segunda-feira, 7 de setembro de 2026

CAFÉ COM LABATT

O REI está NU e, COMEÇOU o MATA-MATA




Ricardo Labatt


Hoje, 7 de setembro, vamos descobrir qual será o futuro de Moraes. No dia da “Independência” o Rei está nu pois André Mendonça liberou para o plenário o caso de Alexandre e Vorcaro.

A Associação Brasileira da Polícia Federal já pediu o afastamento do Procurador-geral da República, Paulo Gonet, que foi 33  vezes nominado nas gravações das investigações do caso do Banco Master e seus “amigos”.

Agora, cabe ao Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), decidir o dia em que o caso será levado ao plenário do órgão que preside.

Antes de decidir se haverá uma investigação formal de Moraes, Edson Fachin, decidiu esperar as manifestações dos dois ministros (Mendonça e Moraes). Uma bela forma de ganhar tempo para ver a temperatura das ruas. Pois se o bicho pegar, Moraes será jogado na frigideira. Vão-se os anéis, mas ficam os dedos. Outro Moraes aparecerá e o Sistema continua intacto. Mas no momento, o Rei está nu – os que não entenderem pesquisem sobre a célebre frase do conto de fadas "A Roupa Nova do Rei", escrito por Hans Christian Andersen em 1837.

Hoje saberemos qual será o encaminhamento do desfecho do duelo em que Mendonça sacou primeiro e, atirou no coração para defender seu “paladino” predileto. Porém, caso não hajam grandes manifestações, colocarão uma enorme pedra sobre o assunto. Quase do mesmo tamanho, ou maior que a posta sobre os demais escândalos do País, como os recentes do roubo dos velhinhos, como eu e o do Master.

Toda essa história nos remete a última fala da Revolução dos Bichos – “Animal Farm” - um romance satírico do escritor inglês George Orwell, publicado no Reino Unido, pela primeira vez, em 17 de agosto de 1945 e, que recebeu adaptações para a TV e para o cinema em 1954, 1999 e 2026,

abordando críticas ao poder, mostrando que os porcos, que lideraram a revolução em busca de igualdade, tornaram-se idênticos aos antigos opressores humanos, praticando os mesmos abusos que diziam combater:

- “As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era porco.

Todo esse enredo que divide as duas facções que brigam pelo poder e, através de acusações mutuas e, com o auxílio da mídia, já determinada a isso, pelos seus patrões internacionais, contaminam boa parte da população e mantém o Sistema que alimenta quem realmente tem o poder sobre uma Nação que pensa que é independente. Porém, o Brasil tem dono. E os donos não são os brasileiros. São grandes corporações:

1 - A JPMorgan Chase, que possui 46% de participação no banco digital brasileiro, expandindo sua presença indireta para o varejo financeiro através do C6 Bank.

2 - O Bank of America (BofA), que atua exclusivamente no atendimento a empresas e clientes institucionais, não oferecendo serviços para pessoas física e, tendo como  público-alvo grandes corporações, investidores institucionais e o governo. No Brasil, controla o  Mercado Livre (MELI34), o Nubank (ROXO34), o WEG (WEGE3), o BTG Pactual (BPAC11), a Raia Drogasil / RD Saúde (RADL3), a Localiza (RENT3) e o Itaú Unibanco (ITUB4), sendo importante destacar que, curiosamente ITAÚ em Tupi Guarany quer dizer Rocha Negra, como a original norte-americana BlackRock.

3 - O Citigroup, que no Brasil tem como principal braço o Banco Citibank S.A., que atua junto a outras empresas do grupo voltadas para o mercado institucional, corporativo e de investimentos. Além disso, o conglomerado, no Brasil, controla o Banco Citibank S.A., focado em grandes empresas, multinacionais, clientes de alta renda (Private Bank), comércio exterior e câmbio, o Citigroup Global Markets Brasil, CCTVM S/A uma corretora de títulos e valores mobiliários, atuando na intermediação de operações financeiras e no mercado de capitais. Também o Banking, um banco de investimento, assessoria financeira e financiamentos corporativos que atua em operações de renda fixa, câmbio e derivativos. Sendo que, controlava também as operações tradicionais de varejo e cartões de crédito para pessoas físicas no Brasil, incluindo o antigo Credicard, vendido ao Itaú Unibanco entre 2013 e 2017), quando o grupo Citi decidiu deixar de atender o público de varejo comum no país.

4 - A família Dart, proprietária da corporação norte-americana Dart Container Corp, que nos 1990, se tornaram notoriamente conhecidos como um dos maiores credores da dívida externa do Brasil, quando em 1993, a família adquiriu cerca de US$ 1,4 bilhão em papéis da dívida externa brasileira (conhecidos pela sigla MYDFA).

