quinta-feira, 5 de novembro de 2026

CAFÉ COM LABATT



Estes são os 10 Maiores Economias do Mundo (em PIB - 
PPC) segundo o Banco Mundial:


 

Ricardo Labatt




1. China — ~$ 41,26 trilhões (Int$)

2. Estados Unidos — ~$ 30,86 trilhões (Int$) artificial e baseado no rentismo

3. Índia — ~$ 17,35* trilhões (Int$)

4. Rússia — ~$ 7,23 trilhões (Int$)

5. Japão — ~$ 7,03 trilhões (Int$)

6. Alemanha — ~$ 6,26 trilhões (Int$)

7. Indonésia — ~$ 5,05 trilhõe (Int$)

8. Brasil — ~$ 4,99 trilhões (Int$)

9. França — ~$4,58 trilhões (Int$)

10. Reino Unido — ~$4,57 trilhões (Int$)

Só que o Brasil, caso mande os “EcoChatos” do IBAMA pararem de

atrapalhar, pode triplicar esse PIB explorando a Margem Equatorial, que tem

reservas de Petróleo do Amapá ao Rio Grande do Norte.

A estimativa é de que seja duas a três vezes maior que o Pré Sal.

Saltaríamos para um PIB de 14 a 14 trilhões...

Fora as que estão na Amazônia mas gente como Marina Silva e sua “trupe”,

que agem em desfavor do Brasil, atrapalham.

Só nisso seríamos o quaro maior PIB em PPC do planeta.

O que falta para que o Brasil decole?...

Primeiramente se desatrelar de quem o sabota...

De quem paga gente (nascida aqui) para atrapalhar o País.

Principalmente EUA e Europa.

Talvez assim, entendam a importância do BRICS.

SAÚDE

Estalar o joelho é normal? Ortopedista explica quando o barulho exige atenção

Magnific
Barulhos sem dor podem ser benignos, mas estalos acompanhados de inchaço ou trauma devem ser investigados

Quem nunca ouviu ou sentiu o joelho estalar ao subir uma escada ou no momento de agachar para pegar algo no chão? Esses estalos - chamados tecnicamente de crepitações - são comuns e nem sempre indicam uma doença. Quando aparece isoladamente, sem dor, inchaço ou perda de força, geralmente não é motivo de preocupação.

Segundo Frederico Scherner, médico ortopedista, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e especialista em cirurgia do joelho, o estalo geralmente é causado pela movimentação de tendões e ligamentos sobre os ossos ou pela liberação de pequenas bolhas de gás presentes no líquido sinovial, que lubrifica a articulação. 

"Na grande maioria dos casos, esse barulho é normal e não indica nenhuma lesão. O joelho é uma articulação complexa, com várias estruturas deslizando umas sobre as outras, e é natural que isso gere som em algum momento", explica o médico.

Quando o estalo pode indicar um problema?

Alguns sinais merecem atenção e podem indicar desgaste da cartilagem, lesões em meniscos ou ligamentos, ou instabilidade articular. "O contexto em que o barulho acontece é o que faz a diferença", afirma Scherner.

Algumas situações pedem avaliação médica, tais como:

  • Estalo após um trauma, como uma torção ou pancada no joelho;

  • Estalo acompanhado de dor, seja na hora do barulho ou depois dele;

  • Inchaço na articulação, mesmo que pouco

  • Estalo que ocorre apenas de um lado, de forma diferente do outro joelho;

  • Sensação de falseio, travamento ou instabilidade ao caminhar ou apoiar o peso.

A importância de avaliar a saúde do joelho

Mesmo quando o estalo parece inofensivo, o Dr. Frederico reforça que o acompanhamento com um ortopedista é fundamental, especialmente para pessoas ativas, atletas ou que já sentiram algum desconforto na articulação. 

"O joelho é responsável por boa parte da nossa mobilidade. Cuidar dele preventivamente é cuidar da qualidade de vida e da independência ao longo dos anos,  favorecendo a manutenção de atividades como caminhar, trabalhar, praticar exercícios e realizar tarefas cotidianas", destaca.

O especialista alerta que problemas identificados precocemente têm tratamento mais simples e recuperação mais rápida, evitando que pequenas queixas se transformem em limitações maiores no futuro.

SHOW MÚSICA

 Bossa Nova Sessions chega à última semana com lendas da música, nova geração e tributos a Tom, Vinicius e Almir Chediak 


Teatro Café Pequeno recebe o festival que coloca a bossa nova em diálogo com o choro, o samba-jazz e a música instrumental, em uma programação que reúne tributos, espetáculos concebidos especialmente para a temporada e diferentes gerações de intérpretes e músicos

 

A Bossa Nova volta a ocupar um lugar de encontro no Rio. Até 8 de novembro, o Teatro Café Pequeno, no Leblon, recebe o Festival Bossa Nova Sessions, com um line-up com diferentes sotaques musicais e maneiras de olhar para um gênero que nasceu carioca, ganhou o mundo e continua se reinventando. A programação aproxima tradição e novas sonoridades, reunindo artistas em encontros especialmente concebidos para a temporada, além de tributos e releituras de nomes fundamentais da música brasileira.

  

Nesta última semana, Victor Biglione traz seu lindo tributo a Tom Jobim, Aleska Chediak Cello se apresenta com seu trio em homenagem a Almir Chediak, Maurício Einhorn e Gabriel Grossi estreiam show em duo e o grupo Quartetinho reverencia a obra de Vinicius de Moraes.




Com as apresentações desta semana, a temporada chega a 18 espetáculos de aproximadamente 1h15, em um formato próximo e imersivo, no ambiente acolhedor do Teatro Café Pequeno. Uma iniciativa que olha para a bossa nova por diferentes ângulos: seus mestres, seus intérpretes, seus instrumentistas, suas histórias e, sobretudo, sua capacidade de continuar sendo música do presente.

  

Serviço:

Bossa Nova Sessions

Local: Teatro Café Pequeno — Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon

Temporada: até 08 de novembro

Horários: quintas, sextas e sábados, às 20h; domingos, às 19h

Duração: 75 minutos

Classificação: 14 anos

Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada mediante disponibilidade), vendas na bilheteria do local e no site https://bileto.sympla.com.br/event/127392/d/415751/s/2698731

Capacidade: 96 lugares

Informações: O bar estará aberto uma hora antes do início de cada apresentação. Não há lugares marcados; a ocupação da plateia ocorre por ordem de chegada. 

