sábado, 11 de abril de 2026

DIREITO & TRIBUTAÇÃO

 Compliance e Governança nas empresas: uma necessidade cada vez mais urgente

Claudio Carneiro

Até pouco tempo, falar em Compliance e Governança parecia assunto restrito a grandes corporações, bancos e multinacionais. Nas pequenas e médias empresas, a impressão era de que bastava “tocar o negócio” com a experiência do dono e boa vontade. O cenário de 2026 mostra que essa visão ficou para trás: regras se multiplicam, a fiscalização aperta, clientes estão mais atentos e qualquer deslize pode virar um problema caro – financeiro e de reputação. Em outras palavras, o custo de não estar em compliance passou a ser maior do que o custo de implementar controles mínimos.


Compliance vai além da capacidade da empresa de cumprir normas e compromissos assumidos. A Governança, por sua vez, é o conjunto de estruturas e práticas que definem quem decide o quê, com base em quais informações e com qual nível de transparência. Quando essas duas dimensões caminham juntas, a empresa reduz riscos, melhora a tomada de decisão e inspira confiança em sócios, funcionários, fornecedores, bancos, governo, comunidade e etc. Ao contrário do que muitos imaginam, isso não é um luxo de empresa listada em bolsa; é um diferencial de sobrevivência também para quem tem um comércio de bairro, uma indústria familiar ou um escritório de serviços.


Os exemplos de falta ou falhas de compliance (ou conformidade) e governança são conhecidos e frequentes. Multas milionárias por descumprimento de leis anticorrupção, condenações por produtos que causaram danos a consumidores, penalidades ambientais e sanções ligadas à proteção de dados são alguns dos casos que mostram que a conta, mais cedo ou mais tarde, chega. Em grande parte, o impacto maior nem é a multa em si, mas a perda de credibilidade, clientes e oportunidades de negócio, após um escândalo. Reconstruir reputação é um processo lento, incerto e caro – algo que pesa mais para as empresas de menor porte, que não têm a mesma folga financeira das grandes.


Por que esse tema está ainda mais atual agora? De um lado, o ambiente regulatório brasileiro ficou mais complexo, com leis como a Lei Anticorrupção e a LGPD sendo aplicadas com mais rigor e com autoridades dispostas a usar o instrumento das sanções exemplares. De outro, grandes clientes – inclusive internacionais – passaram a exigir cláusulas de integridade, comprovação de controles internos, gestão de riscos e histórico limpo de seus fornecedores e parceiros. Quem não tiver um mínimo de organização documental, políticas definidas e registros confiáveis tende a ficar de fora das melhores cadeias de negócios. Em resumo, compliance e governança deixaram de ser apenas um “escudo contra multas” e se tornaram passaporte para competir.


Diante desse cenário, empresas menores reagem com um argumento quase automático: “isso é caro demais para o meu tamanho”. Na prática, o que a experiência recente tem mostrado é justamente o oposto: as boas práticas de compliance podem e devem ser proporcionais ao porte e ao risco da organização. Não se trata de copiar o manual de uma multinacional, com centenas de páginas, mas de construir alguns pilares simples e consistentes. Políticas claras e objetivas, responsabilidades bem definidas, registros das decisões importantes e canais básicos para que problemas sejam identificados e tratados já fazem uma diferença enorme.


Alguns passos são relativamente simples de implementar, mesmo em empresas com estruturas enxutas. O primeiro é mapear os principais riscos do negócio: onde a empresa pode errar com mais frequência – compras, vendas, contratos, dados de clientes, saúde e segurança, questões ambientais e tributárias. Em seguida, definir regras básicas para essas áreas críticas, formalizar esses procedimentos e garantir que todos os colaboradores entendam o que se espera deles. Outro ponto é registrar as decisões relevantes: contratos aprovados, condições de negócios diferenciadas, contratações sensíveis, tudo de forma rastreável. Em eventual fiscalização ou conflito, a empresa deixa de depender da memória das pessoas e passa a contar com evidências concretas.


