quarta-feira, 19 de agosto de 2026

DESTAQUE

 





FLAVIO BOLSONARO

CIDADE

                           PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

                                     ANISTIA JÁ

O texto abaixo tem sido publicado várias vezes porque tem sido alto o número de e-mails recebidos, falando da impossibilidade de efetuar o pagamento do IPTU, por estarem em situação financeira difícel. Oportunamente, em outros e-mails recebidos, os leitores do Cidade da Barra, reclamam da cobrança injusta e indevida por serem os proprietários do imóvel comprado, não sendo justa a cobrança da taxa que por muitas vezes a chamam de oportuno roubo.

A situação de inadiplência do IPTU no Rio de Janeiro é alarmante e já  chega a R$ 10,8 bilhões

De nada adiantou o primeiro e o segundo desenrola.

A INADIPLÊNCIA CONTINUA EM ALTA COM 82% DOS BRASILEIROS NA FALÊNCIA TOTAL

São muitos os e-mails que continuam a chegar na redação do Jornal Cidade da Barra,  falando da impossibilidade de pagar o IPTU por estarem totalmente endividados.

A Barra da Tijuca acumula R$ 1,9 BILHÃO, Centro R$ 1,5 BILHÃO, Botafogo R$ 665 MILHÕES. Além do Complexo do ALEMÃO, VIDIGAL e MARÉ com R$ 59,1 MILHÕES, respectivamente. 

César Maia, quando PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, 1993,6,7,8 teve a iniciativa de dar ANISTIA E REMISSÃO de IPTU. Estabeleceu também ANISTIA TRIBUTÁRIA para multas moratórias sobre débitos de IPTU, TAXA DE LIXO, condicionando o pagamento da dívida principal.

CAFÉ COM LABATT


O Kremlin saúda a nova Estratégia de Segurança Nacional (National Security Strategy, ou NSS) de Donald Trump como “largamente consistente” com a visão russa da ordem mundial.

Não é trivial que Dmitri Peskov, o porta-voz de Vladimir Putin, aplauda essa doutrina, bem como a China, que baseada na premissa de que quando seu adversário está errando não se deve interromper segue abrindo mercados e ampliando sua diplomacia.

Ocorre que a história nos ensina que no fim dos anos 1980, Mikhail Gorbachev, entorpecido pelo atlanticismo e iludido pelas falácias que lhes foram vendidas, falava em uma “casa comum europeia”: uma arquitetura de segurança que integrasse a União Soviética (e depois a Rússia) numa comunidade política do Atlântico aos Urais.Gorbachev havia comprado a ideia de que o fim do Pacto de Varsóvia - a aliança militar entre a URSS e os países do Leste Europeu - fosse acompanhado por uma reconfiguração simétrica da OTAN – Nato - criada em 1949, precocemente e “visionária” para combater o Pacto de Varsóvia, que curiosamente só foi constituído em 1952. Na realidade, os soviéticos, ávidos por serem aceitos pela Europa, aceitaram a idéia de uma possível substituição da OTAN por um sistema pan-europeu, onde seriam incluídos e aceitos. Porém, o interesse sempre foi igual ao de Napoleão e de Hitler, dividir, retalhar e dominar os eslavos (antigo termo derivado de escravos). A inepta e incompetente liderança soviética, do meio para o fim da década de 80 plantou cultivou a semente plantada pelo Ocidente e implodiu. Paralelamente a isso a NÃO, ou Otan, nunca parou de se expandir rumo ao oriente e as fronteiras da mãe soviética, a diminuta Rússia. Acompanhe a evolução da Nato a partir da Segunda Guerra:

