segunda-feira, 19 de outubro de 2026

DE OLHO NA BARRA

Força Municipal apreende dois adolescentes por furto de celular na Barra da Tijuca

Camila Portes

Agentes da Força Municipal apreenderam os dois adolescentes neste domingo, dia 18, nas imediações da Ponte Estaida, na Barra da Tijuca.

O aparelho recuperado foi devolvido à vítima, e os envolvidos foram encaminhados à 16* DP, e posteriormente encaminhados para a DPCA.

CAFÉ COM LABATT





Ricardo Labatt

Através de Adolfo Sachsida, que é o coordenador da área econômica da

campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) e cotado para assumir o Ministério

da Fazenda em um eventual governo Flávio, o Flávio diz que vai cortar de 1,5 a 2

% do PIB em despesas. Isso fica na casa dos 200 e 300 bilhões de reais.

Não há como cortar estas despesas se não abolir o reajuste real das

aposentadorias, inclusive as congelando por 4 anos, como inclusive Bolsonaro fez.

Não há como cortar estas despesas sem se desvincular o salário mínimo do

Benefício de Prestação Continuada, o BPC Loas...

Não há como cortar estas despesas se não cortarem as próprias verbas carimbadas

da Saúde, ou da Educação.

Só esses itens abrandem esses valores citados. Isso é ponto pacífico.

Assim, essa dita economia, ou sai desses benefícios, ou das Despesas Tributárias

que incidem sobre o empresariado. E isso, não acredito que esteja em pauta.

Aliado a isso, ainda existe o problema dos Juros da Dívida. De uma dívida que,

inclusive NUNCA foi auditada. E o que farão com essa absurda TAXA SELIC que

onera o Estado e sacrifica investimentos, combatendo a inflação pela demanda e

não pela produção.

Além é claro dos projetos de privatização (lógico que a preço de banana), de uma

parte da Petrobrás, do Banco do Brasil e da caixa Econômica Federal, fora o risco

real e iminente de que entreguem aos estrangeiros a Margem Equatorial, a

exemplo do que fizeram com o Pré Sal.

Assim, desafio qualquer economista a me provar que a conta das mentiras são

plausíveis...

Mas piora, Sachsida diz que irá diminuir as despesas e também os impostos. Quer

dizer, vai reduzir a receita também.

Eu só queria que algum economista me explicasse como se diminui despesas de um

orçamento apertado, de onde não se tem de onde tirar, mas se vende a fantasia de

que se consegue economizar, tendo ainda cortes nos rendimentos. Afinal, ele crava

que haverá diminuição da carga tributária.

Veja o depoimento advindo direto de Nárnia...

https://www.instagram.com/reel/DeRs2cihOC/?utm_source=ig_web_copy_link&md

xt=NTc4MTIwNjQ2YQ==

Quando se ouve a Coordenadora da Área de Economia, vendida como genial,

Daniella Marques, o pânico ainda é maior. Afinal, enquanto um posa com a camisa

da Argentina, a colega surge com um modelito astronáutico de Nárnia.

E, de certo que alguns emocionadas torcedores dirão: Mas quem é bom então, o

Haddad? O Guido Mantega?

Não é este o caso. O caso é que essa historinha de Nárnia não dá pra ser engolida.

Ou estão mentindo para um, ou para outro e, na minha experiência de observação,

nunca mentem para o mercado. Afinal, quem manda é a Faria Lima.

Em resumo, o brasileiro vai ser sacrificado e culparão os reajustes necessários, por

períodos determinados, que se alongarão por todo o mandato, por conta de um

hiato “desastroso” entre os governos Bolsonaro.

E ainda há quem repita que está tão ruim que não possa piorar. Mas tenha certeza

que pode, claro que pode piorar e muito.

Além do que se especula que pretendem mexer na Constituição e, quando há um

movimento neste sentido, por um grupo desta linha neoliberal, NUNCA é para

adicionar direitos e sim para restringi-los. Inclusive com uma bem provável

ampliação da idade para a aposentadoria.

Não é um cenário nem um pouco animador. Eu diria até que é evidentemente

preocupante. E eles continuam dando voltas e declarando que não põem discutir,

agora, os “detalhes dos detalhes”. O que implicaria em explicar detalhes muito

impopulares.

Diante de tudo isso, segue a célebre frase, que denota essa divisão imposta ao

povo brasileiro e cria sérias rupturas entre amigos e até familiares:

“Democracia é quando EU mando em você.

Ditadura é quando VOCÊ manda em mim.”

