Onde os EUA e a Europa entram com a CARA e o Brasil, com o resto...
Acordo 1:
A "ENTREGAÇÃO" prometida por um, é ameaçada de realização pelo outro.
As tais TERRAS RARAS que, após as ameaças tarifárias, provocaram dificuldades de fornecimento, aos EUA, por parte da China, podem vir a ser fornecidas pelo Brasil, que pressionado, está cogitando entregar nossas reservas à eles.
Assim, como se não bastasse à dilapidação das reservas de Ouro, Nióbio, Tântalo, Grafeno e outros minerais estratégicos... Agora, outras Nações poderão carregar, a preço de NADA, minerais como: Lantânio, Cério, Praseodímio, Neodímio, Promécio, Samário, Európio, Gadolínio, Térbio, Disprósio, Hólmio, Érbio, Túlio, Itérbio, Lutécio, além de Ítrio e Escândio. Enfim, tudo que deveria compor a Agenda de Segurança Nacional, juntamente com o petróleo e, outras matrizes energéticas.
Acordo 2:
Em janeiro deste ano, o Brasil, através de um funcionário do terceiro escalão chamado Eloy Terena, entregou a "GESTÃO AMBIENTAL" de 14% do território nacional à AMBIPAR.
Justamente, as áreas que foram alvo das demarcações de “terras indígenas”, onde já foram catalogadas a forte presença de TODOS os elementos da tabela periódica.
Em resumo, apenas credenciados desta “empresa” poderão atuar, pesquisar, explorar, ou mesmo se apropriar de minerais raros, estratégicos e da biodiversidade.
Nem o Exército, nem agentes federais, tampouco fiscais brasileiros, poderão adentrar nessa imensidão de 1 milhão de quilômetros quadrados.
Curioso é que o assunto é disfarçado nas redes e na mídia como se fosse uma inofensiva PARCERIA.
O mais triste é ver que nenhum deputado, senador, ou mesmo funcionário do alto escalão, de nenhum espectro ideológico se manifesta sobre essa expropriação.
Seria por ser irrelevante, muito polêmico, perigoso, ou lucrativo?
Tratam o termo “TERRAS INDÍGENAS” como se ele existisse. Mas NÃO EXISTE. O que existem são terras ocupadas por brasileiros que, neste caso, são de origem indígena. Nativos... tal como outras áreas são ocupadas por brasileiros brancos, negros e, em sua maioria, mestiços. A verdadeira composição e identidade do Povo desta terra tupiniquim. Todos BRASILEIROS.
Porém, o mais difícil de entender é porque uma área “virgem”... não degradada pela ação do homem... precisaria de gestão ambiental?
Mais natural seria haver GESTÃO AMBIENTAL, no Canal de Marapendi e, nas lagoas do complexo lagunar da Barra, Recreio e Jacarepaguá, com dragagem e despoluição, de forma a permitir o trânsito de embarcações, passeios turísticos e lazer.
Quando penso em GESTÃO AMBIENTAL imagino ser imprescindível no Canal do Mangue... na Baía da Guanabara, onde palafitas imperam na Favela da Maré, ou mesmo em Santos, onde o problema é recorrente.
Mas... nesses locais, ninguém fala em GESTÃO AMBIENTAL, nem em PARCERIAS internacionais...
Talvez seja porque esta “doação” das riquezas do nosso País, possa ser interessante, PARA OS DOIS LADOS IDEOLÓGICOS, dessa disputa BINÁRIA de poder interno.
Ou, quem sabe... porque para ambos, não sejam interessante colocar luzes sobre esta PARCERIA...
O que vocês acham? Porque será?
Ricardo Labatt sugestão de pautas por e-mail: ricardolabatut9@gmail.com