sábado, 9 de maio de 2026

GERAL

 

Culpa materna pode ter raízes em situações vividas ou nos aprendizados da infância

Medo de engravidar herdado da avó, filha que só recebia atenção adoecendo, culpa que paralisa mães são alguns exemplos de padrões que moldam a maternidade; mas é possível transformá-las

Nenhuma mãe escolhe conscientemente repetir o que não quer que seus filhos também vivam. Mas uma culpa que paralisa, um medo que não tem nome, um padrão que se repete com os filhos quase sempre têm raízes mais antigas do que a própria maternidade. São crenças formadas na infância, herdadas da família, gravadas no subconsciente antes mesmo da mulher se tornar mãe. O ThetaHealing, que utiliza a frequência cerebral Theta para identificar e reprogramar crenças limitantes entre o subconsciente e o consciente, propõe justamente isso: investigar e transformar essas camadas profundas. 

Michelle Capella, mãe solo de um menino de 11 anos, chegou ao ThetaHealing num momento de crise, mas o que encontrou nas sessões foi algo que nem esperava: a percepção de que a culpa que sentia como mãe não era dela, era um padrão herdado.

"Eu percebi que eu repetia alguns padrões da minha mãe, principalmente em relação ao sacrifício na maternidade. Sacrificar a minha vida profissional, a minha vida social, achando que eu tinha que abrir mão de tudo por causa do meu filho. Acreditava que a prioridade era ele, independente de como eu me sentia”, relata , terapeuta integrativa e mãe.

A culpa de trabalhar, de sair, de existir fora da maternidade era tão intensa que Michelle se sentia errada por precisar de qualquer coisa para si mesma. Hoje, ela consegue dizer ao filho algo que antes seria impensável.

"Hoje eu consigo expressar para o meu filho que antes de ser mãe eu sou mulher. E que para eu ser uma mãe boa para ele, eu também tenho que cuidar de mim. Às vezes eu vou fazer escolhas com as quais ele pode não concordar, mas que para mim é o melhor no momento. E consigo fazer isso sem culpa”, enfatiza Michelle.

Crenças geracionais e a maternidade

Deva Nandi, diretora da Casa Portal Healing, acompanha muitas histórias em que a maternidade é o espelho onde crenças geracionais aparecem com mais nitidez. Segundo ela, a maior parte dessas crenças é completamente inconsciente e é exatamente por isso que se perpetuam.

"Essas crenças estão no subconsciente e não escolhemos carregá-las. Nós testemunhamos ou vivemos situações, absorvemos e as levamos”, explica Deva Nandi.

Um exemplo é de mulher que não conseguia levar a gravidez a termo, que chegou à Casa Portal Healing após sucessivos processos de inseminação sem resultado. No trabalho de investigação que o ThetaHealing chama de digging, identificamos uma crença ancestral gravada no subconsciente de nível genético.

"Ela levava em seu subconsciente o medo de ser abandonada pelo marido após ter filhos. Essa crença estava no sistema dela porque foi assim com a avó e com a mãe, que tiveram filhos e, em seguida, os maridos as deixaram. Com ferramentas do thetahealing, trabalhamos isso e ela conseguiu ter filhos”, conta Nandi.

Outra história foi de uma mãe que  percebeu que toda vez que ia visitar a filha adulta, a filha adoecia. 

"Na infância, essa mãe viajava muito a trabalho. E os únicos momentos em que a mãe desmarcava a agenda eram quando ela adoecia e precisava de cuidados. Trabalhamos crença de que ela só teria atenção da mãe se estivesse doente e isso nunca mais aconteceu”, exemplifica ela.

A crença de que o amor exige perfeição

A própria Deva Nandi viveu uma história com o filho, quando ele chegou da escola com um boletim com notas vermelhas e muito arrasado. Em vez de brigar ou colocá-lo de castigo, ela foi almoçar com ele no restaurante que ele adorava. 

“Ele ficou perplexo. E aí eu expliquei que eu identificava nele a crença de que ele tinha que ser perfeito para ser amado, uma crença bastante comum. Expliquei que o desempenho dele pode mudar, mas quem ele é não muda e aplicamos ferramentas de ThetaHealing. No semestre seguinte, o boletim estava absolutamente azul novamente”, relata a terapeuta.

