sexta-feira, 4 de setembro de 2026

GERAL

 Recepcista está em alta? BNE registra 6,8 mil vagas em 2026

Levantamento reúne oportunidades abertas entre janeiro e julho e aponta São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás entre os estados com maior volume de vagas

O mercado de trabalho abriu mais de 6,8 mil vagas para recepcionistas no Banco Nacional de Empregos (BNE) entre janeiro e julho de 2026. O levantamento mostra oportunidades para diferentes perfis da função e aponta quais cargos tiveram maior volume de candidaturas e buscas na plataforma.

Entre as funções que mais receberam candidaturas estão Recepcionista, Recepcionista de Consultório Médico, Recepcionista de Hotel e Recepcionista Bilíngue. Nas buscas realizadas pelos usuários, aparecem entre as mais procuradas Recepcionista, Recepcionista de Consultório Médico, Recepcionista de Hotel e Recepcionista Bilíngue.

São Paulo concentra maior número de oportunidades

As vagas estão distribuídas por diferentes regiões do país. São Paulo lidera o ranking de estados com maior volume de oportunidades, seguido por Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, Ceará, Santa Catarina, Paraná e Pernambuco.

A presença de estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Sul entre os oito primeiros colocados mostra que a procura por profissionais de recepção está espalhada pelo mercado nacional.

Comunicação e organização são importantes para a função

As atividades de recepção envolvem contato direto com clientes, visitantes, fornecedores e outros públicos. Por isso, competências como comunicação, atendimento, organização e conhecimentos de informática podem ser relevantes em diferentes ambientes de trabalho. Para determinadas posições, como recepcionista bilíngue, o domínio de outros idiomas também é essencial.

“Além dos conhecimentos técnicos, habilidades comportamentais fazem diferença para profissionais que trabalham diretamente com o público. Comunicação clara, cordialidade, organização e capacidade de lidar com diferentes situações são competências importantes para quem deseja atuar na área”, afirma José Tortato, COO do BNE.