CULTURA

“Embarcação Perdue” estreia no Rio em novembro com história sobre perdas, encontros e aquilo que ainda pode ser recuperado


Com trajetória no audiovisual, Lucas Pimenta estreia como autor e diretor de teatro em montagem sobre perdas e reencontros, de 5 a 27 de novembro, no Teatro Glaucio Gil; projeto também marca a estreia da Touché Entretenimento no teatro de prosa

Crédito Imagem: Divulgação

Para fotos, acesse aqui.


E se você pudesse encontrar, de alguma maneira, aquilo que perdeu? É a partir dessa provocação que nasce “Embarcação Perdue”, espetáculo que marca a estreia de Lucas Pimenta como autor e diretor de teatro e amplia para os palcos uma trajetória que vem desenvolvendo também no audiovisual. A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e BNY apresentam a montagem, que estreia em 5 de novembro, no Teatro Glaucio Gil, no Rio de Janeiro, onde permanece em cartaz até 27 de novembro. Com produção da Touché Entretenimento, que também faz com o projeto sua estreia no teatro de prosa, e patrocínio de BNY e Robert Half, a peça transforma perdas, ausências e reencontros em uma jornada que combina humor, absurdo e poesia.


Na trama, a chegada de uma misteriosa embarcação movimenta uma cidade ao anunciar uma possibilidade difícil de ignorar: tudo aquilo que foi perdido pode ser encontrado. A notícia desperta imediatamente o interesse de pessoas dispostas a seguir viagem, mas chegar a bordo não é tão simples. Antes da partida, uma série de entrevistas determina quem poderá embarcar e, ao revelar o que cada candidato deseja recuperar, expõe também histórias, desejos e ausências mantidos até então em silêncio. 


Sob o comando de um Capitão enigmático, forma-se uma tripulação de desconhecidos reunidos pela esperança de recuperar algo que a vida levou. Há quem procure a juventude, quem tente reencontrar a própria identidade, quem busque uma família e até quem queira recuperar a capacidade de sentir. O destino é o chamado “Lugar Nenhum”, e o percurso coloca progressivamente em dúvida se a viagem poderá, de fato, devolver o que ficou para trás ou se encontrará outras respostas pelo caminho. 


É nesse universo que Márcio Vito, Marina Elias, Andrea Dantas, Leandro da Matta, Vitor Thiré, Giulie Oliveira, Hugo Lobo e Leon Marques dão vida aos personagens de “Embarcação Perdue”. Ao colocar experiências individuais de perda dentro de um mesmo espaço, a dramaturgia aproxima o insólito de questões profundamente reconhecíveis e constrói uma narrativa em que a comicidade não elimina a dor, mas oferece outra perspectiva para observá-la. 


Dialogando com elementos do teatro do absurdo e com a tradição shakespeariana, o texto percorre temas como luto, identidade, memória, pertencimento e reconstrução sem abandonar o caráter lúdico da história. Humor, estranhamento e poesia convivem em uma jornada que parte da vontade de recuperar o passado para investigar o que acontece quando personagens tão diferentes são obrigados a dividir suas faltas, expectativas e frustrações. 


A montagem representa uma mudança de linguagem na trajetória de Lucas Pimenta. Com carreira desenvolvida no audiovisual, ele assina em “Embarcação Perdue” sua primeira dramaturgia teatral e também sua estreia na direção para os palcos. Entre seus trabalhos está o curta-metragem “Tapete Persa”, escrito e dirigido por ele e selecionado para integrar a 24ª edição do San Diego International Film Festival. Lucas também é responsável pela produção do curta por meio da Smiley Pepper Films, sua produtora.


Na peça, aquilo que começa como uma busca individual se transforma pouco a pouco em uma experiência coletiva. Cada passageiro entra na embarcação movido por uma ausência particular, mas a convivência faz com que a tentativa de recuperar o passado divida espaço com outras perguntas: o que permanece depois de uma perda, quanto do que se procura ainda existe e de que maneira um reencontro pode também significar transformação?


A dramaturgia não pretende oferecer respostas únicas para essas questões. Ao reunir personagens atravessados por perdas de naturezas distintas, “Embarcação Perdue” cria um território de identificação sem determinar uma única maneira de viver o luto, a ausência ou a reconstrução. A própria viagem se torna, assim, menos uma promessa de retorno ao que existia e mais uma investigação sobre aquilo que pode ser encontrado durante o percurso.