Para Deva Nandi, a maternidade é um dos campos onde o Thetahealing mais transforma as mulheres. "Só consegue mudar aquilo que enxergamos, aceitamos e acolhemos. É preciso honrar tudo que recebemos dos nossos pais e nos abrir para ressignificar. Os nossos filhos merecem que a gente reelabore coisas que não fazem mais sentido nem para a gente, nem para eles”, finaliza Deva Nandi.

CAFÉ COM LABATT

 ÁRABES SE AFASTAM DOS EUA APÓS CONCLUÍREM QUE GASTARAM BILHÕES EM “BRINQUEDOS” CARRÍSSIMOS E INEFICIENTES






Ricardo Labatt





Abbas Araghchi – Ministro das Relações Exteriores iraniano - esteve na China, antes de Trump e, ainda nesta semana, após o encontro entre seus homólogos, ouvimos o líder chinês usar as mesmas palavras, EXATAS, utilizadas após a visita do chanceler iraniano à Rússia: - “Estamos tratando da arquitetura da Segurança Regional”.

Tais declarações, idênticas e exatas, demonstram que China e Rússia estão na mesma sintonia e que estão excluindo os EUA dessas decisões. As mesmas levadas aos sauditas, pro catares, pros Emirates, pros barenitas e pro kuwaitianos.

O QUE SE PODE GARANTIR ...

Uma garantia podemos dar: Esta semana, pelo menos até o dia 14 Trump não agirá contra o Irã. Provavelmente até conterá seus lampejos de irritação e faxineiro, querendo varrer o Irã, ou coisa parecida.

Isso pode ser afirmado devido a declaração da chancelaria chinesas de que, caso haja outro ataque ao Irã, Trump nem precisaria embarcar para a China, pois não haveria vagas na agenda de Xi Jinping para recebê-lo.

Ligado a isso temos a informação de que a Arábia Saudita e o Kuwait além de negarem ao Pentágono a utilização de seus espaços aéreos, proibiram qualquer movimento hostil no que ainda restam das instalações na Base Aérea Príncipe Sultan (PSAB), localizada em Al Kharj, Arábia Saudita.

Isso provavelmente está ocorrendo devido às chances vislumbradas por ambos os países do Golfo que já não enxergam nos EUA a sua salvaguarda, nem reconhecem a sua eficiência antes incontestável, ao mesmo tempo que se aproximam do Irã através de China e Rússia, na esperança de comercializando em moeda chinesa (Reinminbi) e pagando o pedágio em moeda iraniana (Rial, ou Toman), no valor de US$ 2 milhões por “bunker” (navio tanque), diretamente aos persas, consigam passagem para suas exportações, pelo menos aos países não sancionados pela Guarda Revolucionária, pelo Parlamento iraniano (Majlis) antes conhecido como Assembleia Consultiva Islâmica.

Vale destacar que o petróleo para o Kuwait representa mais de 90% de sua receita e, desde o início do conflito, não conseguiu exportar nenhuma gota, acumulando um prejuízo de mais de US$ 7 bilhões.

SOMA DE FRACASSOS

Diante do fracasso já antes premonizado por nós, aqui neste Café, do “bloqueio do bloqueio que nada bloqueia”, pois desde que implantado, devido ao afastamento da costa, pelo receio de serem atingidos pelos mísseis iranianos, apenas tiveram sucesso em apreender 3 navios contra 82 que passaram, mesmo que a grande mídia tenha dado imenso destaque às apreensões e desconsiderado as inações.

Somado a isso, o mais recente fracasso do hilário “Projeto Liberdade”, quando Trump, antes de voltar atrás mais uma vez, bradou que a poderosa frota norte americana escoltaria os navios na passagem do estreito de Ormuz, veio a demonstrar que, diferentemente do que Trump vociferava há meses, a Marinha, a Força Aérea e Espacial, bem como as condições bélicas do Irã não foram destruídas já que está demonstrado que o país persa manda e domina a região do Estreito de Ormuz.

