quinta-feira, 5 de novembro de 2026

CAFÉ COM LABATT



Estes são os 10 Maiores Economias do Mundo (em PIB - 
PPC) segundo o Banco Mundial:


 

Ricardo Labatt




1. China — ~$ 41,26 trilhões (Int$)

2. Estados Unidos — ~$ 30,86 trilhões (Int$) artificial e baseado no rentismo

3. Índia — ~$ 17,35* trilhões (Int$)

4. Rússia — ~$ 7,23 trilhões (Int$)

5. Japão — ~$ 7,03 trilhões (Int$)

6. Alemanha — ~$ 6,26 trilhões (Int$)

7. Indonésia — ~$ 5,05 trilhõe (Int$)

8. Brasil — ~$ 4,99 trilhões (Int$)

9. França — ~$4,58 trilhões (Int$)

10. Reino Unido — ~$4,57 trilhões (Int$)

Só que o Brasil, caso mande os “EcoChatos” do IBAMA pararem de

atrapalhar, pode triplicar esse PIB explorando a Margem Equatorial, que tem

reservas de Petróleo do Amapá ao Rio Grande do Norte.

A estimativa é de que seja duas a três vezes maior que o Pré Sal.

Saltaríamos para um PIB de 14 a 14 trilhões...

Fora as que estão na Amazônia mas gente como Marina Silva e sua “trupe”,

que agem em desfavor do Brasil, atrapalham.

Só nisso seríamos o quaro maior PIB em PPC do planeta.

O que falta para que o Brasil decole?...

Primeiramente se desatrelar de quem o sabota...

De quem paga gente (nascida aqui) para atrapalhar o País.

Principalmente EUA e Europa.

Talvez assim, entendam a importância do BRICS.

SAÚDE

Estalar o joelho é normal? Ortopedista explica quando o barulho exige atenção

Magnific
Barulhos sem dor podem ser benignos, mas estalos acompanhados de inchaço ou trauma devem ser investigados

Quem nunca ouviu ou sentiu o joelho estalar ao subir uma escada ou no momento de agachar para pegar algo no chão? Esses estalos - chamados tecnicamente de crepitações - são comuns e nem sempre indicam uma doença. Quando aparece isoladamente, sem dor, inchaço ou perda de força, geralmente não é motivo de preocupação.

Segundo Frederico Scherner, médico ortopedista, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e especialista em cirurgia do joelho, o estalo geralmente é causado pela movimentação de tendões e ligamentos sobre os ossos ou pela liberação de pequenas bolhas de gás presentes no líquido sinovial, que lubrifica a articulação. 

"Na grande maioria dos casos, esse barulho é normal e não indica nenhuma lesão. O joelho é uma articulação complexa, com várias estruturas deslizando umas sobre as outras, e é natural que isso gere som em algum momento", explica o médico.

Quando o estalo pode indicar um problema?

Alguns sinais merecem atenção e podem indicar desgaste da cartilagem, lesões em meniscos ou ligamentos, ou instabilidade articular. "O contexto em que o barulho acontece é o que faz a diferença", afirma Scherner.

Algumas situações pedem avaliação médica, tais como:

  • Estalo após um trauma, como uma torção ou pancada no joelho;

  • Estalo acompanhado de dor, seja na hora do barulho ou depois dele;

  • Inchaço na articulação, mesmo que pouco

  • Estalo que ocorre apenas de um lado, de forma diferente do outro joelho;

  • Sensação de falseio, travamento ou instabilidade ao caminhar ou apoiar o peso.

A importância de avaliar a saúde do joelho

Mesmo quando o estalo parece inofensivo, o Dr. Frederico reforça que o acompanhamento com um ortopedista é fundamental, especialmente para pessoas ativas, atletas ou que já sentiram algum desconforto na articulação. 

"O joelho é responsável por boa parte da nossa mobilidade. Cuidar dele preventivamente é cuidar da qualidade de vida e da independência ao longo dos anos,  favorecendo a manutenção de atividades como caminhar, trabalhar, praticar exercícios e realizar tarefas cotidianas", destaca.

O especialista alerta que problemas identificados precocemente têm tratamento mais simples e recuperação mais rápida, evitando que pequenas queixas se transformem em limitações maiores no futuro.

SHOW MÚSICA

 Bossa Nova Sessions chega à última semana com lendas da música, nova geração e tributos a Tom, Vinicius e Almir Chediak 


Teatro Café Pequeno recebe o festival que coloca a bossa nova em diálogo com o choro, o samba-jazz e a música instrumental, em uma programação que reúne tributos, espetáculos concebidos especialmente para a temporada e diferentes gerações de intérpretes e músicos

 

A Bossa Nova volta a ocupar um lugar de encontro no Rio. Até 8 de novembro, o Teatro Café Pequeno, no Leblon, recebe o Festival Bossa Nova Sessions, com um line-up com diferentes sotaques musicais e maneiras de olhar para um gênero que nasceu carioca, ganhou o mundo e continua se reinventando. A programação aproxima tradição e novas sonoridades, reunindo artistas em encontros especialmente concebidos para a temporada, além de tributos e releituras de nomes fundamentais da música brasileira.