O BRASIL E O RISCO DE SE PEWRDER MAIS UM SÉCULO

O drama europeu, coloca-se uma interrogação urgente para o Sul Global: terá o Brasil a ousadia de atuar como ator regional ativo dessa nova ordem? Difícil com essas lideranças, de ambos os espectros políticos, sem nenhuma estratégia além da submissão, ou através das bravatas puramente entreguista, ou pela falsa alegação de soberania. Ocorre que diante de uma Washington que escancara seu desespero e seus próprios interesses, impondo sanções a aliados, abre-se a janela para que o Itamaraty assuma uma postura mais proativa, inclusive na relação com os Estados Unidos. Mas teria o Brasil esta coragem de romper com a política da Faria Lima, tutelada por Washington e se voltando para onde está o futuro livre, para o BRICS? Pouca gente se dá conta de que as elites brasileiras são sócias das norte-americanas na exploração de seus povos, mas evidentemente roubando recursos naturais do Brasil para enriquecer suas famílias com as migalhas deixadas à eles pelas elites norte-americanas. Só isso justifica uma passividade letárgica diante de uma TAXA SELIC muito superior a razoavelmente aceitável de 4%. Uma política que remunera o capital, desestimula a produção, inviabiliza o comércio e, ainda sangra o governo em favor dos bancos. É inacreditável que entre governo e saia governo e essa motriz, ou erva daninha do desenvolvimento esteja sempre sendo empurrada para cima, hoje atingindo valores superiores a 15% ao ano, o que inviabiliza tudo num País. Aliada esta tragédia anunciada, somasse o fato de que historicamente, grandes impérios sempre trataram outras potências como vassalos, ou adversários. No caso do Brasil, constantemente sabotado, o seu desenvolvimento é impedido através de controles dessa elite nacional que, controla políticos e judiciário para beneficiar não mais de 12 famílias.

REPÚBLICA, NO NOME FANTAIA, FOMENTA O IMPERIALISMO

O Império Britânico, tratou seus interlocutores, exigindo a genuflexão deles como ponto de partida para qualquer diálogo, invariavelmente em seus protocolos, com arrogância, tal e qual fez e faz os EUA após ter assumido as vantagens adquiridas com líder do mundo unipolar. Talvez agora, nessa transição para um mundo multipolar, em que os Estados Unidos ainda figurarão como uma potência, mas sem o papel de hegemon global, Washington finalmente reconheça que deverá assumir formas de diálogo para além do binômio simplificador vassalo-inimigo.

Do lado brasileiro, a nova realidade exige coragem para operar o que hoje ainda é apenas retórica: assumir o papel de país soberano e se impor como Nação. Investindo em defesa, formando novas alianças, produzindo, através do Estado instrumentos de dissuasão, nunca adquiridas de nossos predadores naturais, readquirindo as reservas e cadeias de produção energéticas e estratégicas - entregues a conglomerados estrangeiros - e, não mais exportando matéria prima bruta, otimizando o aproveitamento dos recursos minerais para exportar, ou vender, produtos com maior valor agregado, também e principalmente, no AGRO. Hoje o Brasil, que dormiu sonhando com um aliado imaginário, que sempre nos explorou e nos vê como quintal, assiste estupefato aos arroubos retóricos de Trump – que se pronuncia a respeito de tudo e depois diz o contrário, às vezes no mesmo dia – impondo os interesses reais dos Estados Unidos, disfarçados entre mentiras e argumentos inverídicos, sempre se apoiado em ameaças sobre toda a América Latina e notoriamente sobre sua mais importante Nação.

Diante disso parte da população é levada a acreditar que um vizinho valentão tem o direito de entrar na sua casa para impor sua vontade e a outra compreende o perigo real disso.

Particularmente entendo que, mesmo mantendo vivas algumas frentes de diálogo com os EUA – nossos predadores naturais – é imperativo aprofundar as relações com os parceiros dos BRICS, especialmente a com China e a Rússia.

Se alguém discorda, basta avaliar o que a história trás de conhecimento sobre fatos e atos semelhantes... Sobre o comportamento dos EUA, da Rússia, da China e mesmo do “demonizado” Irã, na história da humanidade e, principalmente, no último século.

MAS VOLTANDO AO ASSUNTO...

Entendam que se Gorbachev, sem querer e por incompetência, há pouco mais de 4 décadas, encerrou a ordem bipolar permitindo a destruição soviética, Trump parece estar fazendo um esforço fenomenal para destroçar o que os EUA tinham de melhor, encerrando a ordem unipolar, pelo lado atlântico.

