sábado, 7 de novembro de 2026

DE OLHO NA BARRA

GRANDE CLUBE DA  BARRA TIRA A ALEGRIA DA CRIANÇA E A FELICIDADE DOS PAIS

Ontem, dia 6 de novembro, um sócio colocou umas pequenas letras - FELIZ ANIVERSÁRIO - num cantinho da varanda do clube para comemorar o aniversário da sua filha, quando dois funcionários pediram para retirar a faixa e deixando a criança e seus pais numa tristeza muito grande.

Faltou habilidade dos funcionários que apenas cumpriam com suas obrigações mas, também faltou o bom senso - isto talvez por falta de orientação da diretoria executiva - de avisarem ao sócio que não era permitido esse tipo de manifestação e deixar continuar a ALEGRIA DA CRIANÇA.


SHOW MUSICAL


Clássico de Tom Hanks, “Quero Ser Grande” ganhará musical no Rio


Com direção de Tadeu Aguiar, nova produção da Estamos Aqui levará ao Teatro Multiplan a história que conquistou gerações no cinema e ganhou versões na Broadway e no West End.



Crédito Imagem: Divulgação

Um dos filmes mais queridos da década de 1980 ganhará uma nova versão nos palcos brasileiros. A Estamos Aqui Produções Artísticas anunciou a montagem de “Quero Ser Grande”, musical baseado no clássico do cinema estrelado por Tom Hanks, que marcou gerações com uma história sobre os desejos da infância e as descobertas da vida adulta. Com direção geral e versões de Tadeu Aguiar, direção musical de Thalyson Rodrigues e direção de movimento e coreografias de Sueli Guerra, o espetáculo tem estreia prevista para o primeiro semestre de 2027, no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro.


Lançado em 1988, “Quero Ser Grande” (“Big”, no original) tornou-se um dos títulos mais emblemáticos da carreira de Tom Hanks e um verdadeiro clássico da comédia fantástica. Dirigido por Penny Marshall, o longa acompanha Josh Baskin, um garoto que, frustrado com as limitações da infância, faz um pedido a uma misteriosa máquina de desejos em um parque de diversões: tornar-se adulto. Para sua surpresa, o desejo se realiza e, na manhã seguinte, ele desperta no corpo de um homem de aproximadamente 30 anos, embora continue sendo, por dentro, o mesmo menino.


A partir dessa transformação, Josh precisa aprender a lidar com um universo até então desconhecido, envolvendo trabalho, responsabilidades, relacionamentos e decisões para as quais ainda não estava preparado. Sua maneira espontânea de enxergar o mundo, no entanto, acaba conquistando as pessoas à sua volta, especialmente quando consegue um emprego em uma empresa de brinquedos. Entre situações divertidas e descobertas inesperadas, a história apresenta uma reflexão sensível sobre o amadurecimento, a passagem do tempo e a importância de preservar a imaginação e a capacidade de se encantar com a vida.


O sucesso do filme ultrapassou as bilheterias e deixou cenas inesquecíveis na cultura popular, especialmente a sequência em que Tom Hanks e Robert Loggia dançam sobre as teclas de um piano gigante na tradicional loja de brinquedos FAO Schwarz, em Nova York. A atuação de Hanks, que equilibrou humor, ingenuidade e sensibilidade, rendeu ao ator sua primeira indicação ao Oscar, enquanto o longa também concorreu ao prêmio de Melhor Roteiro Original. Pelo papel, Hanks conquistou o Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia ou Musical. O filme ainda representou um marco para Hollywood ao tornar Penny Marshall a primeira mulher a dirigir uma produção que ultrapassou US$ 100 milhões nas bilheterias norte-americanas.


O êxito cinematográfico inspirou sua adaptação para o teatro musical. Com libreto de John Weidman, autor de obras premiadas com o Tony Awards, como “Contact” e “Assassins”, músicas de David Shire, vencedor do Oscar pela canção original do filme “Norma Rae”, e letras de Richard Maltby Jr., também vencedor do Tony Awards, “Big – The Musical” estreou na Broadway em abril de 1996, no Shubert Theatre, em Nova York. A produção recebeu cinco indicações ao Tony Awards, incluindo Melhor Libreto, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Coreografia. Após circular pelos Estados Unidos e ganhar novas versões, a obra também chegou ao Reino Unido, com apresentações a partir de 2016 e uma temporada no West End londrino, no Dominion Theatre, em 2019.


Agora, a história se prepara para encontrar o público brasileiro em uma montagem assinada pela Estamos Aqui Produções, de Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr. Reconhecida por levar aos palcos nacionais títulos de destaque do teatro musical internacional, a produtora construiu um repertório que reúne histórias de grande apelo popular e obras que abordam questões humanas e sociais. Entre suas realizações estão “A Cor Púrpura”, “Querido Evan Hansen”, “Quase Normal”, “Ou Tudo ou Nada” e, mais recentemente, “Diana – A Princesa do Povo”, que cumpriu temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo e seguiu em turnê por diferentes cidades brasileiras.