A cultura, porém, é o elemento que sustenta qualquer programa de conformidade. Quando a alta direção dá o exemplo, respeita as regras que ela mesma aprova e não passa “por cima do processo” em situações convenientes, a mensagem que chega à equipe é poderosa. Em muitas organizações, o desafio não está em escrever códigos de conduta, mas em traduzi-los em comportamentos diários, desde a forma de contratar um fornecedor até o jeito de tratar um erro. Criar um ambiente onde as pessoas possam apontar problemas sem medo de retaliação é tão importante quanto ter a política certa no papel. Sem esse alinhamento, o compliance vira apenas um manual esquecido na gaveta ou um arquivo perdido no computador.


Outro elemento que ganhou força recente é o chamado compliance digital e fiscal. Com a transformação tecnológica, os dados dos clientes – sejam eles de consumo, saúde, previdência ou crédito – se tornaram o novo ativo sensível a ser protegido. Vazamentos de informação, sistemas lentos e falta de transparência na relação com o cidadão e com o consumidor geram insegurança e podem provocar tanto ações judiciais quanto sanções administrativas. Investir em processos seguros, em sistemas minimamente confiáveis e em linguagem clara com o público é parte indissociável da governança atual.


Ao olhar para as tendências de 2025 e 2026, é possível perceber a convergência entre compliance, gestão de riscos e ESG. Isso significa que investidores, clientes e parceiros esperam ver não apenas empresas “dentro da lei”, mas negócios que tratam adequadamente impactos sociais e ambientais e demonstram isso com dados e indicadores. No Brasil, esse movimento vem acompanhado de maior atuação dos órgãos de controle e de uma cobrança social mais intensa, especialmente após grandes desastres que mostraram o custo da má governança. Empresas que antecipam essa agenda tendem a estar em melhor posição quando novas exigências surgirem.


No fim das contas, compliance e governança não são um fim em si mesmos. São instrumentos para que a empresa exista de forma mais sustentável, responsável e competitiva, resistindo a crises e construindo relações de confiança duradouras. Em um ambiente em que a improvisação está cada vez menos tolerada, a escolha é clara: ou a empresa organiza seus processos e valores por vontade própria hoje, ou será empurrada a fazê-lo amanhã, sob pressão de um problema que poderia ter sido evitado. Entre o improviso e a conformidade, o mercado já decidiu com quem prefere fazer negócio.


Por Claudio Carneiro

(Advogado e PhD em Direito)

@claudiocarneirooficial


CIDADE

                     ANISTIA GERAL NO IPTU DO RIO DE JANEIRO

                                     Alto índice de Inadiplência

A redação do Jornal Cidade da Barra, continua receber inúmeros e-mails de leitores reclamando do IPTU.

Estudos apontaram, que a inadiplência no IPTU do Rio de Janeiro chegou a níveis alarmantes superiores a 70% dos imóveis.
A Dívida Ativa já ultrapassa a casa dos 10 BILHÕES.

CAFÉ COM LABATT

 PRESIDENTE DO LÍBANO AUTORIZA

BIBI A DESTROÇAR SEU PAÍS


Ricardo Labatt


O Presidente do Líbano trai seu povo e esbraveja que ninguém está autorizado em negociar com o nome do Líbano.

Este General Joseph Aoun, hoje presidente, formou-se e doutrinado, claro, na Universidade Americana Libanesa, onde formou-se bacharel em Ciências Políticas e Assuntos Internacionais em 2007.

Auon também possui um diploma de bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar do Exército Libanês e treinou especialmente nos Estados Unidos e na Síria, além de passar por treinamentos em combate ao terrorismo nos EUA. E, ao retirar o Líbano do acordo de Cessar Fogo, dá razão a Neyanyahu de livrar-se da acusação de Sessar Fogo, enquanto seu povo é massacrado, longe de onde o Hezbolah consegue protegê-lo. Afinal, este partido com braço militar só atua no sul do País, enquanto o norte é destroçado pelos bombardeios da FFAA de Israel, que passeiam onde não há defesas aéreas e o povo é desarmado.

