terça-feira, 14 de abril de 2026

CIDADE

         ANISTIA GERAL NO IPTU DO RIO DE JANEIRO

                                  Alto índice de Inadiplência

A redação do Jornal Cidade da Barra, continua receber inúmeros e-mails de leitores reclamando do IPTU.

Estudos apontaram, que a inadiplência no IPTU do Rio de Janeiro chegou a níveis alarmantes superiores a 70% dos imóveis.
A Dívida Ativa já ultrapassa a casa dos 10,8 BILHÕES.

        ENDIVIDADOS COM O IPTU NO RIO DE JANEIRO

O Rio é o estado com o maior número de endividados no Brasil, 7,3 milhões de pessoas na Prefeitura do Rio, sendo que a Barra da Tijuca, concentra a maior parte destes na (Dívida Ativa ) do Município - R$ 2,16 Bilhões.
A dívida do Iptu prescreve com 5 anos.

01 - Cesar Gerpi Moreira  - OAB-RJ 55.282
02 - Oneide Coutinho
03 - Cláudio de Almeida Tavares
04 - Claudia Rebeca Soares
05 -Antônio Pereira Soares
06 - Waldir do Santos
07 - Suely Amadeu 
08 - Welber Antônio Guimarães
09 - Jaime Aleida
10 - Ricardo Coutinho
11 - Wanda de Aleida Costa
12 - Sandra da Costa
13 - Lilian Martinez



SAÚDE

 Jornada digital do paciente avança como aliada da humanização em saúde

A tendência da digitalização em tornar a experiência do paciente mais segura e acolhedora

Um dos maiores desafios da jornada do paciente é garantir a continuidade e a integração do cuidado, evitando a fragmentação entre profissionais, serviços e etapas do atendimento. Para que o paciente não se perca no sistema, receba informações consistentes e tenha acompanhamento adequado, a adoção de estratégias de saúde digital aliada à humanização dos ambientes vem ganhando espaço para tornar essa jornada mais assertiva, segura e confortável. 

Estudos recentes indicam que a melhoria da jornada do paciente depende da combinação entre processos assistenciais bem coordenados, comunicação clara e empática e uso de tecnologias digitais como apoio ao cuidado [1]. O olhar sobre a qualidade em saúde deixou de se restringir exclusivamente ao desfecho clínico e passou a incorporar também a experiência do paciente, a segurança, a coordenação do cuidado e sua participação ativa nas decisões. 

Nesse cenário, a inteligência artificial tende a ganhar espaço como aliada de profissionais e instituições, ao apoiar fluxos, documentação, comunicação e personalização do atendimento, sempre com transparência, consentimento e supervisão humana. Ainda assim, mesmo diante dos avanços da IA, o olhar médico segue essencial para reduzir a desinformação, garantindo que o paciente compreenda, confie e se sinta seguro por meio de linguagem simples, acolhimento e escuta. “Quando o paciente se sente ouvido e respeitado, ele tende a buscar menos informações externas confusas e aderir melhor ao que foi orientado”, afirma Dr. Harley De Nicola, médico radiologista e superintendente da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI)

Apesar dos avanços tecnológicos, um dos maiores dilemas na área hospitalar continua sendo o tempo. A IA trouxe mais agilidade para processos burocráticos, mas, especialmente nos hospitais públicos, o tempo ainda é um grande desafio. Por isso, cabe ao profissional gerir esse recurso com atitudes de alto impacto, como comunicação objetiva e empática, fluxos organizados, trabalho em equipe e padronização de processos. 

Entre os pilares da humanização hospitalar está a preservação da experiência, da segurança e da adesão ao tratamento, com prioridade para uma conduta correta em todas as etapas do cuidado. Isso significa garantir que o paciente compreenda seu diagnóstico e seu plano terapêutico, com expectativas alinhadas, condutas individualizadas e coordenação contínua do atendimento. O objetivo é oferecer acolhimento, segurança e orientação ao longo de toda a jornada. 

Nesse contexto, integrar conhecimento técnico com sensibilidade e empatia é indispensável para conduzir decisões seguras e individualizadas. O médico não apenas diagnostica e trata, mas também ajuda a direcionar a jornada do paciente ao se comunicar com clareza, alinhar expectativas e garantir continuidade ao cuidado. Dessa forma, torna-se um dos principais responsáveis por dar sentido, direção e segurança à experiência do paciente dentro do sistema de saúde. Também cabe ao médico atuar como um filtro qualificado, acolhendo o que o paciente traz, sem julgamento, e transformando informações superficiais ou falsas em conhecimento seguro e confiável.  