A construção desse universo se completa com o trabalho de uma equipe criativa que contribui para dar vida à atmosfera singular da embarcação. Com direção geral e produção executiva de Renata Borges, o espetáculo tem texto e direção artística de Lucas Pimenta, cenografia de Nello Marrese, figurinos de Leandro Mariz, desenho de luz de Felicio Mafra, desenho de som de Gabriel D'Angelo e direção de movimento de Danilo Santana. Juntos, esses profissionais dão forma a um espaço cênico que transita entre o reconhecível e o fantástico, acompanhando o deslocamento dos personagens entre realidade, memória e absurdo. A equipe conta ainda com Alyzandra Pessanha na direção de produção, Alex Felippe na gerência de produção e GPress Comunicação na assessoria de imprensa.


“Embarcação Perdue” inaugura ainda uma nova frente na trajetória da Touché Entretenimento. Fundada por Renata Borges e conhecida por grandes e premiadas produções do teatro musical brasileiro, a produtora chega pela primeira vez ao teatro de prosa depois de títulos como “Beetlejuice”, “Uma Babá Quase Perfeita”, “Meu Filho é um Musical”, “Peter Pan - O Musical da Broadway ”, “Cinderella - O Musical da Broadway ”, “Querido Evan Hansen”, “Alguma Coisa Podre”, “Bob Esponja – O Musical”, entre outras montagens. Com o novo projeto, a Touché amplia sua atuação para outra linguagem teatral, mantendo a aposta em produções de forte construção artística. 


Se cada personagem embarca na esperança de reencontrar algo que perdeu, é na convivência e no cruzamento dessas histórias que a jornada ganha novos significados. Sem estabelecer o que merece ser recuperado ou o que precisa ficar para trás, “Embarcação Perdue” convida o público a olhar para as próprias experiências a partir de uma narrativa que encontra na fantasia uma maneira de abordar questões profundamente humanas. Entre o humor, a emoção e o inesperado, a montagem deixa uma pergunta que ultrapassa os limites da ficção: se cada pessoa tivesse a oportunidade de embarcar em busca de algo que perdeu, o que escolheria trazer de volta?


Embarcação Perdue

Temporada: 5 a 27 de novembro de 2026

Local: Teatro Glaucio Gil

Cidade: Rio de Janeiro (RJ)

Dias e horários: Quarta a Sexta às 20h

Ingressos: R$ 50 (inteira) R$25 (meia)

Link de vendas: https://funarj.eleventickets.com/#!/categoria/beabb69402299f72e26268ef1ca24bde7f6e1821

Endereço: Praça Cardeal Arcoverde, s/n, em Copacabana, Rio de Janeiro - RJ (CEP 22040-030)

Duração: 90 minutos 

Classificação indicativa: 14 anos

SAÚDE

Canetas emagrecedoras: quando avaliar flacidez e perda de volume no rosto?

Mudanças no contorno facial podem acompanhar o emagrecimento, mas as fontes não estabelecem um prazo padrão para intervenções estéticas.

A perda de volume e a flacidez no rosto podem chamar a atenção de quem emagrece durante o uso de canetas emagrecedoras. Essas mudanças levantam dúvidas sobre suas causas, o momento de procurar avaliação e a necessidade de procedimentos estéticos. A American Academy of Dermatology (AAD) relata alterações faciais percebidas por algumas pessoas em uso de medicamentos GLP-1 e associa parte delas ao emagrecimento rápido. Isso, porém, não demonstra que o medicamento, isoladamente, seja a causa nem estabelece um momento universal para tratar o rosto.

O apelido “rosto de Ozempic”, usado para descrever essas mudanças, não corresponde, por si, a um diagnóstico. O termo pode reunir queixas diferentes, como menos volume facial, flacidez, rugas e alterações de textura — manifestações mencionadas pela AAD, mas que não ocorrem necessariamente juntas nem em todas as pessoas. Identificar qual mudança preocupa a pessoa é mais útil do que tomar o rótulo como explicação para sua origem.

A distinção central é entre associação e causalidade. Notar uma alteração enquanto se usa um medicamento não prova que ele tenha provocado diretamente aquela mudança. A AAD relaciona parte das alterações faciais ao emagrecimento rápido. Assim, a perda de peso é um componente importante da análise, sem que as informações disponíveis permitam atribuir toda mudança exclusivamente a ela ou ao medicamento. A aparência, isoladamente, não resolve essa questão.