 

Programação:

  

05/11 (quinta) - Victor Biglione “Uma Guitarra no Tom”

Em Uma Guitarra no Tom, Victor Biglione (guitarra) revisita a obra de Tom Jobim a partir de uma relação que começou em 1977, quando o próprio maestro lhe deu uma carta de recomendação para estudar na Berklee, em Boston. Desde então, Biglione vem criando novas leituras para a obra de Jobim, reunindo clássicos como Lígia, Fotografia, Água de Beber, Chovendo na Roseira, Vivo Sonhando e Samba de Uma Nota Só em uma abordagem que passeia pela bossa, pelo jazz, pelo blues e por diferentes ritmos. O espetáculo, que conta com Augusto Mattoso (baixo) e Vitor vieira (bateria), traz para o palco a experiência de um dos grandes guitarristas da música brasileira em um tributo instrumental que preserva a riqueza harmônica de Jobim ao mesmo tempo em que revela novas possibilidades para suas melodias.

 

06/11 (sexta) - Aleska Chediak Cello & Trio em homenagem a Almir Chediak

A violoncelista Aleska Chediak interpreta releituras inéditas de grandes clássicos da Bossa Nova e da MPB, revivendo a histórica SÉRIE SONGBOOK, idealizada e produzida por seu pai, ALMIR CHEDIAK. Aleska Chediak apresenta formação contemporânea que leva adiante a herança de Almir, responsável por um importante trabalho de registro e preservação de melodias, letras e harmonias da música popular brasileira, incluindo a coleção dedicada à bossa nova. Aleska chega agora com uma formação que leva essa herança para outra sonoridade e outro tempo, colocando a bossa nova em movimento e criando uma conversa contemporânea com essa tradição, com Renan Francioni no teclado, Adriano Giffoni no baixo acústico e Helber Machado na bateria.

  

07/11 (sábado) - Maurício Einhorn & Gabriel Grossi “Harmônicas de Duas Gerações”
O encontro coloca frente a frente dois momentos fundamentais da história da harmônica na música brasileira. Aos 94 anos, Maurício Einhorn reúne mais de oito décadas de carreira e uma trajetória que passa pela bossa nova, pelo samba-jazz e pela música instrumental, tendo acompanhado e gravado com nomes como Tom Jobim, Elis Regina, Chico Buarque, Nara Leão, Baden Powell, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Sarah Vaughan e Nina Simone. Suas composições, entre elas Estamos Aí, Batida Diferente e Tristeza de Nós Dois, foram gravadas por artistas como Tom Jobim, Leny Andrade, Cannonball Adderley e Herbie Mann. Ao seu lado, Gabriel Grossi (harmônica) representa uma geração posterior e soma 15 álbuns e parcerias com artistas como Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Milton Nascimento, Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Jacob Collier, Snarky Puppy e Wynton Marsalis. O encontro conta ainda com Vanessa Rodrigues (teclado) e Adrian Barbet (baixo), em uma formação que aproxima mestres, gerações e linguagens e revela a continuidade e a força da harmônica na música brasileira.

 

08/11 (domingo) - Quartetinho toca Vinicius de Moraes

Formado em 2017 por músicos da UNIRIO, o Quartetinho apresenta um mergulho instrumental na obra de Vinicius de Moraes, aproximando bossa nova, jazz e improvisação para revisitar clássicos da música brasileira sob novos arranjos. A formação reúne Calvin Sucena (guitarra), Danilo Aguiar (clarinete e saxofone), Fábio Diamante (baixo) e Pedro Salek (bateria). Com quase duas mil apresentações em sua trajetória, o grupo vem construindo uma presença marcante na cena musical carioca e chega ao Café Pequeno com uma formação jovem e uma leitura contemporânea para a obra de um dos grandes letristas e compositores brasileiros.

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

GERAL

 Com 16 mortes por afogamento por dia no Brasil, SOBRASA mobiliza escolas e famílias para férias mais seguras

Campanha é tema central do programa “Piscina + Segura”, que  acontece de 9 a 15 de novembro e integra a Semana Latino-Americana da Prevenção de Afogamentos, com foco na segurança de crianças e famílias em ambientes aquáticos

Dezesseis pessoas morrem afogadas por dia no Brasil, quase um terço dos casos acontece entre dezembro e fevereiro, segundo o Boletim Nacional de Afogamento 2026. Para preparar as famílias antes das férias, a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA) realiza, de 9 a 15 de novembro, a Semana Piscina + Segura, com o tema “Partiu Férias + Seguras”, e convida escolas, academias, clubes de natação e parques aquáticos a promover atividades gratuitas de prevenção. A ação integra a Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamentos e coincide com o primeiro aniversário do Mês Nacional da Segurança Aquática, instituído pela Lei nº 15.258/2025.

As atividades podem ser presenciais ou digitais. A proposta é que o conhecimento adquirido nas aulas de natação ultrapasse os limites das piscinas e chegue às famílias, contribuindo para escolhas mais seguras durante as férias, seja na piscina de casa, na praia, no rio ou na cachoeira.


“As férias vêm aí, e a SOBRASA está preocupada com o verão. Precisamos preparar as famílias para esse período, reforçando que a prevenção de afogamentos começa com informação e atitudes responsáveis. O Piscina + Segura é um celeiro de educação, que reúne e dissemina conhecimentos para que crianças, professores e familiares aprendam a reconhecer riscos e adotem comportamentos mais seguros dentro e fora das piscinas”, afirma o médico David Szpilman, fundador e secretário-geral da SOBRASA.

A atenção às crianças é um dos principais focos da campanha. Segundo o Boletim Nacional de Afogamento 2026, elaborado pela SOBRASA com dados do Ministério da Saúde, o lar e as piscinas concentram 66% das mortes por afogamento de crianças de até 9 anos. A supervisão constante por um adulto responsável, o controle de acesso às piscinas e a adoção de barreiras físicas de proteção estão entre as medidas fundamentais para reduzir os riscos.