Esta família do interior dos EUA criaram um impasse para o Plano Brady. Quando o Brasil tentou reestruturar sua dívida externa por meio do Plano Brady (fase de estabilização econômica anterior ao Plano Real), quase todos os bancos comerciais aceitaram renegociar os valores. No entanto, os Dart recusaram-se a aderir ao acordo coletivo. Arrastaram o Brasil numa interminável e sangrenta

batalha judicial exigindo receber as condições mais vantajosas possíveis, acionando o governo brasileiro nos tribunais dos Estados Unidos e, transformando-se em uma grande dor de cabeça geopolítica e financeira para o Brasil na época.

Por conta desse modelo de atuação - de comprar dívidas baratas de países com dificuldades financeiras e processá-los sem aceitar renegociações - fundos e investidores como a família Dart ficaram mundialmente conhecidos no jargão econômico como "fundos abutres".

5 – E logicamente a elite brasileira sócia dessas corporações norte-americanas.

Esses 5 principais DONOS de nossa “independência” escolhem e elegem, através da manipulação de quem pensa que existe opinião pública e mesmo OPINIÃO PRÓPRIA e não criada pelos agentes desses conglomerados, as lideranças políticas, tanto do Executivo, como presidentes e, inclusive seus mais importantes ministérios. Também garantem a posse de mais de 60% do Legislativo, de TODO e QUALQUER ESPECTRO IDEOLÓGICO, garantindo o controle do Congresso. Determina quem serão as lideranças Judiciárias e do MP, bem como influencia diretamente nas indicações das superintendências da Polícia Federal, da PRF e até dos Comandos das Forças Armadas. Também determinam financeiramente quem formarão as Executivas dos principais partidos, controlando suas indicações, coligações e diretrizes. Talvez por isso os EUA tenham certeza e nenhum receio de nos chamar publicamente de QUINTAL.

Por garantia, de seus interesses e de que, no Brasil, sempre haja eleições limpas, a TOTALIZAÇÃO das eleições no Brasil, desde quando começaram as votações digitais, em 1996, são efetuadas num “supercomputador” da Oracle, sendo que os profissionais desta empresa, que embora tenha sua sede global em Austin, no Texas (EUA) e planos para se mudar para Nashville, no Tennessee, também nos EUA, possui, no Brasil, uma sede principal em São Paulo, no Morumbi Business Center, na Rua Doutor José Áureo Bustamante, 455, São Paulo – SP e,  outros escritórios de campo nas principais capitais do país, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

Desta forma prestam todo o suporte técnico de infraestrutura de hardware e de sistemas operacionais, ao TSE sempre que demandados.

Esta sólida empresa, fundada na Califórnia, por Larry EllisonBob Miner e Ed Oates, tem como principais acionistas Larry Ellison, com cerca de 41,2% das ações, o  The Vanguard Group (Grupo Vanguard) que ostenta 5,8% das ações, o grupo BlackRock com 3,1% a 3,6% das ações e o State Street Corporation que possui 2,6% das ações.

Parabéns ao Brasil pelo dia da Independência, conquistada em 7 de setembro de 1822, no famoso “Grito do Ypiranga”, para que hoje, alguns apaixonados pelo Lula acreditem que estamos melhor que a Suíça. Que temos no Planalto um Estadista, pois Estadistas devem mesmo se reunir com autoridades do quilate de Alcolumbre (presidente do Senado) e de Alexandre de Moraes (ministro do STF) para discutir a República. Já os apaixonados pela outra vertente, preferem desfilar com camisas verde e amarela, compradas no camelô e, empunhando uma bandeira dos EUA e outra de Israel e, pedindo que estrangeiros venham lhes restituir o poder. Não a eles, ao povo, mas a outra facção. Afinal, para cada uma delas a outra é abominável.

Assim, caso Fachin não veja grandes protestos saberá que o povo já engoliu. Que o feriado com cerveja e churrasco já fez seu trabalho e seguimos rumo ao abismo. Caso contrário, Moraes (os anéis) terá que ser sacrificado para que se continue com os dedos, mas sem mudar o rumo. Este é o triste retrato de nossa República.


CULTURA


Consagrado musical “A Cor Púrpura” retorna ao Rio de Janeiro para quinta temporada e estreia no Teatro Multiplan, no VillageMall


Somente 14 apresentações marcam a temporada especial que celebra oito anos de sucesso da premiada montagem brasileira


Com mais de 100 prêmios, indicações e honrarias, a superprodução dirigida por Tadeu Aguiar e com versão brasileira de Artur Xexéo volta à cidade onde iniciou sua trajetória, reunindo 18 atores, 90 figurinos e uma premiada equipe criativa.