A história dirá se esse “Gorbachev de boné vermelho do Maga” será lembrado como o

coveiro de uma hegemonia esgotada ou como o catalisador de um mundo mais perigoso e que, inclusive, encaminha os EUA para uma nova Guerra de Secessão e a passos largos para uma irreversível queda de importância no cenário global. 

De qualquer forma, uma coisa é certa: depois dessa nova NSS, a Otan virou um zumbi.

Caminha, mas já não tem alma. Já a América do Sul tem a permissão tácita da história para caminhar com as próprias pernas – sobretudo se tiver a clareza de enfrentar a crise da Venezuela não como um dilema entre democracia e autoritarismo, mas como a escolha entre tutela e autonomia.

Ocorre que caso Brasil, continue atrelada ao lado que se autodestrói, os EUA que seguem nessa curva descendente irreversível, mesmo tendo roubado 31 (trinta e uma) toneladas

de ouro venezuelano, no valor de US$ 4 bilhões, através da manobra de suborno, que

culminou com o sequestro de um presidente de uma Nação soberana, pode perder mais

um século, tal e qual perdemos ao aderir a Nova República.

A Nova República nasce com ninguém menos que Sarney, após o Brasil abandonar a

contrarrevolução dos tenentes de Vargas, que sendo nacionalistas, deram rumos

verdadeiros, a partir de 67, à “revolução colorida”, implementada pelos EUA promovida pelos militares americanizados que retornaram da segunda guerra apaixonados pelos EUA, em 1º de abril, mas contada como se fosse em 31 de março de 64.

O Brasil de 1967 a 1979, com Artur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici e, principalmente de Ernesto Geisel experimentou uma política nacionalistas que trouxe desenvolvimento e liderança, cujo modelo foi, observado, copiado e implementado pela China, enquanto as elites brasileiras optavam pelo modelo proposto pelos EUA de recolonização nacional, implementando a abertura com Figueiredo e trazem, sequencialmente, governos que se alinharam automaticamente ao Consenso de

Washington, a degradação da Nação e, sem exceção, se comportando como Governadores de Províncias do Império Norte Americano. O mesmo que presenciamos, passo a passo, se como uma barata de pernas para o ar, impotente e angustiada, sem saída para reverter a situação.

MODA

  Vogue Celebra realiza quarta edição durante o Festival de Cinema de Gramado

     Evento dedicado ao cinema brasileiro reuniu nomes do audiovisual, da moda e da indústria criativa em noite de gala

Fotos: Lali Moss e Lu Pr
ezia: Link

Marina Ruy Barbosa

 Na noite de sábado, dia 15, a Vogue Brasil realizou a quarta edição do Vogue Celebra durante o 54º Festival de Cinema de Gramado, no hotel Buona Vitta, em Gramado. Promovido em parceria com a Gramado Parks, o evento reuniu celebridades e convidados do audiovisual, da moda e da indústria criativa para uma noite dedicada ao cinema brasileiro.

Entre os presentes estavam nomes como Zezé Motta, Lázaro Ramos, Débora Falabella, Flávia Alessandra, Vitoria Strada, Giullia Buscaccio, Gabriela Loran e João Vitor Silva, além de personalidades como Maria Gal, Marina Ruy Barbosa, Valentina Herszage e Jay Boggo.

“Foi uma noite linda, animada e elegante, reunindo pessoas muito importantes para o cinema e para a moda nacional. Foi, sem dúvida, uma noite de muita alegria e celebração”, afirma Maria Laura Neves, diretora da Vogue Brasil. 

Realizada pela primeira vez em Gramado, a celebração aconteceu em formato de jantar de gala e contou com red carpet e uma programação musical que incluiu apresentação intimista de Silva, show do Silva Trio e apresentação da DJ Sarah Stenzel.

Entre os parceiros da edição estiveram Montblanc, como patrocinadora, Stella Artois, como apoiadora, além de Grupo Azzas 2154 e Pacco. As marcas também participaram da noite com ativações e experiências distribuídas pelos diferentes ambientes do evento