“Na aula, a criança aprende a vestir o colete, a pedir ajuda e a nunca pular na água para socorrer um amigo. Depois, ela ensina isso em casa. Resumimos tudo em uma sigla, AGUAS: Atenção, Guarda-vidas, Urgência, Acesso restrito e Sucção. Quem pratica essas cinco atitudes reduz muito o risco de um afogamento”, explica o professor Antonio Santos, diretor do programa Piscina + Segura.

O cuidado precisa acompanhar as famílias em todos os ambientes. Dois em cada três óbitos por afogamento no país ocorrem em rios, lagos e represas, locais que em geral não contam com guarda-vidas. “Nas praias, a orientação é escolher áreas com guarda-vidas e respeitar as bandeiras; em rios e cachoeiras, entrar só onde se conhece a profundidade e nunca mergulhar de cabeça. Para crianças e para quem não sabe nadar, o colete salva-vidas é o equipamento indicado, já que boias de braço não garantem segurança. Diante de alguém se afogando, a regra é não entrar na água, ligar 193 e jogar um objeto que flutue" , explica o dr. Szpilman.

Criado em 2012 pela SOBRASA, o Piscina + Segura é um programa de educação para a segurança em piscinas que capacita professores e envolve alunos de natação em atividades de prevenção de afogamentos. As ações são distribuídas em quatro semanas ao longo do ano, nos meses de março, maio, agosto e novembro, sendo esta última realizada antes do verão.

Desde sua criação, a iniciativa já alcançou 19 estados brasileiros, com a participação de 487 instituições e o envolvimento de 972 mil crianças, professores e pais. Somente em 2025, foram realizadas 1.875 ações, que envolveram 93.750 alunos e professores de natação. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre os riscos de afogamento e estimular comportamentos preventivos que possam ser incorporados à rotina das famílias.

Semana Latino-Americana da Prevenção de Afogamentos

Organizada pelos países-membros do Comitê Latino-Americano de Salvamento (CLAS), a Semana Latino-Americana da Prevenção de Afogamentos acontece de 9 a 15 de novembro e tem como objetivo mobilizar a sociedade para reduzir os casos de afogamento e promover ambientes aquáticos mais seguros. A iniciativa é aberta à participação de instituições, empresas e indivíduos, que podem realizar atividades de conscientização presenciais ou digitais.

DESAFIOS A EMPREENDER

Planejamento da força de trabalho: por que a escolha do modelo de contratação se tornou estratégica

Em um cenário de mudanças constantes, empresas têm repensado a forma de estruturar suas equipes. Mais do que preencher vagas, o desafio é definir qual modelo de contratação atende melhor às necessidades do negócio

A pressão por mais produtividade, agilidade e eficiência mudou a forma como as empresas planejam suas contratações. Se antes o foco era preencher uma vaga o mais rápido possível, hoje o RH participa de decisões que envolvem toda a estratégia da força de trabalho.

Isso significa que, antes mesmo de iniciar um processo seletivo, é preciso entender qual necessidade o negócio pretende atender. A demanda é temporária ou permanente? Haverá aumento sazonal da operação? Trata-se de um projeto específico ou de uma atividade contínua? As respostas a essas perguntas ajudam a definir o modelo de contratação mais adequado para cada situação.

"O RH deixou de ser apenas executor dos processos de contratação e passou a participar das decisões estratégicas da empresa. Escolher o modelo correto significa garantir mais eficiência para a operação, melhor aproveitamento dos recursos e maior capacidade de resposta às mudanças do mercado", afirma Vânia Montenegro, vice-presidente da Employer Recursos Humanos.

Nesse cenário, uma das dúvidas mais frequentes das empresas continua sendo quando optar pelo trabalho temporário e quando a terceirização é a alternativa mais indicada. Embora as duas modalidades ofereçam flexibilidade às organizações, elas atendem objetivos diferentes e não devem ser tratadas como soluções equivalentes.

Segundo Letícia do Nascimento Pereira, advogada da Employer, a escolha precisa considerar a finalidade da contratação e não apenas fatores como custo ou urgência. "O trabalho temporário e a terceirização possuem características próprias e foram criados para atender necessidades distintas. Quando a empresa compreende essa diferença, consegue utilizar cada modalidade de forma mais eficiente e em conformidade com a legislação."

De forma geral, o trabalho temporário atende demandas transitórias, como substituição de empregados afastados, cobertura de férias, aumento sazonal da produção ou projetos com prazo determinado. Já a terceirização costuma ser mais indicada quando a empresa pretende contratar uma prestadora especializada para executar e gerir uma atividade contínua da operação.

Para Vânia Montenegro, essa análise faz parte do planejamento da força de trabalho e contribui para decisões mais assertivas. "Não existe um modelo melhor do que o outro. Existe aquele que faz sentido para a necessidade da empresa naquele momento. Quando essa escolha faz parte do planejamento da força de trabalho, o RH consegue responder às demandas do negócio com mais agilidade, reduzir riscos e apoiar o crescimento da organização de forma sustentável."

Além de organizar contratações, o planejamento da força de trabalho ajuda as empresas a antecipar necessidades, dimensionar equipes e definir a melhor estratégia para cada fase do negócio. Nesse processo, a escolha entre trabalho temporário e terceirização deixa de ser uma decisão exclusivamente operacional e passa a integrar o planejamento estratégico da organização.

Quando cada modalidade é mais indicada

Trabalho temporário

  • Cobertura de férias e afastamentos;
  • Aumento sazonal da demanda;
  • Picos de produção ou vendas;
  • Projetos com curta duração;
  • Demandas complementares de serviços.

Terceirização

  • Atividades contínuas;
  • Serviços especializados;
  • Operações permanentes;
  • Situações em que a empresa pretende transferir a execução e a gestão de uma atividade para uma prestadora de serviços.

A escolha do modelo de contratação deve estar alinhada aos objetivos da empresa e às características da demanda. Quando essa definição faz parte do planejamento da força de trabalho, o RH amplia sua capacidade de apoiar o negócio com mais flexibilidade, eficiência e segurança jurídica.