Cena de “A Cor Púrpura” | Foto: Carlos Costa

Para mais imagens, acesse aquiUma das produções mais celebradas do teatro musical brasileiro nos últimos anos, “A Cor Púrpura, o Musical” está de volta ao Rio de Janeiro. O espetáculo, que iniciou sua trajetória na cidade em setembro de 2019 e desde então conquistou público, crítica e mais de 100 prêmios, indicações e honrarias, ganha nova temporada no Teatro Multiplan, no Shopping VillageMall, a partir de 13 de outubro de 2026. Com direção e concepção original de Tadeu Aguiar, versão brasileira de Artur Xexéo e tendo Suzana Santana novamente no papel de Celie, a montagem retorna aos palcos cariocas em uma temporada especial. 


A pré-venda exclusiva para clientes do programa de relacionamento Multi começou na última quinta-feira, 3 de setembro, enquanto os ingressos para o público geral estarão disponíveis a partir de sábado, 5 de setembro, pela Sympla e na bilheteria do teatro. Os ingressos têm valores a partir de R$60 e contam também com a opção de ingresso solidário em todos os setores, com valores especiais, mediante a entrega de 1 kg de alimento.


A produção, que realiza sua quinta temporada na cidade, reúne 18 atores, 90 figurinos, um palco giratório de seis metros de diâmetro e uma escada curva com sistema de traveling que se movimenta ao redor do cenário. À frente da montagem, Tadeu Aguiar assina a direção geral e a concepção original, Artur Xexéo, a versão brasileira, e Thalyson Rodrigues, a direção musical da temporada, função que desempenha no espetáculo desde 2022. A equipe criativa conta ainda com cenário de Natália Lana, figurinos de Ney Madeira e Dani Vidal, coreografias de Sueli Guerra, desenho de luz de Rogério Wiltgen e desenho de som de Gabriel D’Angelo.


Com texto de Marsha Norman e músicas de Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray, “A Cor Púrpura, o Musical” é baseado no romance homônimo de Alice Walker, uma das obras mais importantes da literatura norte-americana das últimas décadas. Publicado em 1982, o livro fez de Walker a primeira mulher negra a receber o Prêmio Pulitzer de Ficção e atravessou gerações ao abordar, a partir da história de uma mulher, temas como racismo, violência, desigualdade, amor, família, pertencimento e liberdade.


A trama acompanha Celie (Suzana Santana), uma mulher negra que cresce no sul dos Estados Unidos, na primeira metade do século XX, enfrentando desde muito jovem uma realidade marcada por violência, submissão e falta de autonomia. Afastada da irmã Nettie (Lola Borges) e entregue em casamento a Mister (Wladimir Pinheiro), ela passa anos submetida às escolhas daqueles que a cercam até que encontros transformadores começam a apresentar outras possibilidades de vida.


É a partir de mulheres como a determinada Sofia (Flávia Santana) e a cantora Shug Avery (Aline Serra) que Celie começa a descobrir novas formas de enxergar os afetos, o próprio corpo, seus desejos e, principalmente, a si mesma. Sua jornada atravessa décadas e transforma uma história inicialmente marcada pelo silenciamento em uma narrativa sobre amadurecimento, força, autonomia e reconstrução.


Ao colocar a trajetória de Celie no centro da cena, “A Cor Púrpura” aborda questões que permanecem atuais, como desigualdade, racismo, machismo, abuso de poder e violência contra a mulher, ao mesmo tempo em que acompanha uma jornada de amadurecimento, autonomia e transformação. A música tem papel fundamental nessa construção: a trilha sonora transita por gêneros como gospel, jazz, ragtime e blues, ajudando a ambientar a história no sul dos Estados Unidos da primeira metade do século XX e a acompanhar, também musicalmente, as diferentes fases vividas pela protagonista.


A força da história ultrapassou as páginas do livro. Em 1985, Steven Spielberg levou A Cor Púrpura aos cinemas em uma adaptação que recebeu 11 indicações ao Oscar. Duas décadas depois, a obra chegou à Broadway em formato musical, com libreto de Marsha Norman e canções de Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray. Em 2015, uma nova produção conquistou o Tony Award de Melhor Revival de Musical, reafirmando a potência e a permanência da obra nos palcos.


A montagem brasileira estreou em 2019 e, desde então, atravessou diferentes temporadas e cidades do país, construindo uma trajetória marcada pelo reconhecimento de público e crítica e se consolidando entre as produções de maior repercussão da Estamos Aqui Produções Artísticas. Para Tadeu Aguiar, levar a obra aos palcos nasceu também do desejo de encontrar um título que unisse provocação artística, emoção e representatividade.


