O “CONSELHO DA PAZ” - Board of Peace - É NOVA PROPOSTA KARAKÚ de TRUMP
Onde 59 OTÁRIOS casam UM BILHÃO de dólares, cada um, a cada 3 anos, para que UM ESPERTO possa ser o único com poder de veto.
Ocorre que, de acordo com o Artigo 19 da Carta das Nações Unidas, um País PERDE o seu direito de voto na Assembléia Geral se a sua dívida (inadimplência) for igual ou superior à soma das contribuições devidas pelos dois anos anteriores completos. Mesmo que faça parte dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido). Perdendo assim o direito de VETO.
Visando, mais uma vez, apenas levar vantagem, os EUA vislumbram três situações para se beneficiarem:
1ª) Os EUA, diante de seus compromissos com a ONU, têm acumulado dívidas (arrears - atrasos) num valor total superior a US$ 1,5 bilhões, desde abril de 2025. Caso não paguem este valor somado a todos que se acumulariam até abril de 27, algo que se projeta para aproximadamente US$ 4 bilhões, correndo o risco de perder o poder de veto, que protege, tanto a eles como Israel.
2º) Destruir a ONU e sair sem pagar, criando um Conselho Internacional, onde apenas eles teriam cadeira cativa e poder de veto incontestável, enquanto os demais convidados a serem serviçais, inclusive o Brasil, junto a mais 58 países, teriam que aportam US$ 1 bilhão, de 3 em 3 anos, para NÃO TER poder decisão, nem em grupo. Nem que os demais 59 se juntem. Vale o veto, ou a decisão final dos EUA.
Na realidade a idéia é criar um grupo que discuta questões internacionais e apresentem a eles, os donos do planeta, para que julguem e decretem o que quiserem, com um viés de decisão internacional, de acordo como eles e somente eles quiserem. Para tanto sugerem acabar com a ONU, onde são inadimplentes, e criar o "Conselho da Paz" (Board of Peace) internacional.
3º) Travestido inicialmente de Supervisão do Governo de Transição, que controlaria o Território Palestino, ao invés da SOLUÇÃO de DOIS ESTADOS, com a criação do Estado Palestino, como determinado pela ONU quando da criação de Israel, em 1947, Trump pretende implodir a ONU e criar um organismo internacional controlado, única e exclusivamente, por ele para tornar Israel o centro do mundo. O que não é dito é que o foco é a reconstrução de Gaza, mas NÃO PARA OS PALESTINOS.
Tanto que, logo de início, já anunciam quem seriam os sete nomeados, por ele (Trump), como membros fundadores e seu oitavo membro indicado. São eles:
o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio
o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair
o enviado especial dos EUA para a paz na Faixa de Gaza, Steve Witkoff
Jared Corey Kushner, GENRO de Trump – marido de Ivanka e Diretor do Escritório de Inovação Americana, que encontrou, na internet, num livro de ficção Peter Navarro (Death by China: Confronting the Dragon – A Global Call to Action, tradução, Morte pela China: Confrontando o Dragão – Um Chamado Global à Ação), publicado em 2011, de onde foi retirada a “grande idéia” de tarifas dos EUA sobre o mundo.
o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga – ex CEO da Mastercard e vice-presidente da General Atlantic, a famosa GA
Marc Rowan, magnata financista americano
Robert Gabriel, fiel colaborador de Trump no Conselho de Segurança Nacional
Além do oitavo elemento, o major-general americano Jasper Jeffers comandante da Força Internacional de Estabilização (ISF, na sigla em inglês) em Gaza.
Em resumo, para os sionistas tudo que eles criam é sempre em seu benefício e, só serve enquanto lhes serve. Quando sai, um pouco, do seu controle eles implodem e acenam com outro mecanismo para a dominação.
SUGESTÃO DE FILMES PARA SE ENTENDER ALGUMAS VERDADES
American Gangster (com Denzel Washington e Russel Crowe), Feito na América (com Tom Cruise e Sarah Wrigth), O Senhor das Armas (com Nicolas Cage, Ethan Hawke e Eamonn Walker) e Profissão de Risco – Blow (com Johnny Deep, Ted Demme e Ray Liotta)...