Sobre isso fica fácil de entender porque nenhuma seguradora autorizaria a manobra e, principalmente, nenhum comandante da Marinha Mercante de nenhum dos 800 navios aprisionados no Golfo, sejam eles de qualquer país, ousaria tentar cruzar o pedágio iraniano sem autorização, mesmo que os poderosos navios norte americanos não fossem rechaçados, de imediato, a cada vez que tentam se aproximar.

É como se diante de um tiroteio na Linha Vermelha, onde fuzis gritassem de em lados opostos da pista, algum camburão da PM bravateasse garantindo uma escolta segura para o percurso de quem, a pé, se aventurasse com dois recipientes de combustível, com 20 litros cada, a cruzar o tiroteio para abastecer seu veículo que se encontra na outra extremidade da pista. Você se sentiria seguro para fazê-lo?

DE MÃOS VAZIAS

Diante de tanto fracasso, Trump chegará de cabeça baixa à China e arrastando seus chinelos, sem ter o que apresentar e nem como pressionar os chineses a voltarem a fornecê-los minerais de terras raras, principalmente Gálio, utilizado na confecção de radares de aeronaves como o F-35, quando 300 já saíram de fábrica, sem estes instrumentos e com um contrapeso no nariz da aeronave.

Vale ressaltar, apenas a título de exemplo, que a necessidade desses elementos, que apenas a China processa, fazem, cada F-35, necessitar de 400 kg deles.

Assim, fica claro que a reposição de mísseis e de interceptadores, fartamente gastos na Ucrânia e no Oriente Médio não será nada fácil, mantendo os estoques perto da escasse.

Isso sem contar os problemas nas confecções de aeronaves e embarcações... já que a China restringiu a venda, encurralando os EUA.

EXIGÊNCIAS IRANIANAS PARA A PAZ

O Irã não abre mão da expulsão das bases e forças norte-americanas de TODOS os países vizinhos de forma a garantir que não sejam traídos novamente. Isso além da:

- Liberação imediata, na totalidade, dos ativos retidos unilateralmente, após a revolução de 1979;

- Da cobrança em sua moeda nacional de pedágio sobre a utilização de suas águas territoriais;

- Da comercialização em moeda chinesa, ou iraniana, NUNCA em dólares, de toda e qualquer mercadoria que transitar por suas águas territoriais;

- Da integridade, SEM INTERFERÊNCIA, no seu programa de mísseis e armamentos de defesa;

- Da reparação indenizatória pelos danos causados, em seu território, pela injusta agressão sofrida;

- Da autonomia em seus programas de desenvolvimento de urânio...

Além de outros pontos, TAMBÉM de conhecimento de TODOS, inclusive dos EUA de que não abrem mão para que possam garantir a paz na região.

Por outro lado Trump, sem munição, sem mísseis... interceptadores... e alijados das decisões efetivas por potências que os contrapõem, além de se mostrarem impotentes diante da resistência e resiliência persa, os EUA buscam desesperadamente uma saída honrosa, ou pelo menos uma não tão humilhante...

Uma que ainda permita que espalhem, aos quatro cantos do Ocidente, ou mesmo aos que ainda não entendem o que realmente está acontecendo, as suas narrativas de vitória, mesmo que inexistente.

Assim sendo, caso encontrem um “factoide” onde se apoiar, mais uma vez assistiremos ao “Declare vitória e saia correndo”!

Mas isso não fará com que o petróleo da região seja comercializado em dólares, o que destrói a principal base de confiança do petrodólar e, não irá dissuadir o irã de cobrar pedágio pela passagem que qualquer navio em suas águas territoriais. Afinal, são menos de 20 milhas entre a Península de Musandam, um Exclave de Omã, no Golfo e o Irã, perfazendo um total menos que 24, que seria a soma das 12 milhas náuticas as quais cada país tem direto a considerar como águas territoriais, de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM/UNCLOS), assinada em Montego Bay em 1982 e em vigor desde 1994. 

Assim baseado no CNUDM/UNCLOS “cada país tem direito a considerar até 12 milhas náuticas (22,2 km) a partir da sua linha de base como mar territorial”.

