sexta-feira, 1 de maio de 2026

GASTRONOMIA

 Receita de Ceviche de Manga com Camarão Salteado

Quer impressionar sem passar horas na cozinha? Veja o passo a passo de uma receita rápida, fácil e cheia de sabor

CEVICHE DE MANGA COM CAMARÃO SALTEADO

QUALY CREMOSA COM SAL

Rendimento: 4 porções

Tempo de preparo: 30 minutos

Ingredientes:

Ceviche:

  • 2 mangas Palmer sem casca e cortadas em cubos (370g)
    - Suco de 2 limões (aproximadamente 100ml)
    - ½ pimenta dedo-de-moça sem sementes (7g)
    - 1 xícara (chá) de folhas de coentro, picadas (guarde os talos) (65g)
    - 1 colher (chá) de gengibre fresco ralado (3g)
    - 1 cebola roxa descascada e fatiada finamente (110g)
    - Sal a gosto
  • Espetinho de camarões:
    - 500g de camarão limpo sem a casca
    - 2 dentes de alho picados (6g)
    - 1 colher (sopa) de Qualy Cremosa Com Sal
    - Sal e pimenta-do-reino a gosto
    - Palitos de espetinho

Modo de preparo:

Ceviche:

  1. Prepare o molho: coloque cerca de ½ xícara (chá) da manga já picada no liquidificador com o suco dos limões, pimenta dedo-de-moça, os talos do coentro (não coloque as folhas), o gengibre ralado e sal a gosto, e bata até obter uma mistura homogênea. Reserve.
  2. Deixe a cebola fatiada de molho na água, para perder o ardor.
  3. Despeje o molho em um pote e coloque os cubos de manga, a cebola já escorrida e as folhas de coentro picadas, e mexa bem. Reserve.

Espetinho de camarões:

  1. Tempere os camarões com o alho picado e sal e pimenta-do-reino a gosto e coloque-os nos espetinhos.
  2. Aqueça uma frigideira e coloque a Qualy Cremosa Com Sal para derreter. Doure os espetinhos de camarão dos dois lados e sirva a seguir com o ceviche de manga.

SAÚDE

 Instituto Priorit é referência internacional no tratamento do autismo com método transdisciplinar

Método brasileiro chega a Portugal

Segundo o Censo Demográfico 2022, uma em cada 85 pessoas são diagnosticadas com autismo no Brasil, correspondendo a 1,2% da população brasileira. O aumento não significa necessariamente que mais pessoas estão "desenvolvendo" autismo, mas sim que a sociedade está melhor em identificá-lo e compreendê-lo. O Instituto Priorit, pioneiro ao unir prática clínica, acolhimento familiar e rigor acadêmico, completa 20 anos de atuação este ano e se consolida como referência internacional no tratamento do autismo com método transdisciplinar.

Fundado na cidade do Rio de Janeiro em 2006, o Instituto Priorit está em diversas regiões do país como Campinas (SP), Feira de Santana (BA), Goiânia (GO) e Porto Alegre (RS). No Rio de Janeiro possui quatro unidades: Barra da Tijuca, Niterói, Angra dos Reis e Copacabana. E, esta semana, foi inaugurada uma unidade em Carcavelos, Portugal. O instituto é hoje um dos mais completos ecossistemas de cuidado para pessoas no Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e outras condições do neurodesenvolvimento. 

“O grande diferencial do instituto é o Método Priorit, que vai além do modelo fragmentado de terapias isoladas. Trata-se de uma abordagem transdisciplinar onde profissionais de diversas áreas (fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e psicopedagogia) compartilham os mesmos objetivos clínicos dentro de um plano terapêutico unificado. Esse plano não se restringe à clínica tradicional, incorporando atividades de grupo essenciais para o convívio social, como teatro, capoeira, judô e musicoterapia”, explica a sócia Aline Kabarite.

E foi esse tratamento que fez com que o empreendedor Marcelo Amaral, nascido em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, levasse a metodologia para Portugal, onde escolheu viver e, desta forma, garantir aos dois filhos autistas a mesma qualidade de tratamento encontrada no Brasil.