SAÚDE

 Cirurgia robótica no joelho: 5 mitos que ainda confundem o paciente

Magnific

Especialista esclarece dúvidas comuns sobre uma tecnologia cada vez mais presente na ortopedia brasileira

A utilização de robôs em cirurgias virou uma realidade em várias áreas da medicina, inclusive na ortopedia. A primeira cirurgia robótica para implante de prótese no joelho realizada no Brasil é recente, de dezembro de 2020. Desde então, o procedimento ganhou espaço entre os especialistas, mas também gerou dúvidas entre os pacientes.

Frederico Scherner, médico ortopedista, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e especialista em cirurgia no joelho, lembra que a tecnologia veio para ficar, auxiliando no rigor e eficiência do procedimento.

“Essa precisão também significa um procedimento menos invasivo, com recuperação mais rápida e menos dolorosa para o paciente”, ressalta o especialista.

Como funciona o procedimento

Na cirurgia robótica, o sistema usa câmeras e sensores para mapear a articulação do paciente em tempo real, funcionando como um "GPS" durante o procedimento e permitindo ajustes de posicionamento da prótese com exatidão muito próxima de 100% entre o planejado e o executado. 

“É o estudo apurado do médico juntamente com a precisão que a tecnologia traz, resultando em um procedimento mais preciso, com tempo mais rápido de recuperação e com menor dor ao paciente”, completa Scherner.

Mitos sobre a cirurgia robótica

Apesar dos avanços com o uso da tecnologia quando o assunto é cirurgia no joelho, ainda há dúvidas sobre o assunto. Por isso, o ortopedista esclareceu os principais mitos sobre o tema.

Mito 1: "O robô opera sozinho." O robô não toma nenhuma decisão e não realiza nenhum corte sozinho. Ele funciona como um assistente de refinamento, guiado o tempo todo pelo cirurgião.

Mito 2: "Cirurgia robótica é apenas marketing, não muda o resultado." Na prática, o sistema permite ajustar o posicionamento da prótese com precisão de até 0,5 milímetro a partir do mapeamento da anatomia individual do paciente. Isso está associado a procedimentos menos invasivos e recuperação mais rápida.

Mito 3: "Cirurgia robótica é só para quem pode pagar caro, particular." A disponibilidade da tecnologia varia por clínica, hospital e convênio. Ela não é, por definição, restrita a um único modelo de atendimento — cabe ao paciente consultar diretamente as opções aceitas pelo profissional escolhido.

Mito 4: "Se tem auxílio de robô, pode haver risco cirúrgico maior." A tecnologia foi incorporada justamente para aumentar a segurança e a previsibilidade da cirurgia, não para adicionar risco.

Mito 5: "Qualquer paciente com dor no joelho já pode fazer a cirurgia robótica." A indicação segue os mesmos critérios da prótese convencional: quadro de artrose avançada, dor que compromete a qualidade de vida e ausência de resposta a tratamentos conservadores, como fisioterapia e infiltrações.

terça-feira, 3 de novembro de 2026

SHOW MÚSICA

O mundo de Miguelzinho ficou maior que o cavaquinho

De menino prodígio da internet a artista que divide o palco com grandes nomes da música brasileira, Miguel Vicente cresce diante do público e dá seus primeiros passos também no cinema

Em 2022, o nome Miguel Vicente já começava a ganhar espaço na trajetória musical de um menino de Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Conhecido como Miguelzinho do Cavaco, ele encontrava no samba uma forma de expressão e, no cavaquinho, um instrumento que acabaria levando sua história muito além das fronteiras de sua cidade.

O que começou com a curiosidade de uma criança pelo som das cordas se transformou em uma trajetória acompanhada por milhares de pessoas. Vieram os vídeos nas redes sociais, a repercussão entre artistas consagrados, os convites para programas de televisão, as apresentações em grandes palcos e os encontros com nomes que, até pouco tempo antes, pertenciam ao universo dos ídolos.

Agora, enquanto continua construindo seu caminho na música, Miguelzinho começa a descobrir outras possibilidades de expressão. O cinema surge nesse percurso não como uma ruptura com o samba, mas como uma nova experiência para quem parece cada vez mais interessado em explorar os diferentes territórios da arte.

Aos poucos, o menino que conquistou o público com o cavaquinho começa a experimentar o universo das câmeras, das produções audiovisuais e das histórias contadas na telona. São os primeiros passos de uma aproximação que ainda está no início, mas que já coloca seu nome em duas produções cinematográficas: ‘O Velho Fusca’ e ‘Vicentina Pede Desculpas’.

UMA HISTÓRIA QUE COMEÇOU COM AS CORDAS

A relação de Miguel com o cavaquinho começou muito antes de seu nome circular pelas redes sociais. Ainda aos 3 anos, ele já experimentava o instrumento, inicialmente com um cavaquinho de brinquedo. Autodidata, desenvolveu a própria relação com a música a partir da escuta, da curiosidade e da vontade de reproduzir os sambas que admirava.

E com apenas 11 anos, a projeção nacional ganhou força quando Miguel publicou nas redes sociais vídeos em que tocava cavaquinho e interpretava sambas conhecidos. Um deles, com a música ‘Gratidão’, gravada por Xande de Pilares, mudaria o alcance de suas publicações.

O próprio sambista compartilhou a interpretação, elogiou o talento do menino e, posteriormente, o convidou para dividir o palco em uma apresentação na Barra da Tijuca. Na ocasião, Miguel recebeu de Xande um cavaquinho profissional.

A repercussão cresceu. Outros nomes conhecidos, como Neymar, Iza, Martinho da Vila, Anderson Silva, Teresa Cristina e Sorriso Maroto, também passaram a compartilhar ou reconhecer o talento do jovem músico, conforme relatos publicados sobre sua trajetória.

A internet, que antes servia para mostrar a família e os amigos o que ele sabia tocar, tornou-se uma porta para novos encontros. O menino que gravava vídeos passou a receber convites, participar de programas de televisão e se apresentar ao lado de artistas que admirava.