Isso independente das mentiras e narrativas criadas e difundidas sobre quem tem razão.


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SAÚDE

 Sobrecarga nos afazeres domésticos acende alerta para saúde mental de mães

Especialista da UNIASSELVI afirma que promover uma educação
mais igualitária desde a infância é o caminho para transformação dessa cultura
 

No mês das mães, a reflexão acerca da sobrecarga feminina reacende o debate sobre a desigualdade do apoio familiar. No Brasil, a realização de tarefas domésticas, como o cuidado com os filhos e com a casa, é feita em sua maioria pela mulher. Nesse contexto, redes de apoio são fundamentais para amenizar a situação. Mas, segundo especialista, apenas uma mudança profunda na sociedade é capaz de reduzir desigualdades e equiparar as responsabilidades entre gêneros.

Um levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) Contínua de 2022, do IBGE, revela que as mulheres dedicam, em média, 9,6 horas a mais do que os homens aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas. Para Luciane da Luz, coordenadora dos cursos de Sociologia e Antropologia da UNIASSELVI, a mudança dessa realidade exige uma transformação cultural e estrutural.

“É preciso desconstruir a ideia de que o cuidado é uma característica natural das mulheres e promover uma educação mais igualitária desde a infância. Sob a perspectiva da antropologia e dos estudos de gênero, a associação entre o trabalho doméstico, o cuidado e a figura feminina é uma construção social e histórica, não biológica", explica a especialista.

A consolidação da sociedade industrial no século XIX reforçou essa divisão, atribuindo ao homem o papel de provedor (trabalho produtivo) e à mulher o de cuidadora (trabalho reprodutivo). Normas culturais, religiosas e até científicas naturalizaram a ideia de que as mulheres teriam uma ‘vocação’ para o cuidado. “Existe uma idealização da maternidade que coloca a mãe como totalmente disponível, abnegada e responsável exclusiva pelo bem-estar dos filhos. Esse modelo é inalcançável na prática, mas ainda funciona como referência. Essa expectativa dificulta a busca por ajuda, pois muitas mulheres sentem que deveriam dar conta de tudo sozinhas. Pedir apoio pode ser interpretado como falha, quando, na verdade, é uma estratégia saudável e necessária”, afirma.

 


DIREITO & TRIBUTAÇÃO

Celular, novo “cofre digital”: o que muda com a Lei 15.397/20




Claudio Carneiro





Quem vive nas grandes cidades já incorporou um novo reflexo ao sair de casa: esconder o celular. Não é exagero, é instinto de sobrevivência. O aparelho que carregamos no bolso deixou há muito tempo de ser apenas um telefone: ele concentra nossa vida bancária, profissional, afetiva e até nossa identidade digital. É justamente essa centralidade do celular na vida moderna que está por trás da Lei 15.397/2026, publicada no final de abril, que endurece de forma inédita as penas para furto, roubo e crimes digitais relacionados a esses dispositivos.

A nova lei altera o Código Penal para tratar o furto e o roubo de celulares, tablets e computadores portáteis como condutas de alto impacto social, aproximando a resposta penal da gravidade prática desses delitos. Agora, quando o alvo é um aparelho eletrônico, a pena sobe, equiparando, na prática, o furto de celular a crimes tradicionalmente considerados mais graves.

No caso do roubo – quando há violência ou grave ameaça – também houve majoração, com possibilidade de aumento de até metade quando o objeto subtraído for celular ou outro dispositivo eletrônico. Ou seja: o legislador sinaliza que, ao abordar alguém na rua para levar o telefone, o agressor não está mais cometendo um “simples” roubo, mas um ataque a um bem que abre portas para golpes em série, esvaziamento de contas e exposição da intimidade da vítima.

A lei vai além da cena clássica do assalto na esquina, pois mira todo o ecossistema criminoso que se formou em torno do aparelho: quem compra, quem revende e quem lucra com o dado roubado. A receptação – aquela “compra de celular barato demais para ser verdade” – teve a pena elevada, afastando a ideia de que adquirir produto roubado é um delito de menor importância. Ao endurecer a punição para o receptador, o objetivo é estrangular o mercado paralelo que alimenta o furto e o roubo: sem quem compre, o incentivo para subtrair cai.