Uma revisão sobre semaglutida e estética, publicada no Journal of Cosmetic Dermatology, descreve perda de volume facial e flacidez entre os desafios observados após emagrecimento rápido associado a agonistas de GLP-1. Seu alcance precisa ser considerado: o artigo reúne literatura e observações clínicas, mas não é um ensaio que estabeleça causalidade nem compare a eficácia de tratamentos. Descrever uma queixa recorrente na discussão científica é diferente de demonstrar que haverá o mesmo efeito em cada pessoa.

A pergunta sobre quando cuidar do rosto também não tem resposta em forma de calendário. A própria revisão aponta lacunas nos dados empíricos e na definição do momento ideal de intervenções estéticas. As fontes consultadas, portanto, não sustentam indicar um número de semanas ou uma fase obrigatória do emagrecimento para começar um procedimento. Isso não impede que uma alteração percebida seja avaliada; significa que a observação da queixa e uma eventual decisão de tratar são etapas distintas.

Uma avaliação com dermatologista e o acompanhamento da equipe responsável pela prescrição podem esclarecer dúvidas diferentes. A AAD orienta procurar avaliação dermatológica diante de alterações na pele associadas ao uso desses medicamentos e conversar com a equipe médica. Na avaliação da pele, importa caracterizar o que mudou e discutir os limites das explicações possíveis. Já dúvidas sobre o uso do medicamento devem ser levadas à equipe que o prescreveu, sem suspensão ou alteração motivada apenas por uma preocupação estética.

Procedimentos estéticos aparecem nas fontes como possibilidades de cuidado, não como soluções indicadas a todas as pessoas. A página da AAD descreve opções oferecidas por dermatologistas, enquanto a revisão discute modalidades de intervenção sem fornecer uma comparação capaz de apontar uma escolha superior. Por isso, citar a existência dessas opções não equivale a recomendar preenchimentos, bioestimuladores, lasers ou cirurgia para quem percebe mudanças no rosto. A dúvida que permanece é quais abordagens, se necessárias, oferecem benefícios em situações específicas e em que momento. Até lá, a informação mais segura para o leitor é a distinção entre perceber uma mudança, investigar seu contexto e decidir individualmente se cabe alguma intervenção.

Perguntas e respostas

O medicamento causa, por si só, perda de volume e flacidez facial?

As fontes não permitem essa conclusão. A American Academy of Dermatology relata mudanças percebidas por algumas pessoas em uso de medicamentos GLP-1 e relaciona parte delas ao emagrecimento rápido. Uma revisão também descreve perda de volume e flacidez após emagrecimento associado a esses medicamentos, mas não é um estudo capaz de separar o efeito do remédio do efeito da perda de peso. A ocorrência durante o tratamento, portanto, não comprova causalidade direta.

Perda de volume, flacidez e rugas são a mesma queixa?

Não. Perda de volume diz respeito à percepção de menos volume no rosto; flacidez descreve uma mudança na firmeza aparente, enquanto rugas são outra alteração visível. A American Academy of Dermatology menciona essas manifestações e também alterações de textura entre as mudanças que algumas pessoas podem notar. Distinguir a queixa ajuda a formular a dúvida a ser avaliada, sem presumir que todas tenham a mesma origem ou que apareçam juntas.

Existe uma fase certa do emagrecimento para tratar o rosto?

As fontes consultadas não estabelecem um prazo padrão durante ou após o emagrecimento. A revisão sobre semaglutida e estética aponta lacunas nos dados empíricos e na definição do momento ideal de intervenções. Por isso, observar uma mudança não equivale a identificar a hora certa para um procedimento. A avaliação individual pode examinar a queixa e discutir possibilidades, sem transformar um calendário único em orientação para todas as pessoas.

Que tipo de avaliação faz sentido quando aparecem mudanças na pele?

A American Academy of Dermatology orienta conversar com a equipe médica e procurar avaliação dermatológica diante de alterações na pele associadas ao uso desses medicamentos. A conversa pode distinguir o que foi observado da hipótese sobre sua causa e esclarecer a queixa estética. Questões sobre a continuidade ou o ajuste do medicamento pertencem à equipe responsável pela prescrição; uma preocupação com o rosto, por si só, não fundamenta mudar o tratamento sem essa conversa.

Procedimentos estéticos são uma solução comprovada para todas as pessoas?

Não. A American Academy of Dermatology descreve procedimentos como possibilidades oferecidas por dermatologistas, não como indicação geral. A revisão sobre semaglutida e estética discute modalidades de intervenção, mas reúne literatura e observações clínicas; não é um ensaio que compare tratamentos e estabeleça qual funciona melhor para cada queixa. A menção a uma opção não prova sua eficácia comparativa nem define que ela seja necessária em determinado momento.