  

Nesta última semana, Victor Biglione traz seu lindo tributo a Tom Jobim, Aleska Chediak Cello se apresenta com seu trio em homenagem a Almir Chediak, Maurício Einhorn e Gabriel Grossi estreiam show em duo e o grupo Quartetinho reverencia a obra de Vinicius de Moraes.




Com as apresentações desta semana, a temporada chega a 18 espetáculos de aproximadamente 1h15, em um formato próximo e imersivo, no ambiente acolhedor do Teatro Café Pequeno. Uma iniciativa que olha para a bossa nova por diferentes ângulos: seus mestres, seus intérpretes, seus instrumentistas, suas histórias e, sobretudo, sua capacidade de continuar sendo música do presente.

  

Serviço:

Bossa Nova Sessions

Local: Teatro Café Pequeno — Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon

Temporada: até 08 de novembro

Horários: quintas, sextas e sábados, às 20h; domingos, às 19h

Duração: 75 minutos

Classificação: 14 anos

Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada mediante disponibilidade), vendas na bilheteria do local e no site https://bileto.sympla.com.br/event/127392/d/415751/s/2698731

Capacidade: 96 lugares

Informações: O bar estará aberto uma hora antes do início de cada apresentação. Não há lugares marcados; a ocupação da plateia ocorre por ordem de chegada. 

 

Programação:

  

05/11 (quinta) - Victor Biglione “Uma Guitarra no Tom”

Em Uma Guitarra no Tom, Victor Biglione (guitarra) revisita a obra de Tom Jobim a partir de uma relação que começou em 1977, quando o próprio maestro lhe deu uma carta de recomendação para estudar na Berklee, em Boston. Desde então, Biglione vem criando novas leituras para a obra de Jobim, reunindo clássicos como Lígia, Fotografia, Água de Beber, Chovendo na Roseira, Vivo Sonhando e Samba de Uma Nota Só em uma abordagem que passeia pela bossa, pelo jazz, pelo blues e por diferentes ritmos. O espetáculo, que conta com Augusto Mattoso (baixo) e Vitor vieira (bateria), traz para o palco a experiência de um dos grandes guitarristas da música brasileira em um tributo instrumental que preserva a riqueza harmônica de Jobim ao mesmo tempo em que revela novas possibilidades para suas melodias.

 

06/11 (sexta) - Aleska Chediak Cello & Trio em homenagem a Almir Chediak

A violoncelista Aleska Chediak interpreta releituras inéditas de grandes clássicos da Bossa Nova e da MPB, revivendo a histórica SÉRIE SONGBOOK, idealizada e produzida por seu pai, ALMIR CHEDIAK. Aleska Chediak apresenta formação contemporânea que leva adiante a herança de Almir, responsável por um importante trabalho de registro e preservação de melodias, letras e harmonias da música popular brasileira, incluindo a coleção dedicada à bossa nova. Aleska chega agora com uma formação que leva essa herança para outra sonoridade e outro tempo, colocando a bossa nova em movimento e criando uma conversa contemporânea com essa tradição, com Renan Francioni no teclado, Adriano Giffoni no baixo acústico e Helber Machado na bateria.

  

07/11 (sábado) - Maurício Einhorn & Gabriel Grossi “Harmônicas de Duas Gerações”
O encontro coloca frente a frente dois momentos fundamentais da história da harmônica na música brasileira. Aos 94 anos, Maurício Einhorn reúne mais de oito décadas de carreira e uma trajetória que passa pela bossa nova, pelo samba-jazz e pela música instrumental, tendo acompanhado e gravado com nomes como Tom Jobim, Elis Regina, Chico Buarque, Nara Leão, Baden Powell, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Sarah Vaughan e Nina Simone. Suas composições, entre elas Estamos Aí, Batida Diferente e Tristeza de Nós Dois, foram gravadas por artistas como Tom Jobim, Leny Andrade, Cannonball Adderley e Herbie Mann. Ao seu lado, Gabriel Grossi (harmônica) representa uma geração posterior e soma 15 álbuns e parcerias com artistas como Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Milton Nascimento, Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Jacob Collier, Snarky Puppy e Wynton Marsalis. O encontro conta ainda com Vanessa Rodrigues (teclado) e Adrian Barbet (baixo), em uma formação que aproxima mestres, gerações e linguagens e revela a continuidade e a força da harmônica na música brasileira.

 

08/11 (domingo) - Quartetinho toca Vinicius de Moraes

Formado em 2017 por músicos da UNIRIO, o Quartetinho apresenta um mergulho instrumental na obra de Vinicius de Moraes, aproximando bossa nova, jazz e improvisação para revisitar clássicos da música brasileira sob novos arranjos. A formação reúne Calvin Sucena (guitarra), Danilo Aguiar (clarinete e saxofone), Fábio Diamante (baixo) e Pedro Salek (bateria). Com quase duas mil apresentações em sua trajetória, o grupo vem construindo uma presença marcante na cena musical carioca e chega ao Café Pequeno com uma formação jovem e uma leitura contemporânea para a obra de um dos grandes letristas e compositores brasileiros.