"O Marcelo foi nosso primeiro franqueado. Ele e a família inauguraram a unidade em Niterói e, depois, foram morar no exterior. Os filhos são autistas e eles decidiram dar continuidade ao tratamento com a nossa metodologia", explica Aline. 

Pacientes com o diagnóstico atuam hoje com terapeutas

O estudante de psicologia João Victor Barcelos, de 23 anos, recebeu o diagnóstico de autismo aos 10 anos e, em seguida, começou o tratamento no Instituto Priorit. Três anos antes, a mãe dele, Simone Pereira Barcelos, percebeu que o filho lia e entendia bem as coisas, mas não sabia lidar com elas emocionalmente. Simone foi em busca do diagnóstico mesmo contra alguns familiares. 

“Minha mãe foi fundamental nesse processo e acredito que se não tivesse tido o apoio das pessoas do Instituto eu não estaria onde estou hoje”, conta João, que, inclusive, faz estágio como monitor do Grupo de Habilidades Sociais no Instituto Priorit. 

A base de todo o tratamento clínico do instituto é a "Pirâmide do Brincar", um framework terapêutico que guia a intervenção. O método compreende que em diferentes fases e períodos cada um adquire suas habilidades através de uma base sólida, garantindo o desenvolvimento e crescimento de forma generalizada e com qualidade de vida. Para atingir o topo da pirâmide (a comunicação funcional e a socialização), é preciso antes estabelecer uma base sólida, construída com foco na criação de um vínculo afetivo seguro entre terapeuta e paciente.

Foi esse tratamento que a psicóloga Beatriz Santos, de 26 anos, recebeu aos 15 anos, quando entrou no Priorit. Ela conta que começou com apoio psiquiátrico, passou por várias etapas e teve a oportunidade de se desenvolver. Hoje trabalha no Instituto como monitora. 

“No instituto fiz teatro e participei da psicoterapia e de grupos de habilidades. Quando cheguei no Priorit eu não fazia a mínima ideia de que era autista. Tive o diagnóstico aos 17 anos. Foi um processo de autoconhecimento, aceitação, aprendizagem. Eu cresci me percebendo diferente das pessoas e após o diagnóstico a gente vai entendendo quem nós somos. Hoje eu trabalho na parte de psicologia clínica e consultoria no Neap (Núcleo de Empregabilidade e Autonomia Priorit)”, conta. 

A importância da família no tratamento

Outro ponto que vale ressaltar na metodologia adotada é a presença da família. Aline explica que o ambiente familiar e a saúde mental dos cuidadores impactam diretamente o comportamento e o desenvolvimento da pessoa com TEA. 

“Na pandemia, a mãe de um paciente, que morava em Bali, fez avaliações e deu início ao tratamento no formato online, passando para o presencial ao término da pandemia. Ela optou por ficar no Brasil para manter o tratamento – só volta a Bali nas férias. Reorganizou a vida dela em torno do cuidado e do tratamento e, atualmente, estuda psicologia e sonha em levar esse método para lá”, conta a sócia.

Sobre o Instituto Priorit

O Instituto Priorit é um centro de produção de conhecimento e saúde especializada. Com um corpo clínico formado por equipe multidisciplinar, departamento próprio de pesquisa científica e parcerias ativas com escolas e grandes empresas, o instituto prova diariamente que a ciência integrada ao acolhimento é o caminho para a inclusão real.

As sócias

Aline Kabarite: Fonoaudióloga, psicomotricista e especialista em desenvolvimento infantil, com cerca de 35 anos de experiência na linha de frente clínica do autismo. Criadora da “Pirâmide do Brincar”, atua integrando metodologias científicas transdisciplinares para compreender o que a criança comunica por meio de gestos, modos de brincar, comportamentos e silêncios, transformando essas manifestações não literais em pistas concretas para a construção de vínculos autênticos e de estratégias de intervenção empáticas e efetivas.