Outro ponto sensível da Lei 15.397/2026 é o combate às fraudes digitais. Com o avanço do PIX, dos bancos por aplicativo e das compras online, o Brasil viu explodir os crimes praticados por meios eletrônicos, muitas vezes a partir de um único celular subtraído. Golpes bancários, fraudes em aplicativos e invasão de contas passam a ter penas majoradas, reconhecendo que o dano econômico e emocional dessas condutas se equipara – ou supera – o de muitos crimes tradicionalmente violentos.

A figura do famoso “laranja” também ganhou contornos mais nítidos. A nova legislação tipifica de forma específica quem cede conta bancária para movimentar valores provenientes de crimes, com pena de até 5 anos. Não se trata mais daquele parente que “emprestou a conta sem saber”, mas de um elo essencial na cadeia criminosa, que facilita o escoamento do dinheiro roubado e a lavagem dos valores obtidos com golpes digitais. Ao responsabilizar quem empresta a conta, o Estado tenta fechar as torneiras pelas quais o sistema financeiro é usado como extensão do crime.

A lei ainda enfrenta o problema do furto de cabos, fios e equipamentos de energia e telecomunicações. As penas nesses casos também sobem, justamente porque a subtração de cabos não atinge apenas o patrimônio da empresa, mas compromete bairros inteiros sem luz, telefone ou internet. Quando se corta o cabo de um poste, não se está roubando “um pedaço de metal”, mas interrompendo serviços dos quais dependem hospitais, escolas, comércios e a rotina de milhões de pessoas.

Resta a pergunta que sempre surge quando o assunto é endurecimento penal: aumentar pena resolve? A experiência internacional mostra que não existe solução mágica imediata. Medidas assim são válidas, mas precisam vir acompanhadas de investimento em investigação, tecnologia, inteligência policial e prevenção social. De todo modo, a Lei 15.397/2026 representa um recado claro: o Estado brasileiro passou a enxergar o celular não mais como um bem de “baixo valor”, mas como verdadeiro cofre digital, cuja subtração pode provocar uma cascata de prejuízos financeiros e emocionais às vítimas. Para o cidadão comum, a mensagem é dupla. De um lado, há a promessa de punição mais severa para quem rouba, recepta ou utiliza contas e dados para golpes. De outro, permanece o dever de cuidado: desconfiar de “ofertas imperdíveis” de celulares, não emprestar contas bancárias e adotar hábitos de segurança digital no dia a dia. Afinal, em tempos de vida conectada, proteger o próprio aparelho é, em grande medida, proteger a própria história.


Por Claudio Carneiro

(Advogado e PhD em Direito)

@claudiocarneirooficial


sexta-feira, 8 de maio de 2026

EDITORIAL

            PREFEITO DO RIO DE JANEIRO

                          ANISTIA JÁ





Afonso Campuzano



Enquanto o IPTU do MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, massacra os devedores de uma dívida acumulada em R$ 10,8 BILHÕES, esses devedores quase sempre pais de famílias que tem seus filhos envergonhados de frequentar as aulas, porque seus pais não tem muitas vezes como pagar a mensalidade da escola, vem a PREFEITURA com a balela do Portal Carioca Digital, para facilitar o débito num parcelamento de 84 VEZES. 

Será que o PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, tem o conhecimento do que representa 84 parcelas para uma família endividada?

A Barra da Tijuca acumula R$ 1,9 BILHÃO, Centro R$ 1,5 BILHÃO, Botafogo R$ 665 MILHÕES. Além do Complexo do ALEMÃO, VIDIGAL e MARÉ com R$ 59,1 MILHÕES, respectivamente. 

César Maia, quando PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, 1993,6,7,8 teve a iniciativa de dar ANISTIA E REMISSÃO de IPTU. Estabeleceu também ANISTIA TRIBUTÁRIA para multas moratórias sobre débitos de IPTU, TAXA DE LIXO, condicionando o pagamento da dívida principal.