GOVERNADOR CAIADO
Experiência, BASTA!
PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO
ANISTIA JÁ
Continua a chegar e-mais pedindo Anistia do IPTU
O texto abaixo tem sido publicado várias vezes porque tem sido alto o número de e-mails recebidos, falando da impossibilidade de efetuar o pagamento do IPTU, por estarem em situação financeira difícel. Oportunamente, em outros e-mails recebidos, os leitores do Cidade da Barra, reclamam da cobrança injusta e indevida por serem os proprietários do imóvel comprado, não sendo justa a cobrança da taxa que por muitas vezes a chamam de oportuno roubo.
A situação de inadiplência do IPTU no Rio de Janeiro é alarmante e já chega a R$ 10,8 bilhões
De nada adiantou o primeiro e o segundo desenrola.
A INADIPLÊNCIA CONTINUA EM ALTA COM 82% DOS BRASILEIROS NA FALÊNCIA TOTAL
São muitos os e-mails que continuam a chegar na redação do Jornal Cidade da Barra, falando da impossibilidade de pagar o IPTU por estarem totalmente endividados.
A Barra da Tijuca acumula R$ 1,9 BILHÃO, Centro R$ 1,5 BILHÃO, Botafogo R$ 665 MILHÕES. Além do Complexo do ALEMÃO, VIDIGAL e MARÉ com R$ 59,1 MILHÕES, respectivamente.
César Maia, quando PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, 1993,6,7,8 teve a iniciativa de dar ANISTIA E REMISSÃO de IPTU. Estabeleceu também ANISTIA TRIBUTÁRIA para multas moratórias sobre débitos de IPTU, TAXA DE LIXO, condicionando o pagamento da dívida principal.
Zé Carlos Medeiros lança single em homenagem a Nicanor Teixeira, violonista histórico remanescente da geração de 1920
“Ao Mestre Nicanor” chega às plataformas e dá sequência ao lançamento do primeiro álbum autoral do veterano músico após mais de oito décadas de vida
Parceiro de ícones da música brasileira, o compositor e músico Zé Carlos Medeiros homenageia um dos violonistas mais longevos do mundo em seu novo single. O choro “Ao Mestre Nicanor” celebra o legado de Nicanor Teixeira, que, do alto dos seus 98 anos, segue compartilhando seu talento e ensinamentos. Para conferir o lançamento, acesse https://emubands.ffm.to/
Nascido em Barra dos Mendes, no interior da Bahia, em 1º de junho de 1928, Nicanor é um dos mais respeitados nomes do violão brasileiro e sua obra tem sido cada vez mais visitada por estudantes e músicos profissionais. Começou a se apresentar com apenas 13 anos e fez sua primeira composição com apenas 15, “Choro na Cidade da Barra”. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1948, onde se alistou no exército e conviveu no quartel com um terceiro sargento ilustre: o sambista Nelson Sargento. Na efervescente Cidade Maravilhosa do início dos anos de 1950, começa integrar intensamente a comunidade de artistas locais. Tornou-se pupilo de Dilermando Reis e Antonio Rebello, amigo Jodacil Damaceno, foi calouro do programa de Ary Barroso e ouviu pela primeira vez os discos de Andrés Segovia. Em meados da década, largou o emprego que conciliava no comércio para se dedicar integralmente à música, lecionando no Conservatório Musical Rio de Janeiro, depois no Instituto Brasileiro de Cultura e Música (IBCM) e na filial Laranjeiras do Conservatório Brasileiro de Música. A partir daí, aumentou o seu círculo de amizades, como Oscar Cáceres, María Luisa Anido, Hermínio Bello de Carvalho, Zé Ketti, Clementina de Jesus, Ismael Silva, Aracy de Almeida e Othon Salleiro.
A sua obra perpassa o choro em êxitos como “Carioca nº 1”, a seresta, como na valsa “Olhos que Choram”, a música clássica, em “Concertante” e “Pequenas Paisagens”, e a cultura nordestina em “Procissão”, “João Benta no Forró”, “Te Enxerga, Muié” e “Mariquinha Duas Covas”. Como ouvintes ou alunos, passou a ser referência e ganhou uma longa legião de discípulos talentosos de diferentes gerações, como Paulão 7 Cordas, Turíbio Santos, Egberto e Alexandre Gismonti, Guinga, Nicolas de Souza Barros, Maria Haro, Luis Carlos Barbieri, Vera de Andrade, Flávia Prando, Afonso Machado e Galo Preto, Ricardo Dias, Léo Soares, Paulo Rabelo (filho de Paulinho da Viola), Cláudio Tupinambá, Bartholomeu Wiese, Marcos Llerena, Luiz Otávio Braga, Graça Alan, Marcos Farina, Marcos Ferrer, Swang, Luciana Requião, Nelson Caiado, além do próprio Zé Carlos Medeiros.
