as Secretarias Municipais de Educação. Muito mais do que uma mostra artística, a exposição, que contará com recursos de acessibilidade comunicacional, apresenta diferentes olhares sobre a água como elemento essencial para a vida, a saúde, a cultura e o equilíbrio dos ecossistemas. Ao longo dos últimos meses, estudantes, conduzidos por seus professores, transformaram esculturas de globos terrestres em grandes telas tridimensionais, expressando, por meio da arte, suas reflexões sobre a preservação dos recursos hídricos e o futuro do planeta. O projeto cultural, com interface educacional, utiliza a arte como ferramenta de aprendizagem para estimular o pensamento crítico, o protagonismo juvenil e o exercício da cidadania. “A iniciativa ao contemplar escolas dos três municípios do Sul Fluminense, promoveu experiências que conectam educação, criatividade e sustentabilidade de forma prática e participativa. É muito gratificante compartilhar todo esse conhecimento e resultados com a comunidade, pois desta forma, valorizamos o protagonismo dos estudantes, a diversidade de perspectivas apresentadas nas obras e o papel da arte como instrumento de transformação social e de conscientização ambiental", destaca Allan de Amorim, coordenador de projetos na Horizonte. “Na Volkswagen Caminhões e Ônibus, acreditamos que a construção de um futuro mais sustentável passa pela educação e pelo engajamento das novas gerações. O Projeto Planeta Mania mostra como a arte pode despertar reflexões importantes sobre o cuidado com a água e o meio ambiente, além de aproximar escola, família e comunidade em torno de um propósito comum. Ver o olhar e a criatividade dos estudantes transformados em mensagens de conscientização é motivo de grande orgulho para todos nós”, afirma Luiz Henrique Bezerra, diretor de Relações Institucionais da empresa. O projeto - As atividades começaram em maio com oficinas de formação para professores, conduzidas em parceria com as Secretarias Municipais de Educação. Os encontros abordaram o papel da arte no processo educativo, estratégias de sensibilização ambiental e metodologias ativas para ampliar o engajamento dos estudantes com os desafios relacionados à preservação da água. Após a capacitação, o projeto ganhou vida dentro das salas de aula. Sob orientação dos educadores, os alunos desenvolveram coletivamente as intervenções artísticas, utilizando os globos terrestres como suporte para traduzir, em cores, formas e mensagens, sua visão sobre a importância da água para a sociedade e para os diferentes ecossistemas. Agora, esse trabalho ultrapassa os muros das escolas e convida toda a população a conhecer o resultado da experiência. Além das exposições, o público poderá participar gratuitamente de workshops de pintura, realizados na abertura de cada mostra, proporcionando uma vivência artística aberta a crianças, jovens e adultos. Além disso, haverá distribuição gratuita de catálogos informativos do projeto, com opção de download da versão digital por meio do site www.projetoplanetamania.com.br Ao término da programação, todas as obras retornarão às escolas participantes e passarão a integrar seus acervos permanentes, deixando um legado que continuará inspirando futuras gerações de estudantes e fortalecendo a cultura da preservação ambiental dentro do ambiente escolar. |
Exposição Planeta Mania – Água e Workshops de Pintura |
Itatiaia (RJ) |
Porto Real (RJ) |
Resende (RJ) |