A trajetória de Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr também reúne importantes trabalhos dedicados à dramaturgia musical brasileira, como “Bibi, Uma Vida em Musical”, homenagem à atriz Bibi Ferreira, dirigida por Aguiar e com direção de produção de Bakr, e “Quatro Faces do Amor”, espetáculo escrito por Bakr, dirigido por Aguiar e inspirado nas canções de Ivan Lins. No teatro de prosa, destacam-se ainda produções como “Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito” e “O Casal Mais Sexy da América”.


A nova produção se soma a outro projeto anunciado recentemente pela Estamos Aqui: “Olga”, adaptação musical inédita da consagrada biografia de Olga Benário Prestes escrita por Fernando Morais. Desenvolvido em parceria com o escritor e Eduardo Bakr, o espetáculo terá direção de Tadeu Aguiar e estreia prevista para o segundo semestre de 2027. A montagem contará com músicas originais e arranjos de Laura Visconti, letras de Bakr e direção musical de Thalyson Rodrigues.


Com “Quero Ser Grande”, a produtora volta sua atenção a uma história que atravessa gerações justamente por tratar de um desejo universal: crescer, conquistar independência e descobrir o mundo. Quase quatro décadas depois de sua estreia nos cinemas, a obra permanece atual ao lembrar que, em meio às responsabilidades da vida adulta, há algo precioso na maneira como uma criança observa e experimenta a vida.

DESAFIOS A EMPREENDER

 BNE registra mais de 1,6 mil vagas para profissionais de saúde mental em 2026

Oportunidades para psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e psiquiatras somaram 1.652 anúncios entre janeiro e setembro; mudanças na gestão de riscos ocupacionais colocam o tema no radar das empresas

O Banco Nacional de Empregos (BNE) registrou 1.652 vagas para psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e psiquiatras entre janeiro e setembro de 2026. O levantamento mostra a presença de diferentes especialidades ligadas à saúde mental no mercado de trabalho.

Psicólogos concentram a maior parte das oportunidades, com 781 vagas no período. Na sequência aparecem terapeutas ocupacionais, com 468, assistentes sociais, com 362, e psiquiatras, com 41 oportunidades. 

Segundo José Luiz Tortato, COO do BNE, os números mostram a existência de demanda por profissionais de diferentes especialidades.

“O volume de vagas mostra que existe demanda por profissionais de diferentes especialidades ligadas à saúde mental. É um movimento que merece atenção porque amplia as possibilidades de atuação desses profissionais e mostra como o tema vem ganhando espaço no mercado de trabalho”, afirma Tortato.

Psicologia concentra maior número de oportunidades

Entre as quatro profissões analisadas, Psicologia concentra o maior número de oportunidades. Foram 93 vagas em janeiro, 72 em fevereiro, 107 em março e 94 em abril. O maior volume foi registrado em julho, com 135 oportunidades. Em agosto foram 32 e, em setembro, 42. 

O levantamento mostra que as oportunidades não estão concentradas em uma única especialidade. As vagas identificadas pelo BNE contemplam profissionais que atuam em diferentes frentes relacionadas à saúde, ao acompanhamento psicossocial e ao cuidado.

Afastamentos reforçam a relevância do tema

Os dados do BNE podem ser observados em um cenário de aumento dos benefícios por incapacidade relacionados a transtornos mentais e comportamentais. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que foram concedidos 450.853 auxílios por incapacidade temporária relacionados a esses transtornos em 2024, ante 266.449 em 2023. O crescimento foi de aproximadamente 69%.

O aumento dos benefícios coloca a saúde mental entre os temas que exigem atenção de empresas, profissionais de recursos humanos e especialistas em saúde e segurança do trabalho.

Riscos psicossociais entram na agenda das empresas

Outro fator que coloca o tema no radar das organizações é a atualização da NR-1. A nova redação do capítulo 1.5 entrou em vigor em 26 de maio de 2026 e incluiu os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais.

A mudança determina que as empresas considerem fatores relacionados à organização e às condições de trabalho que possam representar riscos à saúde dos trabalhadores dentro de seus processos de gerenciamento de riscos.

Com isso, a discussão sobre saúde mental passa a integrar de forma mais direta as agendas de gestão de pessoas, saúde e segurança do trabalho e prevenção de riscos ocupacionais.

Mercado vai além das campanhas de conscientização

Os dados do BNE mostram que a saúde mental representa uma frente de atuação para diferentes profissionais e áreas do mercado de trabalho. O tema envolve contratação, gestão de pessoas, saúde ocupacional, prevenção de riscos e atendimento especializado.

Para José Luiz Tortato, COO do BNE, esse cenário amplia as possibilidades para profissionais que atuam na área. “A saúde mental já faz parte de diferentes frentes do mercado de trabalho e isso amplia as possibilidades de atuação para profissionais de diversas especialidades. Para acompanhar esse movimento, é importante que esses profissionais estejam preparados para atender às novas demandas das empresas e de outros setores que precisam lidar cada vez mais com essa questão”, afirma Tortato.