Roberta Marcello: Psicóloga clínica de visão pioneira, seu trabalho sempre esteve focado nas nuances do comportamento e nas interações sociais das pessoas neurodivergentes. Ela foi a principal idealizadora do "Núcleo de Habilidades Sociais" do Priorit, criado em 2013, unindo a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) a grupos de teatro e grupos de treinamento em habilidades sociais para atender jovens e adultos, uma faixa etária até então negligenciada nos tratamentos. Sua visão impulsionou o trabalho de transição para a vida adulta, que hoje é marca registrada do instituto.

AUTOMOTIVO

 Carro reclassificado por sinistro pode ter seguro ou proteção veicular? Veja o que muda na contratação

Após mudança de "monta" no documento, motoristas enfrentam novas regras, restrições e custos na hora de proteger o veículo

Motoristas que passam pelo processo de reclassificação de monta — quando um veículo sinistrado é reavaliado e passa de “grande monta” para “média” ou “pequena” — frequentemente acreditam que a etapa mais difícil ficou para trás. No entanto, após a regularização documental, surge um novo desafio: a contratação de seguro ou proteção veicular.

Isso porque, mesmo com a liberação para circulação, o histórico de sinistro permanece registrado no documento do veículo, impactando diretamente na análise de risco feita por seguradoras e associações. Na prática, o carro deixa de ser considerado comum e passa a exigir critérios mais rigorosos para aceitação, além de possíveis limitações de cobertura.

Diante desse cenário, o especialista alerta para a importância do planejamento e estratégia na escolha da proteção. “A reclassificação resolve a parte legal do veículo, mas não elimina o histórico dele. Isso muda completamente a forma como o mercado avalia o risco e, consequentemente, as condições de contratação”, afirma Hugo Jordão, especialista em proteção veicular e presidente da Atos Proteção Veicular.

Aceitação varia entre seguradoras e proteção veicular

Após a regularização, um dos principais desafios é encontrar empresas que aceitem veículos com histórico de sinistro. Muitas seguradoras possuem políticas internas que restringem ou até recusam esse tipo de automóvel, especialmente em coberturas mais amplas, como colisão.

Por outro lado, a proteção veicular tende a ser mais flexível, aceitando com maior facilidade veículos reclassificados. Ainda assim, isso não significa ausência de critérios: condições contratuais, limites de cobertura e valores de indenização podem sofrer alterações importantes.

Outro fator determinante é o perfil do condutor. Informações como local de residência, uso do veículo e disponibilidade de garagem influenciam diretamente na análise de risco. “Não é só o carro que é avaliado. O perfil do motorista também pesa muito na aceitação, podendo aumentar ou reduzir as chances de contratação”, explica Jordão.

Custo-benefício e redução de indenização exigem atenção

Além da aceitação, o consumidor precisa avaliar com cuidado o custo-benefício da contratação. Veículos com histórico de sinistro geralmente não recebem 100% do valor de mercado em caso de indenização, já que possuem menor valor de revenda.

Isso significa que propostas mais baratas podem esconder reduções significativas no valor a ser pago em caso de perda total. Em alguns casos, a indenização pode ser reduzida em percentuais relevantes, o que impacta diretamente no retorno financeiro ao proprietário.

Outro ponto importante é a possível necessidade de abrir mão de benefícios ou aceitar condições diferentes, como franquias mais altas ou restrições de cobertura. “O mais importante é entender o que está sendo contratado e não olhar apenas o preço. Às vezes, pagar um pouco mais garante uma proteção muito mais adequada à realidade do veículo”, conclui Hugo.


quinta-feira, 30 de abril de 2026

QUEM ACONTECE

*FESTA DE SÃO FRANCISCO DE PAULA 2026*






Maria Helena Cantamissa






*dia 3 de maio*

Santas Missas às 8h, 10h, 12h, 16h* e 19h

*a Santa Missa das 16h será presidida pelo bispo Dom Joselito Ramalho, e será seguida da procissão

- pranzo delle famiglie - *almoço italiano*

- haverá *cantinas e barracas* durante o dia

- *homenagem ao Frei Dino* às 13h (placa memorial)

- *apresentação do coral allegro* às 14:30h


Paróquia São Francisco de Paula

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