- O Mestre Nicanor é um músico primoroso, generoso e formou muita gente incrível! Eu o conheci há muitas décadas, quando ele dava aula de violão clássico para o meu sobrinho. A partir desse encontro, pude ver e ouvir de perto o quanto ele tocava - tornou-se uma referência para mim - e fiz esse choro com todo carinho, buscando uma sonoridade singela e hermética, em reverência a ele – recorda Zé Carlos Medeiros.
Admiração de Toninho Horta
Zé Carlos revela que uma das motivações para a faixa ser gravada foi o apoio e encantamento que despertou em outro mestre das cordas e harmonias.
- Fui apresentado ao Toninho Horta pelo produtor musical Tuninho Villas, na Casa com a Música, na Lapa (RJ). Em algum momento do encontro, o Tuninho me pediu para tocar essa homenagem ao Toninho, que ficou admirado. A sua reação e as palavras muito elogiosas me deram força também para gravá-la – relembra.
Primeiro álbum a caminho
“Ao Mestre Nicanor” é o segundo single de uma série que começou com “Dá Um Tempo” e culminará no primeiro álbum autoral do artista, na plenitude dos seus 86 anos. Das diversas parcerias na música brasileira, como com Délcio Carvalho e Paulão 7 Cordas, ele agora ganha o devido protagonismo com colaborações de figuras consagradas da MPB, como Robertinho Silva, Carlos Malta e Kiko Continentino, o prestigiado percussionista Júlio Diniz, os integrantes da Orquestra Sinfônica Brasileira Alexandre Ito e Simon Béchemin, a cantora, poetisa e atriz irlandesa Aisling Groves-McKeown e seu bisneto, o cantor, músico e ator Marcelo Cervone. A produção é de Tuninho Villas, do coletivo Casa com a Música.
O projeto, com a data de lançamento ainda guardada a sete chaves, é fruto da iniciativa de Marcelo Cervone em organizar, preservar e divulgar a obra e legado do seu bisavô. Apesar da distância geográfica, já que sempre viveu no exterior e só via Zé em visitas pontuais ao Brasil, a admiração era latente e inspiradora. E esse desejo se aprofundou ainda mais em 2023 com “Cuidado”, e em 2025, com “Greenwich”, músicas de Medeiros com letra de Cervone a partir de poemas de sua esposa, Aisling, apresentadas em show que o trio realizou no mesmo período e que estão disponíveis nas plataformas digitais.
- “Ao Mestre Nicanor” tem uma conexão emocional muito profunda para mim, pois o Zé sempre tocava esse choro na minha infância. E essa raiz está sempre presente comigo e me acompanha nos meus trabalhos aqui em Londres e nessas parcerias que tenho tido a honra e felicidade de realizar com ele - conta Marcelo Cervone.
Ribalta Hospitalidade, complexo da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que reúne o Ribalta Hotel e a casa de eventos Ribalta.
A reforma recuperou completamente o imóvel que atende cerca de 900 famílias há mais de 30 anos, com pintura, rebaixamento de teto, instalações elétricas e hidrossanitárias, revisão do telhado, calhas, piso de porcelanato e texturização da fachada. Com o espaço recuperado, a associação volta a oferecer aulas de jiu-jitsu e capoeira para cerca de 50 crianças e adolescentes, campanhas de saúde com profissionais voluntários e o projeto Jovem Aprendiz. A próxima fase prevê aquisição de equipamentos como tatames, quimonos e filtro de água, além da inclusão de jovens da comunidade no programa de Jovem Aprendiz do Ribalta Hotel, com benefícios equiparados ao quadro efetivo: plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, vale-alimentação e vale-transporte.
O que torna esse projeto relevante é o modelo de gestão que o viabiliza. O Ribalta Hotel opera com gestão própria e integralmente dedicada, sem administradora externa, o que permite decisões rápidas, controle de qualidade direto e flexibilidade para executar iniciativas de impacto social com agilidade que hotéis geridos por redes costumam ter dificuldade de replicar.
Além disso, o complexo aposta em uma gestão contemporânea e alinhada com as melhores práticas ESG, incluindo governança, ambiental e, com esse caso como exemplo, o social. Nesse âmbito, a Ribalta Hospitalidade também mantém parcerias ativas com a Fundação Darcy Vargas e o Instituto Reação, prioriza mão de obra e fornecedores locais.