Outro ponto essencial é simplificar o acesso, adaptar a comunicação e reduzir barreiras práticas. Isso inclui o uso de linguagem clara, materiais visuais e reforço das orientações, além da consideração de limitações cognitivas, sensoriais e do letramento em saúde. Também é fundamental facilitar o fluxo do atendimento, com menos etapas, e considerar fatores sociais, como transporte, custo e apoio familiar. 

Combinar qualidade técnica com cuidado humanizado é, portanto, decisivo para a percepção do paciente e para a confiança no serviço. Isso envolve acolher bem desde a chegada, manter comunicação clara e empática e garantir que cada etapa do cuidado seja compreendida. Reduzir esperas desnecessárias e assegurar respeito e atenção às necessidades individuais fazem diferença concreta na experiência do paciente. 

Ao longo dos anos, a humanização e a jornada do paciente evoluíram de um modelo centrado apenas na doença para um cuidado centrado na pessoa e em sua experiência. “O paciente deixou de ocupar um papel passivo e passou a participar mais ativamente das decisões, enquanto o médico assumiu uma função mais comunicadora e integradora do cuidado. Nesse processo, a tecnologia passou a apoiar o atendimento, sem substituir o valor essencial da relação humana”, completa Dr. Harley De Nicola. 

Referencias: 

  1. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS).Integrated people-centred care. Genebra: World Health Organization, [2025?]. Disponível no portal da OMS.  
  2. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Frameworkon integrated, people-centred health services: report by the Secretariat. Genebra: WHO, 2016. Disponível no portal da OMS. 
  3. WORLD HEALTH ORGANIZATION.Patient-reported experiences in primary care: metrics and assessment tool, rapid version. Genebra: WHO, 2025. Disponível no repositório IRIS/WHO.  

TECNOLOGIA

Mercado solar brasileiro avança com tecnologia que reduz dependência das concessionárias

Com capacidade instalada de 17.7MWp, Solarprime é uma das empresas que aposta em tecnologias de armazenamento e gestão energética

O Brasil segue entre os mercados mais promissores para energia solar e armazenamento em 2026. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar, é um dos países mais ensolarados, com a oportunidade de se tornar uma nação líder no setor. De acordo com a ANEEL, as fontes renováveis já representam 84,63% da matriz elétrica nacional, um dos maiores percentuais do mundo, (considerando as fontes eólica, solar e hídrica), e crescem os investimentos em tecnologias capazes de ampliar a eficiência energética, como sistemas de armazenamento e soluções inteligentes de gestão de energia. Diante desse cenário, empresas como a Solarprime, uma das maiores redes de franquias de energia solar do país, têm avançado no desenvolvimento de soluções voltadas ao armazenamento. Em parceria com fabricantes chineses, a empresa vem implementando sistemas baseados em baterias que reduzem a dependência das concessionárias de energia. Com capacidade instalada de 17.7MWp  e atuação consolidada em diferentes regiões do país, a rede posiciona o armazenamento energético como um dos pilares estratégicos da sua oferta para os próximos anos.

Entre as tecnologias adotadas está o Battery Energy Storage System (BESS), voltado principalmente para clientes comerciais e industriais de alto consumo (C&I). Segundo Raphael Brito, Diretor Executivo da empresa, a tecnologia surge como uma alternativa estratégica para reduzir custos com energia, especialmente em regiões onde a variação tarifária pode ser significativa. "Esse sistema permite armazenar energia em horários de tarifa mais barata, fora do horário de pico, para utilização nos momentos em que o custo da eletricidade é mais elevado, podendo chegar a ser mais de seis vezes maior em alguns estados", explica.

Nos últimos anos, essa opção energética deixou de ser apenas uma alternativa sustentável para se tornar uma estratégia de eficiência operacional e redução de custos. Se antes o foco estava principalmente na instalação de painéis fotovoltaicos para geração própria, o mercado agora evolui para soluções mais completas. São sistemas de monitoramento inteligente que fazem a integração entre diferentes fontes de energia, com tecnologias de armazenamento que permitem a utilização da eletricidade de forma estratégica, equilibrando consumo e tarifas.

O executivo afirma que esse mercado ainda se encontra em fase inicial no Brasil, mas que é apontado como o próximo grande ciclo de crescimento do setor. "Tivemos no mercado o primeiro momento marcado pela popularização da energia distribuída. Agora entramos em uma etapa impulsionada por tecnologias mais eficientes. Esse movimento amplia o uso da energia solar e de armazenamento não apenas como alternativa sustentável, mas como ferramenta estratégica de eficiência e competitividade para empresas que adotam essa alternativa", afirma Brito.