Um dos exemplos dessa ascensão foi sua participação no Domingão com Huck, da TV Globo, ao lado de Thiaguinho, seu ídolo. Em outra ocasião, durante o Navio da Xuxa, Miguel foi convidado por Daniela Mercury a cantar com ela ‘Não Deixe o Samba Morrer’, clássico eternizado na voz de Alcione.

A cada apresentação, o cavaquinho deixava de ser apenas o instrumento de um menino talentoso para se tornar uma espécie de passaporte. Miguel atravessava ambientes, conhecia diferentes públicos e aprendia, ainda muito jovem, a lidar com as oportunidades abertas pelo reconhecimento.

DO PALCO À DESCOBERTA DE NOVOS CAMINHOS

A trajetória musical de Miguelzinho também ganhou novos capítulos com o lançamento de trabalhos como ‘Menor Abandonado’, em 2024, e ‘Nosso Primeiro Date’ e ‘Moleque Guerreiro’, em 2025. Em 2026, o artista apresentou ‘Dia Frio’, ampliando seu repertório e mantendo a música como parte central de sua trajetória artística.

A sequência de lançamentos ajuda a compreender que a trajetória de Miguel não se limita à repercussão de vídeos virais. Há uma construção musical em andamento, com repertório, experiências de palco e a busca por ampliar suas possibilidades como artista.

Outra experiência importante foi o encontro com o maestro João Carlos Martins e a Orquestra Bachiana, no Teatro Casa Grande. Na ocasião, Miguel levou o som do cavaquinho à interpretação de ‘Ária da 4ª Corda’, de Johann Sebastian Bach. O encontro aproximou universos musicais diferentes e reforçou a possibilidade de transitar entre tradições sem abandonar a própria identidade.

Mais recentemente, o jovem também assumiu uma nova função diante das câmeras: a de apresentador. No Elo do Samba, projeto realizado em parceria com o Cartão Elo e exibido no canal da Nova Brasil FM no YouTube, Miguel passou a conduzir conversas com nomes importantes da música brasileira.

Demônios da Garoa, Luciana Mello, Alcione, Leci Brandão e Seu Jorge estão entre os artistas que participaram do programa. Em vez de apenas tocar e cantar, Miguel passou a ouvir histórias, fazer perguntas e conhecer de perto as experiências de quem ajudou a construir a história do samba.

A mudança é significativa. O menino que antes chamava atenção pela desenvoltura com o instrumento agora também ocupa o lugar de quem conduz uma conversa, acompanha relatos e estabelece conexões entre diferentes gerações da música brasileira.

E é nesse percurso, entre o palco e as câmeras, que o cinema começa a ganhar espaço.

QUANDO A MÚSICA ENCONTRA O CINEMA

A primeira aproximação com o universo cinematográfico apresentada nesta nova fase veio por meio da música. Miguel integra a trilha sonora de ‘O Velho Fusca’, produção dirigida por Emiliano Ruschel que reúne nomes consagrados e artistas contemporâneos da música brasileira.

O filme conta a história de Junior, um jovem sensível que enfrenta conflitos familiares ao tentar se aproximar do avô. A reconciliação entre gerações ocupa o centro da narrativa, enquanto a música funciona como uma ponte entre memórias, afetos e diferentes momentos da vida.

Na trilha, Miguel aparece ao lado de artistas como Jorge Aragão, Péricles, Teresa Cristina, Paula Lima, Xande de Pilares, Diogo Nogueira e Jorge Vercillo, entre outros nomes. O projeto também reúne intérpretes de diferentes gêneros e gerações, em uma seleção que combina clássicos e canções inéditas.

Para um jovem cuja história está profundamente ligada ao samba, participar de uma produção dessa dimensão representa uma nova maneira de alcançar o público. A música, que já havia levado Miguel aos palcos e à televisão, passa também a integrar uma narrativa construída para o cinema.

A experiência amplia seu campo de atuação. O cavaquinho continua sendo parte de sua identidade, mas agora sua música encontra outro contexto: o de uma história que se desenvolve na tela, com personagens, conflitos e emoções que dialogam com o espectador.

É um primeiro movimento de aproximação com uma indústria diferente daquela em que construiu sua notoriedade; e também uma oportunidade de observar como a arte se transforma quando muda o espaço em que é apresentada.

UM NOVO PASSO DIANTE DAS CÂMERAS

Se em ‘O Velho Fusca’ sua participação acontece pela trilha sonora, em ‘Vicentina Pede Desculpas’ Miguel dá outro passo: participa do filme. Dirigido por Gabriel Martins, cineasta conhecido por ‘Marte Um’, o longa é protagonizado por Rejane Faria e aborda uma história marcada pelo luto, pela culpa e pela tentativa de seguir em frente diante de uma tragédia.

A trama se passa em Belo Horizonte. Depois de um grave acidente envolvendo um ônibus, surgem evidências de que a queda do veículo, que matou quase todos os passageiros e o motorista Wesley, pode ter sido uma tentativa deliberada de suicídio. A mãe do motorista, Vicentina, passa então a procurar as famílias das vítimas para pedir desculpas, em uma jornada na qual nem todas as respostas poderão ser encontradas.

A participação de Miguel nessa produção representa uma experiência diferente daquela vivida no projeto anterior. Além de integrar um universo cinematográfico por meio da música, ele passa a fazer parte de uma obra cuja narrativa é construída a partir da atuação, da direção e de diferentes elementos da linguagem audiovisual. “Estar em um filme é diferente de subir ao palco para tocar. É um universo que estou começando a conhecer e que me deixa muito curioso. Quero entender como tudo acontece, aprender com as pessoas que trabalham no cinema e descobrir até onde posso chegar também nessa área”, comenta Miguelzinho.

O filme é fruto de uma parceria entre a Netflix e a produtora Filmes de Plástico e teve sua estreia nacional no Festival do Rio de 2026, depois de passar pelos festivais de Toronto, no Canadá, e San Sebastián, na Espanha. No mês de outubro, 11, Miguel esteve no Festival do Rio, acompanhando de perto um momento importante da trajetória da produção. ‘Vicentina Pede Desculpas’ conquistou três Troféus Redentor: Melhor Direção de Ficção, Melhor Roteiro e Melhor Longa de Ficção no Voto Popular.