Na ilustração, Auon aparece com o terrorista Abu Mohammad al-Jolani , líder da Frente al-Nusra, filial oficial da Al-Qaeda na Síria, tendo uma recompensa fixada em US$ 10 milhões pela sua cabeça. que tomou a Síria e liberto-seda recompensa oferecida pelos EUA e também com o comandante americano que o formou, doutrinou e cooptou. Esse é o perigo de se ter líderes ligados a estes sionistas.


ISRAEL ATACA ATIVOS RUSSOS NO MAR CÁSPIO

Israel ataca depósito de alimentos russo, num porto do Mar Cáspio que comercializa com Irã.

O entreposto russo, localizado ao norte do Irã, no portodo de Bandar-e Anzali, dista mais 1.600 quilômetro da área de conflito do Estreito de Ormuz.

O tráfico militar no Mar Cáspio está ligado ao comércio de suprimentos como o trigo; o ataque também ameaçou o abastecimento alimentar do Irã, sinalizando a capacidade de Israel de pressionar a população e afetar o fornecimento de alimentos.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou o ataque, classificando o local como um centro comercial e logístico usado para comércio civil, e alertou contra a expansão da guerra no Mar Cáspio.

Já as Forças Armadas de Israel afirmaram estar trabalhando para enfraquecer as forças iranianas, enquanto o gabinete do primeiro-ministro não respondeu aos pedidos de esclarecimento.

SETENTA NAÇÕES REAGEM CONTRA ATQUES DE ISRAEL

70 nações reagem aos assassinatos de forças de paz da ONU por Israel em seu comportamento agressivo inaceitável.

Segundo o ex-comandante da Marinha de Israel, Eliezer Marum, a Rússia e o Irã provavelmente terão que continuar com rotas militares diferentes, embora Israel tenha aberto caminho para realizar mais ataques, se necessário, para interromper operações.

Alemanha, Argélia, Armênia, Austrália, Áustria, Bahrein, Bangladesh, Bélgica, Brasil, Brunei, Camboja, Catar, China, Chipre, Congo  Colômbia, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Croácia, Dinamarca, Egito, El Salvador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Filipinas, Gana, Grécia, Guatemala,  Holanda, Hungria, Indonésia, Inglaterra, Irlanda, Itália, Jordânia, Letônia, Libéria, Luxemburgo, Malásia, Malta, Macedônia do Norte, Moldávia, Mongólia, Marrocos , Nepal, Noruega, Paquistão, Panamá, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Serra Leoa, Suíça, Suécia, Sri Lanka, Síria, Tanzânia, Tailândia , Timor Leste, Turquia, Uruguai, Zâmbia, União Européia assinam a petição que, provavelmente receberá, ainda esta semana, outras assinaturas.

DERROTA VERGONHOSA PARA O IRÃ, DESQUILÍBRIO E TRAIÇÕES À AMÉRICA, TRANSFORMAM TRUMP NUM CADÁVER QUE, AINDA CIRCULA PELA CASA BRANCA

A sanidade do garoto de Roy Cohn está sendo questionada pelos próprios aliados.

Perdido, Trump ataca ex-aliados como Tucker Carlson, Candace Owens, Alex Jones, Megyn Kelly e Candace Owens e a ex-congressista Marjorie Taylor Greene, da Geórgia.

Tentando promover seu livro e, impedida de testemunhar contra Donald por ser sua esposa, Melânia, vai à imprensa e pede que o Congresso convoque todos os sobreviventes da Ilha de Epstein, o que se tornaria um imenso pesadelo para o homem que declarou que iria exterminar uma civilização.

Diante de tantos obstáculos, os planos de empoçar o “Office boy” deles aqui no Brasil podem ser prejudicados e o racha já se anuncia entre irmãos, madrasta e deputado mineiro.

ESPORTE

 Com investimento de R$ 25 milhões em 2026, UNIASSELVI aposta na integração entre educação e esporte no Brasil com Projeto Joga Junto

Iniciativa transforma o presente de jovens e comunidades por meio do esporte, da educação e da conexão digital

A UNIASSELVI, instituição de ensino superior com 27 anos de atuação, nota máxima no MEC e marca da Vitru Educação, apresenta o programa Joga Junto, que nasce com o propósito de transformar o presente de jovens e comunidades por meio do esporte, da educação e da conexão digital. O projeto vai além do esporte tradicional e se posiciona como uma ponte entre educação, inclusão e transformação digital comunitária, com presença tanto no futebol quanto nos e-sports.