GERAL

 Alta do petróleo impulsiona novos mercados e empresas ganham espaço em meio à crise

Quem ganha com a alta do petróleo? A alta do preço do petróleo, impulsionada por tensões geopolíticas, já começa a provocar efeitos diretos em cadeias produtivas altamente dependentes de derivados plásticos, como o setor logístico — que depende das embalagens. Para se antecipar ao possível desabastecimento, cresce o interesse por soluções alternativas mais eficientes. Segundo Leandro da Silva, presidente e fundador da AgilFix, pioneira na fabricação de cintas reutilizáveis de amarração de carga, o filme stretch - amplamente utilizado para envolver cargas - o mercado já registra aumento nos custos, com risco de desabastecimento semelhante ao observado na pandemia. 

Disponibilizo Leandro da Silva, presidente e fundador da AgilFix, para comentar sobre como a alta do petróleo muda o jogo na cadeia logística e impulsiona soluções reutilizáveis, à medida que o custo do descartável torna-se cada vez menos competitivo. A empresa já está sentindo o aumento de demanda e pode comentar tanto o impacto no mercado quanto as projeções, caso te interesse explorar esse ângulo de “quem ganha com a alta do petróleo”.

Frente à tensão internacional referente ao combustível, a empresa acredita que o cenário pode impactar positivamente o mercado de soluções reutilizáveis, que substituem o filme stretch com economia e sustentabilidade. O executivo afirma que o cenário tem reativado negociações que estavam paradas há meses e deve impulsionar o crescimento da marca. Durante a Covid-19, a AgilFix chegou a dobrar o faturamento, movimento que pode se repetir caso o preço do petróleo continue pressionado. 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

CAFÉ COM LABATT

UM DESASTRE VENDIDO COMO FORÇA E VITÓRIA

Ricardo Labatt

Irã com o PIB 5 vezes menor que o do Brasil, por conta das sanções, pouco mais de US$ 400 bilhões, impôs a maior derrota estratégia, bélica e financeira aos EUA.

Com a ação iraniana, só em petróleo, diariamente, os EUA deixam de comercializar US$ 2 trilhões em dólares, que passam a ser transacionados em Reinminbi.

Isso mensalmente representa US$ 60 trilhões quantia superior a imensa dívida norte-americana – US$ 40 trilhões – e mais de 3 vezes o PIB real dos EUA. Fora que, só em pedágio, mensalmente, o Irã recolheria, com esse pedágio, em condições normais, US$ 18 trilhões. Basicamente US$ 300 milhões/dia, a serem divididos com Omã. Embora hoje esteja recebendo cerca de 10% disso.

Na área militar, a destruição de todos os complexos de radares do Oriente Médio – cegando até a vigilância do sul da Rússia... a evacuação forçada da 5ª Frota no Bahrein... a grande perda coletiva de dezenas de aeronaves... o afastamento forçado de toda a marinha dos EUA, obrigando-a estar a, no mínimo mil quilômetros da costa iraniana, o que a torna praticamente inoperante... a impotência diante do cerceamento de passagem no Estreito de Ormuz... o esgotamento dos mísseis de cruzeiro BGM-109 Tomahawk, das munições de baterias antiaéreas do Patriot PAC-3 e do THAAD, de muito difícil reposição só colabora com a construção do verdadeiro desastre que tem sido essa aventura na Pérsia. Tanto que, diante de tantos fracassos, recentemente, numa atitude que desestabiliza a cadeia de comando do Pentágono, Pete Hegseth e Trump demitiram o Chefe do Estado-Maior do Exército, general Randy George e mais 11 generais do alto escalão. Coisa que nunca aconteceu nem na Guerra do Vietnã, nem da Coréia.

No campo interno, as campanhas “NO KING”, da oposição, vem ganhando adeptos até entre aliados de Trump, que enfrenta distensões até com antigos aliados, o que indica que a partir de novembro, caso chegue até lá, enfrentará crises jurídicas e políticas a cada semana, de forma a confirmar a tendência de se tornar um cadáver político que assombra a Casa Branca.

Israel, um anão geopolítico, com extensão territorial semelhante a de Sergipe, continua totalmente financiado pelos EUA, como se seu principal Estado fosse. Porém, diante de guerras constantes e, principalmente por conta desses revezes recentes, tem amargado muitas perdas, inclusive no campo da simpatia.

Cerca de 120 a 150 mil, emigrantes qualificados, mudou-se para o Chipre e Rússia, nos últimos dois anos.

Israel também tem sofrido com o fechamento significativo de pequenas e médias empresas e, os “startups” tecnológicos, que dependem de investimentos estrangeiros, estão fechando...