O reconhecimento colocou o longa entre os destaques da edição e acrescentou uma experiência especial à aproximação de Miguel com o cinema. Para um artista que começou a ganhar projeção ainda criança, estar presente em um festival dedicado à produção cinematográfica brasileira significa também conhecer outro ambiente, outras formas de criação e outros profissionais da arte. “Fiquei muito feliz de participar de um filme que recebeu um reconhecimento tão importante. Estou começando a dar meus primeiros passos no cinema e sei que ainda tenho muito a aprender. Quero viver essas experiências, conhecer mais sobre esse mundo e continuar fazendo aquilo de que gosto: arte”, afirma.

A participação no evento, no entanto, é apenas parte de uma história que ainda está sendo escrita. O interesse agora está no que essas primeiras experiências podem despertar: a curiosidade sobre os bastidores, o desejo de aprender e a possibilidade de explorar novas formas de contar histórias. “Quero agradecer ao diretor Gabriel Martins, que me recebeu com muito carinho e me deu uma atenção especial, à Rejane Faria, protagonista do filme, a todo o elenco e à equipe de produção. Foi muito especial viver essa experiência e conhecer de perto esse universo do cinema. Sou grato a todos que me acolheram e fizeram parte desse momento tão importante para mim”, finaliza Miguelzinho.

O MENINO CRESCE, E OS HORIZONTES SE AMPLIAM

Há uma característica que atravessa a trajetória de Miguel: a disposição para experimentar. Primeiro, foi o cavaquinho. Depois, vieram os vídeos, os palcos, a televisão, os encontros com artistas consagrados e a experiência de entrevistar grandes nomes do samba. Agora, o cinema acrescenta novas possibilidades a esse percurso.

O amadurecimento não significa abandonar o que veio antes. Ao contrário, cada experiência parece ampliar o repertório de referências que o jovem leva consigo. A música oferece uma identidade, o contato com outros artistas proporciona aprendizado e o cinema abre uma janela para novas formas de expressão.

Miguel ainda está no começo dessa aproximação com a linguagem cinematográfica. Suas participações em ‘O Velho Fusca’ e ‘Vicentina Pede Desculpas’ não significam, por si só, uma mudança definitiva de carreira. São experiências concretas que podem despertar novos interesses e ajudar a definir os próximos passos de sua formação artística.

Talvez seja justamente essa a parte mais interessante da história: acompanhar um jovem que ainda está descobrindo o que deseja fazer com as oportunidades que surgem. O público conheceu Miguel pelo som das cordas e acompanhou a velocidade com que seu talento encontrou novos espaços. Agora, começa a observar outra etapa, menos ligada à surpresa de um menino prodígio e mais relacionada à construção de um artista.

O mundo ficou maior que o cavaquinho, mas o instrumento continua ali. É parte da origem, da memória e da identidade de Miguel Vicente. A diferença é que, diante dele, surgem novos caminhos... e o cinema parece ser um dos que mais despertam sua curiosidade.

A história não está pronta!

Está em movimento, como a de qualquer jovem que cresce, aprende e começa a descobrir que a arte pode assumir muitas formas.

SERVIÇO | VICENTINA PEDE DESCULPAS

-- Estreia nos cinemas: 5 de novembro de 2026, em salas selecionadas

- Netflix: previsão de estreia em 20 de novembro de 2026

- Premiação: o longa conquistou três Troféus Redentor no Festival do Rio 2026, incluindo Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular

Fotos: Marcos Serra Lima | Netflix

CULTURA

 Espetáculo infanto-juvenil “Quintal” volta aos palcos no Teatro Ziembinski, na Tijuca

Sucesso de público, peça que une música, bonecos e teatro de sombras para abordar a importância da brincadeira e a memória de bairros periféricos faz curta temporada de 31 de outubro a 22 de novembro 

 

No subúrbio carioca, a vida de brincadeiras, aprendizado e memórias de quatro crianças está ameaçada pelo dito “progresso”. Mas um progresso para quem? Com isso, elas se unem numa aventura para defender o seu quintal. Esse é o ponto de partida de “Quintal”, espetáculo infanto-juvenil, autoral e inédito do Grupo Concreto, que volta aos palcos no Teatro Municipal Ziembinski, na Tijuca, para curta temporada, de 31 de outubro a 22 de novembro, sábados e domingos, às 16h.

  

A peça – que fez sua estreia em 2025 com grande sucesso – percorre a história de quatro crianças com sua rotina transformada pela chegada de uma construtora multimilionária, liderada pelo “Dr. Desordem”. Ele planeja comprar as suas casas para erguer um condomínio de luxo. Com a ajuda de uma goiabeira mágica no quintal que compartilham, elas usam a brincadeira e a imaginação para combater o supervilão e suas lucrativas manobras de convencimento dos adultos.

 

“Quintal” é um espetáculo infanto-juvenil, autoral e inédito que tem a premissa de resgatar a importância da brincadeira na formação da criança periférica e de preservar a memória de bairros marginalizados diante da transformação do território causada pela especulação imobiliária. 




Propondo uma experiência que une música, bonecos e teatro de sombras para crianças de 6 a 10 anos, o espetáculo foi supervisionado pelo artista e professor gonçalense Gabriel Mendes, investigador do teatro infantil afro-centrado, ganhador do prêmio de Melhor Direção no CBTIJ 2018 com o trabalho “Omi - do leito ao mar”. Já a trilha sonora interpretada pelo elenco no palco é formada por composições criadas exclusivamente para a peça.

 

- O quintal é um lugar de concentração de memória e afeto, onde o indivíduo periférico reconhece a própria identidade cultural, representando um espaço de fortalecimento e liberdade. Ali, encontram-se registros da presença familiar, dos hábitos cotidianos, das festividades populares e religiosidades. No meio disso, as crianças brincam e absorvem características culturais que alimentam seu imaginário e ação no mundo – explica Rodrigo de Todos os Santos, diretor da peça.

