Alta do petróleo impulsiona novos mercados e empresas ganham espaço em meio à crise
Quem ganha com a alta do petróleo? A alta do preço do petróleo, impulsionada por tensões geopolíticas, já começa a provocar efeitos diretos em cadeias produtivas altamente dependentes de derivados plásticos, como o setor logístico — que depende das embalagens. Para se antecipar ao possível desabastecimento, cresce o interesse por soluções alternativas mais eficientes. Segundo Leandro da Silva, presidente e fundador da AgilFix, pioneira na fabricação de cintas reutilizáveis de amarração de carga, o filme stretch - amplamente utilizado para envolver cargas - o mercado já registra aumento nos custos, com risco de desabastecimento semelhante ao observado na pandemia.
Disponibilizo Leandro da Silva, presidente e fundador da AgilFix, para comentar sobre como a alta do petróleo muda o jogo na cadeia logística e impulsiona soluções reutilizáveis, à medida que o custo do descartável torna-se cada vez menos competitivo. A empresa já está sentindo o aumento de demanda e pode comentar tanto o impacto no mercado quanto as projeções, caso te interesse explorar esse ângulo de “quem ganha com a alta do petróleo”.
Frente à tensão internacional referente ao combustível, a empresa acredita que o cenário pode impactar positivamente o mercado de soluções reutilizáveis, que substituem o filme stretch com economia e sustentabilidade. O executivo afirma que o cenário tem reativado negociações que estavam paradas há meses e deve impulsionar o crescimento da marca. Durante a Covid-19, a AgilFix chegou a dobrar o faturamento, movimento que pode se repetir caso o preço do petróleo continue pressionado.