As falhas nos sistemas de defesa, tanto norte-americano como do Domo de Ferro, freqüentemente superados pela estratégia de saturação, utilizado pelo Irã e pelo Hezbolah, aliada a falta de munição, pelo uso excessivo, fez com que o Parlamento – Knesset que em hebraico significa “A Assembleia” - implementasse leis que punem, com 5 a 20 anos, quem divulgar imagens dos ataques sofridos, ou dos danos em território israelense. Mas não vejam como censura... deve ser zelo.

Este pequeno quadro mostra, com clareza, quem vem ganhando e quem está sendo mais impactado com esse desastre.

Apesar do fato real de que tanto o Irã como o norte do Líbano vem sofrendo bastante com bombardeios massivos, as narrativas e imagens editadas e selecionadas da mídia tradicional, procuram nos mostrar que a coalizão Epstein continua forte e sem perdas significativas. Também foi assim, por 4 anos, com relação à Ucrânia... Eram chips de geladeira... Rússia sem munição... lutando com pás... Putin com câncer... superioridade aérea total... dezenas de 72hs para que as armas “game changer” dos EUA, ou de outros da OTAN liquidassem os russo... etc.

Então, não se preocupem... à mídia cria narrativas pra te esconder toda a verdade e impor a chamada formação de opinião. Uma opinião que corresponde a que eles gostariam que você tivesse, mas nós achamos que é fruto do nosso raciocínio próprio.

São bilhões gastos, por anos, em desinformação. Tudo pra fazer com que acreditem que o Irã é uma ditadura... Que é vítima do “REGIME” (vejam palavra utilizada) do Regime dos Aiatolás malucos, criminosos e terroristas... onde as mulheres são perseguidas, não podem usar calças e são obrigadas a se cobrir com burca... que a ditadura sanguinária do corrupto Xá e sua SAVAC (polícia secreta) treinada pela CIA, MI6 e MOSSAD em técnicas de tortura e submissão, era uma democracia que respeitava os direitos humanos e os costumes conservadores... que a “REVOLUÇÃO COLORIDA”, criada através da Operação Ajax, orquestrada pelo Reino Unido e EUA, em 1953, derrubando o Primeiro-Ministro Mohammad Mossadegh, que havia nacionalizado o petróleo, criando uma espécie de “Petrobrás” exclusivamente iraniana, sem ações na bolsa e voltada para o desenvolvimento do País, foi uma maravilha para o povo persa... que em 1979, o ditador – vendido como democrata - Mohammad Reza Pahlavi - teria tido seus tempos de glória até a “Sexta Feira Negra”, em 8 de setembro de 1978, mais conhecida como o Massacre na Praça Jaleh, quando milhares de manifestantes protestavam contra a “democrática” Lei Marcial imposta pelo Xá e, foi massacrada pelo exército do Xá, que abriu fogo contra a população matando entre 2 a 4 mil pessoas, segundo os relatos da própria mídia ocidental...

Gastaram bilhões para nos impor a palavra xiita como se fosse sinônimo e maluco, terrorista, criminosos, homem bomba, mesmo sabendo que os homens bomba são característica de grupos sunitas, como Estado Islâmico, Al-Qaeda, Talibã, Boko Haram...

Ignoram o fato, ou mesmo suprimem e distorcem a realidade impondo uma narrativa de que os iranianos tem um governo “cumunista” e são poligâmicos. Quando na realidade, tanto o povo quanto o governo iraniano valoriza a propriedade privada, a família (um homem, uma mulher e filhos), rejeitam o aborto, as paradas gays e principalmente as drogas justamente pela sua fé. E é justamente essa fé que faz dos Aiatolás – uma espécie de Papa do século XVI – um líder com poder de veto. Um poder moderador que impede que a democracia iraniana, com eleições periódicas para todos os cargos, se veja tentada a violar o direito à vida e às Leis de Deus.

A mídia tradicional, financiada e de propriedade dos sionistas, transferem características de outros países árabes, na sua maioria sunitas, sempre tratados como democracias, por serem aliados dos EUA, quando na realidade são ditaduras monárquicas, elevadas ao poder pelo Reino Unido. Mantidas pelos EUA e, com o único objetivo de sangrar seus povos entregando os recursos naturais às corporações Ango-saxães.

Sendo assim, com essa mídia “cheirosa” nem tudo está perdido, há muitas mentiras “gostosas” e palatáveis para agradar olhos e ouvidos de quem, incondicionalmente, aprendeu a amar os EUA, através da atuação de seu “soft power” e vêm Israel, que não aceita Cristo, como o baluarte do cristianismo, mesmo seguindo o Talmud. Então, não só de verdades duras precisa-se viver... Há sempre narrativas agradáveis na mídia, embora inverídicas.

Se engana quem quer.


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