O projeto é guiado por quatro pilares: educação superior acessível; esporte como caminho de desenvolvimento humano; impacto territorial e comunitário, e cultura jovem criativa e conectada. Para dar suporte a essa estrutura, a UNIASSELVI projeta investir R$ 25 milhões em 2026, mais que o dobro do aporte feito em 2025, que foi de R$ 10 milhões.

O investimento acompanha a consolidação do programa como política permanente da UNIASSELVI e dialoga com a capilaridade da instituição, que possui mais de 1,3 mil polos em todos os estados brasileiros. A ação integra o amplo portfólio educacional da Vitru Educação, que atualmente reúne mais de 1 milhão de estudantes e mais de 2,5 mil polos de ensino.

Segundo Leandro Claro, vice-presidente de Mercado e Comunicação na Vitru, o Joga Junto foi criado para dar continuidade à relação histórica da UNIASSELVI com o esporte, mas com uma abordagem mais ampla e estruturada. “O Joga Junto nasce para dialogar com uma geração mais conectada, que se expressa pelo esporte, pela cultura digital e pela vivência em comunidade. Acreditamos no esporte como uma poderosa ferramenta de formação humana, capaz de construir vínculos, fortalecer valores e aproximar pessoas da educação. Por isso, o projeto reforça o compromisso da UNIASSELVI com o desenvolvimento regional e com iniciativas de impacto social que transformam realidades dentro e fora do esporte”, ressalta. 

Muito além da marca na camisa

O Joga Junto apoia projetos, clubes e atletas que utilizam o esporte como ferramenta de desenvolvimento humano, superação e conexão social. Além disso, promove o acesso à Educação Superior por meio de crédito universitário, bolsas de estudo e suporte acadêmico, contribuindo para a formação de cidadãos. Atualmente, a instituição estampa os uniformes dos clubes de futebol nacionais, como o Palmeiras, e regionais, como o Brasil de Farroupilha, além dos times da LOUD nos e-sports e na Kings League.

“O diferencial do projeto está no impacto de longo prazo, pois o esporte desenvolve competências comportamentais como disciplina, resiliência e trabalho em equipe. Quando conectado à formação acadêmica, amplia oportunidades e fortalece trajetórias profissionais”, afirma José Henrique Saviani, diretor de Relações Institucionais da Vitru Educação.

Além de permitir o acesso facilitado ao Ensino Superior, o Joga Junto também abarca outras ações cidadãs que beneficiam pessoas e comunidades. Um dos exemplos é o auxílio à declaração do Imposto de Renda, quando acadêmicos da UNIASSELVI, supervisionados por professores da instituição, colocaram seus conhecimentos em ação, unindo aprendizado prático e compromisso social. A ação ocorreu gratuitamente na sede social do Palmeiras, em maio de 2025.

Conexão com as novas gerações

Parte importante do Joga Junto é o apoio aos e-sports. A parceria entre a UNIASSELVI e a LOUD, equipe que é referência global nos esportes eletrônicos e uma das mais premiadas organizações da América Latina, nasce com o propósito de aproximar educação de qualidade às novas gerações.

A união prevê diversas ações em conjunto, como cursos online e ações de inclusão digital em todo o país. O projeto também leva conectividade, capacitação e acesso a ferramentas digitais para jovens de regiões periféricas, ampliando oportunidades no presente e no futuro.

Além das competições de jogos eletrônicos, a parceria também envolve a equipe da LOUD na Kings League, outro ativo essencial no escopo do Joga Junto para influenciar positivamente o público mais jovem e conectado. Ao unir-se à LOUD Sports Club, a instituição mostra que o aprendizado também acontece em ambientes criativos, colaborativos e digitais.

Conheça mais o projeto Joga Junto no site https://vempra.uniasselvi.com.br/lp-patrocinios/.