   

Temporada: de 31 de outubro a 22 de novembro

Sessões: sábados e domingos, às 16h

Local: Teatro Municipal Ziembinski - Rua Heitor Beltrão, s/n (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier), Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada), vendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/127080/d/414591/s/2695044   

Classificação: livre

Duração: 60 minutos

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

GERAL

A importância do brincar também se estende aos momentos de lazer em família

                                                                                                   China Park

A infância é uma das fases mais importantes da vida, marcada por descobertas, aprendizados e experiências que contribuem para a formação do indivíduo. Nesse período, brincar representa muito mais do que uma atividade recreativa: é uma maneira de conhecer o mundo, desenvolver habilidades, experimentar possibilidades e estabelecer relações com outras pessoas. Por meio das brincadeiras, as crianças exercitam a imaginação, aprendem a lidar com desafios, descobrem limites e desenvolvem formas próprias de interação com o ambiente. São experiências aparentemente simples, mas que participam de maneira significativa da construção de memórias e da compreensão que cada criança desenvolve sobre o mundo ao seu redor.

Em uma rotina cada vez mais marcada por compromissos escolares, atividades programadas e pelo contato frequente com dispositivos eletrônicos, reservar momentos para brincar ganha ainda mais importância. O lazer permite que a criança experimente um tempo diferente daquele dedicado às obrigações cotidianas, no qual a espontaneidade, a criatividade e a liberdade de explorar ocupam o primeiro plano. Correr, pular, subir, descer, experimentar equipamentos recreativos e interagir com outras crianças são atividades que estimulam o movimento e favorecem diferentes formas de aprendizagem. Mais do que preencher o tempo livre, essas oportunidades contribuem para uma infância com experiências diversificadas e possibilidades de desenvolvimento.

O brincar também desempenha um papel importante na socialização. Quando compartilham espaços e atividades, as crianças aprendem a conviver, respeitar diferenças, negociar regras e compreender que nem sempre suas vontades serão as únicas consideradas. Uma brincadeira coletiva pode envolver cooperação, paciência, tomada de decisões e até mesmo a resolução de pequenos conflitos. São situações que fazem parte do cotidiano infantil e que ajudam a desenvolver competências importantes para a convivência em sociedade. Nesse sentido, ambientes recreativos bem planejados podem funcionar como espaços de interação, nos quais a diversão acontece ao mesmo tempo em que surgem oportunidades para novas descobertas.

Outro aspecto importante está na relação entre o brincar e a autonomia. Ao explorar um ambiente, escolher uma atividade ou experimentar um novo desafio compatível com sua idade, a criança começa a reconhecer suas capacidades e a desenvolver confiança. Cada experiência proporciona uma oportunidade de observar, tentar, errar e recomeçar. Essa dinâmica, que muitas vezes acontece de maneira natural durante as brincadeiras, contribui para a construção da iniciativa e da segurança pessoal. Por isso, oferecer espaços nos quais as crianças possam explorar diferentes atividades, sempre respeitando as condições de segurança e a supervisão adequada, representa também uma forma de valorizar suas necessidades e particularidades.

VIAGENS EM FAMÍLIA: TEMPO DE CONVIVÊNCIA, BRINCADEIRAS E NOVAS DESCOBERTAS

Viajar em família representa uma oportunidade de interromper, ainda que temporariamente, o ritmo habitual da vida cotidiana. A mudança de ambiente permite que pais e filhos compartilhem experiências fora dos compromissos de casa, do trabalho e da escola. Nesse contexto, as crianças encontram novas possibilidades de diversão, entram em contato com ambientes diferentes e descobrem atividades que nem sempre fazem parte de sua rotina. Para os adultos, a viagem também significa a oportunidade de acompanhar essas descobertas de perto, participar das brincadeiras e dedicar mais tempo à convivência. O destino escolhido passa a ter um papel importante, especialmente quando oferece alternativas capazes de atender aos interesses de diferentes gerações.

A escolha de um destino adequado, portanto, envolve considerar mais do que a localização ou as condições de hospedagem. A estrutura de lazer, a variedade de atividades, os espaços destinados às crianças e as possibilidades de convivência são fatores que podem influenciar diretamente a experiência dos viajantes. Para famílias com filhos pequenos, por exemplo, ambientes que oferecem alternativas recreativas variadas podem representar um diferencial importante. Já para crianças maiores, a oportunidade de experimentar atividades que envolvam movimento, aventura e interação pode tornar a viagem ainda mais interessante. O desafio dos destinos turísticos está justamente em reunir essas possibilidades e proporcionar experiências que façam sentido para diferentes públicos.

UM CENÁRIO ONDE A DIVERSÃO ENCONTRA A NATUREZA

Localizado nas Montanhas Capixabas, o China Park Eco Resort reúne características que permitem observar como diferentes ambientes podem contribuir para uma experiência de lazer em família. Cercado por áreas verdes e pela paisagem característica da região serrana do Espírito Santo, o empreendimento apresenta uma estrutura que combina hospedagem, recreação e contato com a natureza. A própria disposição de suas instalações, distribuídas em meio ao cenário montanhoso, oferece aos visitantes uma experiência que vai além dos espaços convencionais de hospedagem. Para as famílias, essa combinação representa a possibilidade de aproveitar diferentes ambientes e atividades durante a permanência, enquanto as crianças encontram oportunidades para brincar e explorar.

Entre os espaços destinados ao público infantil está o brinquedão, uma estrutura recreativa que chama a atenção pela variedade de elementos, cores e possibilidades de diversão. O ambiente oferece às crianças oportunidades de movimento, exploração e interação, permitindo que a brincadeira aconteça de diferentes maneiras. Em estruturas como essa, a diversão não está concentrada em uma única atividade: os pequenos podem experimentar percursos, descobrir equipamentos e compartilhar momentos com outras crianças. A presença de um espaço dedicado ao lazer infantil reforça a importância de considerar as necessidades desse público na composição de destinos voltados à convivência familiar.

A experiência, entretanto, não se limita às atividades recreativas destinadas às crianças. O empreendimento também conta com atrações que ampliam as possibilidades de lazer para diferentes perfis de visitantes. Entre elas estão o teleférico e a tirolesa, que proporcionam uma perspectiva diferenciada da paisagem e acrescentam elementos de aventura à permanência. A tirolesa, instalada em um ponto mais elevado em relação ao teleférico, oferece uma experiência marcada pela altura e pela contemplação do cenário natural. São atrações que permitem explorar o ambiente sob diferentes perspectivas e demonstram como a estrutura de lazer pode dialogar com as características geográficas do local.