A COR PÚRPURA, O MUSICAL

Teatro Multiplan | Shopping VillageMall Av. das Américas, 3.900 - Piso SS1 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
4 a 25 de outubro - Quarta, quinta e sexta - 20h

Sábado - 16h e 20h

Domingo - 15:30h e 19:30h

Ingressos:

Plateia VIP
Inteira: R$ 360 | Meia-entrada: R$ 180

Ingresso solidário: R$ 260, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Plateia
Inteira: R$ 320 | Meia-entrada: R$ 160
Ingresso solidário: R$ 230, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Plateia Superior
Inteira: R$ 160 | Meia-entrada: R$ 80
Ingresso solidário: R$ 125, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Frisas
Inteira: R$ 120 | Meia-entrada: R$ 60
Ingresso solidário: R$ 90, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Camarotes
Inteira: R$ 120 | Meia-entrada: R$ 60
Ingresso solidário: R$ 90, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Duração: 165 minutos
Classificação etária: 12 anos

sábado, 5 de setembro de 2026

DESTAQUE

 




FLÁVIO BOLSONARO

Candidato à Presidente

CIDADE

             PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

                                     ANISTIA JÁ

         Continua a chegar e-mais pedindo Anistia do IPTU

O texto abaixo tem sido publicado várias vezes porque tem sido alto o número de e-mails recebidos, falando da impossibilidade de efetuar o pagamento do IPTU, por estarem em situação financeira difícel. Oportunamente, em outros e-mails recebidos, os leitores do Cidade da Barra, reclamam da cobrança injusta e indevida por serem os proprietários do imóvel comprado, não sendo justa a cobrança da taxa que por muitas vezes a chamam de oportuno roubo.

A situação de inadiplência do IPTU no Rio de Janeiro é alarmante e já  chega a R$ 10,8 bilhões

De nada adiantou o primeiro e o segundo desenrola.

A INADIPLÊNCIA CONTINUA EM ALTA COM 82% DOS BRASILEIROS NA FALÊNCIA TOTAL

São muitos os e-mails que continuam a chegar na redação do Jornal Cidade da Barra,  falando da impossibilidade de pagar o IPTU por estarem totalmente endividados.

A Barra da Tijuca acumula R$ 1,9 BILHÃO, Centro R$ 1,5 BILHÃO, Botafogo R$ 665 MILHÕES. Além do Complexo do ALEMÃO, VIDIGAL e MARÉ com R$ 59,1 MILHÕES, respectivamente. 

César Maia, quando PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, 1993,6,7,8 teve a iniciativa de dar ANISTIA E REMISSÃO de IPTU. Estabeleceu também ANISTIA TRIBUTÁRIA para multas moratórias sobre débitos de IPTU, TAXA DE LIXO, condicionando o pagamento da dívida principal.

CULTURA

Consagrado o musical “A Cor Púrpura” retorna ao Rio de Janeiro para quinta temporada e estreia no Teatro Multiplan, no VillageMall


Somente 14 apresentações marcam a temporada especial que celebra oito anos de sucesso da premiada montagem brasileira


Com mais de 100 prêmios, indicações e honrarias, a superprodução dirigida por Tadeu Aguiar e com versão brasileira de Artur Xexéo volta à cidade onde iniciou sua trajetória, reunindo 18 atores, 90 figurinos e uma premiada equipe criativa.

Cena de “A Cor Púrpura” | Foto: Carlos Costa

Uma das produções mais celebradas do teatro musical brasileiro nos últimos anos, “A Cor Púrpura, o Musical” está de volta ao Rio de Janeiro. O espetáculo, que iniciou sua trajetória na cidade em setembro de 2019 e desde então conquistou público, crítica e mais de 100 prêmios, indicações e honrarias, ganha nova temporada no Teatro Multiplan, no Shopping VillageMall, a partir de 13 de outubro de 2026. Com direção e concepção original de Tadeu Aguiar, versão brasileira de Artur Xexéo e tendo Suzana Santana novamente no papel de Celie, a montagem retorna aos palcos cariocas em uma temporada especial. 

Teatro Multiplan | Shopping VillageMall Av. das Américas, 3.900 - Piso SS1 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ

Temporada: 14 a 25 de outubro

Datas e horários: 

Quarta, quinta e sexta - 20h

Sábado - 16h e 20h

Domingo - 15:30h e 19:30h

Ingressos:

Plateia VIP
Inteira: R$ 360 | Meia-entrada: R$ 180

Ingresso solidário: R$ 260, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Plateia
Inteira: R$ 320 | Meia-entrada: R$ 160
Ingresso solidário: R$ 230, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Plateia Superior
Inteira: R$ 160 | Meia-entrada: R$ 80
Ingresso solidário: R$ 125, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Frisas
Inteira: R$ 120 | Meia-entrada: R$ 60
Ingresso solidário: R$ 90, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Camarotes
Inteira: R$ 120 | Meia-entrada: R$ 60
Ingresso solidário: R$ 90, mediante a entrega de 1 kg de alimento

Duração: 165 minutos
Classificação etária: 12 anos