As piscinas e os espaços aquáticos também integram as alternativas de diversão disponíveis no empreendimento, especialmente em momentos de descontração e convivência. Para as famílias, ambientes dessa natureza oferecem oportunidades de aproveitar o tempo livre em atividades que podem reunir adultos e crianças. O lazer aquático tem uma característica particular: permite diferentes formas de utilização, desde momentos de descanso até brincadeiras e atividades recreativas. Quando associado a outros equipamentos e ambientes de lazer, amplia as possibilidades de programação e contribui para uma experiência mais diversificada durante a hospedagem.

Outro elemento que merece destaque é a presença de áreas verdes e ambientes próximos à natureza. Em um cenário cercado pela vegetação das montanhas, os visitantes encontram uma atmosfera diferente daquela predominante nos centros urbanos. A paisagem, os espaços abertos e a distribuição das estruturas permitem que a experiência de permanência seja acompanhada pelo contato visual com o ambiente natural. Para as crianças, esse contexto também pode despertar curiosidade e interesse pelo espaço ao redor, enquanto os adultos encontram oportunidades para desacelerar e aproveitar momentos de tranquilidade. A integração entre natureza e infraestrutura de lazer constitui uma das características que ajudam a compor a identidade do empreendimento.

A estrutura de hospedagem complementa esse conjunto de possibilidades, permitindo que as famílias permaneçam no local e aproveitem as diferentes atrações ao longo de sua estadia. A proposta de reunir acomodações, espaços recreativos, piscinas, atividades de aventura e ambientes naturais favorece uma experiência na qual o lazer não depende de deslocamentos constantes para outros pontos turísticos. Cada integrante da família pode encontrar atividades de seu interesse, enquanto os momentos compartilhados ajudam a construir uma programação comum. Nesse contexto, o China Park Eco Resort representa um exemplo de como os empreendimentos turísticos podem reunir diferentes experiências e valorizar o público familiar, especialmente quando as crianças ocupam um lugar importante na proposta de lazer.

Mais informações sobre a estrutura, atrativos e novidades do China Park podem ser encontradas no site do resort, que está localizado na BR 262, KM 72, em Domingos Martins, um dos destinos mais encantadores das Montanhas Capixabas. Para contato direto, os interessados podem ligar para os telefones (27) 3441-9770 ou (27) 97601-4288 e planejar sua próxima experiência em um dos mais completos empreendimentos turísticos do Espírito Santo.

A INFÂNCIA MERECE TEMPO, ESPAÇO E EXPERIÊNCIAS

Valorizar o brincar é reconhecer que a infância precisa de oportunidades para experimentar, descobrir, movimentar-se e conviver. Quando essas experiências são incorporadas aos momentos de lazer em família, ganham uma dimensão ainda mais especial, pois aproximam gerações e criam lembranças compartilhadas. Em destinos que conseguem reunir estrutura recreativa, contato com a natureza e alternativas de diversão para diferentes idades, o tempo de descanso também se transforma em tempo de convivência. Afinal, para muitas crianças, uma viagem inesquecível não será lembrada apenas pelo lugar visitado, mas principalmente pelas brincadeiras, descobertas e momentos felizes vividos ao lado de quem amam.

SHOW

 Show Oficial “Bluey - Ao Vivo - Diversão em Família!” retorna ao Rio de Janeiro

O espetáculo da premiada série infantil faz curta temporada, de 7 a 22 de novembro, no Teatro Multiplan VillageMall

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O sucesso está de volta! O show oficial da premiada série Bluey retorna ao Rio de Janeiro. “Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!” chega ao Teatro Multiplan Village Mall, na Barra da Tijuca, em curta temporada de 07 a 22 de novembro. Aclamado mundialmente, o desenho animado é produzido pela Ludo Studio, vencedor do Emmy®, e distribuído pela BBC Studios.

Bluey é uma adorável e incansável cachorrinha da raça Blue Heeler, que vive com sua mãe, seu pai e sua irmãzinha, Bingo. Com energia de sobra, Bluey transforma qualquer brincadeira em jogos imprevisíveis e hilariantes, envolvendo toda a família e o bairro em seu universo cheio de imaginação e diversão. Esta aventura chega aos palcos em uma adaptação teatral original desenvolvida especialmente para a América Latina. O espetáculo conta com um elenco de 14 atores e bailarinos, músicas da série e as vozes dos dubladores oficiais brasileiros do desenho.

“Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!” oferece uma experiência imersiva que transporta o público diretamente para o coração da família Heeler. Na história, Bluey e seus familiares transformam cada cômodo da casa em um palco de brincadeiras e descobertas. Em cada espaço, situações divertidas reforçam a importância da união. Ao longo do espetáculo, os fãs são convidados a refletir sobre os valores da convivência em família, do apoio mútuo e da alegria de brincar. O show oficial brasileiro é resultado de uma parceria BBC Studios, Lotus Global e Turbilhão de Ideias.

Para Gustavo Nunes, diretor da Turbilhão de Ideias, “a realização de Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!, em uma parceria inédita com a Lotus Global, a BBC e a Ludo, representa um passo importante para o entretenimento familiar no teatro brasileiro. Essa união de marcas globais com a excelência da produção local traz a magia de uma das séries infantis mais queridas do mundo para os palcos do país. Mais do que diversão, o projeto valoriza a convivência em família. O carinho do público local com um espetáculo de magnitude global.".


Bluey - ao vivo – Diversão em família!

Local: Teatro Multiplan Village Mall

Endereço: Avenida das Américas 3900, Rio de Janeiro, RJ, Brazil

Datas: De 07 a 22 de novembro

Dias e horários: sábados e domingos, às 11h e 15h. Excepcionalmente, no dia 07/11, apenas uma sessão, às 18h.

Duração: 1h

Lotação: 1.000 lugares

Classificação: Livre

Ingressos: de R$ 25,00 a R$ 240,00. Vendas na bilheteria do teatro ou pelo site da Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/125440/d/407184)
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